OPPO Find X9 será apresentado globalmente a 28 de outubro

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O novo modelo assinala a estreia do processador Dimensity 9500 da MediaTek.

A OPPO confirmou que irá apresentar a série Find X9 em Barcelona a 28 de outubro, após ter sido lançado anteriormente na China. O evento marcará a estreia internacional dos modelos Find X9 e Find X9 Pro, ambos equipados com o novo Dimensity 9500, o mais recente processador topo de gama da MediaTek.

De acordo com a marca, a nova série promete continuar “a ultrapassar os limites da fotografia móvel”, com a colaboração da Hasselblad, responsável pelo desenvolvimento conjunto do sistema de câmaras.

O Find X9 apresenta-se em Preto Espacial, enquanto o Find X9 Pro surge em Cinzento Titânio. Ambos contam com acabamento em vidro mate e moldura em alumínio escovado. Os ecrãs planos têm margens reduzidas de 1,15 mm, com diagonais de 6,59 e 6,78 polegadas, respetivamente.

O sistema Hasselblad Master Camera, apoiado pelo motor de imagem LUMO, introduz novas capacidades de fotografia computacional. O modelo Pro inclui ainda uma teleobjetiva de 200 MP, resultado direto da colaboração com a Hasselblad. A gravação de vídeo chega a 4K a 120 FPS, com suporte para Dolby Vision e formato LOG compatível com o padrão ACES, destinado a utilização em pós-produção profissional.

Ambos os modelos irão utilizar baterias de silício-carbono de terceira geração, com 7025 mAh no Find X9 e 7500 mAh no Find X9 Pro.

O sistema operativo instalado é o ColorOS 16, baseado no Android 16, que introduz melhorias de fluidez e otimização gráfica.

Em paralelo, a OPPO anunciou uma colaboração com o Discovery Channel na iniciativa chamada “Every Culture Finds Its Stage”, que dá continuidade ao projeto “Culture in a Shot”. A campanha incentiva comunidades de diferentes países a partilhar registos culturais captados com a câmara Hasselblad da série Find X9.

Huawei lança pagamentos NFC na série Watch GT 6

O Huawei Watch GT 6 permite agora pagamentos contactless através da Quicko Wallet, com encriptação avançada e autenticação segura.

A Huawei introduziu oficialmente a função de pagamento NFC na série Watch GT 6, permitindo realizar pagamentos contactless diretamente a partir do smartwatch. A funcionalidade foi concebida para oferecer uma experiência simples e segura, dispensando o uso do smartphone ou da carteira física.

A integração com a aplicação Quicko Wallet possibilita efetuar pagamentos com um único toque no pulso, estando o serviço disponível para utilizadores de equipamentos Huawei, Android e iOS. De acordo com a empresa, a tecnologia utiliza encriptação de dados e códigos de autenticação únicos, reduzindo o risco de interceção ou clonagem de informações.

As transações são processadas pela Quicko SP. Z O. O., instituição de pagamento sediada na União Europeia e autorizada a operar em Portugal desde fevereiro de 2022, sob supervisão do Banco de Portugal. Para ativar o serviço, é necessário instalar a aplicação Quicko Wallet tanto no smartphone como no smartwatch, através da loja de aplicações.

Para além da série Watch GT 6, a Huawei confirma que os pagamentos NFC estarão também disponíveis em outros modelos, incluindo as séries Watch 5, Watch Fit 4 e Watch Ultimate, reforçando a expansão das soluções de pagamento móvel no seu ecossistema.

Xiaomi supera a Apple e a Huawei na venda de wearables

A Xiaomi é a nova favorita dos consumidores que procuram smartbands e smartwatches, a nível global.

A Xiaomi atingiu o topo da liderança global em remessas de dispositivos vestíeis, os wearables, no segundo trimestre de 2025, superando marcas como a Apple e a Huawei. O crescimento homólogo de 61% da empresa chinesa foi impulsionado pela popularidade das suas smartbands, tanto das séries Xiaomi como Redmi, que oferecem funcionalidades avançadas a preços relativamente mais acessíveis aos bolos dos consumidores, face à concorrência direta.

O mercado total cresceu 13%, com 50,2 milhões de unidades remetidas. Embora as smartbands dominem o volume de vendas, os smartwatches representaram 69% do valor total do mercado, demonstrando que os consumidores estão a gastar mais em modelos premium.

Remessas globais no segundo trimestre de 2025
Remessas globais no segundo trimestre de 2025 (Fonte: Omdia)

A Xiaomi está a consolidar o seu sucesso através do HyperOS, o seu sistema operativo que unifica e integra smartphones e wearables. Enquanto a Apple, que caiu para terceiro lugar, mantém a referência no segmento premium, a batalha dos wearables foca-se agora na capacidade das marcas em criar ecossistemas coerentes e integrados para reter os utilizadores.

Google revela o Veo 3.1

O novo modelo geração de vídeo inteligente da Google introduz melhorias visuais e de áudio, além de novas funções no editor Flow.

A Google apresentou o Veo 3.1, uma atualização do seu gerador de vídeo inteligente. A nova versão substitui o Veo 3, lançado no Google I/O de 2025, e introduz melhorias na geração de imagem, na integração de áudio e nas ferramentas de edição.

De acordo com a Google, o Veo 3.1 gera vídeos com maior fidelidade visual, recriando texturas e iluminação de forma mais precisa e credível. O sistema foi também ajustado para gerar som com maior coerência entre vozes, ambientes e movimentos. Outra melhoria incide sobre a interpretação de estilos visuais, com o modelo a conseguir representar objetos e personagens com maior consistência do que anteriormente.

A funcionalidade de conversão de imagem em vídeo foi igualmente revista e, agora, o modelo consegue agora gerar pequenos clips a partir de descrições textuais mais detalhadas, com resultados mais estáveis do que nas versões anteriores.

O Flow, a aplicação de criação de vídeo da Google, também foi atualizado para integrar as novas capacidades do Veo 3.1. Entre as ferramentas incluídas estão os chamados Ingredientes para vídeo, que combinam elementos visuais distintos, a Extensão de Cena, que prolonga automaticamente um clip existente, e os Quadros para vídeo, que geram transições entre imagens de início e de fim.

A aplicação passou também a permitir alterações mais diretas nas cenas, com o utilizador a poder adicionar novos elementos ou personagens, enquanto o sistema ajusta automaticamente iluminação e perspetiva. A Google afirma que também está a desenvolver uma função para remover objetos ou pessoas de um vídeo sem necessidade de edição manual.

