ZTE faz frente ao iPhone 17 Air, com o seu smartphone ultra-fino Nubia Air

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O Nubia Air aposta num design ultra-fino e um preço de lançamento bastante acessível.

Na mesma semana que a Apple anunciou o iPhone 17 Air, a ZTE antecipa-se com o anúncio do Nubia Air, um novo smartphone que se destaca pelo mesmo ponto de venda, o formato ultra-fino, com a grande vantagem de que chega às lojas por 299€. Já disponível em mercados internacionais, o ZTE Nubia Air chegará a Portugal no início de outubro, em duas cores, Streamer Black e Titanium Desert

Apesar da sua finura, não chega aos 5.6 mm do iPhone, apresentando uma espessura de 6,7 mm em moldura metálica reforçada, mas sem um módulo de fotografia tão exposto, oferecendo um equilibro menos estranho. No seu interior, Nubia Air é alimentado por um processador octa-core de 6 nm, acompanhado por 8GB de RAM expansíveis virtualmente até 20GB, a partir dos seus 256 GB de armazenamento. Integra ainda uma bateria de 5000 mAh com economia de energia inteligente, e vem certificado com IP68 e IP69 contra água e pó, para além de proteção Gorilla Glass 7i. O ecrã é AMOLED de 6,78 polegadas e de resolução de 1224 x 2720 pixeis, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 4500 nits. Já o modulo fotográfico é composto por três câmaras de 50 MP, com capacidades de fotografia noturna, HDR e estabilização de imagem. Já a frontal é de 20 MP.

Por 299€, o ZTE Nubia Air apresenta-se como uma solução acessível e modesta, mas ainda integra funcionalidades avançadas de cancelamento de ruído, áudio HiFi 4 DSP, sensor de impressão digital sob o ecrã e suporte para tradução em tempo real durante chamadas ou conversas presenciais, contando também com suporte oficial do Google Gemini que surge também incluído para apoio em tarefas criativas e de produtividade.

Google encerra o Tables e transfere as suas funcionalidades para o AppSheet

A ferramenta de gestão de projetos criada pela incubadora Area 120 deixa de existir em dezembro de 2025.

A Google já é conhecida pela velocidade com que acaba com alguns dos seus produtos ou serviços. O mais recente a ser enviado para o “cemitério” é o Google Tables, lançado em 2020 pela incubadora interna Area 120, esquanto alternativa simplificada a plataformas de gestão de projetos como o JIRA, o Microsoft Project ou o Airtable.

O Tables permitia acompanhar tarefas, atribuir responsabilidades, automatizar fluxos de trabalho e até criar formulários integrados, dispensando a gestão manual dispersa por diversos ficheiros. Contudo, após cinco anos de existência, a empresa anunciou que o serviço deixará de ser suportado a partir de 16 de dezembro de 2025.

Atualmente, todos os espaços de trabalho encontram-se em modo apenas leitura e já não são aceites novos utilizadores. A Google recomenda a exportação dos dados para o Google Sheets ou a migração para o AppSheet, a sua plataforma de desenvolvimento sem código, onde parte das funcionalidades do Tables foram integradas sob a designação AppSheet Databases, lançada em 2023.

Apesar do encerramento, a empresa considera o teste um sucesso, sublinhando que a experiência adquirida serviu para reforçar a aposta no AppSheet, que agora oferece maior capacidade para criar fluxos de trabalho e aplicações personalizadas. E até o seu encerramento definitivo, os utilizadores poderão continuar a visualizar e exportar dados, mas não será possível adicionar ou editar informações.

MEO deixa de vender pacotes de Internet fibra com 500Mbps

Independentemente do pacote MEO escolhido, a velocidade de Internet contratada será sempre de 1Gbps… o que traz também um acréscimo no preço.

A MEO, sem grande alarido, fez no passado mês de agosto uma grande alteração na sua oferta comercial, deixando de vender pacotes de Internet fibra com 500Mbps. Esta era uma solução muito procurada por aqueles que não precisavam de tanta velocidade, mas que agora deixam de ter essa hipótese.

Verificando os pacotes atualmente disponíveis no site da operadora, repara-se que não existe qualquer referência aos 500Mbps, sendo que, agora, a velocidade base praticada é de 1Gbps.

Neste momento, o pacote mais barato é o M1e Net 1Gbps, que custa 29,99€/mês, sendo um pacote pensado para quem precisa apenas de Internet e nada mais. Para aqueles que, por algum motivo, necessitam de telefone e de uma MEOBox Android TV 4K, o pacote mais barato será o M3e 1 Gbps, cujo preço original é de 45,49€/mês, mas que pode ficar 3€ mais barato por mês com um desconto durante os 24 meses de fidelização.

A MEO é, de resto, a única operadora, sem contar com as vertentes low-cost e com a DIGI, a eliminar a velocidade de 500Mbps. Olhando para as opções da Vodafone, verifica-se que a velocidade base, independentemente do pacote escolhido, começa sempre nos 500Mbps de velocidade. Por exemplo, para quem necessitar apenas de Internet, pode escolher o pacote fibra1 Light, que garante 500Mbps de download e 100Mbps de upload. por 27€/mês. Mas há também a opção fibra1 Plus, com os tais 1Gbps de velocidade de download e upload, por 30€/mês.

Já para quem precisa de telefone e box, o pacote mais barato da Vodafone é 43,5€/mês, valor esse que pode descer para os 40,5€ mensais com desconto durante os 24 meses de fidelização. E sim, com velocidade de 500Mbps. Já se optarem pelo pacote de 1Gbps, que custa mais 3€/mês, têm direito a um Smart Router com Wi-Fi 7 e podem ainda escolher ter direito a 24 meses de acesso à Prime Video, HBO Max ou Disney+, contrariamente ao acesso de apenas 3 meses oferecido no pacote de 500Mbps.

Quanto à NOS, a oferta tem parecenças com a Vodafone, pois vende os mesmos 500Mbps de Internet também por 27€/mês, com possibilidade de ter 1Gbps por 30€/mês, nos pacotes que apenas têm Internet. Há, ainda, o pacote Net + Movel, cuja velocidade base também começa nos 500Mbps. No entanto, e em todos os restantes pacotes fibra, inclusive o Net TV Voz, também conhecido como NOS 3, a velocidade base começa sempre no 1Gbps. No caso deste pacote em particular, o preço original é de 45,49€/mês, mas, com desconto de 3€ durante o período de fidelização, fica a custar 42,49€. Um nadinha de nada mais barato que a Vodafone, mas sem o tal acesso de 24 meses a um serviço de streaming.

Lidl abriu nova loja em Massamá no mesmo local do antigo supermercado

A nova loja Lidl em Massamá foi construída de raiz, conta com 1.400 m² de área de vendas e estacionamento ampliado para 153 viaturas.

