Alabama Shakes regressam a Portugal para atuar no NOS Alive’26

Depois de uma década de pausa, os Alabama Shakes voltam à estrada e atuam em Portugal no NOS Alive’26.

Os Alabama Shakes regressam a Portugal no próximo verão, com concerto marcado para o dia 9 de julho no Palco Heineken do NOS Alive’26. O grupo de Athens, Alabama, nos Estados Unidos, volta assim aos palcos nacionais, naquela que promete ser uma das atuações mais esperadas do festival.

Formados por Brittany Howard, Heath Fogg e Zac Cockrell, os Alabama Shakes conquistaram projeção internacional em 2012 com o álbum de estreia Boys & Girls, editado pela ATO Records. Em 2015, o segundo álbum, Sound & Color, reforçou esse reconhecimento e assinalou uma clara evolução artística.

Uma década depois, Howard, Fogg e Cockrell voltam a reunir-se em estúdio, preparando nova música e o muito aguardado regresso dos Alabama Shakes.

Quanto aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais, com o diário a custar 84€, o passe de dois dias a custar 168€ e o passe de três dias a poder ser adquirido por 199€.

Bose QuietComfort Ultra Review: Cada vez melhores

Com pequenas melhorias os novos QuietComfort Ultra não se reinventam, mas melhoram o essencial, tornando-os numa das melhores apostas neste segmento.

Lançados no mercado por 479€, os novos Bose QuietComfort Ultra, apresentam-se, uma versão ligeiramente melhorada do modelo original, um pequeno ajuste que não chega a ser nenhuma revolução. E dado que a primeira geração já era uma das melhores ofertas do mercado, não é surpreendente que o desempenho do cancelamento de ruído e da qualidade sonora se mantenham praticamente idênticos. Há, contudo, algumas novidades que acrescentam algumas conveniências. Por exemplo, a sua aplicação recebeu novos controlos, os auscultadores podem agora ser colocados na horizontal para “descansar” e há suporte para áudio sem perdas através da sua porta USB-C.

O design mantêm-se praticamente inalterados face ao modelo anterior. Os auscultadores continuam a contar com as linhas elegantes e discretas, com um aspeto minimalista e um acabamento premium. As almofadas, revestidas num couro sintético suave e macio, transmitem uma sensação de conforto imediato, quase como se estivéssemos a utilizar algo feito à medida. E por se tratar de um produto não muito volumoso, os auscultadores têm um encaixe firme e muito estável, que é perfeito para mim, embora possa não ser ideal para quem tenha orelhas um pouco maiores. O peso está bem distribuído entre a haste e as conchas, e o acolchoamento é suficiente para utilizar ao longo de várias horas sem causar desconforto, algo essencial num par de auscultadores concebido para viagens. A única diferença estética notória está no acabamento metálico polido à volta das hastes, que substitui o anterior aspeto entre o fosco e o brilhante. Visualmente, é um toque mais vistoso, embora tenda a atrair marcas de dedos com facilidade.

Aquando da sua apresentação oficial, a Bose falou em pequenos ajustes na sonoridade, no cancelamento de ruído e nos modos de transparência, mas esta atualização está mais voltada para a conveniência do dia-a-dia do que para grandes novidades técnicas – onde até acaba por surpreender. Por exemplo, o modo de baixo consumo foi repensado e agora basta pousar os auscultadores na horizontal para que se desliguem da fonte de áudio, e ao voltar a colocá-los retomamos a música. É um detalhe simples, que torna a utilização dos QuietComfort Ultra mais natural e orgânica no nosso dia-a-dia. Para além disso, mantém-se o botão físico de energia e um estojo funcional, o que dá alguma tranquilidade a quem prefere um controlo mais tangível. A autonomia também recebeu um ligeiro impulso, já que passou de 24 para 30 horas com cancelamento ativo e 24 horas com o modo de Áudio Imersivo. Passa a ser assim possível ouvir música enquanto carregam o par e, finalmente, desfrutar de áudio sem perdas quando ligados através da sua porta USB-C – uma grande vantagem, uma vez que é algo que o seu antecessor não permitia.

Bose QuietComfort Ultra
Bose QuietComfort Ultra

No lado do software, a Bose simplificou bastante os controlos de cancelamento e transparência. Já não é necessário criar modos personalizados, basta ajustar na aplicação o nível de ruído que se quer bloquear ou deixar passar, ou até desligar completamente o som ambiente. É uma melhoria subtil, mas torna a sua utilização mais fluida. O resto mantém-se fiel ao que já era fantástico, como a ligação multi-ponto (ainda limitada a dois dispositivos), som adaptativo que ajusta o perfil aos ouvidos do utilizador e algumas opções úteis nas chamadas, como o controlo do volume da própria voz. O uso de comandos físicos continua a ser uma experiência mista, já que há botões tradicionais e um controlo de volume tátil, apesar deste último ainda necessitar de ser um pouco mais preciso.

Depois de passar vários dias a testar o novo QuietComfort Ultra fiquei com a clara sensação que vão continuar a ser uma das referências no que toca a cancelamento de ruído, encontrando-se num patamar muito elevado e difícil de rivalizar. A Bose voltou a fazer um excelente trabalho, já que mantém um desempenho acima da média. O modo de transparência, ou “Aware” como a marca lhe chama, continua a ser um dos grandes trunfos destes auscultadores, e chega a ser tão impressionante como o próprio cancelamento de ruído, graças aos seus dez microfones que fazem um trabalho notável em reproduzir a voz e o ambiente de forma natural. Durante uma caminhada ao ar livre, consegui conversar com quem me acompanhava e ouvir música ao mesmo tempo, sem aquela sensação artificial de isolamento.

