A campanha Pixels to Policy explica a dimensão económica, social e cultural dos videojogos a quem não tem contacto direto com o setor.
A Video Games Europe apresentou a 22 de setembro a campanha Pixels to Policy, concebida para se tornar numa “montra abrangente” da indústria europeia de videojogos. O objetivo passa por esclarecer a natureza do setor junto de quem não tem experiência direta com videojogos, em especial políticos que são decisores políticos europeus, responsáveis pela criação e aplicação de leis.
Esta iniciativa é composta uma página web dedicada e temática aos videojogos, estruturada em quatro níveis. O primeiro aborda a indústria, os jogadores e a economia; o segundo destaca as medidas de proteção de menores e a moderação parental e dos encarregados de educação; o terceiro apresenta o panorama europeu do setor; e o quarto explora as escolhas e atividades dos jogadores. Cada nível inclui estatísticas, vídeos explicativos e outros conteúdos de apoio, também bastante úteis para apresentar a quem está fora do circulo político e pretende aprender mais sobre videojogos de forma educativa.
“Pode ser difícil explicar a natureza multifacetada dos videojogos e do setor em geral, sobretudo a quem nunca pegou num comando ou ligou um PC ou consola”, afirma Simon Little, CEO da associação. “Esperamos que esta campanha esclareça, informe e inspire.”
O lançamento desta iniciativa surge na sequência do relatório All About Video Games, publicado em agosto, que revela como o digital domina cada vez mais o mercado europeu. Em 2024, as compras digitais representaram 90% da receita total do setor, tendência que alterou o perfil da indústria, desde o comércio físico até à estrutura de emprego. A Pixels to Policy aparece, assim, como extensão dessa estratégia de comunicação de dados concretos, sublinhando a importância de um diálogo informado com instituições europeias.
Com até 21 dias de autonomia com apenas uma carga, o Huawei Watch GT 6 Pro é o verdadeiro campeão da autonomia.
Há pouco menos de um ano tivemos por aqui o Huawei Watch GT 5 Pro, aquele que para mim, foi até hoje, é um dos melhores e mais bonitos smartwatches disponíveis no mercado. Recentemente, a marca revelou o seu sucessor, o Huawei Watch GT 6 Pro, que apesar de em termos de design ser muito semelhante, agora é capaz de atingir até 3 semanas de autonomia com apenas uma carga.
Apesar de ter sido claramente concebido para quem vive o fitness com mais intensidade, o novo modelo da série Watch GT não se esquece de quem simplesmente procura um relógio completo e versátil para o dia-a-dia. É que tal como o seu antecessor, o Huawei Watch GT 6 Pro é um relógio com um visual impressionante. No meu caso, recebi a edição Titânio, com 46mm, mas existem outras edições mais desportivas, bem como modelos com 41 mm, dirigidas para quem prefere algo mais compacto.
Huawei Watch GT 6 Pro
Este é um smartwatch que foi feito para durar. A Huawei voltou a apostar numa liga de titânio de nível aeroespacial na sua estrutura, cerâmica na parte inferior e um vidro frontal bastante resistente. A marca garante ainda ter aplicado “revestimentos ultra-rígidos e um acabamento à prova de água nano-film”, o que, em teoria, melhora tanto a resistência à água como à corrosão. Para reforçar essa robustez, o relógio conta não só com certificação IP68 e 5ATM, mas também com a exigente norma IP69K, a mais alta. Durante os meus testes não cheguei a realizar qualquer teste extremo de durabilidade, mas também não andei propriamente com cuidados redobrados, tomei banho com ele, utilizei-o na piscina e, inevitavelmente, acabou por embater em portas e superfícies aqui e ali. Resultado? Nada de riscos no ecrã ou no corpo do relógio.
A versão de 46 mm do Huawei Watch GT 6 Pro pesa pouco mais de 50 gramas sem a bracelete. Para um smartwatch deste tamanho e com este acabamento, não considero nada pesado. É verdade que se nota mais robusto do que o Watch GT 6 regular, e que acaba por transmitir aquela sensação de solidez. Já quem optar pela bracelete em titânio, vais optar por ter um equipamento um pouco mais pesado, mas para mim, o peso está no ponto certo, tão equilibrado que passados uns minutos, até me esquecia de que o tinha no pulso. Mas, obviamente, isso depende daquilo a que cada utilizador está habituado.
No design, a Huawei manteve a moldura octogonal em torno do ecrã do Watch GT 6 Pro, acompanhada por suportes em titânio na parte superior e inferior. Estes suportes não são abertos, o que limita a compatibilidade com pulseiras universais. Provavelmente poderão conseguir adaptar algumas, mas dificilmente vão encaixar tão bem como as originais, já pensadas para este formato. Ainda assim, o design octogonal tem uma presença marcante e fica muito bem ao vivo. Do lado direito do Huawei Watch GT 6 Pro, encontramos dois botões, além do altifalante. O botão superior funciona como coroa rotativa, enquanto o inferior pode ser personalizado. Ambos oferecem um clique firme, mas o superior tem um toque mais sofisticado, com maior curso e um feedback tátil que torna a utilização bastante agradável. Para além disso, o design está muito bem conseguido e transmite a mesma robustez dos restantes componentes. A Huawei tem vindo a melhorar consistentemente este detalhe ao longo dos anos, e com este GT 6 Pro nota-se claramente que a empresa deu mais um passo em frente.
No lado esquerdo do Huawei Watch GT 6 Pro não encontramos absolutamente nada digno de registo. Já na parte inferior está o sensor de frequência cardíaca, discretamente integrado. À primeira vista, pelas imagens promocionais, podia parecer que a moldura se eleva mais do que o ecrã, mas na prática a transição entre os dois está muito bem conseguida. O toque é fluido, sem ressaltos ou arestas, e o dedo desliza naturalmente sem prender em lado nenhum. A construção transmite mesmo uma sensação de qualidade sólida. Normalmente gosto de experimentar materiais diferentes, mas esta versão revelou-se extremamente prática, sobretudo em contacto com a água. É confortável, seca quase instantaneamente e, no caso de treinos ou atividades físicas, acaba por ser a solução menos eficaz por causa da bracelete em titânio, mas ainda assim muito confortável.
Huawei Watch GT 6 Pro
A Huawei equipou o Watch GT 6 Pro com um ecrã AMOLED de 1,47 polegadas (contra 1,43 polegadas do antecessor), redondo, com resolução de 466 x 466. O painel está bem protegido e é surpreendentemente brilhante. O ajuste automático de brilho funcionou sempre de forma impecável, mas, quem preferir pode desligá-lo e recorrer ao controlo manual. Em qualquer dos casos, a visibilidade ao ar livre, mesmo sob sol direto, nunca foi um problema. O ecrã é nítido, com cores vivas, ângulos de visão muito bons e uma resposta ao toque rápida e precisa. O brilho máximo chega aos 1.200 nits, mas com picos a chegar aos 3.000 nits. Não é o ecrã mais luminoso que já vi num smartwatch, mas é mais do que suficiente para qualquer cenário do dia-a-dia. A leitura ao sol é clara e sem esforço, por isso este ponto não deve preocupar ninguém. Para além disso, há uma boa seleção de mostradores disponíveis de origem, e claro, a possibilidade de descarregar mais, mas falarei sobre isso quando falar sobre o software.