Massamá conta agora com uma nova loja Lidl, resultado de um investimento de 8 milhões de euros. O espaço, construído no mesmo local onde se encontrava o edifício anterior, insere-se na estratégia de modernização da cadeia de retalho e de reforço da proximidade às comunidades locais.

O supermercado situa-se na Rua D. Inês de Castro, junto ao Parque Urbano Casal da Barota. A estrutura apresenta a área de vendas no piso térreo e estacionamento no piso superior, oferecendo uma superfície comercial de 1.400 m². A reorganização do espaço permite maior fluidez na circulação e uma experiência de compra mais cómoda.

Entre as novidades, destaca-se a zona de padaria self-service, equipada com máquina de corte de pão, bem como a disponibilização de frango assado e serviço de corte de bacalhau. Para acelerar o processo de pagamento, além das caixas tradicionais, foram instaladas seis caixas automáticas de self-service.

No capítulo da sustentabilidade, a loja foi concebida com sistemas de iluminação LED e dispõe de um posto de carregamento para veículos elétricos, com capacidade para duas viaturas em simultâneo. O parque de estacionamento foi igualmente ampliado, passando a disponibilizar 153 lugares, dos quais 46 são cobertos.

O Lidl reforça, assim, a sua presença no concelho de Sintra, onde emprega atualmente 275 pessoas. A nova loja dá continuidade ao programa Realimenta, através do qual a insígnia apoia o Centro Social Paroquial Mira Sintra desde 2019. Só no último ano fiscal, foram entregues quase 112 toneladas de bens alimentares a esta instituição, beneficiando mais de 1.600 pessoas e contribuindo para a redução do desperdício alimentar.

OnePlus abre o desenvolvimento de ferramentas inteligentes aos seus utilizadores com o AI PlayLab

Qualquer utilizador com um dispositivo da OnePlus pode candidatar-se para ter acesso ao AI PlayLab.

A OnePlus revelou o lançamento do seu primeiro AI PlayLab, um espaço de testes que convida a comunidade a participar diretamente no processo de desenvolvimento das novas ferramentas de inteligência artificial da marca. A iniciativa abre caminho a uma relação mais estreita entre a empresa e os utilizadores, permitindo-lhes testar funcionalidades inéditas, dar feedback em tempo real e, em última análise, influenciar o rumo da inovação dentro do ecossistema OnePlus.

O programa surge num momento de mudança estratégica, pouco depois do fim da colaboração com a Hasselblad, sinalizando uma aposta clara no reforço da autonomia e da ligação direta à comunidade. Qualquer utilizador de um dispositivo OnePlus pode candidatar-se através de um questionário online e uma vez selecionado terá acesso privilegiado às novidades em fase de ensaio.

Para marcar o arranque do PlayLab, a marca já colocou em teste duas ferramentas inteligentes. A primeira é o YumSee, uma aplicação para a tradução de menus de restaurantes, na qual o utilizador pode fotografar ou carregar uma imagem do menu, e ferramenta para além de traduzir o conteúdo para a língua e moeda pretendidas, também de recria o design gráfico, apresentando-o de forma clara e esteticamente organizada. A segunda novidade é o Party Up, concebido para dar movimento a fotografias estáticas. Através de modelos pré-definidos, como “Dança de Festa” ou “Aniversário”, a aplicação reconhece os elementos presentes na imagem e aplica-lhes movimento, efeitos visuais e música.

A OnePlus encoraja ainda a submissão de ideias originais para futuras funcionalidades, que poderão abranger ferramentas de síntese de texto e áudio ou geradores de conteúdos personalizados para plataformas digitais.

TCL destingida na IFA 2025 pela tecnologia do FreshIN 3.0

A marca chinesa conquista distinção internacional na IFA 2025 com tecnologia de poupança energética baseada em inteligência artificial.

Na mais recente edição da feira internacional IFA 2025, em Berlim, a TCL foi distinguida pelas suas inovações na área da casa inteligente. O destaque foi para a mais recente série de ar condicionados FreshIN 3.0, reconhecida com o AI Energy-Saving Technology Gold Award, atribuído no âmbito dos Global Product Technical Innovation Awards (GPTI), organizados pelo International Data Group (IDG) e pela Câmara de Comércio e Indústria Alemã (DIHK).

A distinção elogia os avanços da marca na climatização doméstica, onde já lidera em vendas globais de equipamentos com renovação de ar, de acordo com dados da consultora independente Shangpu Group relativos a 2024. O FreshIN 3.0 é recorre ao algoritmo T-AI Energy-Saving, agora melhorado, que permite uma poupança adicional de energia superior a 37%. Esta tecnologia será gradualmente alargada a toda a gama de climatização da TCL, reforçando a aposta em soluções mais sustentáveis.

Para além da eficiência energética, o novo modelo aposta em funcionalidades de purificação e conforto. A entrada de ar fresco elevatória e patenteada, conhecida como FreshIN, em conjunto com um sistema de deteção da qualidade do ar em tempo real (TVOC), garante a circulação de ar mais limpo no interior. A nível acústico, o sistema de redução de ruído quádruplo assegura um funcionamento quase impercetível, com apenas 16 dB, tornando-o adequado para ambientes de descanso. A par disto, a série introduz ainda o modo de “brisa suave”, que dispersa o ar de forma natural e evita jatos de frio direto.

Resident Evil Requiem confirmado para Nintendo Switch 2

A Capcom anuncia Resident Evil Requiem para a nova consola da Nintendo, juntamente com conversões nativas de Resident Evil Village e Resident Evil 7 biohazard.

A Capcom confirmou que Resident Evil Requiem terá versão para a Nintendo Switch 2 com lançamento a 27 de fevereiro de 2026, em simultâneo com as versões da PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. A revelação foi feita durante a mais recente transmissão d Nintendo Direct, acompanhada de um novo trailer com jogabilidade e cinemáticas a correrem na Nintendo Switch 2, que mostra a protagonista Grace Ashcroft, novos antagonistas, armas e locais do Wrenwood Hotel.

Resident Evil Requiem decorre cerca de 30 anos após os acontecimentos em Raccoon City. Grace, jovem analista do FBI, terá que enfrentar horrores ligados à morte da mãe e de escapar a situações extremas, enquanto os jogadores exploram cenários marcados pelo terror psicológico e ação intensa que caracteriza a série. Resident Evil Requiem contará logo no lançamento opção de alternar entre primeira e terceira pessoa, algo que nos jogos anteriores foi introduzido com atualizações, e recorre novamente ao RE Engine para suportar os visuais e direção de arte cada vez mais realistas.