O Veo 3.1 e a versão Veo 3.1 Fast já estão disponíveis na aplicação Gemini, na API Gemini e na Vertex AI, com suporte para formatos de 16:9 e 9:16.

Razer apresenta a nova webcam Kiyo V2 com resolução 4K e ferramentas inteligentes

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As novas webcams Kiyo V2 apostam na imagem de alta definição e em ferramentas inteligentes para criadores de conteúdo.

A Razer lançou a Kiyo V2 e a Kiyo V2 X, que marcam a nova geração da sua linha de webcams voltada para criadores de conteúdo, streamers e profissionais. O modelo Kiyo V2 oferece captação 4K a 30 FPS e recorre a otimizações inteligentes integradas através da aplicação Camo Studio, desenvolvida em parceria com a Reincubate. Já a Kiyo V2 X, a versão mais acessível, aponta para a resolução 1440p a 60 FPS, com focagem automática, microfone integrado e utilização plug-and-play.

A Kiyo V2 utiliza um sensor Sony STARVIS de 8,3 MP, que promete ótimo desempenho em ambientes com pouca luz e reprodução fiel de tons de pele e contraste. A Razer afirma que esta solução permite ajustar automaticamente a exposição, o balanço de brancos e a redução de ruído, mantendo uma imagem estável sem necessidade de calibração manual.

Entre as novas funcionalidades da Kiyo V2, encontram-se a introdução de enquadramento automático – que recorre a pan, tilt e zoom digitais para manter o utilizador centrado na captura -, e as ferramentas de personalização no Razer Synapse, incluindo ajustes de ISO, velocidade do obturador e modos automáticos para streaming rápido. A câmara suporta ainda captura em HDR e inclui uma lente grande angular sem distorção.

A Razer Kiyo V2 já está disponível em Razer.com, nas lojas RazerStore e em revendedores autorizados, por 169,99€, enquanto que a Kiyo V2 X chega com preço de 109,99€.

NCIS: Tony & Ziva marca o regresso de Cote de Pablo e Michael Weatherly

Investigação Criminal: Tony & Ziva estreia em exclusivo na SkyShowtime, reunindo novamente os protagonistas da saga NCIS.

A SkyShowtime confirmou a estreia de NCIS: Tony & Ziva (Investigação Criminal: Tony & Ziva em Portugal) para 27 de outubro, assinalando o regresso de Cote de Pablo e Michael Weatherly aos papéis que conquistaram uma geração de fãs da franquia NCIS. A nova produção, exclusiva da plataforma, marca o reencontro de duas das personagens mais emblemáticas do universo televisivo norte-americano.

A narrativa retoma o ponto em que Tony DiNozzo deixou o NCIS para criar a filha que teve com Ziva David, após a alegada morte da agente. Anos depois, a verdade vem ao de cima: Ziva está viva e completa uma última missão antes de se reunir com Tony e a filha, Tali, em Paris. A série acompanha agora a vida da família, aparentemente estabilizada, até ao momento em que a empresa de segurança de Tony é atacada. Forçados a fugir pela Europa, Tony e Ziva enfrentam uma nova rede de ameaças enquanto tentam descobrir quem os persegue e, ao mesmo tempo, restaurar a confiança entre si.

O elenco da nova série integra ainda Amita Suman, Maximilian Osinski, Lara Rossi, Isla Gie, Nassima Benchicou, Terence Maynard, Julian Ovenden e James D’Arcy.

Weapons chega este mês à HBO Max

Com um orçamento de 38 milhões de dólares, Weapons rendeu cerca de 267 milhões de dólares nas bilheteiras.

O filme Weapons (Hora do Desaparecimento em Portugal), produzido pela New Line Cinema e distribuído pela Warner Bros. Pictures, vai chegar à HBO Max no dia 24 de outubro. O filme conta com um elenco de destaque, liderado por Josh Brolin, Julia Garner, Alden Ehrenreich, Austin Abrams, Cary Christopher, Benedict Wong e Amy Madigan.

A narrativa acompanha um acontecimento inquietante: todas as crianças de uma turma desaparecem simultaneamente na mesma noite, à mesma hora, ficando apenas uma delas. O mistério em torno deste desaparecimento leva uma pequena comunidade a questionar-se sobre o que, ou quem, poderá estar por trás do caso.

A realização está a cargo de Zach Cregger, que assina igualmente o argumento. A produção é de Roy Lee, Miri Yoon, J.D. Lifshitz e Raphael Margules, com Michelle Morrissey e Josh Brolin como produtores executivos.

O lançamento reforça o papel da HBO Max como uma das principais plataformas de streaming dedicadas ao cinema contemporâneo, reunindo títulos da Warner Bros. Pictures, DC Studios, Turner Classic Movies, A24 e Studio Ghibli, entre outros. O catálogo inclui desde produções recentes como A Minecraft Movie e Sinners, até sagas reconhecidas como It e The Conjuring, entre outras.

Parlamento aprova lei que proíbe vestes que tapem o rosto em locais públicos

O Parlamento aprovou a proibição do uso de roupas que impeçam a visibilidade do rosto, com exceções por razões de saúde ou segurança.

O Parlamento aprovou uma proposta que proíbe o uso de vestes que ocultem o rosto em espaços públicos, incluindo a burca e o niqab. A medida, que gerou ampla divisão entre os deputados, determina que é interdito circular em locais públicos com roupas que impeçam a visibilidade do rosto. Estão previstas coimas entre 200 e 4.000€, consoante se trate de negligência ou dolo. Quem obrigar outra pessoa a usar vestuário que oculte o rosto poderá incorrer numa pena de prisão até três anos, ao abrigo do Código Penal.

A proposta contempla, contudo, várias exceções. A proibição não se aplica em situações devidamente justificadas por motivos de saúde, segurança, razões profissionais, artísticas, climáticas ou religiosas, desde que comprovadas.

Entre os críticos da proposta, salientou-se o risco de que esta medida sirva mais para alimentar divisões do que para resolver problemas reais de segurança. Alguns deputados alertaram para o perigo de estigmatização da comunidade muçulmana e para a necessidade de garantir que a lei não seja usada como instrumento de discriminação.

