A edição de 2026 do Festival da Canção contará com 16 canções, incluindo finalistas da Prova de Acesso, convidados e submissões livres.
O Festival da Canção vai regressar em 2026 com novidades que prometem marcar esta edição e renovar o espaço onde a música portuguesa revela novos talentos.
Pela primeira vez, o Festival introduz a Prova de Acesso, destinada exclusivamente a estudantes de escolas especializadas em música. Nesta edição, a ETIC – Escola de Tecnologias, Inovação e Criação, de Lisboa, e a ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, do Porto, apresentam os seus candidatos, selecionados entre alunos de composição, criação e produção musical.
Um júri próprio já escolheu cinco finalistas, cabendo ao público decidir quem seguirá para o Festival. A votação online está aberta e prolonga-se até 30 do mesmo mês, sendo que cada finalista apresentou uma versão de uma canção à sua escolha e um tema original que não concorre na competição principal. O vencedor garante, assim, um lugar entre os participantes da edição de 2026.
Outra inovação relevante é a possibilidade de um concorrente ser convidado diretamente pelo vencedor da edição anterior. Neste contexto, a banda NAPA, vencedora em 2025, reserva um convite próprio para esta edição, reforçando o vínculo entre artistas de diferentes gerações e mantendo viva a tradição de passagem de testemunho entre intérpretes do Festival.
Mantém-se ainda a participação através da Livre Submissão de Canções, aberta a qualquer residente em Portugal ou português no estrangeiro, com candidaturas a receber até 31 de outubro. A RTP, por sua vez, convida oito autores, que podem apresentar as suas próprias composições ou selecionar intérpretes. Combinando as seis canções da Livre Submissão, o vencedor da Prova de Acesso e o concorrente indicado pelos NAPA, o Festival da Canção 2026 contará com um total de 16 propostas a concurso.
Esta edição apresenta também um site renovado e novas formas de interação com o público, sublinhando a aposta no talento emergente. Mais novidades serão divulgadas em breve.
A Herdade das Pinas será transformada num complexo turístico com hotel, adega e espaços para eventos, integrando construções históricas.
A promotora Overseas revelou recentemente as primeiras imagens dos projetos turísticos que pretende desenvolver na Herdade das Pinas, em Estremoz. A apresentação decorreu no passado dia 9 de setembro junto da Câmara Municipal e deu a conhecer planos detalhados para transformar a herdade num complexo de referência na região.
O primeiro projeto prevê a construção de um hotel de cinco estrelas, spa, capela, espaços para eventos e exposições, bem como instalações dedicadas à produção e comercialização de vinhos, incluindo adega e loja. A arquitetura foi confiada ao ateliê MassLab, do Porto, e o conjunto ocupará 13.500 m2, incorporando uma residência histórica e armazéns agrícolas e pecuários que serão parcialmente reabilitados.
A promotora planeia também um segundo projeto contíguo, destinado a moradias turísticas, com 7.300 m2 de construção. O investimento global nos dois projetos ascende a 50 milhões de euros, representando o maior investimento turístico no concelho e prevendo-se a criação de cerca de 100 postos de trabalho locais.
Os projetos destacam-se também pelo compromisso ambiental, sendo concebidos como nZEB, com emissões de carbono próximas de zero, numa aposta clara na sustentabilidade. A expectativa é começar a construção no primeiro semestre de 2026, ainda que uma data de abertura não esteja definida.
A Mercadona expande-se no distrito de Lisboa com a inauguração de uma nova loja em Frielas, reforçando a sua presença no concelho de Loures.
Depois de ter aberto a sua mais recente loja no passado dia 11 de setembro em Leiria, naquela que é a segunda loja da cadeia espanhola no município, a Mercadona prepara-se para, em outubro, inaugurar mais lojas.
Anteriormente, a empresa já tinha anunciado que iria abrir a sua 3ª loja no município de Matosinhos, neste caso em São Gens, no dia 9 de outubro. E agora, eis que ficámos a saber que o supermercado em Frielas, no concelho de Loures, será inaugurado a 16 de outubro, no nº2 da Rua do Bom Jardim.
O supermercado terá uma área de vendas de aproximadamente 1.900 m², com corredores largos que facilitam a circulação dos clientes. As secções incluem Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Talho, Frutas e Legumes, bem como um espaço de Pronto a Comer, seguindo o modelo da loja já existente em Santa Iria de Azóia.
O novo espaço vai criar cerca de 90 postos de trabalho permanentes, com contratos sem termo desde o primeiro dia, contribuindo para a dinamização do emprego na região.
Trata-se do segundo supermercado da Mercadona no concelho de Loures e do oitavo no distrito de Lisboa, refletindo a continuidade da estratégia de expansão da empresa a nível nacional.
Tendo em conta as datas de abertura dos supermercados, é provável que a Mercadona Palmela seja inaugurada a 23 ou 30 de outubro, uma vez que a inauguração está prometida para esse mês.
O King’s College School Cascais recebeu, assim, o maior investimento de sempre numa escola em Portugal.
O King’s College School Cascais iniciou o novo ano letivo com a inauguração do seu campus integral, resultado de um investimento de 75 milhões de euros, o maior alguma vez realizado numa escola em Portugal. A nova infraestrutura coloca o país no mapa das escolas privadas de referência internacional, oferecendo instalações comparáveis às melhores instituições educativas do mundo.
O campus, com mais de 40.000 m2, reúne uma diversidade de espaços educativos e desportivos de elevada qualidade. Entre eles destacam-se campos desportivos de padrão internacional, um pavilhão moderno capaz de acolher grandes eventos, piscina interior climatizada de 25 metros, auditório tecnologicamente avançado, laboratórios científicos equiparados a níveis universitários e áreas dedicadas às artes criativas e performativas. As salas de aula estão igualmente preparadas com tecnologia de ponta, proporcionando um ambiente propício à aprendizagem e à inovação.
O novo ano letivo assinala também a implementação do programa de internato, permitindo que o King’s College School Cascais se torne uma das primeiras escolas privadas do país a oferecer esta experiência. A residência acolhe até 50 alunos a partir dos 13 anos, num ambiente internacional que combina segurança, integração e desenvolvimento académico.
No mesmo contexto, o colégio integra o programa Nsouli Scholars, recebendo dois alunos de 14 e 15 anos provenientes de contextos socioeconómicos desfavorecidos, que terão acesso a bolsas de estudo integrais e à experiência do internato. Este programa visa apoiar jovens de elevado potencial, permitindo-lhes aceder a uma educação de excelência e a um contexto académico internacional.