Outro detalhe que nunca falhou foi o gesto de levantar o pulso. Sempre que girava a mão para ver as horas ou notificações, o ecrã do Watch GT 6 Pro ligou-se de imediato. Esse movimento está muito bem calibrado, o que, sinceramente, já esperava tendo em conta a minha longa experiência com o Watch GT 5 Pro, que continua a ser (ou era?) o meu smartwatch de eleição. No geral, este visor é excelente, brilhante, nítido e responsivo. Não tenho mesmo nada a apontar, está entre os melhores que já utilizei num smartwatch.
Por vezes sinto que sou muito repetitivo quando falo do desempenho geral dos smartwatches da Huawei. Tenho testado vários modelos ao longo dos anos e a verdade é que a experiência tem sido, quase sempre, excelente. No Watch GT 6 Pro não foi diferente, já que tudo funciona de forma ágil, seja a rolar mensagens, a navegar pelos menus ou a explorar as funcionalidades de fitness. Na minha utilização diária, nunca consegui fazer o GT 6 Pro bloquear ou ficar com lag, já que a sua fluidez manteve-se sempre constante. E há um detalhe extra, é que a Huawei voltou a melhorar as animações. Confesso que, nos modelos anteriores, nunca me interessei muito por esse detalhe, mas aqui, notei logo a diferença. Não porque sejam intrusivas, mas porque estão realmente bem feitas. São rápidas, suaves e tornam a experiência muito mais agradável. Um exemplo simples é quando se fecha a gaveta de aplicações, estas “desaparecem” de forma suave pelo centro do ecrã. Dependendo da ação, a Huawei aplica diferentes animações, o que dá um toque mais refinado à interface. A verdade é que durante as três semanas em que utilizei este Watch GT 6 Pro para escrever esta review, não houve um único momento em que tivesse bloqueado. Não sei exatamente que chip está por trás nem a quantidade de RAM, mas, sinceramente, isso pouco me importa, já que o que realmente interessa é que o seu desempenho é irrepreensível.
Huawei Watch GT 6 Pro
Se há algo em que a série GT da Huawei costuma brilhar, é na autonomia, e este modelo não é uma exceção, superando em muito aquilo que todos os seus antecessores (e a concorrência) já ofereceram. O Huawei Watch GT 6 Pro oferece uma duração de bateria que no mínimo considero impressionante, graças à sua bateria de alta densidade com 847mAh – um valor incomum para um smartwatch. De acordo com a marca, é possível obter até 21 dias com utilização muito leve, cerca de 14 dias com utilização regular, e 40 horas no modo desportivo. E se na teoria parece ótimo, como se comporta na prática? Durante as minhas semanas de testes precisei de o carregar apenas uma vez. Convém dizer que o equipamento já vinha com cerca de 60% de bateria, por isso não cheguei a esgotar um ciclo completo. Tive praticamente todos os modos de monitorização ativados, utilizei-o três ou quatro vezes no ginásio, recebi imensas notificações, recorri ao GPS em três ou quatro ocasiões e ainda assim a autonomia surpreendeu. O Always On Display esteve sempre desligado, já que pessoalmente nunca o utilizo, até porque a maioria das pessoas também não. Não faz sentido gastar bateria extra quando o ecrã liga automaticamente sempre que se levanta o pulso. Para mim, isso chega perfeitamente.
Com esta utilização, diria que a estimativa da Huawei bate certo, cerca de três semanas de autonomia com utilização regular, ou duas semanas com utilização intensa. Claro que tudo depende de como o relógio é utilizado. Se desativarmos algumas funções, como o monitor de sono, a medição contínua da frequência cardíaca ou o GPS, facilmente se consegue estender a autonomia em mais 3 ou 4 dias. Dá, de facto, para puxar bastante por esta bateria, desde que devidamente seletivo nos modos ativos. Quanto ao carregamento, demora cerca de 80 minutos para carregar totalmente a bateria, através do disco magnético incluído na caixa. Não é a velocidade de carregamento mais impressionante do mercado, mas também não fica nada mal, pouco mais de uma hora de carga para até três semanas de utilização parece-me excelente.
Huawei Watch GT 6 Pro
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Huawei Watch GT 6 Pro
Huawei Watch GT 6 Pro
Huawei Watch GT 6 Pro
Huawei Watch GT 6 Pro
O Huawei Watch GT 6 Pro vem equipado com o HarmonyOS, o sistema operativo proprietário da marca que neste caso, já na versão 6.0, ou seja, a mais recente. A Huawei introduziu uma série de melhorias subtis, nomeadamente nas animações, que estão agora muito mais polidas. É até a primeira vez que realmente reparei nelas num smartwatch da Huawei. Já lá estavam, mas aqui funcionam de forma impecável: rápidas, suaves e sem qualquer arrastamento. No geral, a experiência com o HarmonyOS tem sido excelente, o sistema é responsivo, não notei um único lag ou falha.
Como é habitual, os mostradores assumem grande destaque. O que vem de fábrica pode ser alterado com uma pressão longa no ecrã ou através da aplicação Huawei Health. Vêm pré-instalados 12 mostradores, mas é possível descarregar muitos mais pela aplicação, tanto gratuitos como pagos. A sua navegação é simples: deslizar de cima para baixo revela os atalhos rápidos, enquanto deslizar de baixo para cima mostra as notificações. Da direita para a esquerda encontramos ecrãs de widgets, e no sentido contrário a previsão do tempo e o controlo multimédia. A coroa rotativa abre a gaveta de aplicações, com um layout bastante semelhante ao do Apple Watch, com todos os ícones a aparecem no ecrã e podemos aproximar ou afastar a visualização através da própria coroa. Quem preferir, pode trocar este estilo por uma lista simples de aplicações, sem complicações. Já o botão inferior é totalmente personalizável, e por defeito abre os treinos, mas no meu caso costumo configurá-lo para o cronómetro, que é uma das funcionalidades que mais utilizo.
No que toca a notificações, existe uma limitação, que é não haver sincronização bidirecional. Ou seja, se eliminarmos uma notificação no telemóvel, ela desaparece do relógio, mas se o fizermos primeiro no relógio, a notificação mantém-se no telemóvel. Honestamente, até prefiro este sistema, assim nunca corro o risco de perder algo importante por acidente. Até porque, sendo sincero, raramente respondo a mensagens diretamente a partir do smartwatch.