Entretanto, as reações dentro da comunidade muçulmana têm sido diversas. O imã Abu Sayed, do Centro Islâmico do Bangladesh, minimizou o impacto da decisão, afirmando que o uso da burca “não é comum em Portugal” e que os fiéis “respeitarão as leis do país”. Também Rana Taslim Uddin, líder comunitário em Lisboa, considerou compreensível a lei se esta tiver apenas fundamentos de segurança, mas alertou que impor regras sobre a forma de vestir das mulheres muçulmanas “poderá violar a lei islâmica”.

Mais crítico, o imã da Mesquita Central de Lisboa, David Munir, considerou que o Parlamento está a “desviar atenções dos verdadeiros problemas do país”. Sublinhou que apenas “meia dúzia de mulheres” usam burca ou niqab em Portugal e que “não há qualquer caso em que o uso dessas vestes tenha colocado a segurança em causa”. Na sua perspetiva, esta legislação “é uma forma velada de atacar imigrantes” e representa “um discurso islamofóbico disfarçado de preocupação com os direitos das mulheres”.

Com a aprovação na generalidade, o projeto segue agora para a comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde será discutido antes da votação final global. Se for promulgada, a lei colocará Portugal entre os países europeus que já restringem o uso de vestes que ocultem o rosto em público, como França, Bélgica, Dinamarca, Áustria e Bulgária.

Foto: Imad Alassiry via Unsplash

Tarifa de eletricidade vai subir menos que a inflação em 2026, segundo proposta da ERSE

A ERSE propôs uma subida de apenas 1% nas tarifas de eletricidade para 2026, valor inferior à inflação prevista.

O Governo manifestou satisfação com a proposta da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) para as tarifas e preços da eletricidade em 2026, que prevê um aumento nominal de apenas 1% nas tarifas reguladas de venda a clientes em Baixa Tensão Normal (BTN) no território continental. O valor fica abaixo da taxa de inflação estimada para o próximo ano, traduzindo-se numa descida real do custo da eletricidade para os consumidores.

Nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, a proposta aponta para uma variação média de 0,8% nas tarifas reguladas de BTN, igualmente inferior à inflação prevista. De acordo com as estimativas, o impacto na fatura mensal será inferior a 40 cêntimos para a maioria das famílias. Já os beneficiários da tarifa social continuarão a usufruir de um desconto de 33,8%, medida que o Governo considera essencial para garantir equidade e apoiar os consumidores mais vulneráveis.

A proposta da ERSE reflete o resultado de uma política energética orientada para o equilíbrio e a sustentabilidade do sistema elétrico nacional. Entre os fatores que contribuíram para este cenário estão a redução dos custos associados à Produção em Regime Especial, decorrente do termo de vários contratos de remuneração garantida, e o reforço das medidas de contenção tarifária, com cerca de 401 milhões de euros de receitas canalizadas para a estabilização das tarifas. A diminuição da dívida tarifária em 508 milhões de euros reforça, segundo o Executivo, a trajetória de eliminação total até 2028.

No plano industrial, a proposta contempla reduções significativas nas tarifas de acesso às redes, nomeadamente de 31,7% em Muito Alta Tensão e de 30,5% em Alta Tensão, com o objetivo de reforçar a competitividade das empresas com elevado consumo energético.

Blanky dá o salto do digital para o físico com pop-up store em Oeiras

A Blanky abriu a sua primeira loja física no Oeiras Parque, disponível até janeiro de 2026, reforçando a ligação com o público.

A blanky inaugurou hoje a sua primeira loja física, em formato pop-up, no centro comercial Oeiras Parque. O novo espaço foi desenhado como uma extensão do universo da marca, com um ambiente minimalista e acolhedor, pensado para proporcionar uma experiência sensorial. Entre os elementos de destaque está uma cama em exposição, onde os visitantes podem testar o efeito dos cobertores pesados, o primeiro produto lançado pela blanky há cinco anos.

Reconhecida no setor europeu de têxteis-lar pela sua abordagem tecnológica e criativa, a marca tem vindo a alargar o seu catálogo para além dos cobertores pesados, introduzindo novos produtos pensados para o quarto e para a casa. Entre os mais recentes estão os lençóis ICE 2.0 em bambu, as almofadas com enchimento ajustável, as toalhas resistentes ao cheiro a humidade e as fronhas concebidas para cuidar da pele. A nova loja reúne estas criações, sublinhando o compromisso da blanky em oferecer soluções duradouras e pensadas para o dia a dia.

A loja pop-up da blanky encontra-se no piso 2 do Oeiras Parque e funcionará diariamente até 15 de janeiro de 2026.

Estudo revela que híbridos plug-in poluem muito mais do que o anunciado

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Estudo denuncia discrepância entre dados oficiais e emissões reais, revelando que os híbridos plug-in poluem quase tanto como os carros a combustão.

Surpresa, e desilusão para quem via nos híbridos plug-in uma ponte “verde” entre os motores de combustão e os veículos 100% elétricos. Um novo estudo da ONG Transport & Environment (T&E) revela que esses modelos são muito menos ecológicos do que se pensava, emitindo apenas 19% menos CO₂ do que os carros a gasolina ou gasóleo, muito longe da redução de 75% proclamada pelas autoridades europeias.

“É um verdadeiro escândalo ver tamanha diferença entre os números oficiais e as emissões reais”, afirma Yoann Gimbert, coautor do estudo. De acordo com os dados revelados, a discrepância aumentou nos últimos anos já que em 2023, os PHEVs (Plug-in Hybrid Electric Vehicles) emitiram quase cinco vezes mais CO₂ do que os valores declarados. Na prática, o comportamento dos condutores é um dos grandes responsáveis. Apesar de poderem circular vários quilómetros em modo 100% elétrico, apenas 27% das viagens são feitas sem recurso ao motor a combustão, muito abaixo dos 84% previstos pela União Europeia. E mesmo quando operam em modo elétrico, os motores convencionais são frequentemente acionados em subidas ou acelerações, resultando numa média de 68g de CO₂ por quilómetro, nove vezes mais do que o esperado.

As consequências económicas desta discrepância são significativas. A T&E estima que fabricantes como BMW, Volkswagen e Mercedes-Benz terão evitado cerca de 5 mil milhões de euros em multas entre 2021 e 2023 graças a estas medições generosas. E apesar das promessas da Comissão Europeia de rever os métodos de cálculo, o lobby automóvel alemão tem feito pressão para impedir mudanças substanciais, e simultaneamente, tenta adiar a proibição da venda de veículos a combustão, prevista para 2035.