O colégio recebe alunos dos 1 aos 18 anos. Nos primeiros anos, até ao 5.º ano, está disponível o Bilingual Pathway, que integra o currículo de Cambridge com o currículo nacional do Ministério da Educação. Na Senior School, do Year 7 ao Year 13, os alunos seguem o percurso internacional, abrangendo Cambridge International Curriculum (Years 7–9), IGCSE (Years 10–11) e o International Baccalaureate Diploma Programme (Years 12–13).
A Amazon prepara a Festa de Ofertas Prime com acesso exclusivo a descontos em marcas de topo e produtos essenciais, disponível apenas para clientes Prime.
A Amazon anunciou o regresso da Festa de Ofertas Prime nos dias 7 e 8 de outubro, oferecendo aos clientes Prime acesso a centenas de milhares de produtos com descontos até 30% em várias categorias. A partir das 23h do dia 6 de outubro, os utilizadores poderão consultar a seleção de ofertas sazonais, que inclui marcas como Adidas, Philips e Puma, e explorar uma diversidade de produtos que vão desde eletrónica a moda, passando por brinquedos, casa, cozinha, beleza e cuidados pessoais.
Para tornar a experiência de compra mais intuitiva, a Amazon disponibiliza recomendações personalizadas, permitindo aos clientes visualizar ofertas sugeridas com base nas suas preferências, nos artigos adicionados ao carrinho ou em produtos com boas avaliações. Este sistema facilita o acesso a oportunidades relevantes, proporcionando uma experiência de compra mais organizada e eficiente.
Antes do arranque oficial da Festa de Ofertas Prime, os clientes podem explorar ofertas antecipadas, que incluem promoções em produtos de beleza com descontos até 35%, artigos de moda com reduções até 30%, e tecnologia essencial da marca própria da Amazon a partir de 5€. Estão ainda disponíveis ofertas em jóias e relógios selecionados, assim como produtos para preparar a estação, como os artigos da Amazon Essentials.
Para além das promoções, os clientes Prime beneficiam de entregas rápidas e gratuitas em milhões de produtos, com envios em até dois dias, inclusive aos fins de semana, podendo optar por receber as encomendas em casa, em cacifos Amazon ou nos pontos de recolha da rede CTT.
O VGP Park Sintra será um novo parque logístico em Mem Martins, com 30% da área já pré-arrendada e certificação BREEAM prevista.
A VGP deu início à construção do VGP Park Sintra, localizado em São Pedro de Penaferrim, na freguesia de Mem Martins. Este projeto integra-se na estratégia de expansão da promotora, gestora e proprietária de imóveis logísticos e semi-industriais de qualidade na Europa, representando o quarto investimento do grupo em Portugal e o segundo na Grande Lisboa.
Sintra distingue-se como um concelho com forte dinâmica industrial e excelente rede de transportes, conferindo-lhe uma posição estratégica para operações logísticas, não só na área metropolitana de Lisboa, mas também no mercado nacional mais amplo. O novo parque logístico terá uma área total de 54.500 m², com 22.000 m² de área bruta locável, distribuída em módulos que variam entre os 4.500 m² e os 11.000 m². Cada unidade contará com 12 metros de pé-direito e um cais de carga por cada 1.000 m² de superfície.
Atualmente, cerca de 30% do parque já se encontra pré-arrendado, sendo que o Edifício B regista 70% de ocupação antes mesmo da emissão do alvará de construção. A localização, a menos de um quilómetro das autoestradas A16 e A37 e a 25 km do centro de Lisboa, oferece uma ligação eficiente a infraestruturas rodoviárias, aeroportuárias e portuárias, bem como fácil acesso a transportes públicos.
O VGP Park Sintra será desenvolvido com foco na eficiência energética e na sustentabilidade, seguindo padrões que visam alcançar pelo menos a certificação BREEAM “Excellent” ou equivalente. O projeto prevê soluções adaptadas às necessidades operacionais dos ocupantes, com ênfase na redução do impacto ambiental.
Enquanto marca, claro. A MediaMarkt vai ganhar um novo nome e uma nova cara, mas tudo o resto irá manter-se, diz a empresa.
Em abril de 2023, a MediaMarktSaturn, filial da Ceconomy, acordou com a retalhista francesa de eletrónica Fnac Darty a venda do negócio português da MediaMarkt. A Fnac Darty Portugal, uma subsidiária integral da Fnac Darty, iria adquirir 100% da MediaMarkt Portugal, incluindo as 10 lojas físicas no país, o negócio online e cerca de 450 funcionários.
Na altura, Karsten Wildberger, CEO da Ceconomy e da MediaMarktSaturn, referia que, e apesar do “forte desempenho” da equipa local, o negócio em Portugal ainda era demasiado pequeno para alcançar uma posição de liderança no mercado. No ano fiscal 2021/2022, a MediaMarkt Portugal gerou um volume de vendas na ordem dos 140 milhões de euros, muito longe dos 370 milhões de euros alcançados pela FNAC.
Já em agosto do mesmo ano, o Conselho de Administração da Autoridade da Concorrência deliberou “adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração, nos termos da alínea b) do n.º 1 do artigo 50.º da Lei da Concorrência, uma vez que a mesma não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva no mercado nacional ou numa parte substancial deste”. Por outras palavras, o negócio podia prosseguir, uma vez que fora aprovado pelas autoridades competentes em matéria de concorrência.
Um mês depois, em setembro, a Fnac Darty anunciava então que tinha finalizado a aquisição da MediaMarkt em Portugal. E com isto, a atividade da MediaMarkt em Portugal passou a ser consolidada a 100% nas contas da Fnac Darty.
Ora, eis que mais novidades estão a chegar. No seu site oficial, a MediaMarkt refere que vai ganhar um novo nome e uma nova cara, mas que tudo o resto irá manter-se. Ou seja, a marca em si irá desaparecer, pelo que resta esperar para ver se o nome muda para FNAC ou se, por acaso, irá surgir um novo nome no mercado.
Esta mudança, acompanhada por uma renovação visual, não alterará em nada, diz a empresa, o funcionamento normal das lojas e do respetivo site. Ou seja, todos os benefícios acumulados até agora transitam para a nova marca, garantindo que nada se perde neste processo. Também a assistência pós-venda continuará a funcionar nas mesmas condições: reparações em curso e compromissos previamente assumidos serão cumpridos sem alterações.
A estratégia comercial irá manter-se inalterada, com preços competitivos e uma oferta centrada em tecnologia e eletrodomésticos. O objetivo é assegurar que a proposta de valor que marcou a presença da MediaMarkt em Portugal continua a ser a mesma nesta nova fase.