A Bose também mexeu no sistema ActiveSense, que agora suaviza as transições quando o modo de transparência está ligado. O resultado é um comportamento mais natural, com ruídos rápidos, como o estalar de dedos ou uma porta a bater, que passam despercebidos, mas sons contínuos, como o de um aspirador, acabam por ser gradualmente abafados após alguns segundos. É um melhoramento subtil e muito bem-vindo.

No que toca ao som, confesso que não notei grandes diferenças em relação à primeira geração dos QuietComfort Ultra, e isso nem é um problema, porque estes já eram dos melhores que temos no mercado. O perfil mantém-se equilibrado, detalhado e envolvente, com agudos claros e uma boa separação dos instrumentos. Os graves continuam a vir por defeito um pouco mais intensos do que aquilo que eu pessoalmente gosto, mas nada que o equalizador não resolva. Reduzindo um pouco essa gama, o som ganha em precisão, mantendo a energia e o corpo das faixas. Há até um ligeiro ganho de definição nas frequências altas, algo que dá vida a percussões e guitarras.

Bose QuietComfort Ultra
Bose QuietComfort Ultra

O novo modo Cinema, por outro lado, não me convenceu. Tal como o antigo modo de Áudio Imersivo, introduz uma espécie de eco digital que distrai mais do que realmente ajuda. É verdade que realça os diálogos, e pode ser útil para quem tem dificuldade em ouvi-los, mas, para mim, continua a soar artificial. Ainda assim, o rastreio de cabeça está bem implementado e dá uma sensação interessante de espaço, mais próxima de um sistema de som doméstico. Já durante as chamadas, a Bose mantém o padrão de qualidade, com a voz a ser clara e o ruído ambiente desaparece quase por completo do outro lado da linha. O controlo da própria voz continua a ser uma funcionalidade que valorizo muito, e que torna as conversas mais naturais e menos “robóticas”.

Na prática, o que mais distingue esta segunda geração dos QuietComfort Ultra são mesmo as melhorias na experiência quotidiana. Os novos gestos, o modo de baixo consumo e a integração através do USB-C tornam a utilização diária mais prática e fluida. Não é uma atualização que justifique para quem procurar trocar do modelo anterior, mas, enquanto conjunto, a combinação de conforto, conveniência e desempenho coloca esta nova geração dos QuietComfort Ultra no topo do mercado, um par de auscultadores que não se tenta reinventar, mas aperfeiçoa quase tudo o que já fazia muito bem.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela Bose

Novo trailer de The Super Mario Galaxy Movie revela Brie Larson e Benny Safdie no elenco

O novo filme de animação de Mario estreia em abril de 2026, com o regresso do elenco principal e duas novas vozes confirmadas em personagens muito esperadas.

A Nintendo e a Illumination apresentaram o primeiro trailer oficial de The Super Mario Galaxy Movie durante uma transmissão Nintendo Direct muito especial. O filme, que será uma sequela direta de The Super Mario Bros. Movie de 2023, tem estreia marcada nos cinemas em abril de 2026 e volta a reunir toda a equipa criativa original.

O novo trailer serviu para mostrar os emocionantes mundos que Mario, Luigi e Peach vão visitar, neste filme inspirado na saga Super Mario Galaxy, mas também para confirmar a aparição de duas personagens muito esperadas e as vozes adicionadas ao elenco. Brie Larson interpretará Rosalina, enquanto Benny Safdie dará voz a Bowser Jr. Ambos juntam-se, assim, ao elenco já confirmado, que inclui Chris Pratt (Mario), Anya Taylor-Joy (Peach), Charlie Day (Luigi), Jack Black (Bowser), Keegan-Michael Key (Toad) e Kevin Michael Richardson (Kamek).

Realizado novamente por Aaron Horvath e Michael Jelenic, o filme tem argumento de Matthew Fogel e banda sonora composta por Brian Tyler, regressando do filme anterior.

Tal como o antecessor, The Super Mario Galaxy Movie é produzido por Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, com o selo da Universal Pictures.

Ainda sem data de estreia fechada para Portugal, The Super Mario Galaxy Movie chega aos cinemas norte-americanos a 3 de abril de 2026, podendo estrear por cá um dia antes, como costuma ser habitual.

Meta vai retirar o botão “Gosto” do Facebook de sites externos em fevereiro de 2026

A partir de 10 de fevereiro de 2026, os botões “Gosto” e “Comentar” do Facebook deixarão de funcionar em páginas web externas.

A Meta vai descontinuar os dois plugins sociais do Facebook que permitiam interações fora da rede social. A partir de 10 de fevereiro de 2026, o botão “Gosto” e o botão “Comentar”, deixarão de estar disponíveis fora das redes sociais da Meta. Esta decisão integra-se na reestruturação da plataforma de programadores da empresa, que visa concentrar-se em ferramentas mais atuais e utilizadas.

Introduzido em 2010, o botão “Gosto” tornou-se um dos elementos mais reconhecíveis da Internet, adotado em milhões de páginas web e integrado em sistemas de recomendação e métricas de popularidade digital. Durante mais de uma década, estes componentes permitiram que conteúdos externos fossem avaliados e partilhados através de contas Facebook, consolidando a presença da rede social como intermediária do tráfego online.

De acordo com a Meta, os plugins em causa “refletem uma era anterior do desenvolvimento digital”, e a sua utilização tem vindo a diminuir de forma gradual. A empresa indica que, após a data definida, os botões deixarão de ser exibidos, sem interferir com o funcionamento ou a estrutura dos sites onde permanecem integrados.