Mais do que um debate técnico, o estudo reacende a questão de que os híbridos plug-in serão mesmo uma solução de transição sustentável ou apenas uma ilusão verde bem disfarçada?

Google Pixel Buds 2a – Review: bons, bonitos e (relativamente) baratos

Os novos Google Pixel Buds 2a atingem o ponto perfeito entre qualidade sonora, conforto e preço acessível, oferecendo uma experiência equilibrada e moderna sem sacrificar as funcionalidades essenciais.

Depois de um verão cheio de novidades da Google (com destaque para os novos Pixel 10 Pro XL e Pixel 10 Pro), chega agora a vez dos Google Pixel Buds 2a entrarem em cena. Estes auriculares prometem trazer uma experiência de som premium a um preço mais acessível, mantendo o ADN da marca: simplicidade, conforto e boa integração com o ecossistema Android.

Para contextualizar, a evolução desta linha tem sido bastante clara: os primeiros Pixel Buds chegaram em 2020, seguidos da versão mais acessível Pixel Buds A em 2021. Em 2022, a Google lançou os Pixel Buds Pro, elevando o nível de qualidade e funcionalidades, seguindo-se, em 2024, os Pixel Buds Pro 2, que trouxeram melhorias significativas em relação aos Pro originais. Agora, em 2025, chegam os Pixel Buds 2a, que prometem unir o melhor dos modelos Pro com a filosofia mais económica da série A.

Já tinha testado os Pixel Buds Pro 2 e, desde então, tornaram-se os meus companheiros diários, seja para treinar, trabalhar, viajar ou simplesmente relaxar a ouvir música. A sua qualidade sonora, o seu ótimo isolamento e conforto elevaram a fasquia para qualquer sucessor.

Por isso, a grande questão agora é: será que os novos Pixel Buds 2a conseguem manter o mesmo nível de desempenho e versatilidade? Ou serão apenas uma versão mais económica com compromissos que se notam no dia a dia? Vamos descobrir.

Mais compactos do que os Pixel Buds Pro 2, os novos Pixel Buds 2a destacam-se desde logo pelo peso. O conjunto completo, com estojo e auriculares, pesa apenas 47 gramas, e cada auricular tem cerca de 5 gramas. Em comparação, os Pixel Buds Pro 2 são significativamente mais pesados, com 14 gramas por auricular, ou seja, quase 10 gramas a mais em cada ouvido. Esta diferença de peso não é apenas um número técnico, é algo que dá mesmo para sentir na prática, já que têm uma estrutura pensada para se ajustar naturalmente ao ouvido, sem criar pressão nem desconforto, o que é ideal para quem usa auriculares durante todo o dia.

Os Pixel Buds 2a mantêm o formato familiar da linha, com o característico estojo oval de carregamento. O tamanho reduzido do estojo continua a ser uma das grandes vantagens deste design, já que cabe facilmente em qualquer bolso ou pequena bolsa, tornando-o extremamente prático para o dia a dia. Nesta versão que recebi, o estojo tem um exterior em plástico branco mate, com uma textura suave ao toque, quase sedosa, e um interior lilás, na cor chamada Íris (os auriculares estão também disponíveis numa versão em cinza escuro, designada Avelã). No entanto, o acabamento branco tende a acumular alguma sujidade com o uso, que foi o que aconteceu aos Pixel Buds Pro 2, algo comum em superfícies claras.

Um pormenor de destaque nesta versão é a linha lilás que contorna todo o estojo, acrescentando-lhe um toque elegante e distinto, tornando ainda mais o estojo visualmente apelativo. Na parte traseira, como seria de esperar, encontra-se o botão de emparelhamento Bluetooth, discreto mas facilmente acessível, e na base uma porta USB-C para carregamento.

Um detalhe curioso e muito bem-vindo está escondido por baixo do estojo: a bateria é substituível. Esta é uma escolha rara neste segmento e uma excelente forma de prolongar a vida útil do produto. Em vez de descartar o estojo quando a bateria começa a degradar-se, basta desaparafusar alguns pequenos parafusos, cuidadosamente disfarçados na estrutura, para aceder ao compartimento interno e substituí-la.

Já os auriculares em si não contam com bateria substituível, mantendo a estrutura selada habitual neste tipo de dispositivo. Apesar disso, o que mais me agrada nestes auriculares é o facto de terem uma ergonomia bem pensada. Consigo usá-los durante horas seguidas sem qualquer sensação de pressão ou desconforto. Aliás, posso dizer com alguma certeza que são dos poucos auriculares deste tipo que não me magoam. Tenho o ouvido pequeno e, por norma, os formatos mais volumosos (como a primeira geração dos Pixel Buds Pro) acabam por se tornar incómodos ao fim de pouco tempo, mas tanto os Pixel Buds Pro 2 como os Pixel Buds 2a encaixam na perfeição e quase me fazem esquecer que os estou a usar. É também bastante conveniente o facto de os Pixel Buds 2a virem acompanhados de quatro pares adicionais de pontas de silicone (nos tamanhos XS, S, M e L), sendo que as M já vêm instaladas nos auriculares. Esta variedade permite encontrar facilmente o ajuste perfeito para cada tipo de ouvido, garantindo maior conforto e melhor isolamento sonoro. No meu caso, optei por trocar imediatamente do tamanho M para o XS, que encaixou que nem uma luva na minha orelha. Ao encaixar, faço um pequeno movimento de torção, que garante não só mais conforto, como um excelente isolamento do ruído exterior.

Mas nem tudo são rosas e um dos pontos que separa os Pixel Buds 2a dos Pixel Buds Pro 2 é a ausência do controlo de volume diretamente nos auriculares, algo que, pessoalmente, considero uma das funcionalidades mais práticas dos Pixel Buds Pro 2. Nos Pixel Buds 2a, sou obrigada a recorrer ao telemóvel ou a comandos de voz para ajustar o som, o que nem sempre é tão prático no dia-a-dia. Ainda assim, os controlos por toque mantêm-se intuitivos: um toque para reproduzir ou pausar a música, dois toques para avançar para a faixa seguinte e um toque mais prolongado para ativar ou desativar o cancelamento de ruído. Além disso, através das definições da aplicação, é possível personalizar um dos toques para chamar o assistente Gemini. Por vezes, no dia a dia acontece-me tocar acidentalmente e pausar a música ou mudar de faixa sem querer, mas é raro acontecer.