Quanto ao site, sofrerá apenas alterações gráficas, sendo que, a partir de 1 de outubro, será necessário revalidar os dados de acesso, mas o histórico de encomendas, as funcionalidades digitais e as compras em curso permanecerão disponíveis.
Com a nova plataforma, cada entrada e saída de cidadãos de países terceiros ficará registada eletronicamente, dizendo-se assim adeus aos carimbos nos passaportes.
A partir de 12 de outubro, Portugal passará a integrar o Entry/Exit System (EES), a plataforma tecnológica criada pela União Europeia para modernizar e uniformizar o controlo das fronteiras externas do espaço Schengen. O sistema, que será introduzido de forma gradual em todos os Estados-Membros ao longo de cerca de seis meses, substitui o carimbo manual nos passaportes por registos digitais centralizados.
O EES aplica-se a todos os viajantes oriundos de países terceiros à União Europeia que entrem no espaço Schengen para estadias de curta duração, até 90 dias em cada período de 180. O objetivo é reforçar a segurança, agilizar os procedimentos nos postos fronteiriços e garantir uma monitorização mais rigorosa das entradas e saídas.
Com a nova plataforma, cada entrada e saída de cidadãos de países terceiros ficará registada eletronicamente, incluindo a data, a hora e o posto fronteiriço utilizado. Na primeira passagem, será efetuada a recolha de dados biométricos – fotografia e quatro impressões digitais – que se juntam à informação pessoal já recolhida. O sistema permitirá ainda a deteção automática de estadias superiores ao limite legal, funcionando em articulação com bases de dados europeias como o SIS II ou o VIS.
Em Portugal, a coordenação da implementação está a cargo do Sistema de Segurança Interna (SSI), em articulação com a PSP, a GNR, a ANA Aeroportos, as administrações portuárias e a Autoridade Nacional da Aviação Civil. A Unidade de Coordenação de Fronteiras e Estrangeiros assegura a interoperabilidade entre os sistemas nacionais e europeus, preparando aeroportos e portos nacionais para recolher dados biométricos e partilhar informação em tempo real com outros Estados-Membros.
A introdução do EES representa uma mudança significativa no funcionamento das fronteiras. O sistema digital permitirá uma deteção mais célere de documentos falsificados, entradas irregulares e potenciais ameaças transfronteiriças. Entre os principais benefícios destacam-se a melhoria do controlo em aeroportos internacionais, a prevenção do uso de identidades falsas ou documentação fraudulenta, o combate ao tráfico de seres humanos e a monitorização em tempo real dos fluxos migratórios.
Comparado ao método anterior, assente no carimbo manual do passaporte, o EES acrescenta fiabilidade e rapidez, reforçando a cooperação entre Estados-Membros através da partilha automática de dados. A União Europeia passa, assim, a dispor de um sistema unificado e tecnologicamente avançado para gerir de forma mais eficaz a entrada e permanência de cidadãos de países terceiros.
Até porque existe um limite, que o próprio Spotify não anunciou. Ultrapassado esse limite, o modo shuffle é novamente ativado.
Depois de finalmente se ter decidido a lançar a opção de áudio sem perdas de qualidade, o chamado “lossless”, eis que o Spotify acaba de anunciar mais novidades, que desta vez vai interessar a quem usa a app de streaming de música no smartphone, mas não é pagante.
Aqueles que têm a app instalada no smartphone certamente já se terão enervado com as limitações do plano Standard, como por exemplo não ser possível ouvir esta ou aquela música em específico de um álbum ou playlist, uma vez que o Spotify dava início à reprodução de som por ordem aleatória, obrigando os utilizadores a passar músicas até chegarem à que realmente queriam ouvir, estando ainda sujeitos ao limite de seis avanços por hora. Mas isso mudou… mais ou menos.
Em comunicado, o Spotify anunciou que, agora, na versão gratuita, passa a ser possível procurar e reproduzir de imediato qualquer faixa, bem como aceder diretamente às músicas partilhadas por amigos ou artistas. No entanto, existe um limite diário para se ouvir a música que se quer no plano gratuito, embora o Spotify não tenha especificado esse limite. Certo é que, assim que atingido, os utilizadores ficam novamente limitados a seis avanços por hora.
Outra das novidades é a possibilidade de personalizar a capa das playlists criadas pelos utilizadores. Esta funcionalidade, já disponível em mais de 120 mercados, permite acrescentar imagens, cores, efeitos de texto e elementos gráficos, dando identidade própria a cada lista. A opção está acessível em dispositivos iOS e Android e permite guardar apenas uma capa personalizada por playlist de cada vez.
A JYSK apresentou tendências de decoração para outono-inverno 2025, com sofás modulares, texturas de pedra e elementos de design que convidam à desaceleração.
A JYSK apresentou na semana passada, num evento no qual o Echo Boomer esteve presente, a sua nova coleção indoor para o outono-inverno, que combina tradição e modernidade. A linha de móveis e têxteis reflete a convergência entre cores quentes e clássicas e designs contemporâneos de inspiração orgânica, numa proposta que incentiva a reconexão e ao equilíbrio dentro de casa.
A coleção mantém as duas tendências dominantes da temporada anterior, focando-se em aprimorar elementos familiares com novos móveis e têxteis que equilibram tonalidades clássicas e desenhos modernos, convidando à desaceleração e à recuperação de energia.
A versão de outono/inverno da coleção HONEST, estruturada em HONEST NOMADE e HONEST DRYLANDS, destaca-se pela utilização de materiais inspirados na pedra, conferindo aos interiores uma sensação de robustez e tactilidade. As paletas de cores foram atualizadas: a linha NOMADE privilegia tons quentes como bege, castanho e latte, enquanto a DRYLANDS aposta em cinzentos frios, preto e prateado. Desde pequenos acessórios, como dispensadores de sabão e individuais, até peças maiores, como mesas de jantar, de centro e auxiliares, a coleção explora texturas de mármore e travertino, trazendo um toque natural aos espaços do dia a dia.
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O movimento e as formas suaves marcam a tendência desta estação, refletida em peças de mobiliário de traços orgânicos. O sofá ANDRUP, com a sua forma oval, assume-se como elemento de destaque sem romper a harmonia do espaço, enquanto a série de sofás modulares SKEJBY passa a contar com versões de extremidade aberta ou chaise-longue, oferecendo múltiplas opções de configuração. Já a poltrona GULDBJERG alia conforto a linhas expressivas e modernas, reforçando esta orientação estética.