A mudança não exige qualquer intervenção técnica por parte dos administradores, já que o código deixará simplesmente de apresentar os elementos visuais associados. Ainda assim, a Meta recomenda a sua remoção por motivos de eficiência e manutenção.

Pokémon Pokopia tem lançamento a 5 de março com formato físico em Game-Key Card

O novo jogo Pokémon desenvolvido pela Koei Tecmo será o publicado pela Nintendo a usar o formato físico Game-Key Card.

A Nintendo e a The Pokémon Company anunciaram a data de lançamento de Pokémon Pokopia, marcada para dia 5 de março de 2026, em exclusivo, na Nintendo Switch 2, tanto em formato digital como físico. Produzido pela Koei Tecmo, o lançamento de Pokémon Pokopia destaca-se por ser o primeiro jogo publicado pela Nintendo a recorrer ao novo suporte Game-Key Card, que substitui conteúdo do cartucho tradicional por uma chave digital de ativação.

Esta confirmação surgiu num vídeo divulgado em simultâneo com o anúncio da data, intitulado “Using Game-Key Cards on Nintendo Switch 2”, onde foram mostrados uma caixa de amostra e o cartão do jogo, confirmando a utilização deste formato. Ao contrário dos cartuchos da Nintendo Switch original e de outros cartuchos normais para a Nintendo Switch 2, as Game-Key Cards não armazenam dados, funcionando apenas como código de acesso para descarregamento. A principal diferença face a uma compra digital é que podem ser revendidas ou usadas noutros sistemas Nintendo Switch 2 sem transferência de contas.

A adoção do novo suporte tem sido alvo de críticas de quem defende a preservação de videojogos, que alertam para o risco de perda de acesso no futuro caso os servidores sejam desativados. A solução passa por oferecer sempre uma versão física do jogo com conteúdo já pré-carregado. Apesar disso, a Nintendo mantém o formato como alternativa física para quem prefere uma edição, que se possa considerar tangível.

Apresentado numa das últimas Nintendo Direct, em Pokémon Pokopia, o jogador assume o papel de um Ditto com forma humana, capaz de aprender movimentos de outros Pokémon para modificar o terreno e descobrir novas espécies.

MARVEL Tōkon: Fighting Souls vai ter uma nova beta fechada em dezembro

A segunda beta fechada de MARVEL Tōkon: Fighting Souls decorre entre 5 e 7 de dezembro na PlayStation 5, com novas personagens e arenas.

Durante a mais recente transmissão do State of Play dedicado a jogos nipónicos e asiáticos, a PlayStation Studios, a Arc System Works e a Marvel Games anunciaram a segunda fase de testes de MARVEL Tōkon: Fighting Souls. A nova beta fechada do jogo de luta da Marvel decorre em exclusivo na PlayStation 5 entre 5 e 7 de dezembro, permitindo aos jogadores testar as atualizações mais recentes do jogo ainda em desenvolvimento.

Esta beta irá incluir oito personagens jogáveis, com a introdução de Spider-Man e Ghost Rider. Os participantes poderão formar equipas de quatro heróis ou vilões e disputar combates em duas novas arenas, a Savage Land e X-Mansion, que contam com elementos interativos. Adicionalmente, irá também chegar alguns ajustes e melhorias com base no feedback dos jogadores no primeiro contacto, esperando-se uma experiência um pouco mais polida, mas ainda suscetível a alterações e outras melhorias até ao lançamento do jogo.

A beta terá início às 8h00 de 5 de dezembro (hora de Lisboa) e termina às 7h59 de 8 de dezembro. Nos dois primeiros dias será possível participar em combates contra o CPU e online, ficando o último dia reservado exclusivamente ao online. Os utilizadores registados na primeira beta serão automaticamente incluídos nesta nova fase, enquanto os restantes poderão inscrever-se através do programa de Betas da PlayStation.

MARVEL Tōkon: Fighting Souls tem lançamento previsto para PC e PlayStation 5 em 2026.

Elden Ring Nightreign recebe novo DLC em dezembro

The Forsaken Hollows traz mais personagens e bosses a Elden Ring Nightreign.

Durante o mais recente State of Play da PlayStation dedicado a produções nipónicas e asiáticas, a Bandai Namco anunciou novos conteúdos para Elden Ring Nightreign, através de um DLC pago, chamado The Forsaken Hollows. Este DLC, que terá um custo de 15€, chegará ao PC, consolas PlayStation e Xbox e inclui dois novos Nightfares, uma nova Shifting Earth e dois novos bosses para derrotar.

A dupla de Nightfarers é composta por um Scholar, capaz de recorrer a habilidades mágicas e dedicado à observação do mapa, e Undertaker, mais físico, ofensivo com destaque na força e eficiência. Já a nova localização levará os jogadores até ao submundo de Limveld, com ruinas exóticas e tempos para explorar, abraçados por formações cristalizadas que sugam a vida dos jogadores.

The Forsaken Hollows vem ainda acompanhado por um novo digital artbook e uma mini-soundtrack, para quem comprar o DLC antes do seu lançamento, marcado para o dia 4 de dezembro. Como é óbvio, The Forsaken Hollows requer o jogo base, que podem conhecer melhor na nossa análise a Elden Ring Nightreign.

Alien: Earth já tem segunda temporada confirmada

Já se previa que Alien: Earth poderia continuar. Agora a FX e a Disney confirmaram.

Alien: Earth é uma das surpresas do ano para a televisão e talvez uma das melhores extensões ao universo de Alien. Por isso, não é surpreendente que a Disney e a FX tenham agora confirmado a continuação da série com uma segunda temporada.