Emparelhar os Pixel Buds 2a com o telemóvel é um processo simples e rápido. Basta manter pressionado o botão de emparelhamento na parte traseira do estojo até o LED começar a piscar, e depois selecioná-los no menu de Bluetooth do dispositivo. Em poucos segundos, está tudo pronto a funcionar, tanto no iiOS como no Android. Ainda assim, é dentro do ecossistema Android que os Pixel Buds 2a realmente brilham, graças à integração total com a aplicação Pixel Buds. O que mais aprecio em particular nesta aplicação é a sua simplicidade, com um menu minimalista, mas que cumpre bem o seu propósito. É através deste menu que se pode personalizar praticamente toda a experiência de utilização. Podemos, por exemplo, definir as funções de toque (como ativar o cancelamento de ruído ou o assistente Gemini), bem como consultar informações detalhadas, como o nível de bateria de cada auricular e do estojo. Há ainda menus dedicados ao controlo do cancelamento de ruído, ao assistente digital e, até, à monitorização do bem-estar auditivo, que ajuda a manter níveis de som seguros ao longo do tempo. Além disso, a aplicação gere automaticamente as atualizações de firmware, garantindo que os auriculares estão sempre com o melhor desempenho e as últimas melhorias da Google.

É também ainda através da aplicação que podemos localizar os auriculares, bastando para isso ativar a opção Localizador, onde é possível ver a localização exata dos auriculares no mapa. Se estivermos próximos do local onde se encontram, podemos fazê-los emitir um som para os identificar com facilidade. Este alerta sonoro torna-se ainda mais audível caso os auriculares estejam guardados no estojo de carregamento, ajudando a localizá-los rapidamente mesmo em ambientes mais barulhentos ou entre outros objetos. É uma funcionalidade especialmente interessante para os mais distraídos ou para quem tende a deixar os auriculares espalhados pela casa, mochila ou escritório.

Outro detalhe interessante nos Pixel Buds 2a é a possibilidade de os associar a vários dispositivos em simultâneo. Isto significa que podemos ter os auriculares emparelhados, por exemplo, com o telemóvel pessoal, o telemóvel de trabalho e, até, com um tablet ou computador, sem necessidade de estar constantemente a desligar e voltar a emparelhar. No fundo, isto permite manter ligações ativas com dois dispositivos ao mesmo tempo.

Além deste detalhe, o switch de áudio integrado permite alternar automaticamente entre dispositivos, consoante o que estamos a fazer, como por exemplo mudar da música no portátil para atender uma chamada no telemóvel. Ou podemos passar de um vídeo no computador para uma chamada no telemóvel sem tocar em nada, e depois voltar à música exatamente onde ficou. Vale a pena referir que estas duas funcionalidades, embora semelhantes, não são exatamente a mesma coisa. A conetividade multiponto garante apenas que os Buds 2a estejam ligados a dois dispositivos em simultâneo, enquanto o switch de áudio integrado é o que permite que a mudança entre eles aconteça automaticamente, consoante a atividade. Juntas, estas funções tornam o uso diário muito mais prático e inteligente, algo que até há pouco tempo só se via em auriculares de topo.

Em termos sonoros, os Pixel Buds 2a estão equipados com drivers de 11 mm, combinados com o processador Tensor A1, tecnologia que ajuda a otimizar cada detalhe do som. O resultado é uma experiência auditiva clara e equilibrada, com graves profundos, médios bem definidos e agudos nítidos, sem distorções mesmo em volumes mais elevados. Esta combinação permite que a música, podcasts ou chamadas soem mais naturais e envolventes, proporcionando uma sensação de imersão que se destaca pelo equilíbrio tonal. Além disso, a integração do processador A1 permite pequenos ajustes dinâmicos em tempo real, garantindo que os diferentes tipos de som sejam reproduzidos de forma consistente, independentemente do género musical ou da complexidade da faixa.

Para esta experiência imersiva, acaba por ajudar muito o facto de terem cancelamento de ruído ativo (ANC ou active noise cancellation), que proporciona um isolamento bastante eficaz dos sons exteriores, embora não seja absoluto. Com o ANC ativado, dependendo do tipo de música que estamos a ouvir, é possível praticamente desligar-se do ambiente à volta, a ponto de mal se perceber uma conversa ou ruídos de fundo. Quando precisamos de falar com alguém sem retirar os auriculares, o modo de transparência é a opção ideal. Neste modo, conseguimos ouvir novamente sons essenciais, como conversas ou carros a passar na estrada, mantendo a música em reprodução. Pessoalmente, acho esta função de ANC é particularmente útil em várias situações, como quando me quero concentrar no ginásio ou até mesmo durante viagens de avião. Como tenho algum receio de voar, o facto de conseguir atenuar significativamente o som dos motores ajuda-me a sentir-me mais calma e relaxada, tornando a experiência de voo menos stressante.

Já em chamadas, os Pixel Buds 2a oferecem uma experiência de chamadas muito satisfatória. O som é claro, a voz é captada com precisão e o cancelamento de ruído ajuda a reduzir sons de fundo. Mesmo em ambientes barulhentos, como ruas movimentadas ou transportes, é fácil manter conversas nítidas e sem grandes interrupções.

Relativamente à autonomia, há um detalhe que evidencia que os Pixel Buds 2a pertencem à gama de entrada: não oferecem carregamento sem fios, ao contrário dos Pixel Buds Pro 2. Ainda assim, a bateria cumpre bem o seu papel. No meu uso diário, com o cancelamento de ruído ativo, os Buds 2a conseguem facilmente cumprir as 7 horas de reprodução contínua, e caso o ANC esteja desligado, ficam praticamente perto das 10 horas prometidas. Nada mau.

Outra característica que me deixa bastante descansada é o facto dos Pixel Buds 2a terem certificação IP54, o que significa que são resistentes a salpicos de água e ao suor. Esta é uma grande vantagem para quem, como eu, utiliza os auriculares como companheiros de treino diários no ginásio.

Um dos grandes trunfos dos Pixel Buds 2a é a integração da inteligência artificial Gemini, que torna a experiência muito mais fluida em dispositivos Android. Podem, por exemplo, consultar mensagens, definir alarmes ou pesquisar informações, sem precisar tocar no telemóvel, e tudo graças ao chip Tensor A1, que garante respostas rápidas. Porém, para os utilizadores do iOS, algumas destas funcionalidades mais avançadas acabam por não estar disponíveis.