A combinação de materiais continua a ser central na decoração contemporânea, com a JYSK a explorar madeira, pedra, têxteis e metais. O sofá modular SKEJBY apresenta um tecido suave e chaise-longue, enquanto o pedestal LYDUM incorpora acabamentos cromados, evidenciando a permanência do metal na decoração. A série de mesas de jantar KRONDAL, com acabamento em travertino claro, acrescenta um toque escultórico à sala de refeições, contrastando com o calor do carvalho natural do aparador ALSTED ou a tonalidade mais escura da cadeira GUDERUP, agora disponível em carvalho maciço escuro.
A coleção de têxteis da JYSK complementa a atmosfera acolhedora do outono. Os tapetes AVENBOK e BAOBAB combinam padrões e cores terrosas com materiais naturais, como a juta, conferindo um aspeto boémio aos interiores. Novas mantas e fronhas em tons neutros e terrosos foram concebidas para harmonizar com os móveis e elementos decorativos, suavizando superfícies rígidas e completando a experiência sensorial da casa durante a estação.
Os novos produtos já estão disponíveis tanto nas lojas da marca em Portugal, como na loja online.
O Moxy Alfragide Lisboa tem 218 quartos, piscina interior e espaços para eventos, pretendendo consolidar-se como um novo polo hoteleiro na região.
O distrito de Lisboa recebeu uma nova proposta no setor hoteleiro com a abertura do Moxy Alfragide Lisboa, que chega para combinar um ambiente descontraído com uma localização estratégica na região metropolitana.
O Moxy Alfragide Lisboa procura ser mais do que um simples alojamento, funcionando como ponto de encontro para diferentes perfis de visitantes, desde nómadas digitais a empreendedores criativos, passando por turistas à procura de uma estadia confortável. O conceito de “acessível” da marca estende-se a todos os hóspedes, incluindo animais de estimação, para os quais são disponibilizadas camas e utensílios. Além disso, a proximidade ao polo empresarial de Alfragide confere ao Moxy um perfil corporativo relevante, complementado por uma oferta flexível de espaços para eventos e reuniões.
Com 218 quartos de diversas tipologias – incluindo quartos twin, queen, suites e unidades adaptadas a pessoas com mobilidade reduzida -, o hotel combina funcionalidade e design com identidade própria. O check-in é feito no Bar Moxy, acompanhado de uma bebida de boas-vindas, e o ambiente mantém-se descontraído e criativo em toda a propriedade, refletindo a filosofia da marca na relação entre equipa e hóspedes, bem como na conceção dos espaços.
De resto, o Moxy Alfragide Lisboa conta com uma piscina interior aquecida, ginásio e quatro salas de reuniões com 394 m², capazes de acolher até 500 participantes. O ponto central do hotel é o pátio-jardim interior, com capacidade para 200 pessoas, oferecendo um espaço versátil e iluminado naturalmente, adequado para eventos corporativos, festas privadas e encontros sociais.
O empreendimento é propriedade da Mercan Properties e gerido pela AHM – Ace Hospitality Management, empresa especializada na operação de marcas hoteleiras internacionais em Portugal. Este Moxy integra a carteira do programa Marriott Bonvoy e representou um investimento de 63 milhões de euros, criando cerca de 400 postos de trabalho diretos e indiretos.
Por cerca de 600€, o Motorola Edge 60 Pro oferece um conjunto de especificações que em muitos pontos rivaliza com equipamentos topo de gama, como ecrã p-OLED de enorme brilho, uma bateria de 6000mAh com carregamento rápido a 90W, e um sistema de câmaras versátil que garante bons resultados em praticamente todos os cenários.
Pensem naquele momento em que se abre a caixa e, ao primeiro contacto, se percebe logo que estamos perante algo diferente. Foi exatamente isso que senti ao retirar o Motorola Edge 60 Pro da embalagem, ao sentir uma delicadeza for do comum. E quando digo delicadeza, refiro-me no melhor dos sentidos, Pois na mão, este smartphone começou por transmitir uma sensação de conforto e leveza que já não encontrava há muito tempo.
Para começar, o Motorola Edge 60 Pro é um smartphone que oferece um excelente equilíbrio entre dimensões e peso. Não é demasiado grande, nem demasiado pesado, nem excessivamente espesso. Ao lado de um Galaxy S25 Edge, o mais fino smartphone da Samsung, pode até dar a impressão de ser mais fino graças às margens curvas, mas a verdade é que tem 8,2 mm de espessura, e ainda assim, o módulo traseiro não sobressai demasiado, apesar de integrar três sensores. As dimensões gerais também se mantêm dentro do aceitável, com 160,7mm de altura, 73,1mm de largura e 186 gramas, algo impressionante tendo em conta que no interior encontramos uma bateria de 6000mAh. É verdade que algumas marcas chinesas já equipam os seus smartphones com baterias de 7000mAh, mas é encorajador ver fabricantes mais tradicionais, como a Motorola, a apostar em capacidades que até há pouco tempo só víamos nos segmentos mais experimentais. O Edge 60 Pro é, de certa forma, uma mensagem clara para o mercado, de que é possível colocar uma bateria de 6000mAh num corpo elegante, quando até há alguns meses o padrão rondava os 4500/5000mAh. A juntar a isso, temos certificação IP68/69, que garante resistência não só à imersão em água de até 1,5 metro durante 30 minutos, como também a jatos de água a altas temperaturas. Soma-se ainda a certificação militar MIL-STD-810H, reforçando a robustez do equipamento, sem nunca esquecer a sua tal delicadeza.
O seu ecrã de 6,7 polegadas é rodeado por margens finas, ajudadas pela curvatura de 360°, mais acentuada nas laterais longas. Já na traseira, a unidade que testei, na cor PANTONE Shadow, que se destaca pela sua traseira em lona sintética, que além de conferir um aspeto distinto, é particularmente agradável ao toque.