E já que estou a falar das notificações, os cartões são bastante eficazes e mostram bastante informação, mesmo em mensagens longas. Dependendo da aplicação, é possível utilizar respostas pré-definidas ou até digitar a resposta através de um teclado, onde os Emojis também estão disponíveis. O que ainda não está totalmente perfeito são os ícones de algumas aplicações. Por exemplo, na aplicação Vinted o ícone não é apresentado corretamente. Na versão anterior do HarmonyOS isso funcionava, por isso não sei bem o que mudou, mas provavelmente uma atualização futura resolverá a questão. A verdade é que não acontece com todas as aplicações, mas pode ser algo frustrante. Fora isso, as notificações chegam instantaneamente, sem qualquer problema. Mas para isso convém seguir as instruções da Huawei, para remover a aplicação Huawei Health da lista de poupança de bateria do seu smartphone, entre outros ajustes.
É possível instalar aplicações de terceiros mas a oferta é realmente muito limitada (para não dizer quase nula). Por isso, quem estiver habituado a aplicações específicas do Wear OS, provavelmente não as irá encontrar aqui. Na realidade, a maioria das pessoas não sentirá falta de nada, porque o relógio já inclui todas as funcionalidades essenciais. No geral, o HarmonyOS 6.0 no Huawei Watch GT 6 Pro é excecional e representa uma evolução face à versão anterior e é, sem dúvida, a melhor iteração que já utilizei num smartwatch da Huawei.
Como seria de esperar, este relógio está repleto de funcionalidades de saúde e fitness. A nova versão do TruSense está melhor do que nunca e funciona como um verdadeiro hub para todas as funcionalidades de monitorização física da Huawei. Um detalhe interessante é que este modelo conta com 12 canais para medir o oxigénio no sangue, e a sua leitura demora cerca de 15 segundos e, pelo meu teste, revelou-se bastante precisa. Para além disso, temos análise de ECG de nível médico, monitorização de stress, medição da temperatura da pele e muito mais. Uma melhoria que se nota é a tecnologia de escurecimento do vidro, que impede a entrada de luz externa nos sensores, contribuindo para leituras mais fiéis, algo que realmente se nota. Consegui medições de oxigénio no sangue em cerca de 15 segundos. Comparando com o Watch GT 5 Pro, os resultados diferiam um pouco, assim como as leituras de temperatura da pele. A análise de ECG, por outro lado, foi mais rápida do que no modelo anterior. A monitorização de sono também funcionou na maior parte do tempo. Por exemplo, quando acordo e fico a ler notícias no telemóvel durante cerca de meia hora, a mão em que utilizo o relógio quase não se move, e mesmo assim o relógio consegue perceber que estou acordado.
Quanto ao lado fitness, há mais de 100 modos desportivos disponíveis no Watch GT 6 Pro, desde corrida indoor e outdoor, natação, mergulho, mergulho livre e até golfe, entre muitos outros. É também possível traçar planos de treino com o recurso Percursos de Corrida ou usar o RouteDraw para planear corridas ou passeios de bicicleta. O GPS fixou o sinal rapidamente e mostrou-se mais preciso do que no Watch GT 5 Pro. Durante os treinos no ginásio, passeios de bicicleta ou caminhadas realmente longas, a experiência foi sempre muito boa, com registos fiéis e consistentes.
Uma das novidades do Huawei Watch GT 6 Pro, inédita no mundo dos smartwatches para desporto, é a medição de potência virtual para ciclistas. Esta funcionalidade calcula em tempo real a potência da pedalada com base na velocidade, inclinação, peso do utilizador e da bicicleta, oferecendo informações precisas sobre o desempenho sem recorrer a um medidor de potência externo. Ao combinar esta tecnologia com dados científicos, o Watch GT 6 Pro oferece aos ciclistas a possibilidade de otimizar treinos e resultados, acompanhando cada pedalada com precisão. Obviamente, esta funcionalidade é dedicada a ciclistas avançados, e não se traduz numa funcionalidade útil para quem utiliza a bicicleta por lazer. E o mesmo é válido para muitas funcionalidades avançadas para os amantes de golfe, e para aqueles que gostam de trail. Isso porque este Watch GT 6 Pro vem equipado com um sensor de inclinação dedicado que, em conjunto com o GPS, o mapeamento e a altimetria, consegue melhorar bastante a estimativa de inclinação face aos métodos “clássicos” utilizados por outros relógios. O resultado são dados agregados relativamente complexos e, segundo quem já os pôde experimentar (eu ainda não os testei), são bastante fiáveis. Claro que ainda não estão ao nível de um medidor de potência “real”, mas já servem para estimar a potência média e até calcular um FTP básico.
Não posso terminar esta review sem referir que o Watch GT 6 Pro conta com o Health Insights, um resumo inteligente da nossa saúde geral que destaca mudanças, e variações, em comparação com os padrões semanais e mensais. Uma funcionalidade muito prática para manter tudo sob controlo sem precisar de verificar cada parâmetro individualmente.
Huawei Health
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Huawei Health
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Não são muitos os utilizadores que recorrem a smartwatches para fazer chamadas, mas se é algo que lhe interessa, o Huawei Watch GT 6 Pro permite fazê-lo através do Bluetooth, e essa é uma funcionalidade que utilizo com alguma frequência. O relógio conta com um altifalante no lado direito e um microfone incorporado, e a sua qualidade do som é superior à da grande maioria dos smartwatches que já utilizei. Claro que estamos a falar de um altifalante de relógio, mas é suficientemente bom para chamadas telefónicas e, para ser sincero, até soa bastante alto. Quanto à captação da voz, em algumas chamadas referiram que eu tinha a voz “um pouco estranha”, mas nada de grave. Os problemas surgem sobretudo em ambientes com muito ruído, o que é natural. Fora isso, e longe de ruas movimentadas ou de obras, dá para atender chamadas sem grandes complicações.
O Huawei Watch GT 6 Pro torna-se assim num dos melhores smartwatches que já utilizei, e arrisco-me a dizer que é provavelmente o melhor. Combina um design elegante e robusto, um ecrã brilhante e responsivo, uma autonomia impressionante e um conjunto completo de funcionalidades de saúde, fitness e notificações. Para quem procura um smartwatch fiável, bem construído e versátil, esta nova solução da Huawei é muito difícil de superar.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Huawei.
A Lenovo justificou a decisão com a dificuldade em dar resposta ao volume inesperado de encomendas da sua nova consola portátil para jogos.