Em conclusão, os Pixel Buds 2a apresentam um excelente equilíbrio entre preço e funcionalidades, custando 149€, menos 100€ que os Pixel Buds Pro 2. Apesar de alguns senãos, pelo preço oferecem um som claro e equilibrado, cancelamento de ruído ativo eficaz, conforto prolongado mesmo em ouvidos pequenos, resistência a suor e salpicos, integração inteligente com o ecossistema Android e a conveniência da inteligência artificial Gemini. E por isso não há como não recomendar a sua compra.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela Google.

Razer lança a coleção Phantom White com estética retro-futurista

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A nova linha de periféricos Razer Phantom White apresenta-se em branco translúcido combinando designs minimalista com a iluminação do seu popular RGB.

A Razer adicionou novos equipamentos à sua série de periféricos Phantom com o lançamento da coleção Phantom White, uma nova linha em branco translúcido com uma estética retro-futurista, reminiscente da tendência dos gadgets translúcidos do início dos anos 2000, desta vez em tons de branco. O conjunto foi concebido para jogadores que para além de valorizarem o desempenho também procuram algo com um design diferente e único.

A coleção inclui uma seleção de equipamentos já conhecidos, o rato Basilisk V3 Pro 35K, o teclado BlackWidow V4 75%, os auscultadores Barracuda X Chroma, o tapete Firefly V2 Pro e o comando para dispositivos móveis Kishi V3, todos com corpos translúcidos que expõe parte da estrutura interna, ao mesmo tempo que se complementam com a iluminação Razer Chroma RGB.

Com preços entre 119,99 € e 229,99 €, os produtos da coleção Phantom White já estão disponíveis no site oficial da Razer, nas RazerStore e em revendedores selecionados em todo o mundo.

OnePlus apresenta o OxygenOS 16, baseado no Android 16

A nova versão do sistema operativo introduz maior integração com o Gemini, reforça a segurança e melhora a personalização.

A OnePlus revelou o OxygenOS 16, a mais recente versão da sua interface baseada no Android 16, com lançamento previsto para novembro. A atualização introduz uma integração mais profunda com o Google Gemini, novas ferramentas de produtividade e um conjunto de melhorias visuais e de segurança.

Entre as novidades está o Mind Space, um espaço de organização inteligente que permite gravar notas de voz e transcreve-las automaticamente para texto, com título e data gerados pelo sistema. O conteúdo é depois categorizado e associado a lembretes ou tarefas. Já o Gemini pode ainda procurar informações por voz e responder a perguntas com base nas notas guardadas. E o recurso Coleções Inteligentes promete agrupa automaticamente conteúdos semelhantes, como receitas ou críticas, em pastas temáticas.

O AI Writer é outra das adições, capaz de criar legendas para publicações, gerar planos e resumir gravações de voz com identificação automática de tópicos. No campo da imagem, o AI Portrait promete melhorar retratos em situações de pouca luz, enquanto o editor de vídeo integrado corta, une e ajusta clips, para além de converter vídeos em fotografias animadas.

A personalização foi reforçada com novos tamanhos de ícones e widgets, animações mais consistentes e efeitos de profundidade no ecrã de bloqueio. A Fluid Cloud, que mostra informações contextuais em bolhas flutuantes, passou a suportar mais aplicações, incluindo serviços de entrega e plataformas desportivas.

Em termos de desempenho, a OnePlus refere que o sistema é agora mais estável e responsivo, com maior fluidez entre jogos, videochamadas e aplicações em segundo plano. A segurança também foi reforçada com o Private Computing Cloud, que decide onde processar os dados para manter os mais sensíveis num ambiente protegido. E o novo Plus Lock permite bloquear o smartphone remotamente em caso de perda ou roubo, impedindo o uso por terceiros. Adicionalmente, foi introduzida também outra funcionalidade que bloqueia o dispositivo se o cartão SIM for removido sem autorização.

O lançamento do OxygenOS 16 começa em novembro para os OnePlus 13, OnePlus 12, OnePlus Open e OnePlus Pad 2 e 3, seguindo-se em dezembro as séries OnePlus 11 e Nord. Modelos anteriores, como o OnePlus 10 Pro, deverão receber a atualização no primeiro trimestre de 2026.

Túnel do Quebedo encerrado este sábado para trabalhos de limpeza

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A Câmara Municipal de Setúbal vai realizar trabalhos de limpeza no Túnel do Quebedo, obrigando ao corte do trânsito automóvel.

O Túnel do Quebedo, em Setúbal, estará encerrado ao trânsito automóvel no sábado, dia 18 de outubro, entre as 8h e as 18h, devido à realização de trabalhos de limpeza na infraestrutura. Durante o período de interdição, a circulação automóvel será desviada por percursos alternativos, definidos pela autarquia:

  • Sentido poente/nascente – os condutores devem utilizar o trajeto composto pela Avenida Manuel Maria Portela, Rua da Tebaida, Avenida Bento Gonçalves e Avenida Jaime Cortesão.
  • Sentido nascente/poente – o percurso alternativo faz-se pela Avenida Bento Gonçalves, Praça Miguel Bombarda, Ruas da Tebaida e Almeida Garrett e pelas Avenidas Alexandre Herculano, 5 de Outubro e Manuel Maria Portela.

A Câmara Municipal de Setúbal agradece a compreensão dos automobilistas e recomenda precaução na circulação nas vias envolventes, uma vez que poderão registar-se condicionamentos temporários durante o período dos trabalhos.

Assetto Corsa Rally é o novo simulador de corridas da Supernova Games Studios

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Assetto Corsa Rally e aposta numa simulação autêntica de rally, com lançamento em acesso antecipado no Steam já a 13 de novembro.

A Supernova Games Studios, em parceria com a KUNOS Simulazioni, anunciou Assetto Corsa Rally, o próximo capítulo da série de simulação Assetto Corsa, dedicado ao mundo do rally. O jogo será lançado em acesso antecipado na Steam a 13 de novembro, por 29,99€, e representa a expansão da série para um dos géneros mais exigentes e técnicos do desporto motorizado.

A chegada de um novo simulador de rally surge num contexto de ausência prolongada de grandes produções no género, depois de a Electronic Arts ter abandonado o suporte de EA Sports WRC e afirmado que não ia fazer mais jogos do género. Atualmente a licença do WRC e ficará nas mãos da Nacon, que deterá os direitos oficiais entre 2027 e 2032 para futuros jogos.

