A Seaside abriu no Campera Outlet com um novo layout que divide novidades e calçado com valores reduzidos, facilitando a escolha de calçado para toda a família.
A marca portuguesa de calçado Seaside inaugurou, na passada terça-feira, dia 3 de fevereiro, um novo espaço comercial no Campera Outlet Shopping, situado no Carregado. Esta abertura reveste-se de particular importância estratégica para a empresa, uma vez que marca a estreia absoluta do seu renovado conceito de loja aplicado especificamente ao formato outlet.
A adaptação deste novo conceito – originalmente desenhado para promover maior clareza, fluidez e proximidade com o cliente – às especificidades de um outlet representou um desafio operacional significativo. No que toca à organização do espaço físico, a loja foi estruturada em duas áreas perfeitamente distintas para facilitar a navegação do consumidor: uma zona dedicada às novidades, identificada como New In, e outra área focada exclusivamente em artigos com valores reduzidos, destinada ao escoamento de stock de linhas e coleções anteriores.
Esta segmentação é complementada por uma aposta em montras mais baixas, uma solução arquitetónica escolhida para aumentar a visibilidade dos produtos a partir do exterior e reforçar a sensação de proximidade logo no primeiro contacto visual com a loja.
A experiência de visita foi igualmente repensada para garantir maior autonomia e conforto, privilegiando um sistema de autoatendimento que se pretende intuitivo e fluído. Num ambiente onde a rapidez de leitura é determinante, a Seaside implementou uma comunicação de preços e de valor final que se destaca pela clareza e transparência imediata.
Com esta inauguração, a Seaside, fundada em 1986 e detentora de um parque comercial com mais de uma centena de pontos de venda, reforça a sua presença no mercado nacional. O novo espaço disponibiliza a habitual gama de calçado e acessórios para homem, mulher e criança, oferecendo não apenas as coleções de marca própria, mas também artigos de insígnias desportivas de renome internacional, como a Nike, Adidas, Puma e Skechers.
A marca britânica Clarks inaugurou o seu primeiro espaço na região, no Designer Outlet Algarve.
A marca britânica de calçado Clarks reforçou a sua presença no mercado português com a inauguração da sua primeira loja na região do Algarve, escolhendo o Designer Outlet Algarve, em Loulé, para acolher este novo espaço. A abertura, que decorreu na passada segunda-feira, dia 2 de fevereiro, representa um passo estratégico na expansão europeia da insígnia, que procura estabelecer-se em destinos de retalho de referência.
Localizada na nova ala do centro comercial, a loja ocupa uma área total de 172 m2 e foi concebida com um layout amplo e meticulosamente organizado, com o objetivo de oferecer aos visitantes a experiência de outlet mais elevada da marca. A disposição do espaço foi pensada para facilitar uma descoberta intuitiva de todos os produtos, garantindo uma jornada de compra funcional e confortável.
O portefólio disponível neste novo estabelecimento é abrangente, cobrindo todos os segmentos de público com propostas de calçado para homem, mulher e criança. A oferta varia entre os modelos clássicos e icónicos, que cimentaram a reputação da marca, e as principais novidades sazonais e tendências mais recentes, mantendo sempre o foco na qualidade, no design intemporal e nas tecnologias inovadoras de conforto que distinguem os sapatos da empresa.
Esta aposta na qualidade reflete um legado histórico que remonta a 1825, ano em que a marca foi fundada pelos irmãos Cyrus e James Clark na localidade de Street, no condado de Somerset, em Inglaterra. O que começou há mais de 200 anos com a produção artesanal de chinelos a partir de desperdícios de tapetes de pele de ovelha, evoluiu significativamente ao longo dos séculos XIX e XX através da adoção de novas tecnologias, transformando a Clarks numa referência internacional.
Com esta nova abertura a sul do país, a Clarks eleva para cinco o número de espaços comerciais que detém em Portugal. Além da nova localização no Algarve, a marca marca presença com lojas outlet no Freeport Lisbon Fashion Outlet e no Vila do Conde Porto Fashion Outlet, complementadas por lojas de retalho tradicional no Centro Colombo e no Amoreiras Shopping Center, ambos em Lisboa.
Para o Designer Outlet Algarve, a chegada desta insígnia histórica constitui um reforço de peso para um catálogo que já conta com mais de 70 marcas de moda, incluindo nomes como a Barbour – que também chegou recentemente ao complexo -, Hugo Boss, Guess, Karl Lagerfeld, Façonnable, Hackett London, Adolfo Domínguez e Gant.
A nova loja da Clarks no Algarve estará em funcionamento sete dias por semana, cumprindo um horário contínuo entre as 10h e as 22h.
Nascido num antigo pomar onde as raízes se entrelaçam, o Vinha das Romãs Tinto2023 expressa um terroir único.
O calendário vitivinícola é feito de ciclos e de regressos esperados. Para a Ravasqueira, o início deste ano marca a volta de um dos seus rótulos mais emblemáticos, um vinho que, ao longo das últimas décadas, cimentou o seu estatuto como uma referência incontornável na região de Arraiolos e no Alentejo: o Vinha das Romãs Tinto.
A história deste vinho distingue-se pela singularidade do seu terroir. O nome não é uma figura de estilo, mas uma descrição literal da sua origem: os 7,5 hectares de vinha onde este tinto nasce ocupam o lugar de um antigo pomar de romãzeiras, plantado junto à casa de família do Monte da Ravasqueira. Quando a conversão foi feita, em 2002, as raízes profundas das árvores permaneceram no solo, acabando por se entrelaçar, anos mais tarde, com as raízes das novas videiras. É desta simbiose subterrânea entre o passado e o presente que a Ravasqueira acredita extrair a identidade única deste single vineyard.
A nova colheita mantém a fórmula que garantiu o sucesso das edições anteriores, apostando num lote de Touriga Franca e Syrah. O processo de vinificação reflete a ambição de criar um vinho de guarda, com um estágio prolongado de cerca de 20 meses em barricas novas de carvalho francês. O resultado visual é um vinho de cor encarnada escura, densa e opaca, que antecipa a sua concentração.
No perfil aromático, o Vinha das Romãs 2023 apresenta-se inicialmente reservado, exigindo tempo no copo para revelar a sua complexidade. A evolução traz ao de cima notas de frutos pretos e do bosque, complementadas por nuances de cedro, uma mistura de especiarias e o toque fresco do poejo. Na prova de boca, destaca-se pela estrutura carnosa e pelos taninos sólidos, embora trabalhados com elegância, culminando num final fresco.
Para David Baverstock, Chairman Winemaker da WineStone (grupo detentor da Ravasqueira), esta colheita vem confirmar a consistência do projeto. O enólogo sublinha o equilíbrio das castas e descreve-o como um vinho de enorme aptidão gastronómica, que revela toda a sua dimensão durante a prova. Segundo Baverstock, estamos perante um perfil verdadeiramente alentejano, mas com uma personalidade inconfundível ditada pelos solos onde nasce.
Com um preço recomendado de 19,90€, este tinto junta-se no portefólio ao seu “irmão” branco, o Vinha das Romãs Blanc de Noirs, consolidando uma gama que procura expressar o caráter específico daquela parcela de terra em Arraiolos.
Mas considerando que já estamos em fevereiro, o lançamento da Steam Machine, para se considerar primeiros meses do ano, deveria acontecer até ao final… de março.
Durante a apresentação dos resultados financeiros do quarto trimestre de 2025, a CEO da AMD, Lisa Su, confirmou que a nova geração da Steam Machine está efetivamente a caminho e tem lançamento previsto para os primeiros meses deste ano. Mas não se sabe ainda exatamente quando.
Durante a sessão com os investidores, a executiva abordou o estado atual do negócio da gigante dos semicondutores e, embora a Valve se recuse, para já, a avançar com uma datas específica, Su foi clara ao afirmar que, de uma perspetiva de produto, a empresa fundada por Gabe Newell e Mike Harrington está a cumprir o calendário estipulado para iniciar o envio da sua nova máquina, equipada com tecnologia AMD, no início de 2026.