Este anúncio aconteceu depois de o criador da série Noah Hawley ter assinado um novo contrato com o estúdio e a distribuidora. De acordo com o portal Variety, esse contrato tem o valor de “nove figuras”, e a segunda temporada começará a ser produzida em 2026, com gravações em Londres, ao contrário da primeira temporada que foi gravada na Tailândia.

Esta mudança de localização poderá também antecipar um pouco o que esperar da segunda temporada, as gravações na Tailândia aconteceram por haver imensa gravações no local, com paisagens e espaços ao ar livre. Já ao passar para Londres, e em contexto dos eventos da primeira temporada, muita da ação poderá passar-se em interiores, algo que poderá ser produzido mais facilmente em estúdio.

Com um extenso elenco, nos quais se destacam Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Samuel Blenkin e Babou Ceesay, entre outros, Alien: Earth serve de prequela da saga Alien, mostrando um episódio desse universo em que os Xenomorphs chegam à Terra juntamente com outras criaturas perigosas. Ao mesmo tempo, a humanidade dá os primeiros passos para a criação de humanos sintéticos, colocando todas estas novas criaturas estranhas ao homem, em conflito.

Com 2026 a marcar o início da produção da série, a segunda temporada de Alien: Earth não deverá chegar às nossas televisões antes de 2027. Até lá, a primeira temporada e os restantes filmes da saga Alien, podem ser assistidos no Disney Plus.

The Game Awards 2025 vão ter transmissão na Amazon Prime Video

O maior evento de celebração e de novidades de videojogos, chega à plataforma de streaming da Amazon, para além de ser transmitido nas já habituais redes sociais.

Os The Game Awards 2025 serão também transmitidos na Amazon Prime Video, o serviço de streaming da Amazon. O evento anual, apresentado e produzido por Geoff Keighley, que celebra os melhores jogos do ano e que serve de palco para algumas das novidades mais emocionantes para o futuro dos videojogos, expande-se assim para mais uma plataforma, procurando aumentar as audiências.

A transmissão direta na Amazon Prime Video, marca a estreia do evento em plataformas de streaming consideradas premium, para além de continuar acessível nas plataformas mais sociais, como no YouTube, Twitch, X (Twitter), TikTok, entre outras. Apesar de ser um novo local para assistir às novidades, as vantagens de assistir ao evento Amazon Prime Video em vez do YouTube ou da Twitch (que também pertence à Amazon), não são claras. Mas é possível que a transmissão tenha uma melhor qualidade.

Para além desta novidade, os The Game Awards serão transmitidos em 1440p na Twitch pela primeira vez, num formato pensado para re-transmissões de criadores de conteúdo, e contará com os Twitch Drops, que são recompensas digitais para quem assistir a uma transmissão durante mais de 30 minutos.

Com mais um local para assistir os The Game Awards, a organização espera também chegar a novos públicos, com potencial de aumentar as audiências, que no ano passado, de streams combinadas entre as diferentes plataformas, atingiu mais de 154 milhões de transmissões.

Os The Game Awards 2025 serão transmitidos na madrugada de sexta-feira, 12 de dezembro, entre as 1h00 e as 4h00 (hora de Lisboa).

CTT reforçam operação ibérica com mil contratações para responder à procura da peak season

CTT reforçam logística e distribuição em toda a Península Ibérica, prevendo recorde de encomendas em dezembro.

Os CTT – Correios de Portugal estão a reforçar a operação de encomendas em toda a Península Ibérica para dar resposta ao aumento significativo da procura durante a chamada peak season, período que decorre entre a Black Friday, a 28 de novembro, e o Dia de Reis, a 6 de janeiro. Nesta fase, o volume de envios deverá crescer cerca de 15%, podendo ultrapassar os 30% na semana de maior movimento, prevista para meados de dezembro.

Para garantir a eficiência do serviço e manter os padrões de qualidade, os CTT vão implementar diversas medidas de reforço operacional. Ao nível dos recursos humanos, serão contratadas cerca de 970 pessoas na Península Ibérica, abrangendo as áreas de operação, distribuição e apoio ao cliente. Em Portugal, este serviço é ainda complementado pela assistente virtual Helena, disponível 24 horas por dia.

Durante este período, a rede de distribuição será igualmente ampliada, com mais de 2400 rotas suplementares, enquanto a capacidade diária de tratamento poderá atingir 800.000 encomendas. As operações dos CTT contam com uma cobertura integral na Península, apoiadas em 80 centros operacionais, 30 dos quais totalmente automatizados e 17 com funções conjuntas para Portugal e Espanha.

O pico de atividade é esperado para a segunda semana de dezembro, altura em que se prevê que o número de encomendas entregues ultrapasse os cinco milhões, com dias em que a distribuição diária poderá superar um milhão de envios.

Em Portugal, este esforço é reforçado pela inauguração do novo Centro Operacional de Rio de Mouro, na região de Lisboa, concebido para abastecer toda a faixa ocidental da área metropolitana. Em Espanha, a capacidade foi ampliada com a instalação de novos sistemas automatizados em Madrid (Villaverde), Barcelona, Bilbau e San Fernando de Henares.

Para responder ao aumento da procura, a distribuição será alargada de forma generalizada a sábados, domingos e feriados. Sempre que possível, as recolhas junto dos clientes empresariais serão antecipadas, de modo a acelerar o fluxo de entregas.