No mesmo dia, a Capcom irá lançar também Resident Evil Village Gold Edition e Resident Evil 7 biohazard Gold Edition na Nintendo Switch 2, desta vez como versões nativas. A Gold Edition de Village inclui a Winters’ Expansion e o Trauma Pack, enquanto a de Resident Evil 7 reúne todos os conteúdos adicionais, incluindo o capítulo Not a Hero. Estas edições chegam depois de terem sido lançadas noutros sistemas, incluindo as versões de streaming na Nintendo Switch original, versões para consolas mais antigas e até alguns dispositivos móveis da Apple.

Fire Emblem: Fortune’s Weave anunciado para a Nintendo Switch 2 em 2026

O novo capítulo da série Fire Emblem introduz os Heroic Games e pode estar ligado ao universo de Three Houses

A Nintendo e a Intelligent Systems revelaram na mais recente transmissão da Nintendo Direct o próximo título da série de RPG tático Fire Emblem, Fire Emblem: Fortune’s Weave, com lançamento marcado para 2026 em exclusivo na Nintendo Switch 2.

O jogo apresenta um novo conceito dentro do universo da série, com a introdução dos chamados Heroic Games, combates em arena que se juntam às batalhas tradicionais em grelha. O trailer de revelação mostrou também personagens novas, um enredo de guerra e o regresso ao estilo de progressão por turnos que caracteriza Fire Emblem.

Apesar de não estar oficialmente confirmado, há vários elementos que sugerem uma ligação direta a Fire Emblem: Three Houses, lançando também em exclusivo na Nintendo Switch em 2019. Entre eles, temos os destaques visuais como feras demoníacas e armas com pedras de emblema, ambos símbolos centrais da narrativa passada em Fódlan. A presença de Sothis, a divindade que governa aquela terra, reforça ainda mais a possibilidade de Fortune’s Weave decorrer no mesmo universo, embora não se saiba em que época nem se haverá ligação direta a outras personagens do jogo anterior.

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment tem lançamento em novembro

O novo capítulo da saga Hyrule Warriors inspirado em The Legend of Zelda chega a 6 de novembro à Nintendo Switch 2.

A Nintendo e a Koei Tecmo confirmaram durante a mais recente transmissão da Nintendo Direct que Hyrule Warriors: Age of Imprisonment será lançado na Nintendo Switch 2 no dia 6 de novembro, ficando disponível em formato físico e digital por 69,99€.

O jogo é desenvolvido pelo estúdio AAA Games Studio, uma subsidiária da Koei Tecmo,e tal como o jogo anterior, recupera um novo episódio histórico do universo Zelda que até agora só tinha sido mencionado em The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, tratando-se, assim de mais uma prequela.

A história centra-se na Imprisoning War, um conflito em Hyrule antigo contra as forças do Demon King Ganondorf. Pela primeira vez, os jogadores poderão reviver este acontecimento, controlando personagens como a princesa Zelda, o rei Rauru, Mineru, os Sages e novos heróis centrais para esta narrativa.

O jogo segue a fórmula habitual da série Warriors, apostando em batalhas de larga escala contra centenas de inimigos, combinando ataques rápidos com o uso dos Zonai Devices, introduzidos em Tears of the Kingdom, que oferecem novas formas de combater e derrotar bosses de grandes dimensões.

O jogo contará ainda com cooperação local para dois jogadores, disponível em ecrã dividido numa só consola ou através da função GameShare em duas consolas distintas, sendo necessária apenas uma cópia. Tal como em outros lançamentos da Nintendo, haverá compatibilidade com as figuras amiibo da série The Legend of Zelda, desbloqueando materiais de fabrico e itens adicionais.

Quem tiver dados de gravação de Hyrule Warriors: Age of Calamity ou de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom no sistema poderá receber armas exclusivas, como a High Guard’s Claymore ou a High Guard’s Sword, que ficam disponíveis após a missão The Howling Tempest.

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment já pode ser pré-reservado na Nintendo eShop.

Pokémon Legends: Z-A tem um DLC anunciado antes do lançamento e Pokémon Pokopia é revelado

Pokémon Pokopia marca a estreia da série no género de simulador de vida e Pokémon Legends: Z-A recebe o DLC Mega Dimension com novas Mega Evoluções.

A The Pokémon Company anunciou durante a mais recente transmissão da Nintendo Direct duas novidades para a série Pokémon. Uma delas é Pokémon Pokopia, um simulador de vida exclusivo para a Nintendo Switch 2, com lançamento na primavera de 2026. E outro é o anúncio antecipado de de conteúdos adicionais de Pokémon Legends: Z-A, mais especificamente a expansão Mega Dimension, novas áreas em Lumiose City e a introdução de várias Mega Evoluções.

Pokémon Pokopia marca a estreia da a série num tipo de jogo focado na construção e gestão de um espaço próprio. O protagonista desta aventura é Ditto, transformado numa versão humana, que serve de avatar para os jogadores interagirem com diferentes espécies Pokémon e aprender os seus movimentos. Entre os exemplos revelados está o Leafage de Bulbasaur, usado para estimular o crescimento de plantas, e o Water Gun de Squirtle, aplicado para revitalizar vegetação seca. O jogo inclui recolha de materiais, construção de mobiliário, cultivo de alimentos e a possibilidade de erguer habitações para os Pokémon, elementos que contribuem para o desenvolvimento gradual de uma cidade. Foi também confirmado um ciclo de dia e noite ligado à hora real, alterações climáticas dinâmicas e diferentes regiões com características próprias. As pré-reservas digitais para Pokémon Pokopia abrem a 12 de novembro, com edição física e digital já confirmadas.

Já a expansão Mega Dimension, compatível com as versões Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 de Pokémon Legends: Z-A, dá continuidade à história depois dos acontecimentos principais da nova aventura, volta a colocar em destaque a Team MZ. A narrativa gira em torno de Hoopa, um Pokémon mítico com a capacidade de distorcer o espaço através dos anéis que transporta, criando portais e distorções por toda a cidade de Lumiose. Este novo conteúdo acrescenta ainda duas formas alternativas de Raichu, designadas Mega Raichu X e Mega Raichu Y. O primeiro utiliza o eletromagnetismo para se manter suspenso no ar e concentra energia elétrica nos punhos para ataques físicos. O segundo distribui energia elétrica intensificada por todo o corpo, permitindo movimentos rápidos e sucessivos. Ambas as formas requerem Mega Stones diferentes e estarão disponíveis no DLC que terá natureza paga.

Para além destas adições, foram também apresentadas as Mega Evoluções de Chesnaught, Delphox e Greninja, os três iniciais da região de Kalos. As respetivas pedras, Chesnaughtite, Delphoxite e Greninjite, podem ser obtidas através do Z-A Battle Club. Este modo competitivo online oferece recompensas distintas consoante o desempenho, como prémios imediatos após cada combate, recompensas de progressão ao subir na classificação e recompensas de época atribuídas no final de cada ciclo.

Pokémon Legends: Z-A tem lançamento marcado para 16 de outubro nas consolas Nintendo Switch e o DLC Mega Dimension estará disponível posteriormente, numa data ainda por revelar.

