Campo Raso Business Park avança em Sintra com investimento de 25 milhões

Campo Raso Business Park avança em Sintra com 14.700 m², naquele que é o primeiro projeto em Portugal da joint venture Mitiska–Chancerygate.

O Campo Raso Business Park, o novo parque industrial e logístico projetado para Sintra, viu aprovado o respetivo projeto de arquitetura, abrindo caminho a um investimento estimado em 25 milhões de euros. A iniciativa junta a Mitiska REIM e a Chancerygate numa parceria que estreia a sua atividade de promoção em Portugal, apostando no desenvolvimento especulativo de um complexo de 14.700 m2 sem contratos pré-estabelecidos. O terreno escolhido, uma área industrial desativada com 2,7 hectares, reflete a intenção de recuperar uma zona com forte potencial, favorecida pela proximidade às principais ligações rodoviárias entre Sintra e Lisboa, como as vias N9 e N250-1 e as autoestradas A37 e A16.

O projeto prevê a construção de 15 unidades com áreas entre 600 e 2.200 m2, pensadas para responder às necessidades da logística urbana e da indústria ligeira. Esta configuração multi-inquilino procura captar a procura de pequenas e médias empresas que necessitam de espaços modernos, tecnologicamente atualizados e com acessos rápidos ao centro da capital e ao Aeroporto Humberto Delgado. A obra deverá arrancar na primeira metade de 2026, com conclusão apontada para o início de 2027, e estima-se que o conjunto possa gerar até uma centena de postos de trabalho diretos e indiretos.

A vertente ambiental assume um peso central no desenho do Campo Raso Business Park, que tem como objetivo alcançar certificação BREEAM Excellent e classificação energética EPC A+. O complexo integrará painéis solares, carregadores para veículos elétricos e materiais de construção de elevado desempenho para reduzir as emissões associadas à atividade das unidades. Esta estratégia aproxima o empreendimento das exigências dos investidores institucionais, cada vez mais atentos a critérios ESG, e acompanha igualmente a procura crescente por instalações sustentáveis no setor da logística e da distribuição.

Google vai alterar a forma como atualiza o Android

A Google vai deixar de concentrar todas as novidades numa única atualização anual e passará a distribuir funcionalidades assim que estiverem concluídas.

Com o Android 16 já disponível em smartphones selecionados, a Google prepara-se para abraçar um modelo de distribuição de atualizações mais modular, deixando de depender exclusivamente do ciclo anual de grandes lançamentos. Desta forma as novas funcionalidades passarão a ser distribuídas de forma contínua, à medida que ficam prontas e validadas, transformando a versão principal numa base técnica que suporta atualizações mais frequentes.

Tal como já acontece em algumas outras tecnológicas, até agora, o processo assentava num lançamento anual antecedida pelas versões beta, para testes fechados e abertos ao público. Isso implicava que algumas funcionalidades, embora terminadas internamente, só chegassem a todos os utilizadores, por vezes, meses depois. Com a nova abordagem, a Google pretende reduzir essa espera, permitindo que pequenas atualizações cheguem de forma regular ao longo do ano. O lançamento anual, no entanto, mantém-se, mas assume sobretudo um papel estrutural, entregando uma nova base para futuras versões do sistema operativo Android.

O impacto desta alteração também se irá estender às fabricantes. Nos últimos anos, a Google tem deslocado cada vez mais componentes do sistema operativo para módulos atualizáveis através do Google Play Services. Com o Android 16, esse processo torna-se mais consistente, diminuindo a dependência de grandes atualizações de firmware e potencialmente acelerando a chegada de novidades a mais dispositivos, independentemente da gama.

Para os utilizadores, as mudanças deverão refletir-se numa presença mais constante de novas funcionalidades, para lá das habituais atualizações regulares de segurança e privacidade. Já para os programadores, desaparece a pressão associada ao lançamento anual, mas surge uma necessidade de confirmar a disponibilidade de cada módulo em vez de depender apenas do número da versão principal.

Fundação MEO e Politécnico de Leiria inauguram novo Espaço com Sentido dedicado à acessibilidade

O Espaço com Sentido do Politécnico de Leiria disponibiliza soluções avançadas de acessibilidade e apoio clínico, aproximando a comunidade de ferramentas essenciais.