Este anúncio surge num contexto financeiro misto para a AMD, que reportou um crescimento de 50% nas receitas anuais do setor de gaming, atingindo os 843 milhões de dólares. No entanto, a empresa prepara-se para uma contração no segmento de SoCs (System on Chip) semi-personalizados. Lisa Su alertou os acionistas para uma queda prevista de dois dígitos percentuais nas receitas destes chips ao longo de 2026, justificando esta descida com a entrada no sétimo ano do atual ciclo de consolas, que tem sido historicamente forte. É neste cenário de desaceleração das consolas tradicionais – e com rumores de que uma nova Xbox, equipada com um novo SoC semi-personalizado, chegará ao mercado em 2027 – que a nova Steam Machine surge como um elemento crucial nos planos imediatos da AMD.
Diferenciando-se do sucesso portátil que foi a Steam Deck, a Steam Machine apresenta-se como um computador fixo, desenhado especificamente para a sala de estar, adotando um formato cúbico e compacto. No seu interior, a máquina promete um salto qualitativo significativo, sendo impulsionada por um processador AMD Zen 4 semi-personalizado de seis núcleos. O poder gráfico fica a cargo da arquitetura RDNA 3, com uma GPU também da AMD que ostenta 28 Unidades de Computação e 8GB de VRAM GDDR6. Segundo as projeções da Valve, esta combinação de hardware foi concebida para permitir jogabilidade numa resolução 4K a 60 frames por segundo, desde que auxiliada pela tecnologia de upscaling FSR. O sistema conta ainda com 16GB de memória RAM de sistema.
Neste momento, permanecem também dúvidas sobre o preço final da Steam Machine para o consumidor. A indústria atravessa atualmente uma crise global no fornecimento de memória NAND – a tecnologia de memória flash utilizada para o armazenamento rápido em SSDs – e uma inflação nos preços das matérias-primas, o que poderá encarecer o custo de produção. Embora a Valve pretenda que o preço seja competitivo e comparável ao custo de montar um PC peça a peça com desempenho semelhante, o preço inicial pode começar na ordem dos 818€.
O sistema operativo escolhido continua a ser o SteamOS, baseado em Arch Linux, mantendo a filosofia de plataforma aberta que permite ao utilizador tratar a máquina como um PC convencional, ao contrário do ecossistema fechado das consolas tradicionais. Para além da consola em si, a estratégia da Valve para este regresso ao hardware de sala de estar também inclui periféricos dedicados, como o comando Steam Controller e o novo headset de realidade virtual, o Steam Frame.
Reforçar, no entanto, que não há qualquer data de lançamento para revelar no momento. Até porque já estamos em fevereiro e pode-se considerar “início de 2026” até, digamos, março, ou seja, até ao final do primeiro trimestre do ano. A partir daí, referir um lançamento no “início de 2026” perde todo e qualquer sentido.
O Cozido à Portuguesa, servido religiosamente no Páteo do Bairro do Avillez às quintas e domingos, é a resposta certa para quem procura autenticidade sem folclores desnecessários.
O ChefJosé Avillez reforçou a aposta na cozinha tradicional portuguesa, agora com um cozido à portuguesa servido no famoso Páteo, no Bairro do Avillez. Este é, como se sabe, o epicentro de um ecossistema gastronómico que inclui o Belcanto, o vegetariano Encanto, o Maré em Cascais, o Cantinho do Avillez, a Tasca Chic, o Jacaré, o Barra Cascabel e a internacional Tasca no Dubai. A iniciativa do cozido, às quintas e domingos, nasce da vontade de valorizar a identidade nacional e responde à procura por experiências autênticas, numa Lisboa onde o número de visitantes e turistas não para de crescer.
Ao cruzarmos o limiar do Bairro – a zona da Taberna, de ambiente descontraído e dedicada a petiscos portugueses -, somos transportados para uma espécie de recriação epocal, da qual passamos a fazer parte: um ambiente bem português, onde a nostalgia e a poesia se encontram. O espaço evoca um bairro castiço e luminoso, coroado por candelabros que pendem do teto amplo do antigo convento. Aliás, não é a nossa primeira vez aqui. Nas paredes, as janelinhas de madeira com portadas abertas evocam recantos da memória de outros tempos: molduras com fotos de pessoas reais, entes desaparecidos, que personificam a alma da Lisboa século vintista, e detalhes que nos fazem sentir, verdadeiramente, dentro de um bairro antigo. É um cenário pensado para cruzar vivência urbana e memória coletiva, cuja arquitetura se centra – como a palavra “pátio” indica – numa ampla zona convergente onde incide a luz calma do exterior, mas a sob a proteção da estrutura transparente de uma grande claraboia.
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De resto, o espaço sempre teve como missão celebrar a cozinha portuguesa num ambiente acolhedor, com luz natural e decorações que evocam a memória coletiva de Lisboa.
A decisão de incluir um ícone como o Cozido, no Páteo, não deve ser um acaso. Reflete a importância de preservar a autenticidade da cozinha portuguesa perante as tendências de uniformização global que vivemos, ao memso tempo que levamos o que de melhor fazemos a todos os cantos do mundo, servido um ótimo Cozido à Portuguesa a todos os que visitam o espaço. Com frequência, os turistas vêm em busca de sabores únicos.
A refeição começou com um couvert servido com um pão rústico acompanhado de azeitonas e manteiga. Seguiram-se duas entradas que achámos irresistíveis e refletem a diversidade do menu: o Tártaro de Atum com soja picante e os Peixinhos da Horta com sal de limão e molho tártaro.
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De sublinhar que o Tártaro de Atum não é para brincadeiras. Suavizado pelo puré de abacate e mini tomate cherry, oferece um verdadeiro desafio ao paladar dos que são mais sensíveis ao picante; mas, se não forem, então aproveitem e peçam, porque é realmente muito bom. Depois, quanto aos Peixinhos da horta, um clássico bem português, como sabem, devemos dizer que são, de facto, deliciosos, graças ao seu polme leve e seco.
O nosso assistente de mesa aconselhou, e bem, um branco para acompanhar estas delícias. Veio um vinho da casa, o José Avillez Nieport, um Douro Doc, com características que foram bem sublinhadas: seco, fresco, mineral. Foi, realmente, a combinação perfeita para o tártaro fresco do dia.
Mas vamos ao que nos trouxe aqui. O momento principal chega com a introdução do Cozido à Portuguesa (35€ por pessoa, ao almoço, todas as quintas e domingos).
É uma experiência que vale a pena. Com jeitos de ritual, o Chef Executivo aproxima-se e verte sobre a travessa um molho rico com 15 horas de cozedura e apuramento. A descrição, só por si, revela a exigência deste cozinhado, na escolha da matéria-prima: a travessa compõe-se de carnes alentejanas fumadas em madeira, incluindo a aba de novilho, a mãozinha de vitela, entrecosto, barriga de porco e a orelha (que integra a bochecha e a faceira), além do focinho e do pernil. Nos enchidos que decoram tudo aquilo, a seleção mantém-se expressiva e rigorosa: morcela de couro branco, farinheira de couro branco, morcela de couro preto e chouriço de carne de couro branco.
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E, como não podia deixar de ser, o acompanhamento é outra sinfonia, esta de legumes, também bem “à portuguesa”. Acompanham o prato a couve-lombardo, couve-coração, cenoura, nabo e batata ágria; esta é uma batata, para quem não sabe, amarelada por dentro e de casca mais fina, e a sua escolha também não é ao acaso: ela aguenta a cozedura prolongada sem se desmanchar e absorve o sabor do caldo.
Por falar em caldo, é a chave para valorizar este cozido e que, de certo modo, o define, graças à longa preparação. Mesmo o arroz de farinheira, macio e suculento, um acompanhamento essencial, foi batizado, seguindo o conselho do Chef, com um bocadinho de caldo, para hidratar e ganhar mais sabor ainda e consistência. Tudo isto fica, portanto, ligado pelo caldo, feito com muita perseverança!
Para escoltar a robustez deste prato delicioso de carnes, da mesma marca do branco, o Vinho Tinto José Avillez, que se revelou o parceiro ideal.