Voos da Air France já têm Wi-Fi gratuito

A implementação do serviço de Wi-Fi a bordo da frota da Air France resulta de uma parceria com a Starlink.

A Air France começou finalmente a disponibilizar o novo serviço de Wi-Fi gratuito a bordo dos seus aviões. A companhia aérea já equipou quatro aeronaves – dois Embraer 190 e dois Airbus A220 – com ligação de alta velocidade e prepara-se agora para fazer o mesmo num Airbus A350, assinalando a estreia deste serviço nas rotas de longo curso. A transportadora torna-se, assim, a primeira grande companhia aérea europeia a oferecer internet rápida e estável sem custos adicionais para os passageiros.

Cerca de 30% da frota deverá estar equipada até ao final de 2024, estimando-se que todos os aviões passem a contar com Internet gratuita a bordo durante 2026.

O acesso é gratuito em todas as classes de viagem e pode ser feito através de uma conta Flying Blue, o programa de fidelização do grupo Air France-KLM. Para quem não tiver conta, existe a possibilidade de criar uma diretamente a bordo, sem custos, em poucos segundos.

Nos aviões que ainda não disponibilizem esta opção, a Air France continuará a disponibilizar alternativas: um passe gratuito de mensagens para membros Flying Blue e uma vertente paga para outros tipos de utilização.

A implementação do serviço resulta de uma parceria com a Starlink, que conta com uma rede de satélites em órbita baixa que garante velocidades elevadas e baixa latência, assegurando uma experiência de navegação estável e fiável mesmo durante o voo.

Dragon Quest VII Reimagined anunciado com lançamento em fevereiro de 2026

O remake do clássico da Square Enix, Dragon Quest VII, vai trazer uma nova direção artística e mecânicas atualizadas para a aventura original.

A Square Enix anunciou Dragon Quest VII Reimagined, um remake do acarinhado RPG lançado originalmente no ano 2000. Com lançamento marcado para 5 de fevereiro de 2026, o jogo ficará disponível na PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC através da Steam e Microsoft Store.

Revelado durante a mais recente Nintendo Direct, e como o seu nome propõe, o projeto reimagina Dragon Quest VII, mais especificamente Fragments of the Forgotten Past, um primeiro remake do jogo original lançado em 2016 com este subtítulo, oferecendo uma experiência completamente nova que mantém a essência da aventura original, mas com uma direção artística renovada e várias melhorias na jogabilidade.

A história mantém-se a mesma e acompanha um grupo de personagens que explora ilhas misteriosas e desbloqueia novas áreas ao recolher fragmentos e completar tábuas mágicas. Entre os protagonistas encontram-se Keifer, príncipe de Estard, e Maribel, filha de um autarca, que se juntam a outros aliados para enfrentar inimigos e desvendar um enredo que se desenrola gradualmente.

O jogo mantém também o combate por turnos da série, agora com novidades como o sistema de vocações atualizado. Entre as alterações está o Moonlighting, que permite combinar duas profissões, a habilidade Let Loose, ativada em momentos de tensão, e uma nova vocação Monster Master, que convoca criaturas para atacar adversários.

De acordo com a Square Enix, a direção artística foi repensada com recurso a modelos artesanais transformados em visuais 3D, conferindo ao jogo um aspeto de diorama vivo, ao mesmo tempo que mantém as características que definem a arte do artista Akira Toriyama , resultando num aspeto muito próximo às adaptações de animação CGI da série. Também a narrativa foi ajustada para garantir um ritmo mais direto para jogadores modernos, sem perder fidelidade ao original, sendo enriquecida com missões opcionais e minijogos.

O jogo será lançado numa edição normal, e também numa Collector’s Edition física, exclusiva da loja online da Square Enix, que inclui uma figura de navio em garrafa, um peluche de Slime, conteúdos digitais adicionais e uma caixa SteelBook. Em formato digital, será lançada também uma Deluxe Edition, com acesso antecipado de 48 horas, fatos exclusivos e três DLCs pagos. Quem reservar o jogo terá direito a bónus, incluindo um fato de Dragon Quest VIII para o herói e itens especiais para melhorar atributos.

TAP apresenta novas cabinas Airspace com compartimentos XL para bagagem

A TAP Air Portugal iniciou a renovação da frota com cabinas Airspace. Os novos aviões Airbus oferecem compartimentos de bagagem 37% maiores e iluminação LED personalizável.

A TAP Air Portugal já estreou as novas cabinas Airspace nos seus aviões Airbus, oferecendo maior capacidade de arrumação e melhorias no conforto a bordo. O primeiro modelo equipado com esta configuração é o A321neo, batizado de António Sérgio, que marca o arranque da integração de vinte aeronaves com este design até 2029.

Os novos compartimentos de bagagem, designados XL bins, têm um volume 37% superior face às versões anteriores e permitem acomodar malas em posição vertical. Esta alteração traduz-se num aumento da capacidade: oito malas por compartimento, em vez das habituais cinco. No total, o A320neo passa a ter espaço para 130 volumes de mão, enquanto o A321neo atinge 194.

Além da arrumação ampliada, as cabinas Airspace incluem iluminação LED com várias opções de configuração, ajustando a atmosfera interior às diferentes fases do voo. Todos os assentos do A321neo estão equipados com entradas USB-A e USB-C, permitindo o carregamento de dispositivos pessoais. Os lavabos foram redesenhados, com dimensões superiores e sinalização em braille, reforçando a acessibilidade para passageiros com deficiência visual. O objetivo do novo conceito é oferecer uma experiência de voo mais inclusiva e funcional, combinando design simplificado com soluções adaptadas a diferentes perfis de viajantes.

A companhia portuguesa prevê receber dez aeronaves A320neo e dez A321neo com cabina Airspace até 2029. O A321neo tem capacidade para 221 passageiros: 102 em Business/Economy Extra e 119 em Economy.

Atualmente, a companhia áerea assegura mais de 1250 voos semanais para 85 destinos, distribuídos pela América do Norte, América do Sul, África, Europa e território nacional.

Donkey Kong Bananza recebe DLC pago com DK Island + Emerald Rush

O novo conteúdo para Donkey Kong Bananza chega hoje à Nintendo Switch 2 com preço de 19,99 dólares na eShop.

Durante a mais recente transmissão da Nintendo Direct, houve também novidades para Donkey Kong Bananza, com a revelação de um DLC pago chamado DK Island + Emerald Rush. O conteúdo já está disponível para compra na eShop da Nintendo pelo valor de 19,99€.

Como o nome propõe, esta expansão introduz DK Island, uma nova área que presta homenagem ao legado da série e inclui um rosto gigante de Kong que pode ser escalado ou destruído. Esta região troca o ouro habitual do jogo por esmeraldas, ligando-se assim ao modo Emerald Rush, também uma estreia no DLC.