A Fundação MEO e a Escola Superior de Saúde do Politécnico de Leiria assinalaram o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência com a abertura de um novo Espaço com Sentido, criado para aproximar a comunidade de tecnologias que facilitam a comunicação e o acesso ao ambiente digital por pessoas com limitações funcionais. Instalado na ESSLei e integrado no aTOPlab, o laboratório dedicado ao estudo e avaliação de produtos de apoio, o espaço passa a disponibilizar condições para atendimento especializado, formação académica e desenvolvimento de investigação na área da reabilitação.

A dinâmica do espaço envolve terapeutas da fala, terapeutas ocupacionais e profissionais de outras áreas clínicas, permitindo a experimentação de soluções tecnológicas que promovem a participação social de quem enfrenta dificuldades motoras, cognitivas ou comunicacionais. Entre os recursos agora acessíveis encontram-se sistemas de comunicação aumentativa como o MagicContact, ferramentas adaptadas como o Grid 3, dispositivos de controlo ocular como o PC Eye e software de ampliação de imagem como o ZoomText, todos concebidos para facilitar a utilização de meios digitais.

O novo centro em Leiria junta-se aos já existentes em Faro e no Porto, reforçando a rede nacional de Espaços com Sentido, que está a ser implementada em instituições de saúde, ensino superior e intervenção social. Além das soluções tecnológicas, a Fundação MEO disponibiliza equipamentos informáticos e apoio financeiro para a adaptação das salas, garantindo ambientes funcionais e acessíveis.

IGI instala cacifos Amazon no Maia Jardim e no Centro Comercial Valongo

Maia Jardim e Centro Comercial Valongo recebem cacifos Amazon, permitindo levantamentos rápidos e autónomos.

A IGI está a dar continuidade ao esforço de atualizar os seus espaços, instalando cacifos Amazon no Maia Jardim e no Centro Comercial Valongo.

Os cacifos permitem recolhas rápidas e autónomas, reduzindo deslocações extra e eliminando esperas desnecessárias. Estão colocados em zonas de fácil acesso e funcionam durante todo o horário dos centros, sem necessidade de qualquer contacto direto, assumindo-se como uma alternativa funcional às entregas convencionais.

Prevê-se que o serviço seja alargado a outros ativos do grupo ao longo dos próximos meses e, para além da Amazon e do Locky by CTT, está previsto que outras marcas venham a integrar esta oferta de recolha em breve.

Nota: imagem ilustrativa

Palácio Verride inicia nova fase com entrada no Grupo Valverde e adesão à Virtuoso

O Palácio Verride reforça o seu posicionamento internacional ao integrar o Grupo Valverde e ao tornar-se membro da rede Virtuoso.

O Palácio Verride entrou numa nova etapa ao confirmar a sua integração no Grupo Valverde e a adesão à rede internacional Virtuoso, reforçando a presença do hotel lisboeta no panorama mundial do turismo de luxo. A entrada no grupo, reconhecido pela gestão de unidades com identidade vincada e elevado rigor operacional, acrescenta ao palácio setecentista uma estrutura orientada para garantir continuidade ao projeto e preservar o carácter que o distingue no cenário hoteleiro da cidade.

A afiliação à Virtuoso coloca o Palácio Verride entre destinos acompanhados pelos viajantes mais experientes e exigentes, ampliando a sua visibilidade num segmento altamente competitivo. A ligação surge num momento em que o edifício, conhecido pelas vistas sobre o Tejo, pelos interiores cuidadosamente preservados e por um serviço atento ao detalhe, procura consolidar a sua posição entre os refúgios urbanos mais relevantes da Europa. A combinação entre património, localização e uma oferta que inclui quartos e suites com características próprias, um restaurante referenciado pelo Guia Michelin e um rooftop que se tornou emblemático da colina de Santa Catarina contribuiu para esta distinção.

A integração no Grupo Valverde representa igualmente um reforço estratégico, ao associar o palácio a um portefólio que valoriza a autenticidade e a experiência personalizada. A direção do grupo sublinha que o Verride se distingue pela forma como reflete uma ideia muito própria de Lisboa, marcada por elegância discreta e um sentido de hospitalidade que acompanha a história do edifício. Esta nova fase pretende, assim, fortalecer essa identidade, ao mesmo tempo que amplia o alcance internacional do hotel através de novas parcerias.