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Este bom momento culminou num maravilhoso e suculento Pijaminha – Um Sonho de Sobremesa, ou seja, uma seleção surpresa do chef de pastelaria que é a solução ideal para quem quer várias sobremesas servidas de uma só vez. Servido em suportes de madeira a diferentes níveis, veio para a mesa um pomposo arranjo de doces onde brilham o Mil-folhas de Pastel de Nata, uma interpretação leve do Chef José Avillez sobre o clássico lisboeta, que nunca provámos assim; a Pavlova do Bairro, que combina merengue estaladiço com uma irresistível mousse de morango e espuma de queijo-creme; a Avelã, um clássico do Chef José Avillez (gelado de avelã, espuma de avelã, avelã ralada e flor de sal servidos num copo, em camadas generosas); uma fresquíssima Taça de frutos vermelhos; o “Maracujá” com sorvete de coco; e ainda o Pudim de Mel e Azeite, com um toque de flor de sal e um fio de azeite virgem extra, servido com um sorbet refrescante de limão e o detalhe das ervas frescas.
Em suma, o Cozido à Portuguesa, servido religiosamente, como dissemos, às quintas e domingos, é a resposta certa para quem procura autenticidade sem folclores desnecessários – como tudo no Bairro, de resto.
A experiência no Páteo prova que o trunfo está na verdade do produto; como o património gastronómico se pode tornar uma aposta do presente com o respeito que a nossa herança merece.
Para reservas, podem ligar para o 215830290 ou reserva mesa através do site do Bairro do Avillez.
Para mitigar as falhas de comunicação, a operadora oferece 30 dias de internet móvel ilimitada nos concelhos mais atingidos pela depressão Kristin.
Em resposta aos severos danos causados pela depressão Kristin, a operadora DIGI anunciou a atribuição de dados móveis ilimitados, durante um período de 30 dias, aos clientes residentes nos concelhos mais fustigados pelas recentes condições meteorológicas adversas. A medida visa mitigar o impacto dos constrangimentos no fornecimento de energia elétrica e nas telecomunicações que se fazem sentir em várias regiões do país.
A iniciativa da operadora tem como objetivo primordial garantir que as populações afetadas mantêm a capacidade de comunicar, trabalhar e contactar familiares numa altura crítica. A ativação deste benefício será realizada de forma automática para os utilizadores localizados nas zonas onde os danos nas infraestruturas foram mais acentuados, assegurando a conectividade enquanto as operações de recuperação decorrem.
Relativamente ao estado da rede, a DIGI informa que o serviço de fibra ótica se encontra totalmente operacional em todo o território nacional. No entanto, o cenário na rede móvel apresenta ainda alguns desafios. Embora a empresa garanta que a maioria das infraestruturas já foi recuperada, persistem limitações em certas áreas rurais e centros urbanos dos concelhos atingidos, uma situação que decorre diretamente da falta de fornecimento de energia elétrica necessária para alimentar os equipamentos.
Para contornar estas dificuldades e acelerar a reposição dos serviços, a operadora mantém equipas técnicas no terreno desde o início da tempestade. A estratégia de resposta inclui a instalação de sistemas de energia alternativos, o roteamento alternativo de transmissão e o recurso a soluções complementares via satélite. A DIGI reitera o compromisso de restabelecer integralmente a rede móvel com a maior brevidade possível, mantendo uma monitorização permanente da situação.
Depois dos Da Weasel, o MEO Marés anunciou a presença do britânico Seal para a edição deste ano.
Hoje, dia 4 de fevereiro, a PEV Entertainment, promotora do festival até agora conhecido como MEO Marés Vivas, revelou uma série de novidades relacionadas com o evento.
Primeiro, a localização: tal como antecipado pelo Luís Filipe Menezes, presidente da Câmara Municipal de Gaia, mudou. O festival saiu de Vila Nova de Gaia e passou para a Praia do Aterro, em Leça da Palmeira, Matosinhos. Depois, o nome: a palavra “vivas” sai do nome e o festival passa a ser conhecido apenas como MEO Marés. E em terceiro lugar, tivemos, durante a conferência de imprensa, o anúncio do primeiro nome: o regresso dos Da Weasel, agendado para o dia de abertura, 17 de julho.
A banda de Almada apresentará um espetáculo inédito acompanhado por uma orquestra sob a direção do maestro Rui Massena. O concerto foi desenhado para evocar o projeto Da Weasel Goes Symphonic, apresentado há 20 anos na Torre de Belém, em Lisboa, momento que inspirou posteriormente o álbum Amor, Escárnio e Maldizer. Segundo a organização, a atuação será estruturada em três atos, percorrendo os êxitos do grupo e temas menos convencionais, e incluirá a estreia absoluta de uma música nunca tocada ao vivo, com arranjos orquestrais originais.
Ora, parece que há mais uma novidade. O músico britânico Seal acaba de ser confirmado para o MEO Marés, neste caso para 18 de julho. É o regresso ao nosso país um ano depois, uma vez que o artista fez parte do cartaz do Ageas CoolJazz em 2025.
Os bilhetes para a edição de 2026 já se encontram à venda, com o bilhete diário a custar 50€ e o passe geral para os três dias fixado nos 100€.
Com mais de 30 anos de atividade na cidade vimaranense, a Optivisão relocalizou a sua loja para uma zona mais central do Guimarães Shopping.
A Optivisão acaba de reforçar a sua estratégia de expansão e proximidade na região norte do país com a inauguração de um novo espaço no Guimarães Shopping. Localizada agora numa zona mais central e estratégica, especificamente no Piso 0 (lojas 113/116), a nova unidade apresenta-se ao público com um conceito totalmente renovado, desenhado para modernizar a experiência de compra e os cuidados de saúde visual.
Esta relocalização reflete a evolução da marca e o seu compromisso contínuo com a comunidade vimaranense, onde marca presença há mais de três décadas. O novo espaço foi arquitetado para oferecer um ambiente mais acolhedor e funcional, com uma organização que privilegia a fluidez e o conforto dos visitantes. O objetivo central passa por aliar a tecnologia de diagnóstico a um acompanhamento próximo e rigoroso, garantindo soluções personalizadas e ajustadas às necessidades visuais de cada fase da vida do cliente.
A nova loja já se encontra em pleno funcionamento, disponibilizando consultas de optometria e aconselhamento técnico especializado.
O conjunto Palácio e Jardins do Conde de Farroboserá transformado num complexo de escritórios, numa obra que promete aliar a preservação patrimonial à sustentabilidade.
O conjunto classificado do Palácio e Jardins do Conde de Farrobo, em Lisboa, prepara-se para acolher uma nova dinâmica urbana. A construtora Cari assumiu a responsabilidade pela reabilitação e modernização do palacete do século XIX ali existente, numa empreitada orçada em quatro milhões de euros. O projeto, que visa transformar o imóvel histórico num moderno complexo de escritórios e serviços, tem conclusão prevista para o final do primeiro semestre de 2027.
A intervenção reveste-se de particular complexidade técnica e patrimonial, dada a inserção do edifício num contexto urbano sensível. A abordagem delineada para a obra assenta num compromisso rigoroso entre o respeito pela memória arquitetónica da traça original e a integração de soluções construtivas contemporâneas. O objetivo é assegurar que a modernização necessária para as novas funções corporativas seja compatível com o valor histórico do edificado.
Para além da recuperação da estrutura física do palacete, o projeto contempla uma forte componente ambiental e de requalificação urbana da envolvente. Estão previstos o aumento significativo da área permeável do lote e a requalificação paisagística dos jardins, bem como a implementação de soluções técnicas que visam a recapacitação sustentável de um edifício com mais de um século de existência.
O desenvolvimento da obra está a ser realizado em estreita articulação com diversas entidades especializadas e de tutela. O projeto de arquitetura está a cargo do Atelier Falanstério, com consultoria de engenharia da Profico, contando ainda com a supervisão da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e da Câmara Municipal de Lisboa, além de equipas dedicadas às áreas de arqueologia e conservação e restauro.
If It’s Tuesday, It’s Murder foi gravada em locais como a Praça do Comércio, Castelo de São Jorge, Alfama…
O que tem em comum mortes, turistas e Lisboa? É a premissa do próximo sucesso espanhol do Disney+, a série de comédia e crime If It’s Tuesday, It’s Murder (“Si es martes, es asesinato” no nome original, “Terças-feiras de morte” em português) que chega ao catálogo da plataforma de streaming a 31 de março.