A Lenovo confirmou o cancelamento de algumas pré-reservas do novo Legion Go 2, alegando que a procura pela nova máquina portátil dedicada a jogos “excedeu substancialmente as expectativas”, levando a atrasos na distribuição. A decisão foi comunicada através de um espaço de perguntas e respostas criado no Reddit a 15 de setembro, onde vários utilizadores relataram que as suas encomendas tinham sido adiadas. Um jogador alemão referiu, por exemplo, que a janela inicial de entrega para setembro foi empurrada para novembro.
Num primeiro esclarecimento a 17 de setembro, a empresa reconheceu falhas de comunicação, assumindo que as pré-reservas superaram as previsões iniciais e que isso resultou em “extensões imprevistas nos prazos de entrega”. A Lenovo pediu, então, paciência à comunidade, garantindo que estava a trabalhar com equipas em todo o mundo para acelerar o processo.
Dois dias depois, a 19 de setembro, a marca voltou a atualizar a situação, confirmando que algumas unidades já estavam a ser enviadas para as lojas e distribuidores globais, mas que seria necessário cancelar algumas das pré-reservas feitas diretamente no site oficial. “Não acreditamos em manter pagamentos de clientes para produtos que não conseguimos enviar atempadamente”, explicou a empresa, assegurando que a loja online será atualizada assim que o stock for reposto.
A Lenovo admitiu que “falhou desta vez”, pedindo desculpa à comunidade e prometendo maior cautela no futuro. Ainda assim, reforçou que a disponibilidade em lojas físicas e plataformas de retalho digital deverá melhorar nas próximas semanas.
A confirmar-se a veracidade desta procura mais alta do que o stock, revela-se um impressionante, considerando o valor elevado e desajustado a outras soluções no mercado semelhantes, com a Lenovo a ser criticada pela impressa especializada e entusiastas desde o seu anúncio oficial.
Oficialmente designado como Legion Go 2 (8,8”, 2), este novo computador portátil para jogos chega ao mercado em outubro, sucedendo ao modelo original de 2023, agora com ecrã OLED, comandos redesenhados e bateria maior. O preço em Portugal começa nos 999 euros, com versões mais avançadas a incluir processador AMD Ryzen Z2 Extreme, até 32 GB de RAM e 2 TB de armazenamento.
O novo MatePad 12 X 2025 aposta no ecrã PaperMatte, desempenho de topo e design ultra-fino.
A Huawei voltou a renovar o seu catálogo de tablets com o MatePad 12 X 2025, um novo com design ultra-fino, hardware de elevado desempenho e a já reconhecida tecnologia PaperMatte, que simula o toque do papel.
Com apenas 5,9 mm de espessura e um peso de 555 gramas, apresenta-se como um dos tablets mais finos do mercado, acompanhado com um design minimalista, com linhas suaves e margens reduzidas em torno do ecrã. O equipamento está disponível em duas cores, verde e branco, ambas com acabamento mate e detalhes metálicos.
O ecrã deste novo novo tablet é composto por um painel LCD de 12 polegadas com resolução de 2800 × 1840 pixeis, suporte para HDR Vivid, brilho de até 1000 nits e taxa de atualização variável de até 144Hz. O destaque vai para o revestimento PaperMatte, uma solução que confere ao ecrã um acabamento mate, reduzindo reflexos e recriando a textura do papel. A Huawei afirma que esta tecnologia melhora a legibilidade em ambientes externos, reduz a fadiga ocular e, em conjunto com a M-Pencil Pro, aproxima a experiência de escrita digital da sensação do papel.
No interior do MatePad 12 X 2025 encontra-se o novo processador Kirin T92B, desenvolvido pela própria Huawei, acompanhado por 12GB de RAM e 256GB de armazenamento interno. E integra ainda um sistema de refrigeração com câmara de vapor 3D, uma solução normalmente reservada para os equipamentos topo de gama. Do lado do software, o dispositivo sai de fábrica com o HarmonyOS 4.3 pré-instalado, que é a versão mais recente do sistema operativo da marca.
A bateria é de 10.100 mAh, que, segundo a fabricante, garante várias horas de utilização, mesmo com o ecrã a funcionar em altas taxas de atualização. Já o carregamento rápido com fio chega aos 66W. Para além disso, o MatePad 12 X 2025 integra seis altifalantes estéreo e dois microfones. Na traseira encontra-se uma câmara de 50MP com flash LED, enquanto a frontal, de 8MP. Em termos de ligações, o tablet conta com suporte para o Wi-Fi 7 de banda dupla e Bluetooth 5.2.
O novo tablet da Huawei já está disponível por 649€, numa única versão com 12GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. Quem comprar o tablet recebe de forma gratuita a Huawei M-Pencil Pro, o teclado e 12 meses de Huawei Care, um “seguro” que protege o ecrã do tablet contra danos acidentais.
O novo topo de gama da marca chinesa mergulha com funcionalidades futuristas ao introduzir comunicação subaquática, materiais premium e outras funcionalidades avançadas para atletas e exploradores.
A Huawei apresentou oficialmente o Watch Ultimate 2, o primeiro dispositivo do género a integrar comunicação subaquática através de sonar, permitindo enviar mensagens pré-definidas até 30 metros de distância, realizar chamadas e até ouvir música debaixo de água. Em situações de emergência, os mergulhadores podem ainda recorrer a uma função SOS com alcance até 60 metros, reforçando a aposta da marca na segurança dos utilizadores.
Construído em metal líquido à base de zircónio e com resistência à água até 150 metros, o Watch Ultimate 2 foi concebido para resistir condições extremas. A isto junta-se o sistema de Antena Gap, que garante maior intensidade de sinal ao ar livre, e o sistema de posicionamento Sunflower, suportado por algoritmos avançados e cinco sistemas de navegação em banda dupla, para assegurar precisão em ambientes exigentes. Outra das novidades é a compatibilidade com eSIM, para efetuar chamadas sem necessidade de um smartphone, beneficiando ainda de cancelamento de ruído para maior clareza em contextos ruidosos.
A nível de design, a Huawei aposta em materiais duráveis, com caixa em metal líquido, moldura em cerâmica nano cristalina bicolor e vidro de safira. A versão azul chega com bracelete em tecido compósito entrançado, acompanhada por alternativas em titânio e fluoroelastómero, enquanto a versão preta vem equipada com bracelete fluoroelastómero, substituível por uma bracelete própria para mergulho incluída no conjunto.
O smartwatch integra ainda o sistema TruSense, suportado pela tecnologia multissensorial X-TAP, capaz de fornecer até 11 métricas através da funcionalidade Health Glance. Conta também com monitorização em tempo real do SpO2, da frequência cardíaca e do sono. Já em autonomia, foram anunciados até 11 dias em modo de poupança de bateria e 4,5 dias em modo padrão.
O Huawei Watch Ultimate 2 está disponível em preto por 899€ e azul por 999€, e para assinalar este lançamento, a marca oferece os auriculares Huawei FreeBuds Pro 4 na compra sua compra.