Instagram testa limite de três hashtags em publicações

Vários utilizadores alegam que começaram a receber novas notificações estão a alertar para um limite máximo de três hashtags por publicação no Instagram.

A Meta pode ter começado a aplicar um limite de três hashtags por publicação no Instagram, de acordo com vários relatos de utilizadores que receberam notificações ao tentar inserir mais etiquetas do que o permitido, mas a funcionalidade ainda não foi anunciada oficialmente.

O limite aplicado que tem sido reportado é de apenas três hashtags, embora outros utilizadores aleguem que continuam a usar o número habitual sem qualquer restrição. Esta discrepância pode indicar uma implementação limitada, que é uma prática comum nas fases preliminares de alterações internas na plataforma. Assim, permanece incerto se esta limitação será aplicada globalmente ou se será ajustada após análise do comportamento dos utilizadores abrangidos pelo teste, para evitar um uso abusivo da plataforma.

Questionada por vários órgãos de comunicação, a Meta ainda não comunicou qualquer resposta sobre a imposição destes limites, que poderão afetar diretamente a forma como conteúdos são indexados e descobertos no Instagram.

Gran Turismo 7: Spec III, a nova atualização do jogo, inclui muitos carros e introduz uma nova carreira paga

Gran Turismo 7 prepara-se para receber a sua maior atualização com Gran Turismo 7: Spec III e o DLC pago Power Pack, com 50 provas, 8 carros novos e 2 pistas.

A Polyphony Digital prepara-se para o lançamento da próxima grande atualização para Gran Turismo 7, já amanhã, a 4 de dezembro. A atualização gratuita chama-se Gran Turismo 7: Spec III (v1.65) e faz-se acompanhar do lançamento de um novo DLC pago, o Power Pack, exclusivo para a versão PlayStation 5 do jogo. Este conjunto introduz um modo de corridas reais com sessões completas (treinos, qualificação e corrida sem repetições), 50 eventos distribuídos por 20 categorias temáticas incluindo provas de 24 horas, a IA de adversários GT Sophy 3.0, oito novos carros e dois circuitos adicionais ao jogo, bem como múltiplas funções e ajustes como pneus Dunlop, um registador de dados, aumento do Nível de Colecionador e novos conteúdos para o Café e para os Circuitos Mundiais.

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Gran Turismo 7: Spec III (Polyphony Digital)

O Power Pack surge como um suplemento pago acessível a partir do novo ícone do veleiro que irá aparecer no canto inferior esquerdo do Mapa Mundial com a nova atualização, após a conclusão da Ementa nº 9 – Campeonato: Desfile de Tokyo Highway, propondo 50 eventos organizados em 20 categorias temáticas inspiradas pelas culturas automobilísticas do Japão, Ásia, Europa e América, onde cada evento reproduz um fim-de-semana de corrida com sessão de treinos, qualificação e corrida principal e sem possibilidade de reinício depois de a corrida começar. Em destaque está também a incorporação completa do agente de IA GT Sophy 3.0 para controlar os adversários, prometendo duelos mais realistas e apertados. Funcionando como uma nova carreira, as categorias deste modo incluem séries de modelo único, provas para carros Gr.1 e Gr.3, desafios de endurance de 24 horas e corridas históricas, de tuning e de Nürburgring. Ao completar provas ganha-se estrelas que podem ser trocadas por bónus, entre eles seis carros exclusivos afinados pela equipa do jogo (Ford Mustang 2015 American Racer, Nissan Skyline GT-R GP-Tuned (KPGC10), Porsche 911 Turbo Rally (930), Toyota AE86 Levin D-Tuned, Toyota Supra GT Road Car (JZA80) e Volkswagen Beetle 1966 Desert Racer). Adicionalmente, o Power Pack inclui 5.000.000 de créditos no jogo prontos a serem usados.