If It’s Tuesday, It’s Murder foi filmada inteiramente na capital portuguesa e já é comparada a Only Murders in the Building. Se são fãs da série com Selena Gomez, Martin Short e Martin Steve, provavelmente vão ficar fãs da nova produção espanhola onde entram os atores portugueses Paulo Pires e Adriano Carvalho. Do elenco espanhol fazem parte Álex García, Inma Cuesta, Ana Wagener, Biel Montoro, Pedro Casablanc, Luisa Gavasa, Carmen Ruiz, Belén López, Saida Benzal e Gorka Lasaosa.
As primeiras imagens da nova série de comédia e crime foram reveladas esta terça-feira, 3 de fevereiro, e mostram algumas das personagens a passearem por alguns dos cenários mais conhecidos de Lisboa. Da Praça do Comércio ao Castelo de São Jorge, passando pelo Bairro Alto ou Alfama, são alguns dos cenários que surgem ao longo dos sete capítulos em que se divide a série, disse o El Mundo em maio de 2024.
If It’s Tuesday, It’s Murder conta a história “de um grupo eclético de turistas espanhóis numa viagem planeada, um hotel outrora grandioso em ruínas e uma série de segredos obscuros que se entrelaçam durante uma semana de férias em Lisboa. Quando um dos viajantes é encontrado morto no dia seguinte à chegada, quatro dos outros partem para investigar quem pode ser o assassino – e se pode ser alguém do próprio grupo. Essa equipa de fãs de histórias reais de crimes e romances policiais vai ter que enfrentar a polícia, uma lista de suspeitos, a ameaça de serem expulsos da viagem e as suas próprias verdades ocultas enquanto os dias passam a voar antes de terem que deixar Lisboa“.
A série foi produzida em colaboração com o grupo LAZONA Producciones, criada por Carlos Vila e realizada por Salvador Calvo e Abigail Schaaff.
Vamos todos andar a dizer “How you doin’?” muito em breve graças a esta colaboração da McDonald’s com Friends.
Se as expressões “Unagi!“, “How you doin’?” ou “Pivot!” vos dizem alguma coisa, ou dizem “Oh my god!” com uma entoação específica, a mais recente novidade da McDonald’s Portugal é mesmo para vocês. É verdade: a colaboração viral de McDonald’s com Friends está quase a chegar aos restaurantes portugueses.
A notícia foi dada esta quarta-feira, 4 de fevereiro, nas redes sociais da cadeia de fast food, só com um pequeno teaser do que aí vem – uma simples imagem com uma frase. Mas por aqui somos grandes fãs da série Friends e percebemos logo do que se trata. Ainda não está totalmente confirmado, nem foi indicada qualquer data de lançamento dos bonecos mais fofos da série no nosso país, mas a McDonald’s Portugal promete uma “novidade épica” dia 10 de fevereiro.
Nos países por onde a colaboração de McDonald’s com Friends já passou (ou ainda está disponível) os bonecos de Chandler, Joey, Monica, Rachel, Ross e Phoebe ficaram virais rapidamente e tornaram-se um fenómeno. Tal como na colaboração com Stranger Things, a oferta poderá estar disponível no Friends Meal, ou seja, se for como nos restaurantes estrangeiros, basta pedir um McMenu Grande de edição limitada para colecionar os bonecos. Em alguns países houve ainda uma edição muito limitada do molho “Monica’s Marinara Sauce”, um molho marinara de tomate com um toque de ervas.
A Calzedonia reabriu no Centro Comercial Vasco da Gama com uma área ampliada de 82 m² e um layout moderno.
A Calzedonia revelou esta quarta-feira, dia 4 de fevereiro, a nova face da sua loja situada no Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa. A marca italiana decidiu apostar numa transformação profunda do seu espaço comercial, apresentando-se agora aos clientes com uma área de venda significativamente superior e uma imagem modernizada que reflete o mais recente conceito visual da insígnia.
Permanecendo na localização habitual, no piso 0 do centro comercial, a loja cresceu através da anexação do espaço contíguo. Esta expansão estratégica permitiu aumentar a área total de cerca de 50 m2 para 82 m2, conferindo uma nova amplitude ao ambiente de loja. As alterações estruturais são visíveis logo à chegada, uma vez que a fachada ganhou um novo dinamismo, beneficiando agora de uma entrada mais larga e da adição de duas novas montras, elementos pensados para potenciar a visibilidade das coleções e convidar à entrada.
No interior, o layout foi totalmente repensado para oferecer uma circulação mais fluida e funcional. A nova organização do espaço obedece aos critérios de design atuais da marca, focando-se na valorização do produto e na comodidade do cliente durante todo o processo de compra.
Saiu o primeiro trailer da comédia Margo’s Got Money Troubles, adaptada do best seller de Rufi Thorpe.
A nova comédia dramática da Apple TV vai deixar muitos jovens adultos a pensar “Podia ser eu…“. Está quase a estrear a nova produção da A24: a adaptação do livroMargo’s Got Money Troubles, lançado em junho de 2024 por Rufi Thorpe e que rapidamente ascendeu aos tops internacionais.
A série de oito episódios – que vai ter o mesmo nome – chega a 15 de abril à plataforma de streaming, e esta terça-feira, 3 de fevereiro, foi revelado o primeiro trailer. Nele podemos ver a atriz Elle Fanning grávida, falida e a utilizar o OnlyFans como fonte de rendimento. Tudo isto é a vida de Margo Millet, uma jovem de 20 anos que, após um caso com um professor da universidade, é obrigada a abandonar os estudos ao descobrir que engravidou e a desenrascar-se com soluções um pouco controversas.
A razão para Elle Fanning aceitar fazer a protagonista de Margo’s Got Money Troubles prende-se com o facto de Margo ser “cheia de coragem e otimismo” e “estar a fazer as coisas à sua maneira“, disse no painel de apresentação da série num evento de imprensa da Apple TV.
Além de Elle Fanning no principal papel, a série conta com um elenco de luxo, como Michelle Pfeiffer como a mãe de Margo, Nick Offerman como pai, um ex-lutador profissional de wrestling, ou Nicole Kidman. Thaddea Graham, Marcia Gay Harden, Greg Kinnear, Michael Angarano, Rico Nasty e Lindsey Normington completam o elenco. Há ainda a participação especial de Marcia Gay Harden e do wrestlerChris Jericho, que faz de si mesmo.
O guião de Margo’s Got Money Troubles é da autoria do vencedor de um Emmy David E. Kelley, que também é produtor, e pela própria autora, Rufi Thorpe. Elle Fanning, Dakota Fanning, Nicole Kidman, Michelle Pfeiffer, Rufi Thorpe, Eva Anderson e Boo Killebrew são produtoras executivas.
Com a atualização do MSC Musica e do Orchestra, a companhia uniformiza a oferta do Yacht Club nos quatro navios desta classe.
A MSC Cruzeiros vai uniformizar a sua oferta de luxo na classe Musica. A operadora confirmou que o MSC Musica e o MSC Orchestra são os próximos a receber o conceito MSC Yacht Club, uma área reservada que funciona como um navio dentro do navio. Com esta atualização, os quatro navios desta categoria passam a dispor do serviço mais exclusivo da marca.
As obras têm calendário definido. O MSC Musica estreia as novidades no final de 2026, a tempo da temporada na América do Sul. Pouco depois, no primeiro trimestre de 2027, será a vez do MSC Orchestra, que ficará posicionado em Bari, Itália, para itinerários no Mediterrâneo.
Na prática, quem optar por esta categoria ganha acesso a um reduto de privacidade longe das multidões. O serviço inclui mordomo 24 horas, restaurante próprio, lounge e um terraço com piscina exclusiva. A ideia é manter o acesso a todo o entretenimento do navio, mas garantir um refúgio tranquilo e personalizado quando o passageiro o desejar.
Os itinerários também já são conhecidos. O MSC Musica fará a rota do Brasil, Argentina e Uruguai no inverno de 2026/2027, terminando com uma travessia para Génova em abril. O MSC Orchestra vai concentrar-se na Turquia e Grécia na primavera de 2027.
As reservas para estas novas suítes deverão abrir brevemente.
Transição será longa e marcada por limitações técnicas e obrigações de suporte.