Motorola Edge 60 Pro
O seu ecrã é composto por um painel p-OLED com 6,7 polegadas que tem embutido um sensor ótico de impressões digitais. É rápido e fiável, mas não chega à precisão e consistência de um sensor ultrassónico, sobretudo em ambientes com pouca luz. O desbloqueio facial também está disponível, mas limita-se ao reconhecimento 2D pela câmara frontal, que funciona mas está um pouco longe de ser o método mais seguro. Esse painel é protegido por Corning Gorilla Glass 7i, mas importa sublinhar que tanto a moldura como a traseira são em plástico. Apesar disso, a qualidade de construção é sólida e transmite uma excelente sensação quando está na mão. Com uma taxa de atualização que chega aos 144Hz, é o seu brilho que é o verdadeiro trunfo deste painel, já que chega aos cerca de 1600 nits na utilização diária e pode chegar a uns impressionantes 4500 nits em picos de conteúdos HDR. Claro que esse valor máximo não é utilizável em todo o ecrã, mas ainda assim garante excelente visibilidade em espaços exteriores. O suporte a HDR10 e HDR10+ está presente, mas infelizmente limitado. Por exemplo, funciona no YouTube e em poucas mais aplicações, já a Netflix continua sem oferecer compatibilidade, que é um ponto negativo a tirar à qualidade do painel. As curvas nas laterais não são demasiado agressivas, mas podem ocasionalmente provocar toques acidentais ou ligeiras distorções de cor. Outra ausência notável é a tecnologia LTPO, que podia permitir variar dinamicamente a taxa de atualização e poupar alguma bateria.
No campo fotográfico, o Motorola Edge 60 Pro recorre essencialmente ao mesmo conjunto que já vimos em outros modelos da marca, mas aqui acompanhado por um processador da MediaTek, o Dimensity 8350, que garante processamento mais rápido e estabilização de vídeo mais consistente. Ele oferece gravação em 4K com HDR10+, câmara lenta a 120 FPS em FullHD e a possibilidade de alternar entre as três câmaras traseiras em 4K/30 FPS, algo nem sempre garantido em equipamentos desta gama. O sensor principal é um sensor Sony LYT-700C de 50MP, com abertura f/1.8, estabilização ótica e tamanho de 1/1,56″. Os resultados são francamente bons, com cores equilibradas, boa reprodução noturna graças ao sensor empilhado e um software de processamento que, desta vez, parece estar afinado. A lente ultra grande angular recorre a um sensor Samsung JNS de 50MP, também com foco automático PDAF. Não há estabilização ótica, mas a qualidade surpreende pela positiva. Já a lente teleobjetiva oferece zoom ótico de 3x com o sensor Samsung S5K3K1 de 10MP. É praticamente o mesmo sensor que encontramos nos Galaxy S25 ou S25+, mas aqui com abertura f/2.0, o que ajuda em cenários de menor luz. As fotografias são boas, mas não ao nível dos topos de gama da Samsung. Ainda assim, tendo em conta o preço do Edge 60 Pro, que é 569,01€, é uma mais-valia clara face a concorrentes diretos que muitas vezes nem sequer oferecem uma lente teleobjetiva.
Na frente, temos um sensor de 50MP com o sensor Samsung JNS, que é muito semelhante ao sensor ultra grande angular, mas sem foco automático. E essa ausência sente-se bem, especialmente em retratos de curta distância. Apesar disso, a qualidade é boa e o detalhe está lá, mesmo com vídeos em 4K/30 FPS. Ou seja, no geral este Motorola Edge 60 Pro apresenta um sistema fotográfico versátil e acima da média para o seu segmento, com a particularidade rara de incluir uma lente teleobjetiva dedicada, algo muito raro em equipamentos nesta faixa de preço.
Motorola Edge 60 Pro
Como já havia revelado, o Motorola Edge 60 Pro vem equipado com o MediaTek Dimensity 8350, um processador que, em termos de arquitetura, aproxima-se do Snapdragon 7 Gen 3, da Qualcomm, mas com ganhos relevantes. Os quatro núcleos Cortex-A715 e os quatro Cortex-A510 conseguem extrair mais potência, enquanto o GPU Mali-G615 MP6 supera claramente a Adreno 720 em desempenho gráfico. A isto junta-se os 512GB de armazenamento interno UFS 4.0, a mesma dos topos de gama, garantindo não só rapidez no acesso a ficheiros e aplicações, como também maior longevidade no desempenho. E, de facto, no dia a dia a experiência é praticamente a de um smartphone topo de gama. Fluidez total em aplicações como WhatsApp, Instagram, YouTube, Gmail ou Netflix, sem engasgos ou lentidões. Não há núcleos ultra-poderosos, mas a maioria dos utilizadores nunca dará pela sua falta. A velocidade da memória reflete-se sobretudo na galeria de fotos ou no carregamento de aplicações pesadas, e promete manter essa consistência mesmo ao fim de alguns anos de utilização.
No controlo de temperaturas, os resultados são muito bons. Durante os meus testes, a temperatura ambiente rondava os 30°C, e em momento algum o Motorola Edge 60 Pro demonstrou ficar demasiado quente, mesmo em aplicações mais pesada. E nos jogos, o Edge 60 Pro não oferece o desempenho de um smartphone topo de gama, ou de um smartphone gaming dedicado, mas está muito perto disso. Testes com títulos exigentes como Genshin Impact, Call of Duty: Mobile e PUBG Mobile, mostraram um desempenho estável, com gráficos fluidos e sem quebras graves. Não atinge a qualidade visual de um topo de gama, mas pelo preço, é uma das melhores experiências atualmente disponíveis.
E a bateria? Aqui está talvez um dos maiores trunfos do equipamento. Com 6000mAh, é praticamente impossível descarregá-la num único dia. Num cenário moderado (Wi-Fi + 5G), tive dias em que registei quase quatro horas de ecrã ligado e a sobrar 60% de carga. Em dias mais exigentes, com cerca de uma hora e meia de jogos, consegui mais de cinco horas e meia de ecrã e ainda sobrou 24% de bateria. Mesmo em cenários de maior stress, como um dia inteiro em dados móveis, Android Auto Wireless ativo e utilização constante, cheguei ao final do dia com mais de 35% de carga e mais de cinco horas de ecrã ligado. E isso não só bom, é excelente. O facto e poder oferecer dois dias de utilização moderada com apenas uma carga, não é para todos os smartphones.
Motorola Edge 60 Pro
O Motorola Edge 60 Pro conta com um botão dedicado à inteligência artificial, colocado na lateral superior esquerda. Ao ser pressionado, abre o painel das funções inteligentes da marca, algo que já tinha sido introduzido no Razr 60 Ultra. A diferença é que aqui a Motorola decidiu juntar praticamente tudo o que existe em IA no mercado, ou seja, Moto AI, Gemini, Copilot, LLaMA e até a Perplexity. O resultado é uma experiência muito completa, mas talvez complexa demais. O Moto AI e Gemini partilham a mesma base (o Vertex AI da Google), o que acaba por duplicar funções. O LLaMA resume notificações, o Perplexity analisa o que está no ecrã, o Gemini funciona como assistente de voz clássico e o Copilot, neste momento, parece não ter um papel muito definido. O Moto AI, por sua vez, serve de “hub”, encaminhando o utilizador para a ferramenta mais adequada em cada caso. Na prática, esta abundância acaba por ser confusa, muito confusa mesmo. Por exemplo, o Playlist Studio permite criar listas de reprodução, mas apenas no Amazon Music, deixando de fora o Spotify ou o YouTube Music, o que limita muito a sua utilidade. Já o Image Studio consegue gerar autocolantes e imagens personalizadas, mas podia ser integrado diretamente no teclado para maior praticidade. O excesso de menus e nomenclaturas acaba por obrigar o utilizador a investir tempo a descobrir onde está cada função.