A Spec III, a atualização gratuita, também vem recheada de conteúdos acrescenta oito veículos que cobrem desde clássicos até um carro de fórmula original e um elétrico de alta performance, são eles os: Ferrari 296 GT3 ’23; Ferrari 296 GTB ’22; FIAT Panda 30 CL ’85; Gran Turismo F3500-B; Mine’s BNR34 GT-R N1 base; Mitsubishi FTO GP Version R ’97; Polestar 5 Performance ’26; Renault Espace F1 ’95. Ao pacote, juntam-se também os dois circuitos: Yas Marina Circuit, a pista de Abu Dhabi; e o Circuit Gilles-Villeneuve, a pista de Montréal famosa pela chicana final e pelo “Muro dos Campeões”. A atualização muda também a introdução cinemática inicial, acrescenta pneus Dunlop na Loja de Afinação e em certos carros especiais, aumenta o Nível de Colecionador máximo de 50 para 70 (com convites ilimitados para Brand Central acima do nível 50) e adiciona o pavilhão Power Pack ao Mapa Mundial.

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Gran Turismo 7: Spec III (Polyphony Digital)

Para além das adições de conteúdo, a Spec III expande os Circuitos Mundiais com novos eventos, os Desafios Semanais passam a incluir Missões de Desafio e Contrarrelógio (desbloqueadas após ver o final do jogo) e há uma nova funcionalidade de registador de dados, disponível em Contrarrelógio, Centro de Condução e Experiência de Circuito, que permite sobrepor e comparar telemetria de tentativas anteriores e repetições em tempo real.

O Café recebe também uma Ementa Sazonal de conteúdo pós-jogo que rota carros por temporada para recompensas adicionais, e quatro Ementas Extra. Por fim, o modo Scapes adiciona quatro novas áreas destaques, o Yas Marina Circuit, Circuit Gilles-Villeneuve, Loja de Afinação e uma opção “Luz Adicional”, com novos pontos de luz para iluminar os carros em ambientes mais escuros.

Gran Turismo 7: Spec III chega na atualização 1.65 para as versões PlayStation 4 e PlayStation 5, já o Power Pack é apenas compatível com a versão PlayStation 5, podendo ser experienciada na totalidade com o PlayStation VR2.

Avowed tem a sua próxima grande atualização adiada, mas com conteúdo muito esperado

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Inicialmente programada para este outono, a próxima grande atualização de Avowed irá agora celebrar o primeiro aniversário do jogo.

Avowed foi um dos grandes RPGs do ano, lançado em fevereiro de 2025, tendo recebido suporte continuo com duas grandes atualizações sazonais que introduziram melhorias, menos fricção, e novos conteúdos. No calendário inicial havia uma terceira atualização programada para este outono, que fica agora sem efeito, sendo empurrada para o início de 2026.

A Obsidian Entertainment anunciou este adiamento nas redes sociais, mas com melhores notícias do parece à primeira vista. De acordo com a equipa de produção, o desenvolvimento da nova atualização materializou-se em algo maior, ao que chamam de Anniversary Update, com lançamento previsto para fevereiro.

Esta atualização, para além de melhorias várias irá integrar funcionalidades pedidas pela comunidade, novas opções de personalização e mais conteúdos. Em destaque, o jogo irá receber finalmente um modo New Game Plus, convidado os jogadores a voltarem a reviver esta história com novas escolhas; um modo de fotografia, para capturar as paisagens das Living Lands e os momentos mais intensos; a possibilidade de alterar a aparência da personagem durante a história; novos presets, e “muito mais”.

A Obsidian refere que esta atualização integrará assim tudo o que estava prometido para a atualização de outono, transformando-a na “maior atualização até agora” de Avowed.

Avowed foi lançado como exclusivo de consola Xbox Series X|S, estando também disponível no PC via Battle.net, Steam e Microsoft Store. O jogo está também disponível no Xbox Game Pass para quem tem a subscrição Ultimate. Para já, não há ainda indícios de um lançamento nas consolas PlayStation, algo que poderá acontecer à medida que o jogo completa um ano desde o seu lançamento.

TAP prepara lançamento de nova cabina intermédia nos voos de longo curso

A TAP vai lançar uma nova cabina entre a Económica e a Executiva, com 12 lugares, prioridade no aeroporto e serviço diferenciado a bordo.