O ChromeOS tem os dias contados. Documentos judiciais revelados recentemente mostram que a Google planeia substituir por completo o seu sistema operativo por uma nova plataforma para PCs, inspirada no Android, ao longo da próxima década. O projeto, conhecido internamente como Aluminium OS, representa uma das maiores mudanças estratégicas da empresa no setor dos computadores pessoais.
Segundo informações divulgadas pelo The Verge, a Google já definiu um calendário para a transição total, que só deverá estar concluída em 2034. Até lá, o ChromeOS e o Aluminium OS vão coexistir, não por opção, mas por obrigação. A empresa comprometeu‑se a garantir 10 anos de suporte para os Chromebooks atualmente no mercado, o que significa manter o ChromeOS ativo pelo menos até 2033.
A primeira versão do Aluminium OS deverá surgir ainda em 2026, destinada a um grupo restrito de beta testers. Já um lançamento mais amplo está previsto apenas para 2028. Este intervalo de tempo vai permitir que o novo sistema amadureça antes de chegar ao público que hoje depende dos Chromebooks.
O maior obstáculo técnico prende‑se com a incompatibilidade entre a maioria dos dispositivos atuais e o novo sistema. A arquitetura do Aluminium OS não será suportada por grande parte do hardware existente, o que impede uma migração rápida. Assim, a Google terá de manter duas plataformas em paralelo durante vários anos.
Os documentos revelam ainda que o ChromeOS desempenhou um papel importante em processos judiciais recentes, nomeadamente na defesa do ecossistema Chrome. Forçar a separação do navegador durante esta fase de transição teria tornado o suporte a máquinas antigas praticamente inviável. Outro ponto relevante é que dispositivos com ChromeOS, ou com o futuro Aluminium OS, estarão isentos de algumas restrições que a Google aplica no Android relativamente à priorização de aplicações proprietárias.
Embora a empresa não comente oficialmente os prazos, parece claro que o ChromeOS será descontinuado assim que o ciclo de suporte dos dispositivos atuais terminar, abrindo caminho para um novo capítulo na estratégia de software da Google para computadores pessoais.
Para além da confirmação da data de lançamento e respetivos formatos, sabe-se também que GTA VI não está a ser feito com recurso à inteligência artificial generativa.
Strauss Zelnick, o diretor executivo da Take-Two Interactive, colocou um ponto final nos rumores que sugeriam que Grand Theft Auto VI poderia chegar ao mercado exclusivamente em formato digital na sua janela de estreia. Em declarações à Variety, o executivo garantiu que as edições físicas estarão disponíveis nas lojas no mesmo dia do lançamento digital, desmentindo categoricamente a estratégia de um lançamento faseado.
A especulação, que havia ganhado força no final do mês passado através de fontes alegadamente ligadas à indústria e relatórios de portais internacionais, indicava que a Rockstar Games estaria a ponderar adiar a distribuição das cópias em disco para o ano de 2027. A teoria? Ao reter o formato físico por algumas semanas ou meses, a editora tentaria evitar que retalhistas e jogadores quebrassem a data de lançamento, prevenindo assim as habituais fugas de informação e partilhas de conteúdo antecipado na internet que historicamente assolam grandes títulos. No entanto, sabe-se agora que esse não é o plano da companhia.
Para além de clarificar a questão do formato físico, a Take-Two aproveitou também para reafirmar o compromisso com a data de lançamento previamente estipulada: Grand Theft Auto VI chegará à PlayStation 5 e à Xbox Series X|S no dia 19 de novembro de 2026. Em conversa com a IGN, Strauss Zelnick explicou que a equipa está a atingir os objetivos definidos para a campanha de marketing – prevista para o verão -, o que sugere que o desenvolvimento entrou na sua fase final de polimento, reduzindo drasticamente o risco de novos percalços. Portanto, nessa altura do ano deveremos ter não só novos trailers, mas também detalhes aprofundados sobre a jogabilidade.
Enquanto o futuro se aproxima, o legado da franquia continua a mostrar que está de boa saúde. O antecessor, Grand Theft Auto V, continua a superar as expectativas da empresa, tendo ultrapassado a marca histórica de 225 milhões de unidades vendidas desde 2013. Este sucesso contínuo foi alavancado pelo desempenho de GTA Online, nomeadamente com a atualização Safehouse in the Hills, e pelo crescimento exponencial do serviço de subscrição GTA+, que quase duplicou o número de membros num ano.
Por fim, numa indústria cada vez mais voltada para a automação, Strauss Zelnick fez questão de abordar a integridade artística do novo título. O executivo garantiu ao portal GI.biz que a inteligência artificial generativa não está a ser utilizada na criação do mundo de GTA VI. Segundo Zelnick, os mundos da Rockstar são construídos manualmente, rejeitando a geração procedural. É esta atenção meticulosa ao detalhe e a construção artesanal dos ambientes que, segundo o CEO, diferencia os jogos da Rockstar e define a qualidade do entretenimento que produzem.
Passa a chamar-se MEO Marés e irá reliazar-se na Praia do Aterro, em Leça da Palmeira, em 2026. Da Weasel com orquestra são a primeira confirmação desta nova fase do evento.
O festival anteriormente conhecido como MEO Marés Vivas vai mudar de designação e de localização a partir da edição de 2026. A PEV Entertainment, promotora do evento, anunciou esta quarta-feira, 4 de fevereiro, que o certame passa a chamar-se apenas MEO Marés e deixa o concelho de Vila Nova de Gaia para se instalar na Praia do Aterro, em Leça da Palmeira, Matosinhos. O evento realizar-se-á nos dias 17, 18 e 19 de julho.
A primeira confirmação para o cartaz é o regresso dos Da Weasel, agendado para o dia de abertura, 17 de julho. A banda de Almada apresentará um espetáculo inédito acompanhado por uma orquestra sob a direção do maestro Rui Massena. O concerto foi desenhado para evocar o projeto Da Weasel Goes Symphonic, apresentado há 20 anos na Torre de Belém, em Lisboa, momento que inspirou posteriormente o álbum Amor, Escárnio e Maldizer. Segundo a organização, a atuação será estruturada em três atos, percorrendo os êxitos do grupo e temas menos convencionais, e incluirá a estreia absoluta de uma música nunca tocada ao vivo, com arranjos orquestrais originais.
A deslocalização do festival para Matosinhos surge na sequência das declarações de Luís Filipe Menezes, presidente da Câmara Municipal de Gaia, que no fim de semana anterior antecipou a saída do evento do seu concelho. Em contrapartida, a autarca de Matosinhos, Luísa Salgueiro, manifestou disponibilidade para acolher a iniciativa. A organização justifica a escolha da Praia do Aterro com a existência de melhores acessos e condições logísticas mais favoráveis para o público e artistas, mantendo os eixos de música, cultura e sustentabilidade.
A PEV Entertainment organizava o festival em Gaia desde 2007, tendo passado por locais como a Seca do Bacalhau, a Praia do Cabedelo e, nos últimos quatro anos, o antigo Parque de Campismo da Madalena. Os Da Weasel, que atuaram na edição de 2023 para cerca de 40.000 pessoas, regressam assim como cabeças de cartaz no novo recinto.
Os bilhetes para a edição de 2026 já se encontram à venda, com o bilhete diário a custar 50€ e o passe geral para os três dias fixado nos 100€.
A easyJet ativou hoje uma nova plataforma de validação de dados, em parceria com o Estado, que permite aos residentes no arquipélago receberem o apoio financeiro de forma quase imediata, evitando o adiantamento de grandes verbas.
Os residentes no arquipélago da Madeira que viajem com a easyJet passam, a partir desta terça-feira, 4 de fevereiro, a beneficiar de um processo de reembolso do Subsídio Social de Mobilidade (SSM) significativamente mais célere e menos burocrático. A transportadora aérea, que detém atualmente a posição de liderança no mercado da região autónoma, oficializou a entrada em funcionamento da validação automática de dados, uma medida que promete simplificar a vida aos passageiros e reforçar o controlo contra fraudes.
Esta inovação tecnológica resulta de um Memorando de Entendimento firmado entre a companhia aérea e o Governo da República, através da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública. Na prática, a nova plataforma digital elimina a necessidade da tradicional entrega de papelada e validações manuais morosas. Ao cruzar automaticamente os dados da viagem com os sistemas do Estado, o passageiro elegível ganha acesso quase imediato ao reembolso a que tem direito logo após a compra do bilhete.