Outro ponto a considerar é o custo. Para tirar o máximo partido destas ferramentas, muitas vezes é necessário recorrer a assinaturas externas, como as do Amazon Music ou de planos “pro” de alguns serviços de inteligência artificial. Num equipamento que se destaca pela excelente relação qualidade/preço, este detalhe pode afastar boa parte do público-alvo. Felizmente, fora da camada “AI”, a experiência de software continua a ser uma das melhores do universo Android. O HelloUI mantém-se limpo, muito próximo daquilo que a Google oferece, com gráficos simples e consistentes, pequenos ajustes visuais como temas e ícones, e quase sem bloatware, embora ainda exista algum. Com uma interface baseada no Android 15, a marca garante que o equipamento vai receber três grandes atualizações de sistema operativo, ou seja, será atualizado até ao Android 18. E para terminar de falar do software, os gestos característicos da Motorola continuam presentes, incluindo o duplo toque na traseira para abrir aplicações ou funções, além da integração no Smart Connect, que permite controlar o smartphone a partir do PC ou transformá-lo numa espécie de “desktop” sem fios.
Motorola Edge 60 Pro
O Motorola Edge 60 Pro posiciona-se como uma das opções mais interessantes do momento no segmento dos smartphones de gama média. Por cerca de 600€, oferece um conjunto de especificações que em muitos pontos rivaliza com equipamentos topo de gama, como ecrã p-OLED de enorme brilho, uma bateria de 6000mAh com carregamento rápido a 90W, e um sistema de câmaras versátil que garante bons resultados em praticamente todos os cenários.
O único verdadeiro calcanhar de Aquiles está no suporte de software. A Motorola promete apenas três grandes atualizações do Android e quatro anos de atualizações de segurança. É suficiente para a sua faixa de preço, mas está abaixo do que concorrentes como Samsung e a Google oferecem atualmente. Considerando que o Android 16 já é uma realidade, este período de suporte encurta-se ainda mais, o que pode ser um ponto a ponderar para quem planeia manter o dispositivo durante muitos anos. Já no campo da inteligência artificial, a Motorola tenta marcar território com uma oferta ampla, mas tal como no seu topo de gama, revela-se muito confusa. A presença de várias IAs em simultâneo, algumas redundantes e nem sempre bem localizadas, gera mais dispersão do que valor imediato. Para a maioria dos utilizadores, contudo, este aspeto não será decisivo.
Dito isto, a experiência global convenceu-me plenamente. O desempenho é fluido, o software é limpo e prático, a autonomia é excecional e o preço torna-o numa opção interessante. Apesar de no site oficial da marca o seu preço se encontrar nos 569,01€, em lojas online como a MediaMarkt, é possível encontrar o equipamento na casa dos 450€. E por este valor, o Motorola Edge 60 Pro garantidamente uma das melhores propostas de valor.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Motorola.
A Action já está a contratar para estas lojas, cujas respetivas datas de inauguração ainda são desconhecidas.
A Action, discount store de produtos não alimentares que chegou a Portugal em fevereiro de 2024, tem vindo a crescer de forma consistente em território nacional. De momento, a empresa conta com 23 lojas no país, sendo que as mais recentes lojas foram inauguradas em Guimarães.
Porém, e como seria de esperar, a expansão não irá ficar por aqui, até porque a Action tem o objetivo de ficar cada vez mais perto dos portugueses. E olhando para o mapa de lojas da marca em Portugal, podemos dizer que ainda tem muito por onde se expandir.
Anteriormente, revelámos que, em breve, a Action irá inaugurar uma loja na cidade de Santarém, mais especificamente na Quinta das Cegonhas, ao que tudo indica no Santarém Retail Park, e também em Beja. Já indo à secção do site dedicada ao emprego, repara-se que há mais localizações onde a empresa irá abrir espaços: Amadora, Oeiras e Covilhã.
As localizações não foram divulgadas, mas, por exemplo, no que à Covilhã diz respeito, fala-se que será o City Center Covilhã a receber a loja da cadeia neerlandesa.
A expansão da Action surge numa altura em que a cadeia, conhecida pelo formato de desconto em produtos não alimentares, responde à procura crescente no mercado português. Com a futura abertura, os clientes terão acesso a uma oferta de cerca de 6.000 artigos distribuídos por 14 categorias, que incluem brinquedos, produtos para o lar, jardinagem, bricolage e alimentação. A empresa destaca a renovação semanal do catálogo, com cerca de 150 novos produtos, mantendo o preço médio abaixo dos 2€.
A empresa tem investido na melhoria da qualidade dos produtos e em medidas ambientais, incluindo a redução da pegada carbónica das operações, a eliminação do gás nas lojas e a utilização de iluminação LED. A marca também exige critérios rigorosos aos seus fornecedores, promovendo a sustentabilidade nas matérias-primas, como algodão certificado Better Cotton, madeira proveniente de florestas certificadas FSC ou PEFC, e cacau certificado Fairtrade desde 2022.
Investimento europeu e nacional visa aumentar reciclagem, criar centrais de compostagem e melhorar tratamento de águas residuais.
O Governoanunciou um investimento de 30 milhões de euros destinado a reforçar a capacidade de reciclagem e valorização de resíduos no país. O montante, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e enquadrado no regulamento europeu REPowerEU, visa acelerar a transição para uma economia circular e apoiar a neutralidade carbónica até 2050.
O aviso, lançado pelo Ministério do Ambiente e Energia em colaboração com a Agência para o Clima, dirige-se aos sistemas de gestão de resíduos urbanos (SGRU) concessionados no âmbito do Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2030). Entre as entidades abrangidas estão a Ambilital, LIPOR, a Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão, Resialentejo e a EGF, através dos seus 11 sistemas associados, que asseguram a gestão de resíduos de milhões de cidadãos no território continental.
Os projetos elegíveis incluem a instalação e modernização de linhas de triagem de embalagens, a aquisição de veículos elétricos e de contentores para recolha seletiva, a criação ou reforço de centrais de compostagem de biorresíduos e a implementação de sistemas de tratamento de águas residuais em instalações de resíduos. A comparticipação pode atingir 100%, sendo a conclusão obrigatória até 31 de dezembro de 2025.