A TAP Air Portugal vai introduzir, no verão de 2026, uma cabina intermédia pensada para quem procura um nível superior de conforto sem entrar no segmento da Executiva. A nova opção estará disponível nos voos de longo curso operados pelos A330 e A321LR e surge como resposta à crescente procura por experiências mais personalizadas e por um ambiente de viagem mais tranquilo.

A configuração inclui 12 lugares distribuídos em filas de quatro, colocados imediatamente a seguir à Executiva e A TAP vai lançar uma nova cabina entre a Económica e a Executiva, com 12 lugares, prioridade no aeroporto e serviço diferenciado a bordo.desenhados para garantir maior privacidade. O lugar adjacente permanece sempre livre, criando um espaço mais silencioso e reservado, pensado para proporcionar um voo mais estável e confortável.

A experiência começa ainda no aeroporto, com serviços concebidos para agilizar todo o processo: balcões dedicados de check-in, prioridade no tratamento de bagagem, acesso rápido nos controlos de segurança e embarque preferencial. Estas facilidades procuram reduzir tempos de espera e tornar o percurso até ao avião mais simples.

A bordo, o serviço mantém o mesmo foco, com acompanhamento individual e elementos destinados a reforçar o conforto durante o voo. A refeição principal terá duas opções de prato quente, podendo ser escolhida com antecedência até 24 horas antes da partida. A oferta inclui também um kit de amenities, almofadas de maior qualidade e auscultadores pensados para melhorar a experiência sonora.

Para quem viaja com frequência, a companhia acrescenta ainda vantagens como acumulação extra de milhas e condições mais flexíveis para alterações ou reembolsos, ajustando-se a agendas que mudam com facilidade.

LEGO revela uma réplica em tamanho real do Troféu do Campeonato do Mundo FIFA 2026

O Grupo LEGO revelou o primeiro set LEGO Editions, com uma réplica à escala real do troféu do Campeonato do Mundo FIFA 2026.

O Grupo LEGO revelou uma nova linha de sets com uma nova colaboração com o Campeonato do Mundo FIFA 2026. Trata-se do LEGO Editions Troféu Oficial do Campeonato do Mundo da FIFA, um set à escala real que replica o prémio máximo do futebol mundial, que os campeões irão levantar no final da próxima edição do campeonato.

Com 2842 peças, o LEGO Editions Troféu Oficial do Campeonato do Mundo da FIFA surge em antecipação para o próximo Mundial que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México, sendo o primeiro da história a envolver 48 seleções e um calendário alargado.

A réplica, tem 36 centímetros de altura, reproduz a silhueta codificada do troféu entregue desde 1974 e inclui uma secção amovível no topo do globo que revela uma cena interna com o logótipo oficial do torneio. No interior encontra-se ainda uma mini-figura exclusiva a segurar um mini-troféu, enquanto que a base apresenta uma placa com as seleções vencedoras desde a introdução do atual design da Taça do Mundo. O modelo utiliza dois tipos distintos de elementos dourados, peças lacadas e componentes moldados, numa quantidade inédita para um set LEGO.

Este será o primeiro lançamento de um portefólio mais alargado relacionado com o Mundial 2026, embora não se conheçam para já os restantes produtos previstos. O Grupo LEGO refere que, ao longo do próximo ano, serão introduzidas novas propostas destinadas a coincidir com momentos chave da preparação do torneio, incluindo eventos de adeptos e ativações públicas.

O set LEGO Editions Troféu Oficial do Campeonato do Mundo da FIFA já se encontra em pré-venda através do site oficial da marca, por 179,99€, com lançamento a partir de 1 de março de 2026.

Marca portuguesa CHULÉ chega ao Porto com stand dedicado às suas meias sustentáveis

A CHULÉ inaugurou um stand no ViaCatarina Shopping, no Porto, apresentando colecções de meias produzidas em Portugal com materiais orgânicos.

A CHULÉ instalou-se no Porto com um novo ponto de venda no ViaCatarina Shopping, levando para o centro da cidade o conjunto de meias que tem marcado a identidade da marca desde a sua criação. O stand abriu no Piso 2, junto à Santini, num momento em que muitos procuram sugestões práticas e criativas para a época natalícia, com preços que, no caso da marca, se mantêm entre os 10€ e os 25€.