O impacto financeiro direto para as famílias e estudantes madeirenses é uma das principais vantagens do novo modelo. Segundo a easyJet, os clientes que utilizem cartão de crédito para efetuar a reserva verão o valor do subsídio ser devolvido antes mesmo da data de liquidação da fatura do cartão. Este mecanismo assegura que, em termos práticos, o residente suporte apenas o custo efetivo da tarifa que lhe cabe, sem ter de adiantar a totalidade do valor do voo ao Estado durante longos períodos de espera.
Já não consigo sair de casa sem levar comigo o meu companheiro de todas as horas, o reMarkable Paper Pro Move, que cabe na palma da minha mão e que me ajuda não só organizar melhor o meu dia, mas também todas as minhas ideias.
Nesta nova era dos tablets e-paper, nunca foi tão fácil aceder a uma vasta oferta de dispositivos pensados para a escrita e leitura. As opções multiplicam-se, com elevados níveis de personalização e funcionalidades que permitem adaptar a experiência a praticamente qualquer necessidade. No entanto, grande parte destes tablets apresenta dimensões consideráveis, algo compreensível num contexto de leitura prolongada ou escrita intensiva, mas que acaba por limitar a sua utilização em cenários mais informais ou em movimento. A portabilidade, muitas vezes, fica em segundo plano, tornando menos prático o uso destes dispositivos em diferentes contextos do dia a dia.
Foi precisamente a pensar nessa limitação que uma das marcas mais conceituadas no mundo E-Ink, a reMarkable, introduziu recentemente no mercado um dispositivo pensado de raiz para responder a esta questão. Graças ao seu formato compacto, o reMarkable Paper Pro Move surge como uma proposta para quem procura uma experiência de leitura e escrita digital sem comprometer a mobilidade.
No Echo Boomer já tive a oportunidade de testar vários dispositivos da marca, entre eles o reMarkable 2 e o reMarkable Paper Pro, experiências que me permitiram compreender bem a filosofia da reMarkable e a forma como a marca aborda a escrita e a leitura digitais. E a verdade é que são dispositivos que uso religiosamente todos os dias, sobretudo o Paper Pro. Por isso, quando surgiu a oportunidade de analisar este novo tablet e-paper focado na portabilidade, foi de bom grado (e com bastante entusiasmo à mistura) que aceitei o desafio. Comparar o reMarkable Paper Pro Move com o seu irmão mais velho, o Paper Pro, foi uma experiência interessante para perceber até que ponto se complementam, ou então, qual dos dois valerá mais a pena.
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Como já é habitual na marca, a reMarkable mantém um elevado padrão na apresentação dos seus produtos. A experiência começa logo ao receber a encomenda com duas caixas, uma onde podemos encontrar o reMarkable Paper Pro Move e a respetiva caneta, e a outra caixa, com a capa de proteção, a Book Folio. O design de ambas as embalagens, em branco com linhas pretas subtis, reflete na perfeição o minimalismo que define a identidade da marca.
Ao abrir a embalagem, o primeiro contacto é com o dispositivo, envolto em papel crepe. Por baixo, surge um guia de início rápido que facilita a primeira configuração. Removendo este elemento, encontramos então os restantes acessórios incluídos com o reMarkable Paper Pro Move: a caneta, acompanhada pelas respetivas pontas de substituição, e um cabo muito bem organizado e com ambas as pontas USB-C.
Depois de removido o papel que envolvia o tablet, é possível apreciar com mais atenção o cuidado colocado no design do reMarkable Paper Pro Move. O dispositivo apresenta um visual marcadamente minimalista e bastante elegante. A sua parte traseira tem uma cor cinza acastanhada, com uma textura subtil e mate, com um ligeiro grão ao toque. Pessoalmente adorei este pormenor, já que me traz uma certa nostalgia dos tempos em que usava diferentes tipos de papel e cartolina para fazer os meus trabalhos para a escola. Mas esta textura da superfície não cumpre apenas uma função estética, mas também prática, já que dá uma sensação maior de segurança quando seguro no Paper Pro Move. Em comparação com o Paper Pro, a traseira acaba por ser da mesma cor, só que lisa e sem qualquer textura. Igual também ao Paper Pro, o Paper Pro Move tem quatros pinos, um em cada canto, da mesma cor do fundo e feitos em borracha. Ou seja, posso pousar o tablet em qualquer sítio que queira, já que não corro tanto o risco de o estragar, sobretudo quando uso o Paper Pro Move fora da capa protetora Book Folio, o que para ser sincera, não acontece muitas vezes.
E já que falamos da Book Folio, importa destacar que esta, à semelhança da Book Folio do reMaPaper Pro, está entre as capas mais bem conseguidas do mercado. A reMarkable demonstra uma atenção ao detalhe rara, conseguindo um equilíbrio difícil de atingir: uma capa que é simultaneamente muito apelativa do ponto de vista estético e extremamente funcional, o que se formos a comparar com as restantes capas protetoras no disponíveis no mercado, nem sempre é fácil de conseguir. Ao abrir a Book Folio, é possível ver no seu interior que esta também integra quatro pontos de encaixe perfeitamente alinhados com os quatro pinos de borracha existentes no tablet, recorrendo a um sistema magnético que fixa o reMarkable Paper Pro Move de forma segura. O seu magnetismo é suficientemente forte para garantir que o dispositivo está sempre no lugar, sem qualquer folga, mas ao mesmo tempo permite removê-lo com facilidade sempre que for necessário. O interior é todo revestido num material aveludado, de cor cinzento escuro, claramente pensado para proteger o ecrã e evitar riscos durante o transporte. Já no exterior a capa é revestida por um tecido texturizado, com uma malha fabricada em poliéster reciclado, numa elegante tonalidade Bordeaux. A Book Folio está também disponível noutras cores, nomeadamente Basalto e Cobalto, permitindo alguma personalização, já que existem ainda noutros materiais, como a pele, que é o material da Book Folio do meu Paper Pro.
Adjacente à capa existe ainda uma aba magnética que mantém a Book Folio firmemente fechada, protegendo simultaneamente o tablet e a caneta. Quando quero utilizar o reMarkable Paper Pro Move, basta abrir a capa para que o dispositivo se ligue automaticamente, graças aos sensores que detetam se a capa está aberta ou fechada. Durante a utilização, recolho a aba da Book Folio, que se passa a fixar discretamente na parte traseira do tablet, numa pequena reentrância onde fica presa magneticamente, sem que possa assim interferir com a escrita ou a leitura. Quando acabo de trabalhar, é só guardar a caneta na lateral e fechar a capa com a aba, o que ajuda a evitar que a caneta se perca durante o transporte.
E transportar o reMarkable Paper Pro Move é um dos pontos chave deste dispositivo. Normalmente ando sempre com imensa tralha atrás, o que faz com que a minha mala fique pesar alguns quilos extra, o que não é de todo o ideal para as minhas costas. Por isso, quando chega a hora de sair de casa, já não penso duas vezes sobre qual o tablet que quero levar, até porque o conjunto Paper Pro Move, Book Folio e caneta não ultrapassam sequer os 345 g. Ajuda nisto também o facto de ter umas dimensões de apenas 195,6 x 107,8 x 6,5 mm, ou seja, é mesmo muito fácil arrumá-lo na mochila ou mala, sem que ele ocupe demasiado espaço. Outra vantagem é que este tamanho reduzido é também ótimo para quando fico sentada nos transportes a ler ou a escrever, sem cansar muito a minha mão, sobretudo se não tiver sítio onde possa pousar o tablet.
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Já a caneta que acompanha o reMarkable Paper Pro Move é a Marker, existindo a possibilidade de fazer upgrade para a Marker Plus, que, na minha opinião, vale bastante a pena, sobretudo para conseguir tirar um bom partido da experiência de escrita do Paper Pro Move. É uma caneta que se destaca pela simplicidade e conforto, não tem botões e não necessita de carregamento por cabo; basta pegar e começar a escrever, tal como numa caneta tradicional, já que ela recarrega automaticamente quando é acoplada magneticamente ao lado do Paper Pro Move.