O aviso apoia diretamente os objetivos do PERSU 2030, que prevê a reciclagem de 55% dos resíduos urbanos até 2025, 60% até 2030 e 65% até 2035, bem como a redução da deposição em aterro para 10% até 2035. As candidaturas decorrem entre 23 de setembro e 22 de outubro de 2025 e devem ser submetidas exclusivamente através do portal do Fundo Ambiental.
O One UI 8 oferece experiência de utilização mais intuitiva e segura em smartphones e tablets Galaxy, incluindo funcionalidades de IA e tradução em tempo real.
A Samsunginiciou oficialmente a distribuição do One UI 8 para os seus dispositivos Galaxy, tal como prometido anteriormente. Esta versão, já pré-instalada nos Galaxy Z Fold7 e Galaxy Z Flip7, traz capacidades multimodais de IA, uma experiência de utilização adaptada a diferentes formatos de ecrã e sugestões personalizadas, entre outras novidades. O lançamento começou esta semana com a série Galaxy S25 e estender-se-á ainda este ano aos modelos Galaxy S24, Galaxy Z Fold6, Galaxy Z Flip6, Galaxy S24 FE, entre outros dispositivos elegíveis. No entanto, não se admirem caso a atualização ainda vos apareça, pois começou por ser disponibilizada na Coreia do Sul.
O One UI 8 distingue-se pela sua personalização proativa, ou seja, o sistema analisa o contexto do utilizador para fornecer recomendações diárias ajustadas às suas rotinas, enquanto mantém elevados padrões de segurança. Funcionalidades como a Now Bar permitem acompanhar em tempo real a atividade das aplicações e o progresso de conteúdos multimédia diretamente na FlexWindow do Galaxy Z Flip, além de integrar mais aplicações de terceiros. Já a ferramenta Now Brief oferece atualizações personalizadas, incluindo informações de trânsito, lembretes e momentos do dia, e sugere conteúdos como música ou vídeos de acordo com os interesses do utilizador.
No plano da segurança, a fabricante sul-coreana apresenta o Knox Enhanced Encrypted Protection (KEEP), que cria ambientes encriptados específicos para cada aplicação, garantindo que apenas cada app aceda aos seus próprios dados sensíveis. O Knox Matrix complementa esta proteção, deslogando automaticamente dispositivos da conta Samsung quando detetados riscos elevados e enviando alertas para todos os dispositivos Galaxy associados. A segurança das redes foi reforçada com Wi-Fi seguro baseado em criptografia pós-quântica, assegurando privacidade mesmo em redes públicas.
A interface também foi otimizada para diferentes formatos de ecrã, garantindo uma experiência consistente em smartphones e tablets Galaxy. De resto, esta atualização também se foca imenso na Inteligência Artificial, como seria de esperar.
Recorde-se que esta atualização surge após vários meses de testes beta. Além dos modelos anteriormente referidos, o One UI 8 da Samsung vai também chegar a mais uma série de dispositivos, inclusive os Galaxy A53 5G, Galaxy A33 5G e Galaxy A73 5G, lançados no mercado em março de 2022.
Habitat dos pinguins-de-magalhães no Oceanário de Lisboa foi totalmente renovado. Ondas, cascatas e zonas de nidificação recriam a costa subantártica.
O Oceanário de Lisboa volta a acolher os pinguins-de-magalhães, agora num habitat completamente renovado. Após 10 meses de trabalhos, o espaço foi ampliado e recriado para oferecer condições mais próximas do ambiente natural destas aves, com cenários que evocam a costa subantártica e pormenores adaptados a cada casal.
O novo habitat inclui ondas, cascatas e áreas de nidificação preparadas ao detalhe, bem como uma zona subaquática que permite observar de perto os mergulhos destes animais. No total, regressaram 29 pinguins-de-magalhães e 12 andorinhas-do-mar-inca, partilhando um espaço transformado com rochas, gelo, estalactites e uma piscina com simulação de marés.
A partir do piso inferior, os visitantes podem acompanhar os mergulhos lado a lado com tubarões e outras espécies marinhas. O contacto próximo entre público e animais tem sido sublinhado pela equipa de aquaristas, que destaca a energia do reencontro entre pinguins e visitantes.
As obras decorreram entre novembro de 2024 e agosto deste ano e representam a primeira grande requalificação de um dos habitats inaugurais do Oceanário, aberto ao público em 1998 durante a Expo’98. O espaço renovado promete ser uma das atrações mais procuradas no regresso à rotina da cidade.
Concurso público com apoio do BEI destina-se à modernização de 22 escolas básicas e secundárias em 19 concelhos.
As Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) publicaram os avisos de abertura do primeiro concurso financiado pelo Banco Europeu de Investimento (BEI), que permitirá às autarquias apresentar candidaturas para obras de requalificação e, em alguns casos, para a construção de novas escolas públicas. O investimento resulta de um acordo celebrado entre o Governo e o BEI, no montante global de cerca de mil milhões de euros, destinado à modernização de estabelecimentos de ensino dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário em todo o país.
A primeira tranche, no valor de 300 milhões de euros, foi contratualizada em maio pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), abrindo agora caminho à seleção das primeiras 22 escolas a intervencionar, distribuídas por 19 concelhos. Estes estabelecimentos tinham sido classificados como P1 – Muito Urgente no Acordo Setorial de Compromisso para o Financiamento do Programa de Recuperação/Reabilitação, assinado em 2023 entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).
Estão excluídas do concurso as escolas já abrangidas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) ou pelo programa PT2030, excetuando os casos em que os contratos tenham sido rescindidos até à data da publicação do aviso. Entre os critérios de elegibilidade consta ainda a obrigatoriedade de apresentar projetos que promovam a transição energética, assegurando maior eficiência e sustentabilidade dos edifícios escolares.
As candidaturas, que podem ser submetidas apenas pelos municípios, decorrem até 31 de março de 2026. Cada proposta deve referir-se a uma única escola, obrigando a candidaturas separadas quando estejam em causa vários estabelecimentos no mesmo concelho. O início das obras está previsto para o segundo semestre de 2026, com um prazo máximo de execução de 48 meses, não podendo este ultrapassar 31 de dezembro de 2029.
O financiamento abrange não só os trabalhos de construção civil – incluindo obras de ampliação, modernização e arranjos exteriores – como também a aquisição de equipamentos. As verbas destinam-se, entre outros, a mobiliário escolar, material didático, equipamentos informáticos, de comunicação e desportivos, bem como a recursos digitais de apoio à aprendizagem, desde hardware e software até jogos e outras ferramentas educativas ligadas à transição digital.