O espaço foi concebido para mostrar a variedade que tem distinguido a CHULÉ, desde modelos para adulto e criança até séries temáticas que incluem referências a clubes de futebol. Para além das meias, estão disponíveis t-shirts produzidas em algodão orgânico e versões de compressão, mantendo o alinhamento da marca com materiais de origem responsável e processos de fabrico focados na durabilidade e no conforto.

A escolha do ViaCatarina Shopping acompanha a estratégia do centro comercial, que tem vindo a acolher projetos nacionais com potencial de crescimento, beneficiando do movimento constante de visitantes numa das artérias mais movimentadas da Baixa portuense. O novo stand funciona também como ponto de contacto direto entre a marca e quem procura produtos locais num ambiente marcado pela circulação diária de residentes e turistas.

Criada no final de 2019 por três amigos que procuravam introduzir mais personalidade num acessório tantas vezes secundário, a CHULÉ assenta a sua produção em fábricas portuguesas que trabalham exclusivamente com algodão orgânico certificado GOTS, num processo isento de pesticidas, químicos e OGM, reforçando a ligação à tradição têxtil nacional e consolidando uma identidade própria no mercado.

Adaptação de God of War já iniciou a pré-produção com uma segunda temporada confirmada

A adaptação de God of War arrancou oficialmente a pré-produção com uma encomenda de duas temporadas e a adição de um dos realizadores de Fallout e Shōgun.

A Prime Video deu início à pré-produção da adaptação de God of War em Vancouver, com uma encomenda de duas temporadas. Adicionalmente, a série recebe Frederick E.O. Toye para realizar os primeiros episódios, num momento em que marca também o início da busca pelo elenco principal que irá interpretar Kratos e Atreus. A produção da série avança após a chegada de Ronald D. Moore como novo showrunner no final do ano passado, que foi responsável por uma reformulação criativa que acelerou o desenvolvimento desde o seu anúncio inicial.

O projeto, aprovado originalmente em 2022, evoluiu de forma discreta ao longo dos últimos meses, culminando na decisão da Amazon de garantir duas temporadas ainda antes do início das gravações, uma prática comum em produções de grande escala que exigem investimento substancial em construção de cenários, adereços e design de produção. Paralelamente, o inicio do casting focar-se-á nas duas figuras principais da história a adaptar, Kratos e Atreus, reforçando assim que a narrativa do da série será inspirada no reboot da saga God of War, que aconteceu em 2018 na PlayStation 4, onde pai e filho percorrem um mundo marcado pela mitologia nórdica enquanto tentam honrar o legado de Faye.

Frederick E.O. Toye, vem entregar mais legitimidade ao projeto, com um currículo invejável, ao vencer um Emmy pelo trabalho em Shōgun, e após uma longa relação criativa com a Amazon em produções como Fallout, The Boys e The Terminal List. O realizador junta-se assim a Moore, que assume também a escrita e produção executiva, numa produção conduzida pela Sony Pictures Television e Amazon MGM Studios, em parceria com a PlayStation Productions e a Tall Ship Productions.

A equipa de produção inclui ainda nomes como Maril Davis, Cory Barlog, Naren Shankar, Matthew Graham, Asad Qizilbash, Carter Swan, Hermen Hulst, Roy Lee e Brad Van Arragon, aos quais se juntam vários co-executivos com experiência em ficção científica e fantasia. A adaptação integra-se na estratégia mais ampla da Sony de transportar propriedades PlayStation para televisão e cinema, numa lista que inclui projetos já lançados como Gran Turismo e futuros como Horizon e Helldivers 2.

Ghost Story Games descreve o processo criativo por detrás de Judas e da sua protagonista

O estúdio de Ken Levine explicou como a protagonista Judas e a narrativa dinâmica do novo FPS tomaram forma ao longo de anos de experimentação interna.

Através do blog da PlayStation, a Ghost Story Games revelou novos detalhes sobre o processo de desenvolvimento de Judas, o novo jogo de Ken Levine, revelando como a protagonista, a estrutura narrativa e o próprio cenário da Mayflower evoluíram a partir de uma longa exploração de ideias sistémicas e conflitos entre personagens. O jogo, que volta a mostrar sinais de vida, irá marcar o regresso do criador de BioShock, numa aventura que decorre numa nave geracional onde os últimos humanos enfrentam entram em conflito enquanto viajam para Proxima Centauri.