Os dois clássicos da Nintendo Game Boy Advance chegam ao Nintendo Switch Online + Expansion Pack
A Nintendo anunciou a chegada de dois novos jogos ao catálogo da Nintendo Game Boy Advance incluído no serviço Nintendo Switch Online + Expansion Pack. As novidades ficam disponíveis a partir de 25 de setembro e correspondem a dois clássicos da Namco lançados originalmente no início dos anos 2000, Mr. Driller 2 e Klonoa: Empire of Dreams.
O primeiro é um puzzle com origem nos salões de arcada que foi adaptado para a portátil no lançamento japonês da Nintendo Game Boy Advance. Em Mr. Driller 2, o jogador acompanha Susumu e Anna numa corrida contra o tempo para escavar blocos coloridos que ameaçam soterrar o mundo. A jogabilidade exige gerir o ar disponível enquanto se avança em profundidade, com diferentes modos como Mission Driller, Endless Driller e Time Attack Driller.
Já Klonoa: Empire of Dreams é um puzzle-platform lançado em 2001, no qual a personagem principal, Klonoa, acompanhada pelo companheiro Huepow, enfrenta um decreto do imperador Jillius que proíbe os sonhos. A aventura estende-se por 40 níveis onde é necessário derrotar inimigos com o Wind Bullet, resolver quebra-cabeças e recolher objetos de apoio.
Tal como acontece com outros jogos adicionados ao serviço, ambos terão funcionalidades modernas como gravação e carregamento imediato de progresso, bem como a possibilidade de rebobinar a ação.
Juntamente com estas duas novidades, a aplicação Nintendo Game Boy Advance recebeu recentemente a atualização 3.0.0, que introduziu mapeamento de botões e suporte até 1080p em modo portátil na Nintendo Switch 2.
A Nintendo apresenta as melhorias das remasterizações com novo vídeo de apresentação de Super Mario Galaxy e Galaxy 2.
A Nintendolançou um novo trailer de sete minutos dedicado a Super Mario Galaxy e Super Mario Galaxy 2, que chegam às consolas Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 já no dia 2 de outubro. O vídeo serve como um resumo do que vai distinguir esta nova edição dos jogos, desde melhorias técnicas a conteúdos adicionais, ao mesmo tempo que apresenta os jogos a novas gerações de jogadores.
Trailer de apresentação de novidades de Super Mario Galaxy e Galaxy 2
As duas aventuras lançadas originalmente na Nintendo Wii surgem agora com resolução melhorada, 1080p na Nintendo Switch e 4K na Nintendo Switch 2, onde incluem também além de uma interface e texturas revistas. O trailer confirma ainda a introdução de um modo de assistência concebido para jogadores menos experientes, compatibilidade com figuras Amiibo e a adição de novos capítulos no livro de Rosalina, que expandem a mitologia da série.
A Google lançou o Google App Para Windows que introduz uma pesquisa rápida e integrada, algo que a própria Microsoft nunca conseguiu oferecer com a ferramenta nativa do sistema.
Durante vário ano, a pesquisa do Windows foi criticada pela lentidão, pela falta de consistência e pela dependência do Bing. Agora, a Google surge com uma alternativa em fase experimental, a Google App para Windows, que de acordo com a marca procura melhorar a forma como se encontra informação no sistema operativo.
A proposta baseia-se numa barra de pesquisa que pode ser ativada através da combinação de teclas Alt + Espaço. Esta permite aceder em segundos a resultados que abrangem não apenas resultados na web, mas também ficheiros locais, aplicações instaladas, downloads recentes e documentos armazenados no Google Drive. O funcionamento remete para a experiência de pesquisa instantânea que consolidou a posição da Google na internet, com resultados imediatos, sugestões e preenchimento automático. O feedback inicial dos participantes norte-americanos em fases de teste aponta para uma experiência mais simples e fiável do que a oferecida pelo Windows Search.
Para além da pesquisa textual, a aplicação integra o Google Lens, possibilitando pesquisas visuais diretamente no ambiente de trabalho. Existe ainda um modo opcional com recurso ao Gemini, apresentado como uma forma de obter respostas contextuais e interativas em linha com os atuais assistentes digitais.
Por enquanto, a aplicação está restrita a quem participa no programa Google Labs nos Estados Unidos, sem previsão oficial para outros mercados.
A nova parceria entre a NVIDIA e a Intel visa desenvolver processadores x86 personalizados e SoCs com GPUs RTX para data centers e PCs de alto desempenho.
A NVIDIA anunciou um investimento de 5 mil milhões de dólares na Intel, numa decisão que marca uma alteração estratégica significativa para a fabricante de semicondutores, atualmente a atravessar um período difícil. O acordo contempla também uma colaboração no desenvolvimento de processadores e sistemas em chip (SoCs) destinados a data centers e PCs de alto desempenho.
O investimento será concretizado através da compra de ações da Intel a 23,28 dólares cada, cerca de 7% abaixo do preço de fecho da última quarta-feira, conferindo à NVIDIA uma participação aproximada de 4% na empresa, sujeita às aprovações regulatórias. Jensen Huang, CEO da NVIDIA, classificou a iniciativa como uma “colaboração histórica”, juntando a inteligência artificial e a computação acelerada da NVIDIA aos processadores e ao ecossistema x86 da Intel.
No âmbito da parceria, a Intel vai desenvolver processadores x86 personalizados para plataformas de infraestrutura de IA da NVIDIA e SoCs que integrarão GPUs RTX. Estes chips vão equipar computadores que requerem integração de elevado desempenho entre CPU e GPU, recorrendo à tecnologia NVLink da NVIDIA para melhorar a comunicação entre arquiteturas.
O anúncio teve impacto imediato nos mercados, com as ações da Intel a chegarem a disparar 30% antes da abertura, atingindo 33 dólares, estando agora cotadas a 31,02 dólares (+24,58%). Já as da NVIDIA subiram 2%. Esta valorização abre caminho a uma eventual quebra da fase de consolidação de 30 semanas.
O investimento surge poucas semanas depois de o governo dos Estados Unidos ter adquirido cerca de 10% da Intel por 8,9 mil milhões de dólares. Estas injeções de capital representam um reforço importante para a empresa, que perdeu terreno na computação móvel e falhou a recente vaga da inteligência artificial que catapultou a NVIDIA para o topo do setor tecnológico.
A HP revelou um novo conjunto de impressoras domésticas e empresariais, scanners e uma plataforma cloud para colaboração em projetos profissionais.
A HP revelou uma nova geração de soluções de impressão que integra sistemas inteligentes, serviços cloud e medidas de segurança avançadas. A atualização procura responder às necessidades de utilizadores domésticos, criadores e empresas num contexto de digitalização e trabalho híbrido.