A Marker Plus tem cerca de 19gr e o seu corpo é todo em alumínio, com acabamento mate e ligeiramente texturizado, o que ajuda a oferecer uma boa ergonomia e uma aderência. A ponta em carbono é substituível e já vêm incluídas seis pontas extra, garantindo uma boa durabilidade ao longo do tempo, dependendo, claro, da intensidade de uso. Para mim, o que compensa mais ao fazer o upgrade para a Marker Plus é o facto de ter a borracha digital integrada na extremidade oposta à ponta de escrita. Ao virar a caneta, é possível apagar diretamente no ecrã, sem recorrer a menus, o que ajuda a tornar a escrita mais fluida. No entanto, esta borracha exige apagar manualmente traço a traço, o que pode ser um pouco mais enfadonho quando existem muitas alterações a fazer.
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Naturalmente, a experiência não é exatamente a mesma quando comparada com a escrita no Paper Pro, o que se nota, sobretudo, em sessões mais longas. Ainda assim, sempre que o uso fora de casa ou no escritório, o Paper Pro Move revela-se extremamente prático. No meu caso, o que acaba por acontecer é que utilizo o Paper Pro Move como forma de captar ideias e notas em movimento, e depois quando chego a casa dou continuidade ao trabalho no Paper Pro, que sincroniza muito rapidamente todas as notas e ficheiros que estejam no Paper Pro Move e vice-versa.
O dispositivo herda ainda outras características de design do seu irmão mais velho. Um dos exemplos mais evidentes encontra-se nas laterais, que apresentam uma textura inspirada na aparência de várias folhas de papel empilhadas. Este detalhe ganha ainda mais destaque no Paper Pro Move, uma vez que a sua espessura ligeiramente superior torna o efeito visual e tátil ainda mais perceptível.
Em termos de disposição dos elementos físicos, o reMarkable Paper Pro Move mantém a mesma lógica funcional do Paper Pro. A entrada USB-C está localizada no lado esquerdo, junto ao bordo inferior, facilitando o carregamento sem interferir com a utilização do dispositivo. Já no bordo superior, do lado esquerdo, encontra-se o botão de ligar e desligar. Por uma questão de hábito, acabo por o procurar instintivamente no lado direito, onde, do meu ponto de vista, faria mais sentido e seria mais intuitivo. Até porque é também desse lado que se encontra o bordo magnético responsável por fixar a caneta, o que faz dessa zona do dispositivo a que acaba por ser mais utilizada no dia a dia.
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Mas a zona frontal tem aquele que é outro dos pontos-chave deste dispositivo: o ecrã Canvas Color display de 7,3”, com uma resolução de 1696 x 954. Baseado na tecnologia E Ink Gallery 3, este ecrã eleva de forma clara a experiência de leitura e escrita, oferecendo uma reprodução de cor rica e precisa, aproximando-se ainda mais visualmente do papel impresso.
E a verdade é que, mesmo após longos períodos de leitura ou escrita, nunca sinto fadiga visual. A ausência de reflexos também ajuda para este conforto e, por isso, acabo por conseguir utilizar o Paper Pro Move tanto em ambientes exteriores com muita luz natural, como em espaços interiores bem iluminados com luz artificial ou até sem luz nenhuma, graças ao ajuste até cinco níveis da luminosidade do ecrã.
Ainda outro detalhe importante deste ecrã é a presença da funcionalidade palm rejection, funcionalidade essa que permite ao ecrã distinguir com precisão entre a caneta e a palma da mão. No fundo, o sistema ignora o contacto da palma e dos dedos enquanto a caneta está em uso, o que significa que posso apoiar a mão sobre o ecrã da mesma forma que faria num caderno tradicional, mas sem que sejam registados toques indesejados. Noutros dispositivos que testei, mas sem esta funcionalidade, acaba por se tonar um pouco irritante ter o meu toque confundido com o da caneta, mas, de facto, com o Paper Pro Move, nunca tive essa questão.
De resto, há outras características do reMarkable Paper Pro Move que importa destacar, nomeadamente o seu processador dual-core Cortex-A55, acompanhado por 2GB de RAM e 64GB de armazenamento interno. Seguindo a mesma filosofia adotada nos restantes tablets da reMarkable, não existe slot para microSD, por isso não há a possibilidade de expansão de memória, mas a verdade é que a capacidade disponível revela-se mais do que suficiente para o tipo de utilização a que o dispositivo se destina. Os 64GB permitem-me armazenar confortavelmente um grande volume de ficheiros, documentos e notas, garantindo espaço de sobra para todo o trabalho criativo e organizacional do dia a dia.
Já a bateria de lítio com 2334 mAh é carregável via cabo USB tipo C e mantém uma autonomia de cerca de duas semanas em utilização típica. Este desempenho garante vários dias de uso sem preocupações com carregamentos constantes, algo especialmente prático num dispositivo pensado para acompanhar-me na azáfama do dia a dia, sobretudo fora de casa. E para os mais distraídos, como eu, basta um carregamento de cerca de 45 minutos para passar dos 0 aos 90%, o que é ideal para garantir que o Paper Pro Move nunca fica sem bateria quando é preciso.
Em termos de conectividade, o reMarkable Paper Pro Move recorre a Wi-Fi nas bandas de 2,4GHz e 5GHz, que serve essencialmente para descarregar atualizações de software da reMarkable e para a transferência de ficheiros através dos serviços de cloud. O ecossistema da reMarkable é um dos melhores que já testei no mercado, porque é praticamente instantâneo, quer seja para guardar ficheiros, notas ou documentos, com tudo a ficar automaticamente sincronizado entre os vários dispositivos associados à mesma conta, graças à reMarkable Cloud e ao Conect, que tem uma subscrição paga para ter armazenamento ilimitado. Ou seja, posso começar a escrever uma nota no Paper Pro Move e retomá-la no reMarkable 2 ou no Paper Pro com uma facilidade que me deixou impressionada.
No que diz respeito à compatibilidade de formatos, é possível importar documentos em PDF e EPUB, o que o torna bastante versátil tanto para leitura como para anotação de livros, artigos ou documentos de trabalho. Já no momento de exportar conteúdos, o dispositivo permite fazê-lo em PDF, PNG e SVG, facilitando a partilha de notas, esquemas ou desenhos.
Dito isto, e à semelhança do restante ecossistema da reMarkable, o Paper Pro Move não permite a navegação na web nem o acesso a páginas online. Trata-se de uma decisão consciente da marca, alinhada com a sua filosofia de criar dispositivos livres de distrações, totalmente focados no seu objetivo principal: oferecer uma experiência de leitura e escrita concentrada, simples e sem interrupções.
Essa mesma filosofia estende-se ao software. O reMarkable OS, baseado num sistema Linux, é extremamente minimalista e apresenta poucas diferenças entre o reMarkable Paper Pro Move e o Paper Pro. Ambos partilham a mesma página inicial, acompanhada por um pequeno menu de acesso rápido que surge ao deslizar de cima para baixo junto ao canto superior direito do ecrã. A partir daí, é possível consultar o estado da bateria ou ajustar a luminosidade do ecrã de forma rápida. No canto oposto encontra-se um segundo menu, acessível através de um ícone, onde temos acesso aos Favoritos, Tags, Integrações com serviços como o Google Drive, Dropbox ou OneDrive, bem como ao Lixo, guias de utilização e às configurações do sistema.
E é precisamente nas configurações que surgem as poucas diferenças entre o reMarkable Paper Pro Move e o Paper Pro. Estas prendem-se essencialmente com pequenas variações de versão de software e, sobretudo, com o suporte do Paper Pro para o Type Folio, um teclado físico que o Paper Pro Move não suporta. Essa diferença reflete-se na existência de opções adicionais de configuração relacionadas com o teclado no Paper Pro. De resto, tudo se mantém praticamente igual entre os dois modelos, desde as opções de segurança, como o desbloqueio do ecrã através de um código de seis dígitos, até às definições de ecrã e restantes ajustes do sistema.
Voltando à página inicial, aparece também imediatamente a secção “My Files”. Aqui surge uma das limitações comuns aos dois modelos: o sistema está disponível apenas em inglês ou alemão. Ainda assim, é nesta área que temos acesso a todos os ficheiros armazenados nos dispositivos, organizados de forma simples e direta.