A rede collectt dos CTT soma atualmente mais de 20.000 pontos de entrega e recolha em toda a Península Ibérica, oferecendo alternativas à entrega tradicional em casa. Em Portugal, a rede integra Lojas e Pontos CTT, Agentes Payshop e mais de 1100 cacifos Locky distribuídos pelo país. Em Espanha, o serviço collectt Express funciona em parceria com redes locais e conta já com cacifos Locky instalados e em expansão.

Durante este período de maior tráfego, a empresa alerta ainda para a necessidade de redobrar a atenção perante tentativas de phishing, apelando aos clientes para seguirem todos os procedimentos de segurança na protecção dos seus dados pessoais e bancários.

ONE inaugura a sua primeira loja de rua no Rossio, em Lisboa

A marca portuguesa ONE escolheu o Rossio para inaugurar a sua primeira loja de rua, num tributo à história e ao design lisboeta.

A marca portuguesa ONE inaugurou a sua primeira loja de rua, situada no número 295 da Rua do Ouro, em Lisboa, no espaço que anteriormente acolheu a histórica Tabacaria Rossio. Esta abertura representa um passo importante na consolidação da presença da marca em Portugal, que já conta com seis lojas próprias e mais de 300 pontos de venda em todo o território nacional, incluindo as ilhas.

Após o sucesso alcançado em centros comerciais como o Braga Parque, NorteShopping, Oeiras Parque, CascaisShopping, Colombo e Vasco da Gama, a ONE escolhe agora o coração da capital para reforçar a proximidade com o público. O novo espaço foi concebido para refletir o ADN urbano e contemporâneo da marca, adaptando-se à atmosfera única do Rossio e ao quotidiano lisboeta.

O espaço distingue-se por um ambiente que combina o design contemporâneo da marca com o carácter histórico da cidade, criando uma ligação entre modernidade e tradição. Cada detalhe foi pensado para dialogar com o espírito do Rossio, oferecendo uma experiência visual e sensorial que traduz a essência da ONE.

É também nesta nova loja que a marca apresentará uma coleção exclusiva dedicada a Lisboa, composta por charmes inspirados em ícones da cidade. A linha, que estará disponível a partir de dezembro, presta homenagem aos símbolos mais reconhecíveis da capital e reforça a ligação emocional da marca à cidade que inspira o seu design.

A loja está aberta todos os dias, das 10h às 20h.

Aticco escolhe Lisboa para abrir o seu primeiro coworking fora de Espanha

O Aticco República será inaugurado no verão de 2026, no Saldanha, e marca a chegada da empresa espanhola a Portugal, reforçando o papel de Lisboa como hub europeu de startups.

A Aticco, empresa que atua no setor do flex office e coworking, escolheu Lisboa para assinalar a sua estreia fora de Espanha, reforçando a sua estratégia de expansão europeia com a abertura do Aticco República, prevista para o verão de 2026. O novo centro ficará localizado na Avenida da República, n.º 26, em pleno coração financeiro da cidade, na zona do Saldanha.

O edifício, com uma área total de 7.413 m², integrará diferentes tipologias de espaços de trabalho, desde escritórios privados a zonas partilhadas, incluindo salas de reuniões, cabines telefónicas e áreas comuns. O projeto contempla ainda um ginásio, um restaurante, estacionamento e um terraço com vista sobre a cidade.

A gestão do Aticco República será feita através de um Management Agreement, um modelo que privilegia a flexibilidade e a cooperação entre operadores e proprietários. Neste formato, o proprietário beneficia da rentabilidade associada ao coworking, enquanto a Aticco se dedica à criação de experiências e ao desenvolvimento de espaços concebidos para estimular a produtividade e o crescimento conjunto de pessoas e ideias.

Com esta inauguração, a Aticco reforça a sua presença na Península Ibérica, somando o novo espaço aos mais de 78.000 m² já sob gestão em cidades como Barcelona, Madrid e Valência. A entrada em Lisboa ocorre num momento em que Portugal se consolida como um dos polos de inovação mais promissores da Europa. Segundo o relatório Mapping Portugal’s Startup Landscape 2024, elaborado pela Startup Portugal, o país conta atualmente com mais de 4.700 startups ativas, um aumento de 16% face ao ano anterior, sendo que quase metade está concentrada na capital.

Com a abertura do Aticco República, a empresa dá início oficial à sua expansão internacional, menos de uma década depois de entrar no mercado espanhol.

Bershka apresenta novo conceito de loja modular no Centro Vasco da Gama

A Bershka, marca do grupo Inditex, aposta em Lisboa com um novo formato de loja adaptável, que combina design arquitetónico, funcionalidade e experiência de compra.

A Bershka reforçou a sua presença em Lisboa com a abertura de duas novas lojas no Centro Comercial Vasco da Gama, introduzindo o conceito Módulo-Modelo, um formato que aposta na flexibilidade e na transformação constante do espaço. Este novo modelo de loja foi desenhado para se adaptar às diferentes coleções e públicos da marca, traduzindo-se numa experiência de compra mais dinâmica e imersiva.

O projeto foi desenvolvido pela equipa de design de interiores da Bershka, em colaboração com o estúdio espanhol El Departamento, e reflete a ambição da marca em explorar novas linguagens arquitetónicas no retalho. A ideia é simples, mas arrojada: criar uma estrutura base que possa ser reorganizada e reinventada, sem perder a identidade visual nem a coerência estética.

A loja principal, com 310 m2, reúne as linhas Bershka Woman e Bershka Man num espaço contemporâneo e acolhedor. Materiais como a nogueira americana e o aço acetinado conferem um toque de sofisticação à zona feminina, enquanto os tons neutros e os detalhes industriais definem o ambiente masculino. O resultado é um espaço que combina calor e modernidade, pensado para proporcionar conforto visual e fluidez na experiência de compra.