Para o público doméstico, a linha HP Envy Photo permite impressão fotográfica com qualidade profissional, integrada na aplicação HP Smart. Os Iron-On Transfers permitem personalizar peças de vestuário com cores duradouras. E os modelos HP DeskJet 2900 e 4300 combinam impressão básica com diagnósticos inteligentes e conteúdos educativos e criativos.
No setor empresarial, a série LaserJet Enterprise 8000 oferece segurança quântica contra ciberataques e velocidades de impressão adaptadas a grandes organizações. A HP lançou também o Build Workspace, uma plataforma cloud pensada para arquitetura, engenharia e construção, que automatiza tarefas repetitivas e facilita a colaboração em projetos.
Já a digitalização recebe atenção com os scanners ScanJet 4200 e 9000, integrados na cloud e concebidos para fluxos de trabalho digitais.
HP DeskJet 2900
Com este anúncio, em comunicado, Pedro Brito, diretor ibérico de Impressão da HP, afirma que a impressão continua a ter utilidade no dia a dia. “Na HP, acreditamos que a impressão mantém um papel relevante em todos os contextos, seja para proteger dados empresariais ou para registar momentos familiares.”
A nova Canon EOS C50 chega ao mercado em novembro com um preço elevado de 3.799€.
A Canon anunciou a expansão da sua prestigiada linha Cinema EOS com o lançamento da EOS C50, a câmara de cinema mais compacta da série até à data. Este novo modelo vem equipado com um sensor CMOS full-frame de 7K, capaz de gravar internamente em formato RAW até 60 FPS. Já as fotografias atingem uma resolução de 32MP, enquanto o novo modo Open Gate permite utilizar toda a superfície do sensor, oferecendo maior flexibilidade na escolha do enquadramento e do formato de vídeo.
Concebida para responder às exigências de profissionais do sector audiovisual, a EOS C50 integra o sistema Dual Pixel AF II, ISO de base dupla (800/6400) e montagem RF, assegurando compatibilidade com uma vasta gama de objetivas, incluindo as EF e PL através de adaptadores. Entre os elementos que reforçam o seu perfil profissional contam-se ainda entradas de áudio XLR, sincronização de timecode e punho removível. A versatilidade do equipamento estende-se às ligações, uma vez que a nova câmara suporta transmissão em direto via UVC/UAC, dispõe de dois slots para cartões (CFexpress e SD) e integra-se com o Frame.io, permitindo o envio imediato de ficheiros proxy para a nuvem.
Com estas características, a Canon posiciona a EOS C50 como uma solução compacta, mas altamente capaz, para produções cinematográficas, documentais e de transmissão em direto. A chegada ao mercado europeu está prevista para novembro de 2025, com um preço de referência de 3.799€.
O Health Connect evoluiu de um simples agregador de dados para o rastreio autónomo de passos e saúde.
Tudo indica que a Google tem planos mais ambiciosos para o Health Connect do que aqueles que foram inicialmente apresentados. Originalmente concebido como um simples agregador de medições e dados de outras plataformas, a aplicação começa agora a introduzir rastreio autónomo, com a versão Beta 2 do Android 16 QPR2 a confirmar que a ferramenta já consegue contar automaticamente os passos do utilizador através dos sensores do smartphone.
A longo prazo, isto poderá transformar a plataforma de um mero “hub” de recolha de dados numa plataforma abrangente para monitorização autónoma de indicadores-chave de saúde. Já haviam sido identificados sinais desta expansão quando o APK do Android Canary versão 2508 foi analisado, mas faltavam provas concretas de que estas funcionalidades estivessem ativas na aplicação. Mas com as notas de lançamento do Android 16 QPR2 Beta 2, a Google confirmou finalmente essa novidade, e agora, ao abrir o Health Connect, surge um banner na parte superior que explica que a aplicação pode agora rastrear passos utilizando os sensores do smartphone, permitindo ainda que outras aplicações acedam a esta informação.
Agora, ao tocar no botão “Rever” na aplicação, o utilizador é levado para uma página que lista todos os dispositivos que fornecem dados ao Health Connect, incluindo o próprio smartphone, embora este surja atualmente como um dispositivo “desconhecido”.
O novo modelo de 27 polegadas da Philips recebe o popular modo duplo que alterna entre resoluções e alto desempenho.
A Philips revelou o Evnia 27M2N5901A, um novo monitor orientado para jogos de 27 polegadas que introduz já popular Dual Mode, que permite alternar rapidamente entre resoluções e taxas de atualização. Neste caso o Dual Mode do Evnia 27M2N5901A alterna instantaneamente entre 4K a 160Hz, dando prioridade a altas resoluções, e 1080p a 320Hz atingindo uma frequência mais rápida e alta. A tecnologia usada é o IPS, assegurando 1 ms GtG e 0,5 ms Smart MBR, reduzindo o desfoque em transições rápidas.
O novo modelo conta com certificação VESA DisplayHDR 400, suporte para AdaptiveSync e iluminação Ambiglow inteligente, que ajusta dinamicamente as cores emitidas para acompanhar a ação no ecrã. Integra também as já habituais funções como o Smart Crosshair, que adapta automaticamente a cor da mira, o Stark ShadowBoost, que melhora a visibilidade em zonas escuras, e o Smart Sniper, que amplia vários alvos dando suporte competitivo.
A nível de ligações, o Evnia 27M2N5901A integra USB-C com 65W Power Delivery, HDMI 2.1, hub USB, colunas incorporadas e switch KVM, que permite controlar vários dispositivos com o mesmo teclado e rato. Vem ainda equipado com uma base ajustável e tecnologias de proteção ocular como Flicker-Free e LowBlue Mode contribuem para conforto em longas sessões.
O Philips Evnia 27M2N5901A ficará disponível a partir de outubro com um preço recomendado de apenas 379€.
O novo sistema de sistema surround da Hisesne combina tecnologia própria da marca com engenharia acústica da Devialet e suporte Dolby Atmos.
A Hisense apresentou o HT SATURN, um sistema de som surround de 4.1.2 canais desenvolvido em colaboração com a Devialet, para oferecer som envolvente em salas de estar. O conjunto integra a certificação Tuned by Devialet e a tecnologia Hi-Concerto, exclusiva da marca, que permite sincronização direta com televisores compatíveis da Hisense.
O sistema soma 720 W de potência através de 13 altifalantes, apoiados por um subwoofer sem fios de 6,5 polegadas. E oferece compatibilidade com Dolby Atmos e DTS:X em conteúdos compatíveis, prometendo um som evolvente e pré-calibrado, expandindo-se até 7.1.2 canais quando ligado a TVs da marca.
Conta com ligações sem fios de banda tripla, Bluetooth 5.3, HDMI IN, HDMI eARC e entradas óticas, expandindo as capacidades de utilização. E destaca-se ainda a função EzPlay que integra os controlos no comando da televisão, com ajustes diretamente no ecrã. Adicionalmente, o design modular do conjunto permite instalar os satélites na parede ou de forma independente.