Emerald Rush é um modo de desafio que fica desbloqueado após o fim da campanha principal e que leva os jogadores a explorar DK Island, assim como outras zonas já conhecidas, com o objetivo de acumular esmeraldas no menor tempo possível. Cada tentativa é condicionada por metas contra o relógio, que podem encerrar a corrida caso não sejam cumpridas. O progresso em Emerald Rush permite desbloquear novos fatos para Donkey Kong e Pauline, para além de estátuas colecionáveis usadas para personalizar a própria DK Island.

Adicionalmente, a Nintendo lançou também uma demo gratuita de Donkey Kong Bananza na eShop, pensada para quem ainda não experimentou o jogo.

Desenvolvido por membros da equipa de Super Mario Odyssey, Donkey Kong Bananza chegou à Nintendo Switch 2 em julho, com uma excelente receção por parte de jogadores e críticos. Na nossa análise descrevemos o jogo como “uma explosão de caos e alegria num regresso em grande forma para a mascote meio adormecida da Nintendo”, destacando o carácter inventivo do jogo, a apresentação fantástica e a diversão constante de um exclusivo difícil de largar.

Metroid Prime 4: Beyond tem lançamento em dezembro

Metroid Prime 4: Beyond chega à Nintendo Switch 2 e à Nintendo Switch a 4 de dezembro.

A Nintendo revelou a aguardada data de lançamento de Metroid Prime 4: Beyond, para o dia 4 de dezembro.

Durante a mais recente Nintendo Direct, o novo jogo da saga Metroid Prime teve direito a um curto trailer, onde os fãs ponderam ver o jogo em ação e conhecer um novo detalhe desta aventura, que contará agora com cenários abertos e estradas para explorar ao controlo de uma mota, chamada Vi-O-La.

O trailer do jogo apresenta-o a correr diretamente numa Nintendo Switch 2, onde Samus conduz a sua mota por um deserto, usando-a também como veículo de combate. O resto do trailer mostra ainda outros trechos de jogabilidade na primeira pessoa, revelando outros ambientes, como cavernas vulcânicas, estruturas gigantes, ambientes gelados, entre outros.

Inicialmente revelado como um dos últimos grandes jogos para a Nintendo Switch, Metroid Prime 4: Beyond contará assim, também com uma edição otimizada para a Nintendo Switch 2, com maior fidelidade visual e com suporte de modos de jogo como o rato dos novos Joy-Cons.

Final Fantasy VII Remake Intergrade chega à Nintendo Switch 2 e Xbox Series X|S em janeiro

A Square Enix confirmou também que a trilogia do remake de Final Fantasy VII será lançada em todas as plataformas.

Depois de ficarmos a saber que Final Fantasy VII Remake Intergrade irá dar finalmente o salto para as consolas da Nintendo e Xbox, com versões para a Nintendo Switch 2 e Xbox Series X|S, a Square Enix revelou agora a sua data de lançamento, marcada para dia 22 de janeiro de 2022. Este lançamento abre as portas da primeira parte do projeto remake de Final Fantasy VII a novos públicos e de acordo com a Square Enix, os planos não se ficam por aqui.

Numa publicação nas redes sociais a produtora nipónica confirmou que toda a trilogia remake irá chegar à Nintendo Switch 2 e Xbox Series X|S, para além da PlayStation 5, Steam e Epic Games Store. Este anúncio confirma não só que Final Fantasy VII Rebirth já está a ser preparado para as restantes plataformas em falta, comoa terceira parte será multiplataforma, ficando apenas no ar se será longo no lançamento, ou se terá algum tipo de exclusividade temporária.

Esta dúvida levanta-se, uma vez que Final Fantasy VII Remake e Final Fantasy VII Rebirth foram ambos anunciados como exclusivos PlayStation, com as versões para PC a serem formalmente anunciadas após um período de cerca de um ano. Tratando-se assim de uma informação, para já inédita, no que toca aos lançamentos destes jogos.

Final Fantasy VII Remake Intergrade é uma versão remasterizada para a atual geração, baseada no original Final Fantasy VII Remake da PlayStation 4.  Intergrade conta não só com visuais melhorados, como também uma expansão completa que serve de ponte para Rebirth, ao apresentar mais personagens e histórias paralelas aos eventos do jogo principal.

Boox Palma 2 – Review: o e-paper compacto que parece um smartphone

O Boox Palma 2 surpreende pela portabilidade e autonomia, oferecendo ótima leitura, apesar do ecrã algo pequeno.

Num mundo em que a mobilidade conta cada vez mais, a ideia de transportar uma biblioteca inteira no bolso deixou de ser ficção. Os e-papersr tradicionais trouxeram essa revolução, mas muitos modelos continuam a ser relativamente grandes, pensados sobretudo para leitura prolongada em casa. Para quem lê em movimento (como num comboio, autocarro ou em pausas curtas do trabalho), o que dá mais jeito é ter um dispositivo mais pequeno e leve. Um e-paper compacto, que permita agarrar facilmente só com uma mão e guardar no bolso ou numa mala pequena. É neste contexto que surge o Boox Palma 2, um dispositivo que parece um smartphone mas que, na realidade, funciona como um e-paper versátil e bastante discreto.

Foi lançado em novembro do ano passado pela Boox, marca criada pela Onyx, que se tem vindo a destacar neste nicho de mercado. Os seus modelos combinam tecnologia E Ink com a flexibilidade do Android, permitindo usar tanto para leitura simples como para instalar aplicações adicionais, indo além daquilo que um e-paper tradicional costuma oferecer. E nós, claro, tínhamos de experimentar.

A primeira impressão começa logo com a sua caixa minimalista em preto, que transmite um design limpo e cuidado. Juntamente com o e-paper vieram duas capas de proteção, seguindo o mesmo estilo discreto. A primeira é uma capa plástica, incluída gratuitamente no start bundle, que oferece uma proteção mais simples e ideal para transporte diário sem adicionar volume. A segunda, disponível no Flip-Fold Protective Case Bundle, é uma capa mais robusta que abre e fecha, protegendo assim também o ecrã do dispositivo. Para além das capas, o pacote inclui ainda o clip para a slot do microSD, o cabo USB‑C para carregamento e transferência de dados, bem como um manual de instruções. O Boox Palma 2 está disponível em branco e preto, sendo esta última a cor que recebemos para teste.