Mesmo em frente, um segundo espaço, com 100 m2, é dedicado ao público mais jovem. Aqui, o ambiente é vibrante e cheio de energia, com cores intensas, lacas brilhantes e superfícies espelhadas que refletem o espírito experimental e irreverente da cultura street. Esta loja funciona quase como um laboratório criativo da marca, onde o design e a moda se fundem num registo mais livre e espontâneo.

A iluminação foi especialmente concebida para Lisboa, com uma luminária inédita que evolui o modelo já utilizado noutras lojas da marca, como a de Donosti. Este elemento, além de reforçar a identidade visual do espaço, contribui para uma atmosfera mais envolvente e cenográfica.

Uber e SINDEL firmam acordo inédito para garantir salário mínimo a motoristas e estafetas

Acordo entre a Uber e o SINDEL garante salário mínimo, seguro e novos direitos a motoristas e estafetas, num modelo inédito de representação no setor das plataformas digitais.

A Uber e o Sindicato Nacional da Indústria e Energia (SINDEL), filiado na UGT, assinaram um memorando de entendimento que marca um novo capítulo na regulação do trabalho em plataformas digitais em Portugal. O acordo, considerado inédito, introduz um conjunto de garantias laborais e sociais para motoristas e estafetas que optem por ser representados pelo sindicato, assegurando-lhes um rendimento mínimo equivalente ao salário mínimo nacional, além de proteção em situações de acidente, doença, parentalidade ou morte.

O documento, que entrará em vigor em janeiro de 2026 e terá uma duração inicial de dois anos, cria um modelo de representação adaptado à flexibilidade típica destas atividades. A adesão é voluntária e pode ser feita em dois níveis: um regime básico de 1,5€ mensais, que dá direito a representação nas comissões conjuntas entre a Uber e o sindicato, e uma inscrição completa no SINDEL, com uma contribuição de 0,75% dos rendimentos obtidos através da plataforma (com um mínimo mensal de 6,52€), garantindo acesso a apoio jurídico, benefícios sociais e condições especiais em seguros, viagens, formação e comércio.

Um dos pilares centrais do memorando é o compromisso da Uber de assegurar que, durante os períodos em que motoristas e estafetas estiverem a prestar serviço, o rendimento por hora seja igual ou superior ao valor correspondente ao salário mínimo nacional. A empresa compromete-se, assim, a garantir um nível de rendimento estável, independentemente das variações dos preços cobrados aos consumidores.

O acordo inclui ainda um seguro que cobre situações de incapacidade temporária ou permanente, doença, parentalidade e morte. As compensações previstas começam nos 70% do Indexante dos Apoios Sociais durante a incapacidade temporária e podem atingir o equivalente a um ano de salário mínimo em caso de invalidez permanente ou falecimento.

Apesar destas garantias, o memorando não altera o enquadramento legal dos trabalhadores das plataformas. O texto esclarece que os motoristas e estafetas abrangidos continuam a ser considerados trabalhadores independentes, e que as condições agora estabelecidas não devem ser interpretadas como reconhecimento de uma relação laboral subordinada.

O protocolo prevê também reuniões regulares de acompanhamento e implementação, com o objetivo de avaliar a eficácia das medidas e introduzir eventuais melhorias. O acordo será automaticamente renovado por períodos anuais, salvo denúncia expressa por qualquer das partes com 30 dias de antecedência.

Um tablet ameaça os brinquedos no primeiro teaser de Toy Story 5

A saga mais longa da Pixar, continua nos cinemas em 2026, com Toy Story 5.

A Disney e a Pixar revelaram o primeiro olhar a Toy Story 5, com um breve teaser muito assustador. Não para nós, mas para os brinquedos, que se vão confrontar com uma nova realidade, a sua possível substituição por tecnologias como tablets.

Esta parece ser a premissa de Toy Story 5, cujo primeiro trailer apresenta uma nova personagem, a Lilypad, um tablet com uma moldura em forma de sapo, que coloca todos os brinquedos assustados, apesar de parecer bastante simpática.

Com Tom Hanks e Tim Allen novamente nos papeis de Woody e Buzz, Toy Story 5 regressa com o elenco já familiar composto por Joan Cusack enquanto Jessie, Blake Clark como Slinky Dog e Tony Hale enquanto Forky, uma das novas personagens do filme anterior. A esta trupe junta-se ainda Conan O’Brien como Smarty Pants e a voz de Lilypad será Greta Lee, de Tron: Ares e Past Lives.

A quinta parte de Toy Story, torna esta saga a mais longa e valiosa para os estúdios da Pixar, e será desta vez realizado por Andrew Stanton, veterano que também dirigiu Finding Nemo, Wall-E e Finding Dora, e co-escreveu os filmes anteriores de Toy Story, desde 1995.

Toy Story 5 ganha também a confirmação da sua data, agora marcada para dia 19 de junho de 2026, em território Norte-Americano, podendo estrear por cá um dia antes, a 18 de junho.

Viana do Castelo aprova passe único de 20€ para os transportes públicos

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A nova política tarifária do TUViana simplifica o sistema de transportes urbanos e incentiva o uso do transporte público com passes reduzidos e isenções para grupos específicos.

A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou esta terça-feira uma medida que poderá redefinir a mobilidade urbana do concelho: a criação de um passe único de 20€ por mês que permitirá circular em todas as linhas do sistema TUViana. A decisão insere-se na revisão do regulamento do serviço público de transporte, que prevê também descontos e isenções para determinados grupos da população.