O acordo celebrado em 2023 contemplava 451 escolas sinalizadas para intervenção. Destas, 99 já garantiram financiamento através do PRR ou do PT2030. Com o novo concurso, o Governo pretende dar continuidade ao processo de modernização da rede pública de ensino, criando condições mais seguras, inclusivas e energeticamente eficientes para alunos, professores e trabalhadores não docentes.
Dying Light: The Beast chega um dia mais cedo, a 18 de setembro, depois de 1 milhão de jogadores terem garantido a sua cópia antes do lançamento.
A Techlandanunciou que Dying Light: The Beast será lançado já a 18 de setembro de 2025, antecipando em um dia a data anteriormente anunciada. A mudança acontece depois de o jogo ultrapassar a marca de 1 milhão de pré-reservas em todo o mundo.
Tymon Smektała, diretor da série, explicou em comunicado que o entusiasmo em torno do regresso de Kyle Crane levou o estúdio a tomar esta decisão. “Ver o entusiasmo da nossa comunidade com o regresso de Kyle Crane em Dying Light: The Beast, e sabendo que o jogo está pronto, quisemos fazer algo especial para os nossos jogadores. Esforçamo-nos para tornar o impossível possível, e é por isso que estamos a lançar o jogo um pouco mais cedo”, afirmou.
A produtora anunciou ainda que, como agradecimento, todos os que já reservaram o título, bem como quem o adquirir antes da estreia, vão receber uma recompensa exclusiva, cujos detalhes serão revelados durante a semana de lançamento.
Dying Light: The Beast leva os jogadores a Castor Woods, um vale outrora turístico que agora se encontra dominado por zombies. A história acompanha Kyle Crane, mantido em cativeiro durante anos pelo Barão e sujeito a experiências que o deixaram num estado entre humano e monstro. Determinado a vingar-se, terá de controlar os seus instintos, formar alianças frágeis e sobreviver a um ambiente hostil que se torna ainda mais perigoso à noite.
Combinando mundo aberto, ação e survival horror, o jogo aposta em combate diversificado, exploração fluida e escolhas estratégicas.
Dying Light: The Beast será lançado para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, PlayStation 4, Xbox One e PC via Steam e Epic Games Store. Quem possuir a Ultimate Edition de Dying Light 2: Stay Human receberá o novo jogo sem custos adicionais. Podem ficar a saber mais sobre a versão para PC do jogo com os requisitos oficiais para PC e portátil.
A construtora Ecoárea está a reabilitar o antigo Hospital da Marinha, em Alfama, para transformar o edifício histórico no cinco estrelas The Standard Lisbon, com abertura prevista para 2026.
A construtora portuguesa Ecoárea, pertencente ao Grupo Libertas, está a liderar uma das maiores operações de reabilitação urbana em Lisboa com a transformação do antigo Hospital da Marinha, em Alfama, num hotel de luxo. O edifício histórico, datado do século XIX e com mais de dois séculos de história hospitalar, vai acolher o The Standard Lisbon, um projeto de hotel cinco estrelas que conjuga património e inovação.
Com cerca de 16.000 m2, a obra representa um marco na requalificação da cidade, contando com acompanhamento técnico contínuo por parte da equipa do Grupo Libertas. Este projeto, inteiramente concebido em Portugal, tanto na engenharia como na arquitetura, insere-se na expansão internacional da cadeia de hotéis The Standard, conhecida pelo seu design contemporâneo e conceito lifestyle. A conclusão do hotel está prevista para 2026 e terá 173 quartos, mantendo a identidade irreverente característica dos boutique hotéis da marca, fundada em 1999 em Hollywood e presente em cidades como Miami, Banguecoque e Nova Iorque. Recentemente, a cadeia passou a integrar o portefólio do grupo Hyatt.
O projeto arquitetónico é assinado por Samuel Torres de Carvalho, enquanto os interiores foram desenvolvidos por Jaime Hayon, reconhecido designer contemporâneo.
Em outubro do ano passado, a Ecoárea completou também o vizinho empreendimento residencial Palácio Santa Clara – The Standard Residences, composto por 32 apartamentos de luxo geridos pela mesma marca hoteleira. Com a abertura do novo hotel, os residentes terão acesso a serviços e comodidades exclusivas, incluindo serviço de quartos, lavandaria, catering, entrega e recolha de encomendas, bem como instalações como piscina, ginásio e spa.
“Virtual Insanity”, “Cosmic Girl”, “Little L” e “Seven Days in Sunny June” são temas que certamente não faltarão neste regresso dos Jamiroquai ao nosso país.
Os Jamiroquai são a primeira confirmação para o Ageas Cooljazz 2026. Pela primeira vez neste festival, a banda de Jason “Jay” Kay atuará a 18 de julho, no âmbito da The Heels of Steel Tour.
Formada nos anos 90 por Jason “Jay” Kay, a banda tornou-se uma referência no movimento acid jazz londrino e ajudou a popularizar o future funk. Inspirados por artistas como Stevie Wonder, os Jamiroquai construíram uma carreira marcada pela fusão de jazz, funk, soul, disco e música eletrónica. Entre os seus sucessos mais reconhecidos estão temas como “Virtual Insanity”, “Cosmic Girl”, “Little L” e “Seven Days in Sunny June”, que continuaram a conquistar pistas de dança ao longo de décadas.
“Os Jamiroquai são uma banda única que, ao longo de mais de três décadas, explorou diferentes vertentes do jazz e deixou a sua marca em várias gerações. A sua presença no festival será uma oportunidade de celebrar a história de uma das mais importantes bandas inglesas”, refere Karla Campos, diretora da Live Experiences e responsável pelo Ageas Cooljazz, em comunicado.
Quanto aos bilhetes, são postos à venda a partir de 19 de setembro, variando entre os 45 e os 75€.
Em 2026, o Ageas Cooljazz acontecerá ao longo do mês de julho, ocupando o Hipódromo Manuel Possolo e o Parque Marechal Carmona, em Cascais. A programação mantém o formato habitual: abertura de portas às 19h, seguida das Cascais Jazz Sessions by Smooth FM às 20h no Anfiteatro do Parque Marechal Carmona, antes do início do primeiro concerto no Palco Ageas, que antecede o Grande Concerto da noite. Após a conclusão deste concerto, os Late Nights decorrem novamente no Anfiteatro, prolongando a experiência musical até às horas mais tardias.