Olhando mais detalhadamente para o e-paper em si, este apresenta um design compacto e elegante, com dimensões aproximadas às de um smartphone moderno, tornando-o fácil de manusear com uma só mão. O corpo é construído em plástico de acabamento fosco, oferecendo uma sensação agradável ao toque e uma aderência segura, apesar de não transmitir a robustez de alguns e-papers maiores. Por outro lado, o seu peso de apenas 172g torna-o muito leve e agradável de usar. À frente temos um ecrã E Ink de 6,13 polegadas com bordas simetricamente reduzidas e retroiluminação dual-tone que permite ajustes de luz quente ou fria. Na prática, isto significa que a luz frontal do Boox Palma 2, para além de permitir regular a intensidade, de modo a adaptar-se a diferentes condições de luminosidade, também possibilita ajustar a tonalidade da luz, alternando entre tons mais frios ou mais quentes. Em ambientes muito iluminados, é possível usar uma luz mais branca para reforçar a nitidez das palavras no ecrã; já em situações de leitura noturna, tons mais quentes ajudam a reduzir o cansaço visual.

No lado esquerdo do Boox Palma 2 encontramos o botão Smart, totalmente programável para ações rápidas, e a slot para microSD, que permite expandir o armazenamento do dispositivo, enquanto que, no lado direito, estão os botões de volume, que também podem ser usados para avançar páginas. A traseira é discreta, com a câmara de 16 MP e o flash, e na parte inferior está a porta USB‑C para carregamento e transferência de dados, bem como um microfone e uma coluna de som. Na zona superior tem outro microfone, juntamente com um sensor de luz.

Todo o acabamento do Boox Palma 2 é resistente à água… q.b., pois mesmo não tendo uma certificação oficial IPX, possui proteção contra salpicos. Isto faz com que seja possível ler, por exemplo, na cozinha, enquanto preparamos uma bebida – não convém é entornar, claro… -, ou até num dia de chuva, sem preocupação imediata com danos no dispositivo. Além disso, o acabamento resistente à água contribui para manter a superfície do e-paper limpa, reduzindo marcas de dedos, o que ajuda a preservar a estética elegante do Palma 2. Este foi um detalhe que nos agradou bastante, pois não há nada mais inconveniente do que ter de limpar constantemente as dedadas nos dispositivos.

Em termos de outras características, como já mencionámos, o Boox Palma 2 conta com um ecrã Carta 1200 ePaper Display com 300 ppi, que se destaca dentro do que se costuma encontrar em dispositivos e-ink. Esta tecnologia proporciona uma nitidez que impressiona e um contraste elevado, garantindo uma leitura confortável mesmo sob luz solar direta. O resultado é uma experiência de leitura muito próxima à do papel físico, com texto e gráficos bem definidos e facilmente legíveis em diversas condições de iluminação.

O Boox Palma 2 está ainda equipado com um processador octa-core, que garante maior rapidez na navegação entre menus, abertura de documentos e execução de aplicações Android. É também complementado pela tecnologia Boox Super Refresh, que reduz significativamente o ghosting e melhora ligeiramente a fluidez durante a leitura de PDFs ou outros formatos mais complexos. Para complementar, o dispositivo conta também com o HD Mode, que otimiza a nitidez de textos e imagens, aumentando o contraste e tornando assim a leitura mais confortável. De facto, a leitura é bastante confortável, mas, durante os nossos testes, achámos ainda assim o Boox Palma 2 algo lento. Esta perceção está diretamente ligada à taxa de atualização do ecrã E-ink, que ronda os 30hz. Esse valor é perfeitamente adequado para a leitura, garantindo estabilidade e conforto visual, mas acaba por tornar a navegação menos fluída.

O Boox Palma 2 tem ainda 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno, oferecendo espaço mais do que suficiente para guardar livros, documentos, aplicações e conteúdos multimédia. Além disso, é possível expandir ainda mais a capacidade através da slot para cartão microSD.

Relativamente à câmara traseira de 16MP do Boox Palma 2, esta foi pensada sobretudo para funcionar como um scanner portátil, permitindo digitalizar livros, apontamentos ou documentos importantes de forma rápida e prática, sem necessidade de recorrer a outros equipamentos. Embora o ecrã do dispositivo seja a preto e branco, ao transferir as imagens estas mantêm-se a cores, o que ajuda a preservar detalhes e a legibilidade. A qualidade não é comparável à câmara de um smartphone ou de um scanner dedicado, mas cumpre bem o seu propósito. Além disso, permite gravar vídeo com alguns ajustes básicos, acrescentando alguma versatilidade.

No entanto, e apesar de a câmara mostra-se eficaz em tarefas de proximidade, rapidamente revela as suas limitações quando usada para fotografar a média ou longa distância, já que as imagens acabam por perder nitidez e definição. Ou seja, é adequada para digitalização, sim, mas para fotografia convencional, não.

É importante também referir que o Boox Palma 2 não se limita à leitura de textos ou à captação de fotografias: oferece também funcionalidades de áudio completas, permitindo ouvir músicas e audiolivros com grande facilidade. Com os seus dois microfones integrados e um altifalante, o dispositivo garante uma captação de som clara e uma reprodução de áudio minimamente satisfatória. Para além disso, inclui TTS (Text-to-Speech) integrado e gratuito, que permite transformar qualquer documento em áudio de forma imediata, ideal para quem gosta de ouvir livros ou estudar enquanto realiza outras tarefas. Esta funcionalidade revelou-se especialmente útil no nosso dia a dia, permitindo ouvir livros enquanto fazíamos compras, esperávamos em filas ou nos deslocávamos entre compromissos. Usando a sua conexão Bluetooth (que possibilita ligar auscultadores ou colunas externas), garantimos que os audiolivros podiam ser ouvidos em locais públicos de forma discreta e confortável. Além disso, melhora a experiência sonora, já que oferece maior liberdade de escolha e qualidade do que as colunas de som integradas poderiam proporcionar.

A bateria do Boox Palma 2 é outro dos seus pontos fortes: tem uma capacidade de 3950 mAh, o que, tendo em conta o tipo de ecrã e o uso eficiente de energia característico da tecnologia ePaper, traduz-se numa autonomia bastante generosa. Isto significa que o Boox Palma 2 consegue funcionar durante vários dias consecutivos (até cerca de uma semana em utilização moderada), sem necessidade de recarga, tornando-o extremamente conveniente para viagens longas, sobretudo para quem pretende não ter a preocupação de andar sempre com um carregador atrás. Além disso, o tempo de carregamento também se revelou relativamente rápido, permitindo recuperar energia suficiente para várias horas de leitura em pouco tempo ligado à corrente. Outro aspeto positivo é a boa gestão térmica do Boox Palma 2. Durante os testes, o dispositivo manteve-se sempre fresco, tanto no carregamento, como no uso diário.

A nível de navegação, é possível configurar gestos na parte inferior e nas laterais do e-paper para executar ações frequentes, como regressar rapidamente ao ecrã principal, alternar entre tarefas abertas ou ajustar a luz frontal. Graças a estes gestos, não é necessário recorrer constantemente a menus ou botões físicos, o que acaba por ser mais chato especialmente durante quando se alterna entre documentos, aplicações e notas.