Segundo explicou a vereadora da Mobilidade, Fabíola Oliveira, o novo modelo substitui o antigo sistema tarifário, até agora dividido por zonas ou anéis. “Com este passe único, pretendemos trazer facilidade e incentivar o uso e deslocação das pessoas nas várias linhas existentes dentro do serviço TUViana”, referiu durante a apresentação da proposta. A simplificação é substancial já que a tabela de preços passará de 48 modalidades para apenas 10, reduzindo a complexidade para os utilizadores e unificando o acesso a toda a área de operação. Assim, o passe mensal geral custará 20€, com um preço reduzido de 10€ para pessoas com deficiência e seniores, e isenção total para jovens e antigos combatentes.

Para viagens ocasionais, o bilhete comprado a bordo custará 1,5€, enquanto o bilhete pré-comprado vai-se manter a 1€. Já os passes diários custarão 5€ (um dia) ou 12€ (três dias).

Esta reestruturação acompanha a expansão e modernização do TUViana, que viu recentemente reforçada a sua frota com 17 autocarros elétricos, num investimento de 7,15 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O sistema, inaugurado a 23 de setembro, começou com 11 linhas e já conta com 14 percursos ativos, devendo atingir 15 com a futura ligação à Zona Industrial de Neiva.

Ryanair elimina cartões de embarque impressos

A Ryanair deixa de aceitar cartões de embarque em papel e obriga a que todos os passageiros tenham de usar a versão digital através da aplicação myRyanair.

São daquelas pessoas que tem por hábito imprimir os cartões de embarque da Ryanair? Bom, podem deixar de o fazer, uma vez que, a partir de amanhã, dia 12 de novembro, os cartões de embarque passarão a ser totalmente digitais.

A companhia aérea deixará, assim, de disponibilizar a opção de descarregar e imprimir cartões de embarque em papel. A solução? os passageiros terão de utilizar exclusivamente o cartão digital gerado na aplicação myRyanair durante o check-in para embarcar.

Esta alteração, já adotada por cerca de 80% dos mais de 207 milhões de passageiros anuais da companhia, faz parte da estratégia da Ryanair para tornar o processo de viagem mais rápido, eficiente e sustentável. Além de eliminar o uso de papel, a aplicação oferece novas funcionalidades, entre as quais se incluem o acesso a informações em tempo real sobre o voo, notificações imediatas em caso de perturbações operacionais, opções alternativas de voos em situações de cancelamento ou atraso e a possibilidade de consultar todos os documentos de viagem num único local.

Outra das funções disponíveis é o Order to Seat, que permite aos passageiros encomendar comida e bebidas a partir do telemóvel e serem servidos diretamente no lugar, reduzindo o tempo de espera durante o voo.

Google introduz controlo sobre consumo excessivo de bateria no Android

A partir de março de 2026, a Play Store vai sinalizar aplicações que mantenham o dispositivo ativo durante longos períodos de tempo sem necessidade.

A Google anunciou uma nova política para a Play Store que visa reduzir o consumo excessivo de bateria causado por aplicações em segundo plano. A partir de 1 de março de 2026, o sistema de monitorização passará a identificar e a penalizar aplicações que mantenham o dispositivo desperto por tempo prolongado sem justificação técnica.

O mecanismo em causa está relacionado com os chamados “wake locks parciais, permissões que permitem a uma aplicação impedir que o telefone entre em modo de suspensão. Embora essenciais em casos como reprodução de áudio ou transferências iniciadas pelo utilizador, estas instruções são frequentemente usadas de forma abusiva, levando a uma drenagem constante da bateria.

De acordo com a nova métrica de desempenho da Google, uma aplicação será considerada excessiva se mais de 5% das suas sessões de utilizador acumularem mais de duas horas de wake locks não justificados num período de 24 horas. Nestes casos, a aplicação poderá perder visibilidade nas recomendações da Play Store e apresentar um aviso na sua página, informando que pode reduzir a autonomia da bateria.

O sistema de monitorização foi desenvolvido em colaboração com a Samsung e fará parte do conjunto de métricas do Android vitals, ferramenta usada pelos programadores para avaliar a estabilidade e eficiência das suas aplicações. A nova métrica inclui também uma tabela de análise por nomes de wake locks, permitindo identificar sessões anormalmente longas diretamente no ambiente de desenvolvimento, como o Android Studio.

Até 1 de março de 2026, aos programadores terão, assim, vários meses para corrigirem o comportamento das suas aplicações antes da aplicação das penalizações de visibilidade.

TP-Link Archer BE230 Review: Só lhe falta a banda de 6 Ghz

A TP-Link sacrificou a banda dos 6 GHz no Archer BE230, mas compensou-o com bom desempenho, alcance sólido e um preço difícil de bater.

O TP-Link Archer BE230, um router Wi-Fi 7 dual-band, é no mínimo, peculiar. É curioso pensar que um router de nova geração não traga suporte para a banda dos 6 GHz, que, à primeira vista, seria a grande estrela do Wi-Fi 7. No entanto, convém lembrar que o Wi-Fi 6E já oferecia essa mesma banda, pelo que o verdadeiro salto deste modelo está noutros detalhes.

Mas o grande trunfo do Archer BE230 é o seu preço. Por cerca 80€, é um dos routers Wi-Fi 7 mais acessíveis no mercado, ficando bem abaixo dos modelos superiores da própria TP-Link, como o Archer BE550, que custa quatro vezes mais. Claro que, por esse valor, há compromissos, mas também algumas surpresas agradáveis. Entre elas, destaco as duas portas Ethernet de 2,5 Gbps e o suporte à operação Multi-Link (MLO), uma funcionalidade típica do Wi-Fi 7 que permite combinar diferentes bandas de frequência para obter ligações mais consistentes.