O Hisense HT SATURN já está disponível através dos distribuidores oficiais, com um preço recomendado de 999€.
O Venu 4 é o grande destaque entre os três novos smartwatches anunciados pela Garmin.
A Garmin anunciou oficialmente três novos smartwatches, orientados para a saúde e fitness, para aventura ao ar livre e para o público infantil. O destaque vai para o Garmin Venu 4, sucessor direto do Venu 3, acompanhado pelo Garmin Instinct Crossover AMOLED e pelo Garmin Bounce 2.
O Venu 4 foi anunciado em versões de 41 e 45 mm, mantendo o design metálico e as opções de bracelete em silicone ou couro. A principal novidade estética é a inclusão de uma lanterna LED integrada. Entre as funcionalidades de bem-estar, novidades como o Status de Saúde que analisa desvios nas métricas habituais para avaliar impactos na condição física; o Registo de Comportamentos que permite inserir hábitos específicos e obter relatórios sobre como influenciam o sono, o stress e a variabilidade da frequência cardíaca (VFC); e o Alinhamento do Sono, um novo relatório que cruza o ritmo circadiano com os padrões de descanso.
O Venu 4 estreia ainda o Garmin Fitness Coach, que disponibiliza treinos personalizados para mais de 25 modalidades, ajustados diariamente ao histórico do utilizador. No campo da acessibilidade, inclui leitura em voz alta da hora e métricas de saúde, bem como filtros de cor para pessoas com diferentes tipos de daltonismo. A autonomia anunciada é de até 10 dias (41 mm) ou 12 dias (45 mm) em modo smartwatch, ou seja, valores ligeiramente inferiores aos do modelo anterior.
Garmin Venu 4
Concebido para utilizadores aventureiros, o Instinct Crossover AMOLED combina ponteiros analógicos com um ecrã AMOLED, garantindo visibilidade em qualquer contexto. Os ponteiros possuem revestimento fotoluminescente, e a função RevoDrive recalibra automaticamente a hora após impactos.
Com caixa de 47 mm, o relógio conta com a norma militar MIL-STD-810, oferecendo resistência a choques térmicos, vibrações e humidade. A autonomia chega aos 14 dias em utilização normal, podendo estender-se até 18 dias no modo de poupança de energia. O modelo está disponível nas variantes Standard (Charcoal e Bronze/Sunburst) e Tactical Edition (apenas em Preto), esta última com funções dedicadas a exploração discreta, compatibilidade com óculos de visão noturna e cálculos balísticos.
Garmin Instinct Crossover AMOLED
O Bounce 2 representa a segunda geração do smartwatch infantil da Garmin, agora com design circular e ecrã AMOLED de 1,2 polegadas. Introduz comunicação bidirecional, transcrição de mensagens de voz e compatibilidade com música através do Amazon Music. Apesar das melhorias, a autonomia mantém-se em cerca de 2 dias. E tal como no primeiro modelo, o relógio oferece localização em tempo real, controlada pelos encarregados de educação através da aplicação Garmin Jr.
Garmin Bounce 2
O Garmin Venu 4 fica disponível a partir de 22 de Setembro por 549,99€ (versão Standard) ou 599,99€ (versão Exclusive, com bracelete adicional em couro), já o Garmin Instinct Crossover AMOLED já se encontra à venda com preços de 599,99€ (Standard) e 699,99€ (Tactical Edition); e o Garmin Bounce 2 é exclusivo aos Estados Unidos, por 299,99 dólares, com serviços LTE opcionais a 9,99 dólares/mês ou 99,99 dólares/ano.
O YouTube introduziu IA generativa para apoiar a criação de vídeos curtos, incluindo geração de vídeo, áudio e edição automática.
O YouTube revelou um conjunto de ferramentas baseadas em inteligência artificial generativa dedicadas ao formato Shorts. A principal novidade é o Veo 3 Fast, uma versão otimizada do modelo de vídeo da Google, criada para gerar clipes em 480p a partir de descrições em texto, com menor tempo de processamento. A novidade inclui também a possibilidade de integrar áudio original em conteúdos produzidos por inteligência artificial.
Entre as funções em teste está uma que anima imagens estáticas, aplicando movimento de um vídeo a uma fotografia. O Veo passa ainda a permitir a aplicação de estilos artísticos em vídeo, como efeitos inspirados em pop art ou dobragens de origami, e a introdução de objetos ou personagens através de texto descritivo.
Outra novidade é a possibilidade de converter diálogos de vídeos qualificados em faixas sonoras reutilizáveis noutros Shorts, transformando vários excertos em materiais sonoros. Já a função Speech to Song, apoiada no modelo Lyria 2 da Google, converte voz em canções e oferece diferentes estilos musicais. Esta funcionalidade será testada inicialmente com criadores de conteúdo nos EUA antes de uma implementação mais alargada.
Por fim, a nova ferramenta Editar automatiza parte da pós-produção, analisando gravações, selecionando momentos, aplicando música e transições e gerando dobragens adaptadas ao conteúdo, numa primeira fase em inglês e hindi. Os testes decorrem no YouTube Shorts e na aplicação YouTube Create, com expansão prevista para países selecionados nas próximas semanas.
O Baixa Hotels Group vai investir 6 milhões de euros para expandir o Hotel da Baixa e o Blue Liberdade Hotel, adicionando mais de 30 quartos em Lisboa.
O Baixa Hotels Group prepara-se para reforçar a sua presença na hotelaria lisboeta com um investimento de seis milhões de euros ao longo dos próximos dois anos. O plano prevê a criação de mais de 30 novos quartos nas unidades que já detém na cidade, entre elas o Hotel da Baixa e o Blue Liberdade Hotel.
A expansão já começou no Hotel da Baixa, situado na Rua da Prata, onde decorre a construção de nove novos quartos, que se irão juntar aos 66 já existentes. Inaugurado em 2018, este boutique hotel tornou-se rapidamente uma referência, não apenas pela sua fachada revestida a azulejo verde, mas também pela forma como presta homenagem à cultura portuguesa e à história da Baixa Pombalina. Cada andar foi pensado para evocar personalidades marcantes, como Eça de Queirós, Gil Vicente ou o Marquês de Pombal, enquanto o átrio exibe peças recuperadas de antigos estabelecimentos comerciais da zona. No interior, a memória do edifício também se mantém viva através das paredes de tabique originais e de um acervo musical com 600 discos de vinil, testemunho do tempo em que ali funcionou a icónica Discoteca Festival.
O Blue Liberdade Hotel, localizado nos Restauradores, acompanha este percurso de expansão. Reconhecido pelo TripAdvisor como uma das melhores opções na sua categoria de 3 estrelas, tem consolidado a reputação do Baixa Hotels Group, que hoje se apresenta como uma marca de referência no segmento.