Para tornar a navegação ainda mais intuitiva, o Palma 2 inclui o Smart Button. Este botão permite atribuir diferentes funções a distintos tipos de toque: um toque curto, longo ou duplo pode ser configurado para atualizar rapidamente o ecrã, abrir o assistente de inteligência artificial ou iniciar qualquer outra aplicação. Na verdade, consegue-se até capturar screenshots diretamente através deste botão, tornando-o uma ferramenta bastante versátil.

Há, até, um leitor biométrico integrado na tecla de desbloqueio. Para além de tornar o acesso ao e-paper rápido e prático para a leitura em movimento, proporciona maior segurança, pois protege documentos pessoais. Para ativar esta proteção, é necessário primeiro definir um código de desbloqueio, e só depois é possível registar a impressão digital, podendo configurar até cinco dedos diferentes para desbloquear o ecrã. Apesar de funcionar bem na maioria das vezes, nalgumas ocasiões reparámos que não desbloqueava imediatamente o ecrã, especialmente quando estava a ser utilizado com a capa Flip-Fold.

O e-paper traz de origem o BOOX OS, uma versão adaptada do Android, o que significa que não estamos limitados a um ecossistema fechado. Ou seja, temos direito à Google Play Store, que permite instalar diretamente uma vasta gama de aplicações: leitores de e-books, aplicações de audiobooks, redes sociais… enfim, uma experiência de utilização muito mais flexível e personalizada do que os e-papers tradicionais.

aplicacoes boox palma 2

No entanto, o facto de o Boox Palma 2 correr uma versão do Android 13 pode apresentar alguns desafios, sobretudo para utilizadores habituados ao ecossistema iOS. Durante os testes, para emparelhar o dispositivo com um Mac foi necessário recorrer à versão web da aplicação BooxDrop, a ferramenta oficial da Boox para transferência de ficheiros via Wi-Fi. Embora a experiência não seja tão direta quanto em dispositivos Android ou Windows, o processo revelou-se simples e eficaz assim que se compreendeu o seu funcionamento, permitindo enviar e receber documentos de forma rápida.

Outro detalhe que chama imediatamente a atenção é que, quando entra em modo de repouso, o ecrã do Boox Palma 2 apresenta um desenho delicado a imitar um desenho a carvão, representando um balão de ar quente. A ilustração tem um ar artístico e parece mais um estudo gráfico do que um simples papel de parede, o que acaba por dar um ar mais sofisticado ao e-paper. Este desenho faz parte de um conjunto de screensavers personalizados que o Palma 2 oferece, todos eles visualmente muito apelativos. Além disso, o Boox Palma 2 permite personalizar o ecrã principal com um papel de parede que funciona como um relógio analógico, mostrando as horas e o dia da semana. Esta funcionalidade não é apenas prática para acompanhar o tempo enquanto se trabalha ou lê, como também acrescenta um toque visual muito estético ao ambiente de trabalho no escritório.

No uso diário, sentimos que a combinação de um tamanho compacto com uma superfície ligeiramente rugosa torna o Boox Palma 2 um dos e-papers mais ergonómicos do mercado, pois não apresenta qualquer tendência para escorregar das mãos. Utilizá-mo-lo em situações como viagens de comboio ou enquanto esperávamos numa fila, sem nunca sentir receio que pudesse cair. Graças ao seu tamanho reduzido, é muito fácil de guardar no bolso das calças, junto do telemóvel, tornando o aparelho extremamente prático para leitura fora de casa.

Outra das características que mais nos agradou no Boox Palma 2 foi a qualidade da iluminação do ecrã. Comparando diretamente com o e-paper que costumámos usar no dia a dia, notámos que a luz do Palma 2 está muito mais próxima da sensação de ler em papel real. A forma como a iluminação é distribuída torna a leitura mais suave e natural, sem aquele brilho artificial. Esta semelhança com o papel físico cria uma experiência mais confortável, mesmo quando é usado em ambientes com pouca luz.

Apesar de todas as vantagens, durante sessões de leitura mais prolongadas sentimos alguma falta de um ecrã ligeiramente maior, embora se trate de uma preferência pessoal, já que outro dos nossos colaboradores que testou o dispositivo não partilhou a mesma sensação. Outro detalhe prático, que apreciámos bastante, foi a possibilidade de usar os botões de volume para virar páginas durante a leitura. Esta funcionalidade simples, mas eficaz, facilita imenso a navegação nos livros digitais, especialmente quando estamos a ler com uma mão ou em movimento. Melhor ainda: os botões de volume podem ser personalizados para diferentes funções, dependendo da aplicação em uso, aumentando a versatilidade do dispositivo.

É também possível organizar e acompanhar os nossos compromissos e horários, mantendo uma rotina mais estruturada diretamente no dispositivo. Também se pode guardar pensamentos, ideias e anotações do quotidiano nas notas, que estão sempre facilmente acessíveis, funcionando quase como um diário digital ou bloco de apontamentos portátil. Além disso, o Boox Palma 2 pode funcionar como uma verdadeira ferramenta de aprendizagem, permitindo estudar e absorver conteúdos de livros, artigos e documentos de forma mais eficiente. É possível destacar passagens importantes ou fazer marcações diretamente no texto, o que facilita a revisão e a organização das ideias. No entanto, os sublinhados aparecem apenas a preto e quaisquer notas ou anotações devem ser feitas através do teclado digital do dispositivo, uma vez que o Boox Palma 2 não suporta canetas digitais.

O Boox Palma 2 integra também funcionalidades de inteligência artificial que procuram acrescentar valor à experiência de utilização. Através da aplicação de IA incluída e do acesso direto pelo Smart Button, é possível gerar resumos automáticos de textos, fazer traduções rápidas ou obter explicações adicionais sobre passagens mais complexas de algum livro ou excerto que estejamos a ler. No entanto, achámos esta integração algo redundante, já que ferramentas como o ChatGPT oferecem resultados mais completos e versáteis. Ainda assim, tem a vantagem de estar disponível no próprio dispositivo, sem necessidade de recorrer a aplicações externas.

No que toca à leitura de diferentes formatos, temos Epub, mobi, txt, entre outros, que funcionam de forma fluída e sem problemas, oferecendo uma experiência de leitura agradável. Isto significa, na prática, que temos liberdade total para integrar todos os nossos livros, independentemente da plataforma.

No entanto, quando passamos para os PDFs, a experiência já não é tão positiva. O ecrã reduzido do Palma 2, apesar de ergonómico e prático, acaba por não ser o mais adequado para este tipo de ficheiros, sobretudo aqueles com muitas colunas, tabelas ou imagens. O texto fica comprimido e, mesmo recorrendo ao zoom, a leitura torna-se menos intuitiva e mais cansativa.

Durante a leitura, o Boox Palma 2 permite pesquisar palavras nos textos de forma rápida e precisa, facilitando a localização de passagens específicas. Além disso, é possível consultar de imediato o significado das palavras através do dicionário integrado e também é possível fazer a tradução de palavras para a língua pretendida. No nosso caso, como lemos muito em Inglês, acabamos por usar bastante esta função.