Archer BE230
Archer BE230

Em termos de especificações, o Archer BE230 oferece uma largura de banda total de 3600 Mbps, distribuída entre as bandas de 2,4 GHz e 5 GHz. Não é um número particularmente impressionante, sobretudo quando comparado com alguns routers Wi-Fi 6, mas na prática cumpre o essencial. O design também é bastante simples, com uma caixa discreta, sem o estilo arrojado ou os ecrãs LED dos modelos topo de gama da marca, sendo assim funcional e bem construído. E, convenhamos, não é fácil encontrar routers desta faixa de preço com duas portas de 2,5 Gbps e uma entrada USB 3.0, perfeita para ligar um disco externo ou uma pen de partilha rápida.

A compatibilidade com EasyMesh é outro ponto positivo. O Archer BE230 pode integrar-se facilmente com outros routers Archer compatíveis, criando uma rede mesh fácil de gerir, algo que para quem tem uma casa maior, faz toda a diferença. Na minha experiência, o alcance foi surpreendentemente bom para um único router, já que consegui cobertura em quase toda a casa, o que nem todos os sistemas mesh conseguem garantir, mesmo com várias unidades.

O modo MLO é um dos elementos mais curiosos desta geração. Em teoria, promete velocidades mais estáveis ao usar simultaneamente as bandas de 2,4 GHz e 5 GHz. Na prática, os ganhos existem, mas são poucos. Em testes com dois portáteis compatíveis com Wi-Fi 7 e um smartphone, notei uma melhoria nas velocidades de download, que passaram de cerca de 110 Mbps para 150 Mbps quando liguei o modo MLO, sobretudo quando um dos equipamentos estava mais afastado. Quando estavam ambos próximos do router, as velocidades mantiveram-se praticamente iguais, na casa dos 400 Mbps. Nos testes de velocidade com o Speedtest, o BE230 mostrou-se à altura do meu plano de Internet de 500 Mbps, atingindo cerca de 490 Mbps num Pixel 10 Pro com Wi-Fi 7 ativado. A velocidade desceu para perto dos 370 Mbps numa assoalhada mais distante, mas continua a ser um resultado muito respeitável. Com a porta WAN de 2,5 Gbps, o router está preparado para planos de fibra muito superiores a 1 Gbps, como os oferecidos por operadoras como a NOS, a MEO, a Vodafone e até a DIGI, e isso torna-o uma opção interessante para quem quer uma solução “à prova de futuro” sem gastar demasiado.

Archer BE230
Archer BE230

No geral, o Archer BE230 é uma proposta sensata e prática. Não tenta ser um produto de luxo, mas também não corta nas funcionalidades essenciais. A ausência da banda de 6 GHz pode parecer uma limitação, mas, na realidade, não é dramática, já que essa frequência só mostra o seu potencial quando o dispositivo está muito próximo do router, o que a torna pouco relevante para a maioria das utilizações. É discreto, eficiente e, acima de tudo, realista. Ideal para quem quer experimentar o Wi-Fi 7 sem cair no exagero dos modelos que custam mais de 1 centena de euros.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela TP-Link

Corsair lança coleção completa de periféricos dedicada a Call of Duty: Black Ops 7

A Corsair apresentou uma linha de periféricos temáticos de Call of Duty: Black Ops 7, incluindo produtos das marcas SCUF Gaming, Elgato e ORIGIN PC.

A Corsair anunciou uma nova coleção de periféricos e equipamentos temáticos inspirados em Call of Duty: Black Ops 7, em colaboração direta com a Activision. Esta coleção não se fica só por equipamentos da Corsair, estendendo-se também a equipamentos das marcas da restante família, como a SCUF Gaming, Elgato e ORIGIN PC, onde se incluem comandos, teclados, ratos, auscultadores, tapetes de rato, PCs personalizados e acessórios para streaming.

Entre os produtos Corsair, todos com um design temático no jogo, encontramos o K65 Plus Wireless, um teclado de formato compacto com switches MLX Red V2 lubrificados de fábrica, e o rato M75 Wireless que aposta num design ambidestro e ligação sem fios via Slipstream e Bluetooth. A estes juntam-se os auscultadores HS80 RGB Wireless com suporte Dolby Atmos e microfone omnidirecional de nível de emissão, e ainda o tapete MM300 2XL, com superfície têxtil e margens reforçadas.

A SCUF Gaming aposta nos comandos Valor Pro Wired e Valor Pro Wireless, concebidos para Xbox, e nos Reflex Pro e Reflex FPS, para a PlayStation 5, ambos com patilhas traseiras programáveis e opções de ligação de baixa latência. Já o Envision Pro, destinado ao PC, inclui 11 inputs remapeáveis e software dedicado para macros e personalização.

Da Elgato, chega a Stream Deck MK.2 Call of Duty Edition, o popular HUB que inclui 15 teclas LCD personalizáveis e suporte para plugins do Elgato Marketplace, agora com uma faceplate temática exclusiva. E, por fim, a ORIGIN PC apresenta duas máquinas de edição limitada. O NEURON, um desktop configurável até 8 TB de armazenamento, e o EON16-X, um portátil com processadores e memória DDR5 de última geração.

A coleção Corsair x Call of Duty: Black Ops 7 fica disponível a partir de hoje, 11 de novembro, através da loja oficial da Corsair. Já o jogo, tem data de lançamento a 14 de novembro no PC (via Steam, Microsoft Store e Battle.net), consolas PlayStation e Xbox.