Na parte inferior do ecrã encontramos uma lupa para pesquisar documentos e um ícone de “mais”, que permite criar novas notas ou pastas. Algo que considero particularmente útil é a possibilidade de pressionar este botão durante cerca de três segundos, criando de imediato um novo bloco de notas com um layout predefinido, sem necessidade de o nomear no momento. É uma funcionalidade simples e prática, sobretudo em situações em que quero apenas registar rapidamente uma ideia, mas não quero estar a perder tempo a escolher formatos ou a organizar tudo naquele instante.
Já dentro do bloco de notas, o Paper Pro Move mantém exatamente o mesmo menu e conjunto de ferramentas do seu irmão mais velho. Estão disponíveis nove ferramentas de escrita no total: Ballpoint Pen, Fineliner, Highlighter, Pencil, Mechanical Pencil, Calligraphy Pen, Marker, Shader e Paintbrush.
Cada uma destas ferramentas permite escolher entre três espessuras diferentes (fina, média e grossa), o que é ótimo quando quero alternar entre escrita ou desenho. Além disso, quase todas as ferramentas disponibilizam um conjunto de nove cores, incluindo preto, cinzento, branco, azul, vermelho, verde, amarelo, azul claro e magenta/rosa. Naturalmente, não estamos perante cores muito intensas, até porque este não é um ecrã convencional, mas a verdade é que os tons apresentados são agradáveis à vista e visualmente equilibrados. No meu caso, ajudam bastante na organização visual de notas, sublinhados e esquemas, o que torna a minha leitura e a revisão de conteúdos mais clara e menos stressante. Existe uma opção bastante interessante que permite criar combinações de cores, misturando, por exemplo, azul com amarelo para obter verde, o que acrescenta alguma flexibilidade criativa. Além disso, é possível desenhar formas geométricas de forma livre (como círculos, triângulos ou outras figuras) que, ao manter a ponta da caneta pousada durante alguns segundos, são automaticamente corrigidas, resultando em linhas e formas perfeitas.
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Relativamente à experiência de escrita em si é, sem dúvida, outro dos pontos fortes deste dispositivo. Graças aos 4096 níveis de sensibilidade à pressão e aos 50 níveis de inclinação, consigo variar a espessura e o estilo do traço de forma muito natural. A resistência subtil da ponta no ecrã e o som semelhante ao do papel contribuem para uma sensação extremamente realista, tanto na escrita como no desenho, especialmente ao usar a ferramenta de lápis para criar sombreados e texturas. Ainda assim, a minha ferramenta preferida continua a ser, sem dúvida, a caneta caligráfica, que já utilizo com bastante frequência noutros dispositivos da reMarkable e que aqui não é exceção. É a ferramenta que mais se aproxima da escrita manual que gosto de usar no dia a dia e aquela que, para mim, coloca qualquer dispositivo da reMarkable no topo no que diz respeito à experiência de escrita.
A única parte da experiência de que gosto menos prende-se com o processo de refresh quando utilizo cor. O traço surge inicialmente a preto e só após a atualização do ecrã é aplicada a cor selecionada, o que, em alguns momentos de escrita, acaba por quebrar ligeiramente o ritmo. Ainda assim, trata-se de um pormenor menor que não compromete de forma significativa a experiência geral de utilização. Já quando escrevo a preto, o traço surge de forma imediata, sem qualquer atraso perceptível.
À falta do teclado físico Type Folio, é possível escrever texto digitado no reMarkable Paper Pro Move sem recorrer a um teclado físico. Basta utilizar o teclado virtual integrado no ecrã, que se revela suficiente para pequenas edições, apontamentos rápidos ou organização de conteúdo.
As situações em que uso este teclado acabam por ser mais escassas, como por exemplo estruturar apontamentos manuscritos ou fazer correções rápidas em texto convertido. O teclado permite ainda escolher entre vários idiomas, incluindo o português, o que facilita bastante a vida. Este teclado virtual pode ser utilizado com o reMarkable Paper Pro Move, tanto na posição vertical como na horizontal, sendo que, em modo horizontal, o espaço disponível para escrita acaba por ser mais generoso e confortável. Um “truque” que costumo usar passa por recorrer à caneta para interagir com o teclado, evitando que os dedos toquem inadvertidamente nas teclas adjacentes à que pretendo selecionar. Ainda assim, para quem quiser escrever textos mais longos com regularidade, a minha recomendação mantém-se: o Paper Pro em conjunto com o Type Folio continua a ser a solução mais indicada.
Por isso, para quem esteja indeciso, vale a pena compreender bem o que está disponível dentro do universo da reMarkable e perceber qual o dispositivo que melhor se adapta a cada tipo de utilização. Tanto o Paper Pro como o Paper Pro Move contam com ecrã a cores e iluminação ajustável, o que lhes confere uma maior versatilidade em diferentes contextos, seja em ambientes com pouca luz ou em situações em que a cor ajuda a organizar notas e documentos. Já o reMarkable 2 segue uma abordagem mais minimalista, com um ecrã a preto e branco e sem iluminação integrada, focando-se numa experiência de escrita e leitura o mais próxima possível do papel tradicional. O teclado Type Folio existe apenas para o reMarkable 2 e Paper Pro.
Relativamente ao reMarkable Paper Pro Move, uso-o com frequência quando vou treinar, para ir registando as minhas cargas, ou nos transportes públicos, sobretudo para leitura. Gosto também de o utilizar em determinadas reuniões, onde me permite tirar apontamentos rápidos e captar ideias que mais tarde desenvolvo com mais calma no Paper Pro e assinar documentos importantes. Além disso, acaba por ser muito útil em momentos mais informais, como quando estou num café a organizar tarefas do próprio dia ou da semana de trabalho.
Não considero que o reMarkable Paper Pro Move venha substituir o Paper Pro, muito pelo contrário. Vejo-os como duas faces da mesma moeda, pensadas para contextos de utilização distintos, mas que se complementam de forma natural. Enquanto o Paper Pro se destaca em ambientes mais estáveis, como o escritório ou em horas de trabalho prolongadas, o Paper Pro Move assume um papel mais prático e imediato, ideal para acompanhar o dia a dia fora de casa. Em conjunto, oferecem uma experiência coerente e contínua, permitindo alternar entre ambos sem compromissos, tirando partido das forças de cada um conforme o contexto.
No final, o reMarkable Paper Pro Move afirma-se como um excelente complemento dentro do ecossistema da reMarkable: compacto, elegante e focado, pensado para quem valoriza portabilidade sem abdicar da qualidade de escrita e leitura. Mais do que recomendado, podem adquiri-lo no site oficial da reMarkable a partir de 479€.
Este produto foi cedido para análise pela reMarkable
A obra da Parcela A da Cooperativa Vale Formoso está concluída, mas o projeto não se esgota apenas na vertente residencial.
A freguesia de Marvila, em Lisboa, conta agora com um novo complexo habitacional que promete ser um exemplo na resposta à crise da habitação na capital. A MAP Engenharia e Construção anunciou a conclusão da empreitada da Parcela A da Cooperativa Vale Formoso, um projeto que coloca no mercado 63 novos apartamentos a custos mais acessíveis, sem abdicar da qualidade construtiva habitualmente associada ao setor privado de luxo.
Localizado numa das zonas de maior transformação urbanística da cidade, junto ao Parque Ribeirinho do Oriente e com proximidade ao rio Tejo, o empreendimento aposta na diversidade para atrair diferentes estruturas familiares. Ao contrário da tendência de mercado para apartamentos mais pequenos, o Vale Formoso destaca-se pela inclusão de tipologias grandes: dos 63 fogos, seis são T5, trinta e dois são T3 e vinte e cinco são T2. Esta variedade procura responder à escassez de oferta para famílias numerosas dentro do concelho de Lisboa.
O projeto não se esgota apenas na vertente residencial. A infraestrutura foi desenhada para se integrar na malha urbana e servir a comunidade local, incluindo um espaço dedicado a uma creche, que será cedido ao município. A construção, dividida em três núcleos de acessos verticais, reflete uma parceria estratégica entre a FENACHE e a Urbanização Cooperativa do Vale Formoso de Cima, materializada pela execução técnica da MAP.