O Boox Palma 2 tem ainda um espaço visível (gap) entre o vidro e o ecrã, algo que em alguns dispositivos pode ser relevante para quem utiliza caneta, já que afeta a precisão do toque. No entanto, como o Palma 2 não suporta canetas digitais, este pormenor acaba por não ter impacto real no uso diário.

Outra característica que já abordámos, e que o distingue de outros concorrentes no mercado, é o facto de o Palma 2 ser extremamente personalizável. É possível instalar praticamente qualquer aplicação Android, o que abre portas para muito mais do que apenas a leitura tradicional. Gostámos bastante de poder instalar o Reddit e ler à noite num ecrã muito mais confortável para os olhos, em vez do telemóvel. Também colocámos a aplicação da BiblioLED, que usamos com frequência.

Relativamente às capas de proteção, como já mencionámos anteriormente, o Boox Palma 2 conta com opções cuidadosamente concebidas para aliar proteção e estilo. A Elegance Encased e a Flip-Fold Case foram desenvolvidas para proteger o dispositivo de riscos e manchas. A Flip-Fold Case, em particular, oferece uma abertura rápida que permite “acordar” o Palma 2 ou colocá-lo em modo de suspensão de forma prática. Além disso, ao dobrar a parte traseira para dentro, a capa funciona como um suporte, permitindo visualizar conteúdos na horizontal, sem necessidade de segurar o dispositivo. Esta capa foi projetada especificamente para o Palma 2, já que inclui um recorte específico na zona do botão de energia, garantindo que o leitor biométrico continue acessível e funcional, se bem que algumas falhas. Por norma, costumamos usar mais a Flip-Fold Case, já que transportamos o Boox Palma 2 sempre no bolso ou na mala, e assim prevenimos que o ecrã se risque. Um detalhe interessante é que as abas da capa são magnéticas e funcionam de forma muito eficiente, sendo extremamente fáceis de abrir e fechar. Além disso, o material utilizado revela-se bastante durável, o que é ideal para o uso diário intenso a que um e-paper está normalmente sujeito.

No fim de tudo, o Boox Palma 2 destaca-se como um e-paper compacto e versátil, capaz de conciliar leitura, organização e multimédia, logo ideal para quem procura portabilidade sem sacrificar funcionalidades. E o seu preço, tendo em conta tudo o que oferece, não choca: por 269,99€ dificilmente encontram melhor.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela Boox.

Hades 2 com lançamento confirmado para 25 de setembro

Hades 2 será exclusivo de consola em plataformas Nintendo.

Durante a mais recente Nintendo Direct, a Supergiant Games anunciou a muito aguardada data de lançamento da versão 1.0 de Hades 2, ou seja, a versão final após o período de Acesso Antecipado.

Assim, Hades 2 chegará oficialmente no dia 25 de setembro ao PC e à Nintendo Switch e Nintendo Switch 2, com as consolas da tecnológica nipónica a garantirem exclusividade temporária face à Xbox e à PlayStation, como já tinha sido revelado em abril.

Este lançamento é esperado desde 6 de maio de 2024, data em que o jogo recebeu sua primeira versão em formato de Acesso Antecipado. Desde então o jogo recebeu diversas atualizações baseadas no feedback da comunidade. Com a versão 1.0, o jogo será concretizado de acordo com a visão do estúdio e as expectativas dos fãs, ao mesmo tempo que dá acesso ao restante conteúdo desta aposta.

Tal como o primeiro jogo, Hades 2 é um rogue-like baseado em masmorras, cheio de ação e com uma história que progride através da repetição e exploração. Novamente mergulhando num mundo inspirado na mitologia Grega, os jogadores tomarão controlo de Melinoë, a Princesa do Submundo, na sua luta contra as forças do titã do tempo, Cronos.

Com este anúncio, também ficámos a saber que Hades 2 na Nintendo Switch 2 irá tirar partido das capacidades da máquina com um modo de 120Hz, quando ligado a uma TV ou monitor compatível. E que suportará progresso partilhado com as versões de PC na Steam e Epic Games Store.

Yoshi and the Mysterious Book é a nova aventura do dinossauro amigo de Mario

Yoshi and the Mysterious Book tem lançamento da Nintendo Switch 2 na primavera de 2026.

Parte das celebrações dos 40 anos de Super Mario, na mais recente Nintendo Direct, houve espaço para anúncios de spin-offs. Entre eles destacou-se uma nova aventura de Yoshi, chamada Yoshi and the Mysterious Book.

Yoshi and the Mysterious Book coloca novamente o dinossauro amigo de Mario ao controlo dos jogadores, acompanhado por uma adorável direção de arte com animação stop-motion, num jogo de plataformas ao estilo de um sidescroller à antiga.

De acordo com a descrição da Nintendo, no jogo, Yoshi parte à aventura para investigar um mundo e as histórias de um misterioso livro, onde surge pintado nas páginas. Nessa aventura irá conhecer amigos e fazer todo o tipo de descobertas enquanto explora os ambientes e interage com as suas criaturas fantásticas.

Yoshi and the Mysterious Book será um exclusivo Nintendo Switch 2 com lançamento marcado para a primavera de 2026.

ParaNorman regressa aos cinemas em outubro com versão remasterizada

O regresso do filme será acompanhado pela estreia da curta-metragem ParaNorman: The Thrifting.

A LAIKA vai trazer de volta ParaNorman às salas de cinema em outubro, numa versão remasterizada disponível também em 3D. O filme de animação em stop-motion, originalmente estreado em 2012, regressa como parte das comemorações do 20.º aniversário do estúdio.

Reconhecido como um dos títulos mais emblemáticos da produtora, ParaNorman conquistou a crítica e o público na sua estreia, tendo somado nomeações para os Óscares, os BAFTA e os Globos de Ouro, além de distinções nos Annie Awards. O argumento foi escrito por Chris Butler (Missing Link), que partilhou a realização com Sam Fell (Chicken Run: Dawn of the Nugget).

O regresso do filme será acompanhado pela estreia da curta-metragem ParaNorman: The Thrifting. Realizada por Thibault LeClercq, designer principal de personagens da LAIKA, e escrita por Chris Butler, a curta conta com as vozes de Finn Wolfhard (Stranger Things) e de Anna Kendrick, que retoma o papel de Courtney Babcock, irmã mais velha do protagonista.

À semelhança do relançamento de Coraline em 2024, que assinalou o 15.º aniversário da obra e superou todas as expectativas de bilheteira, também ParaNorman terá uma reposição internacional, o que significa que será exibido em mais países além dos Estados Unidos. Em Portugal, a versão remasterizada do filme chegará às salas de cinema a 23 de outubro.