Assetto Corsa Rally é desenvolvido pela Supernova Games Studios, parte do grupo Digital Bros, e recorre ao motor físico da KUNOS Simulazioni, adaptado para as especificidades da condução em pisos de terra e alcatrão. De acordo com o estúdio, o motor foi ajustado para simular saltos, superfícies irregulares e variações de aderência com base na temperatura, humidade e tipo de terreno, oferecendo uma experiência que se quer próxima da realidade.

O jogo incluirá inicialmente 33 quilómetros de estradas digitalizadas com tecnologia laser, repartidos entre troços de gravilha no País de Gales e de asfalto na região francesa da Alsácia. Terá dez carros representativos de várias eras do rally, entre os lendários Grupo B, veículos WRC e modelos Rally2. A versão completa deverá expandir esse conteúdo para mais de 120 quilómetros de especiais e mais de 30 automóveis, com novos modos e uma carreira completa.

O jogo recorrerá ao Unreal Engine 5 otimizado para corridas e um sistema de danos visuais e mecânicos que influencia diretamente o comportamento do carro. O áudio também foi gravado a partir de veículos reais, e as notas de co-piloto foram desenvolvidas com profissionais do desporto, de forma a obter uma experiência mesmo autêntica

Mauro Notarberardino, diretor da Supernova Games Studios, afirma que a equipa decidiu criar o jogo “sentindo falta de um simulador de rally moderno”, contando com o apoio direto de pilotos, engenheiros e mecânicos. Já Marco Massarutto, cofundador da KUNOS Simulazioni, explicou que o novo projeto permite “explorar ao máximo o potencial do motor físico da série”, tirando partido de uma simulação focada em desafios contra o cronómetro em vez de corridas com múltiplos adversários em pista.

Assetto Corsa Rally será apresentado ao público pela primeira vez durante a SimRacing Expo, que decorre este fim de semana em Dortmund, com demonstrações jogáveis no espaço da Fanatec.

Rules of Engagement: The Grey State é o novo jogo da Tencent que mistura horror com elementos militares

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Rules of Engagement: The Grey State será gratuito e tem lançamento previsto para 2026.

A Tencent Games anunciou Rules of Engagement: The Grey State, um novo FPS de ação tático, que se mistura com elementos de jogos de RPG e de horror. Em desenvolvimento pela Grey State Studio, o jogo será free-to-play e tem lançamento previsto para 2026 no PC, através da Steam, Epic Games Store e WeGame, a plataforma da editora na China.

O projeto apresenta o Horrorverse, um mundo interdimensional onde uma vasta variedade de entidades de terror inspiradas em monstros e lendas da cultura popular coexistem. O jogador assume o papel de um Strider, um agente contratado para entrar na instável Grey State, uma das dimensões povoada por criaturas grotescas e artefactos anómalos. A missão passa por recuperar The Vertex, um artefacto de valor incalculável, enfrentando tanto entidades hostis como equipas rivais em busca do mesmo objetivo.

Com uma premissa pouco comum, a estrutura de jogo é baseada por missões que prometem ser intensas, onde cada expedição representa uma corrida contra o tempo. Inspirado noutros jogos de sobrevivência e de extração, as equipas começam com equipamento básico e têm de explorar o território, derrotar monstros e recolher recursos antes do encerramento da janela de tempo. No final, cada jogador decide entre sair em segurança com o lucro garantido ou arriscar tudo para disputar o artefacto principal, enfrentando outras equipas num confronto final.

Com lançamento inicial num teste alfa, estarão disponíveis três classes distintas, cada uma com uma árvore de talentos própria e espaço para abordagens criativas. Sledge é descrito como um combatente pesado que avança com escudo e martelo, Pyro domina o fogo e o gás em ataques de área e Phantom atua nas sombras com precisão e rapidez. De acordo com o estúdio, o sistema de progressão foi concebido para valorizar a inteligência tática e a sinergia entre jogadores, mais do que a simples perícia mecânica.

No seu modelo gratuito, em Rules of Engagement: The Grey State os jogadores poderão investir no jogo apenas para itens cosméticos, sendo que todo o tipo de itens e objetos mecânicos, com efeito direto na experiência de jogo, serão obtidos através do progresso dos jogadores. A equipa afirma ainda que quer desenvolver o projeto em conjunto com a comunidade, convidando os jogadores a participar nos testes e a partilhar sugestões através dos canais oficiais.

Quantic Dream revela Spellcasters Chronicles, o seu novo jogo multijogador gratuito para PC

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O estúdio francês reconhecido pelos seus jogos cinemáticos, aposta agora num formato competitivo com Spellcasters Chronicles. No seu anúncio, a Quantic Games confirma que Star Wars: Eclipse continua em desenvolvimento.

A Quantic Dream anunciou Spellcasters Chronicles, um novo jogo de ação e estratégia, na terceira pessoa, de combates 3vs3, desenvolvido para PC e com modelo free-to-play. O projeto assinala uma nova etapa na história do estúdio francês, tradicionalmente associado a narrativas interativas. No seu anúncio, surge acompanhado de uma mensagem do diretor David Cage, que aproveitou para confirmar que Star Wars: Eclipse, apresentado em 2021, continua em produção.

Cage descreve o novo jogo como “muito diferente” do trabalho anterior da Quantic Dream, conhecida por jogos como Heavy Rain, Beyond: Two Souls e Detroit: Become Human. O responsável sublinha que a equipa quis “arriscar e explorar novas formas de jogar e contar histórias”, reconhecendo que a entrada no género competitivo representa um desafio inédito para o estúdio.

Em Spellcasters Chronicles, os jogadores assumem o papel de magos capazes de manipular uma energia antiga chamada Source. Cada partida opõe duas equipas de três jogadores em arenas místicas, onde é possível voar livremente, lançar feitiços, erguer estruturas e invocar criaturas de diferentes dimensões, incluindo titãs gigantes que podem decidir o desfecho de uma batalha. A jogabilidade combina elementos de ação, estratégia em tempo real e construção de baralhos de feitiços, exigindo coordenação e planeamento entre os membros da equipa.

A Quantic Dream afirma também que será um jogo enquanto serviço, com um mundo em permanente evolução, influenciado pelas escolhas da comunidade ao longo de cada temporada. A fase beta fechada encontra-se já em preparação, com inscrições disponíveis através do site oficial.

Apesar deste novo foco multijogador, Star Wars: Eclipse permanece em desenvolvimento ativo. O projeto, passado durante a High Republic promete manter o estilo cinematográfico e a aposta narrativa que marcaram as produções anteriores da equipa. No entanto, pouco ou nada se sabe do atual estado do jogo, para lá desta pequena confirmação.