Mais especificamente em Porto de Mós. No entanto, ainda não há data de inauguração prevista para este espaço da Action no distrito de Leiria.
A Action, discount store de produtos não alimentares que chegou a Portugal em fevereiro de 2024, tem vindo a crescer de forma consistente em território nacional. De momento, a empresa conta com 23 lojas no país, sendo que as mais recentes lojas foram inauguradas em Guimarães.
Porém, e como seria de esperar, a expansão não irá ficar por aqui, até porque a Action tem o objetivo de ficar cada vez mais perto dos portugueses. E olhando para o mapa de lojas da marca em Portugal, podemos dizer que ainda tem muito por onde se expandir.
Anteriormente, revelámos que, em breve, a Action irá inaugurar uma loja na cidade de Santarém, mais especificamente na Quinta das Cegonhas, ao que tudo indica no Santarém Retail Park, e também em Beja. Também já anunciámos que a cadeia irá abrir espaços na Amadora, Oeiras e Covilhã. E agora, eis que descobrimos mais uma localização: Porto de Mós.
Em junho, divulgámos que a Action iria abrir uma loja na região de Leiria, mas, na altura, não se sabia em que cidade. Porém, está agora confirmado que a retalhista europeia irá surgir em Pedreiras, Porto de Mós, junto à Hôma, na antiga loja chinesa localizada no Atlantic Retail Park.
Esta iminente abertura é relevante quando sabemos que será a primeira loja Action no distrito de Leiria. Para já, a data de abertura não foi divulgada, mas uma inauguração não deverá demorar muito mais tempo.
A expansão da Action surge numa altura em que a cadeia, conhecida pelo formato de desconto em produtos não alimentares, responde à procura crescente no mercado português. Com a futura abertura, os clientes terão acesso a uma oferta de cerca de 6.000 artigos distribuídos por 14 categorias, que incluem brinquedos, produtos para o lar, jardinagem, bricolage e alimentação. A empresa destaca a renovação semanal do catálogo, com cerca de 150 novos produtos, mantendo o preço médio abaixo dos 2€.
A empresa tem investido na melhoria da qualidade dos produtos e em medidas ambientais, incluindo a redução da pegada carbónica das operações, a eliminação do gás nas lojas e a utilização de iluminação LED. A marca também exige critérios rigorosos aos seus fornecedores, promovendo a sustentabilidade nas matérias-primas, como algodão certificado Better Cotton, madeira proveniente de florestas certificadas FSC ou PEFC, e cacau certificado Fairtrade desde 2022.
A ER225 assume particular importância como eixo de ligação entre territórios de forte peso rural, económico e turístico.
A Estrada Regional 225 (ER225), que atravessa o distrito de Viseu, foi alvo de uma intervenção de requalificação ao longo de 31 quilómetros, num investimento de 6,9 milhões de euros. A obra responde a uma reivindicação antiga das populações locais, incidindo na melhoria da segurança rodoviária, da mobilidade e da coesão territorial.
Os trabalhos incidiram sobre o troço da ER225 compreendido entre o limite dos distritos de Aveiro e Viseu, ao quilómetro 36,380, e a vila de Castro Daire, ao quilómetro 67,380. Esta intervenção surge após uma primeira fase já concluída anteriormente, garantindo agora a requalificação integral da via.
A obra incluiu também a reabilitação integral do pavimento, a atualização da sinalização vertical e horizontal e a beneficiação do sistema de drenagem. Foram igualmente reformulados dois entroncamentos, localizados aos quilómetros 39,675 e 39,760, além da estabilização de nove taludes – oito de escavação e um de aterro.
A ER225 assume particular importância como eixo de ligação entre territórios de forte peso rural, económico e turístico. A modernização desta via permite encurtar distâncias, reforça a competitividade das atividades económicas e contribui para um desenvolvimento regional mais equilibrado. Espera-se ainda que a intervenção se traduza numa redução da sinistralidade, bem como na diminuição do ruído e das emissões poluentes, com impacto direto na qualidade de vida das comunidades.
Este investimento insere-se na estratégia da Infraestruturas de Portugal de reforço da Rede Rodoviária Nacional. De acordo com a empresa, estão em curso cerca de 190 empreitadas, num valor global de 2.400 milhões de euros, abrangendo os setores rodoviário e ferroviário.
Além disso, os tarifários Yorn agora aceitam novas adesões de pessoas com até 35 anos de idade.
Foi no ano passado, em novembro de 2024, que falámos pela última vez da Yorn aqui no Echo Boomer, na altura para referir que a marca da Vodafone tinha multiplicado os dados móveis oferecidos aos clientes. Pois bem, e com o verão a acabar, há ótias novidades nestes tarifários: ficaram mais baratos, com mais dados móveis e, agora, aceitam novos registos de pessoas com até 35 anos de idade.
Comecemos pelos novos tarifários. Há quatro opções, sendo que os preços variam entre os 10 e os 16€/mês:
O plano com 101GB de dados móveis custa 10€/mês;
O plano de 201GB de dados móveis custa 12€/mês e inclui 100GB de armazenamento Google One até 31 de dezembro de 2025, bem como seis meses de Amazon Prime;
O plano de 501GB de dados móveis custa 14€/mês e dá direito a todas as ofertas anteriores, com a adição de HBO Max até ao final do ano;
Por último, têm o plano de dados móveis ilimitados que, por 16€/mês, oferece tudo o que foi referido anteriormente, bem como Disney+ até ao final de 2025.
Ou seja, e como puderam perceber, cada 2€ a mais por mês corresponde a mais dados móveis, bem como a novas ofertas de serviços de streaming. Atençao que estes preços são válidos apenas para novos clientes e para adesões efetuadas até ao final de setembro, o que quer dizer que a Yorn pode perfeitamente estender esta campanha.
Convém referir, no entanto, que há uma Política de Utilização Responsável em Roaming, neste caso de 12,23GB de dados móveis por mês para o tarifário Yorn 101GB, de 14,67GB de dados móveis por mês para o tarifário Yorn 201GB, de 17,12GB de dados móveis por mês para o tarifário Yorn 501GB, e de 19,55GB de dados móveis por mês para o tarifário Yorn Ilimitado.
Há, ainda, outra novidade no mundo Yorn. Até aqui, os tarifários eram exclusivos para dades iguais ou inferiores a 25 anos. No entanto, alguém com mais de 25 anos podia aderir à Yorn se comprovasse estar inscrito num curso que confira grau académico. Mas tal requisito deixou de ser necessário, uma vez que, se clicarem na opção “Mais Detalhes”, irão ler que os “tarifários Yorn são de adesão exclusiva para sub 35 ou estudantes”.