Battlefield 6 ultrapassa 7 milhões de unidades vendidas em três dias e torna-se no maior lançamento da série

Battlefield 6 tem o lançamento mais forte de sempre da franquia, superando todos os anteriores jogos da série e posicionando-se também entre os maiores lançamentos do ano.

A Electronic Arts confirmou que Battlefield 6 vendeu mais de 7 milhões de cópias nos primeiros três dias após o lançamento, tornando-se no jogo com melhor lançamento de sempre na história da série. O jogo registou também mais de 700 mil jogadores simultâneos no Steam durante as primeiras 24 horas, o valor mais alto alguma vez registado para a franquia.

De acordo com dados da Alinea Analytics, Battlefield 6 gerou cerca de 350 milhões de dólares em receitas brutas nos primeiros cinco dias, ultrapassando outros lançamentos de 2025 como Monster Hunter Wilds e Borderlands 4. Apenas EA Sports FC 26 mantem a liderança do ano, com 7,7 milhões de unidades vendidas no mesmo período.

Mais de metade das vendas de Battlefield 6 foram registadas no Steam, com 3,5 milhões de cópias e receitas acima dos 220 milhões de dólares. A PlayStation 5 representou cerca de 24% do total (1,5 milhões de unidades, sendo 86% em formato digital), enquanto a Xbox Series X|S respondeu por quase 20% (1,2 milhões).

Durante o primeiro fim de semana, os jogadores completaram 172 milhões de jogos online e assistiram a mais de 15 milhões de horas de transmissões em serviços de streaming. A Video Game Insights registou uma a sobreposição de jogadores com Call of Duty de 87,7%, seguida de Fortnite de 85,1%, e Grand Theft Auto V: Legacy Edition de80,5%. Nos mercados regionais, os Estados Unidos representam um terço da base de jogadores no Steam, seguidos da China (15%) e do Japão (3%).

O atual responsável da franquia, Vince Zampella, agradeceu à comunidade, referindo que “momentos como este nunca são dados como garantidos” e que há “muito mais para chegar nas próximas semanas”. Já o diretor-geral Byron Beede sublinhou que o jogo foi “criado a pensar nos fãs”, destacando o papel do feedback da comunidade durante a fase de Open Beta.

Estes números são um reflexo da qualidade dos modos principais de Battlefield 6, os multijogadore e o regresso do Portal, uma ferramenta que permite criar e partilhar modos personalizados. O jogo inclui ainda uma campanha narrativa que, de acordo com a nossa análise, não merece grande investimento de tempo e de energia dos jogadores.  

Battlefield 6 está disponível na PlayStation 5, na Xbox Series X|S e no PC (Steam, EA App e Epic Games Store).

Nestlé assinalou o Dia Mundial da Alimentação com iniciativas de literacia alimentar em Portugal

No Dia Mundial da Alimentação, a Nestlé apostou na educação alimentar e no debate sobre hábitos e escolhas que influenciam a saúde dos portugueses.

A Nestlé assinalou o Dia Mundial da Alimentação, celebrado ontem, dia 16 de outubro, com um conjunto de iniciativas centradas na promoção da literacia alimentar e na melhoria dos hábitos alimentares em Portugal. No âmbito do programa Nestlé por Crianças Mais Saudáveis, que já alcançou mais de três milhões de alunos, foi realizada uma sessão dedicada ao tema Dia Alimentar Equilibrado na Escola Mello Falcão, na Pontinha. A iniciativa marcou o arranque de um novo ciclo de atividades presenciais em escolas de todo o país durante o ano letivo de 2025/2026, promovendo experiências interativas que estimulam escolhas alimentares conscientes e incentivam estilos de vida mais saudáveis.

A empresa promoveu também um workshop de nutrição e alimentação sob o tema Alimentologia: a ciência por detrás da alimentação, com uma vertente teórica e prática, reforçando o compromisso de aproximar o conhecimento científico do público.

Neste Dia Mundial da Alimentação, a Nestlé Portugal reafirmou a sua estratégia de utilizar o poder da alimentação como meio de melhorar a qualidade de vida das pessoas, no presente e no futuro. A empresa tem vindo a desempenhar um papel ativo na promoção de hábitos alimentares equilibrados, apostando em programas educativos e na melhoria contínua do perfil nutricional dos seus produtos. Entre as várias ações desenvolvidas, destacam-se o programa Nestlé por Crianças Mais Saudáveis e o projeto Alimentologia, iniciativas que conjugam educação, ciência e prática alimentar.

Com 25 anos de existência, o programa Nestlé por Crianças Mais Saudáveis mantém-se como o único projeto de promoção de estilos de vida saudáveis dirigido a crianças com o apoio do Ministério da Educação, Ciência e Inovação. Desde a sua criação, envolveu mais de três milhões de crianças dos 3 aos 10 anos em atividades pedagógicas que incentivam uma alimentação equilibrada e sustentável.

O tema do concurso escolar deste ano letivo, É cá da terra, desafia as turmas participantes a escolher um alimento ou tradição alimentar típica da sua região e a apresentar um conteúdo criativo sobre o mesmo. A iniciativa abrange escolas do ensino público, particular e cooperativo, incluindo o pré-escolar e o 1.º ciclo, em todo o território nacional e nas regiões autónomas, desde que estejam inscritas no programa.

No campo da divulgação científica, o projeto Alimentologia reúne conteúdos digitais elaborados por especialistas em nutrição, com o objetivo de desmontar mitos alimentares e explicar, de forma acessível, os princípios científicos que orientam as escolhas alimentares. Entre os temas abordados estão o papel do açúcar, o impacto do café na saúde, a importância dos hidratos de carbono e a interpretação dos rótulos.

No âmbito desta celebração, a Nestlé realizou ainda um workshop dirigido aos blogs e meios de comunicação social, na sua sede em Linda-a-Velha, dedicado ao tema Alimentologia: A ciência por detrás da alimentação, onde o Echo Boomer esteve presente. O encontro incluiu uma componente prática, na qual preparámos várias refeições – como uma Base para sopas variadas, Schnitzel Vegetariano GARDEN GOURMET com legumes assados e uma Mousse de Chocolate para terminar -, funcionando como espaço de debate sobre o impacto das escolhas alimentares na saúde individual e no planeta.