O estúdio afirma que, tal como em BioShock e BioShock Infinite, o ponto de partida não foi a história, mas um elemento central de design. Em Judas, esse elemento é uma narrativa dinâmica, num sistema pensado para permitir que as personagens reajam em tempo real às pequenas escolhas do jogador. “O projeto começou com a vontade de contar histórias menos lineares, que reagissem ao jogador e se desdobrassem de formas nunca vistas num jogo do Ken”, explicou Drew Mitchell, lead narrative designer. O criativo descreve que, antes de existir uma protagonista definida, a equipa trabalhou apenas com “um vazio”, procurando conflitos e objetivos fortes para cada personagem.

O que definiu a personagem de Judas, como conta Ken Levine, foi algo que surgiu num momento específico, com um monólogo que imaginou durante um dos testes ao jogo. “Pensei num discurso que definiria esta personagem que estávamos a tentar descobrir. Este discurso tornou-se o ponto de referência a que regressávamos sempre”, contou o diretor criativo. Nesse texto, Judas descrevia a aversão a interações sociais básicas e o conforto que encontrava em máquinas, um traço que, de acordo com o estúdio, acabou por moldar toda a identidade da personagem.

A protagonista é apresentada como alguém que compreende máquinas melhor do que pessoas, uma qualidade que a torna poderosa na Mayflower, a nave onde se passa o jogo e a sociedade é rigidamente controlada por computadores e onde qualquer desvio das normas é considerado uma ameaça. Mas essa mesma característica transforma Judas numa pária. “Colocámo-la no último lugar onde gostaria de estar, cercada por relações tensas e interesses em guerra”, afirma Mitchell, sublinhando que o jogo foi pensado como um “Judas Simulator”, no qual tudo parte da forma como o jogador interage com o mundo através dela.

Outra diferença em relação aos jogos anteriores de Levine é o próprio papel da protagonista no enredo. “O nome está no título. Judas é nativa da Mayflower e está no centro dos eventos que desencadeiam a história. Tem um passado com este mundo – quase sempre mau – e isso dá ao jogador muitas maneiras de decidir como a sua jornada se desenrola”, acrescentou Mitchell, destacando que os a equipa de teste já começou a questionar-se com “o que faria Judas?”, sinal de que a equipa queria um protagonista realmente definido e vocal.

Nathan Phail-Liff, art director, explicou que a nave também não será um espaço estático, mas um ambiente remodelado ao longo de décadas de conflito interno. “Tal como acontece em qualquer cidade com história, se escavarmos o ‘solo’, encontramos camadas esquecidas e reconstruídas. Queremos transmitir essa credibilidade na arquitetura e na forma como os jogadores descobrem o passado do Mayflower”, afirmou.

Para suportar a narrativa dinâmica, o estúdio criou sistemas que tratam a nave como um espaço reconfigurável, capaz de gerar ambientes distintos a partir de regras internas. Karen Segars, lead artist, descreve este processo afirmando que “Identificamos os ‘blocos’ que compõem o Mayflower – desde os alojamentos VIP até aos dormitórios dos Violators – e treinámos o sistema para compreender como encaixar todas estas peças de forma credível e útil para a jogabilidade”. De acordo com a artista, os espaços mais luxuosos apresentam tetos altos e grandes janelas, enquanto as áreas inferiores requerem a descida pela chamada “Stairway to Hell”.

A Ghost Story Games refere que, nos seus jogos anteriores, tudo era montado manualmente, mas isso limitaria a reatividade pretendida para Judas. A solução foi construir sistemas capazes de atuar como “storytellers” e “decoradores”, preenchendo o mundo com base nos vários estados narrativos possíveis.

Judas será o primeiro jogo da equipa de Ken Levine desde BioShock Infinite: Burial at Sea, de 2014, com data de lançamento ainda por anunciar, para a PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.

Cais do Sodré acolhe novo TechHub da HAVI no renovado edifício Cais 5

O novo TechHub da HAVI no Cais do Sodré marca a expansão internacional da empresa e destaca o papel da Cushman & Wakefield no projeto de arquitetura e execução.

A Cushman & Wakefield desenvolveu o projeto de arquitetura e assegurou a execução do novo HAVI TechHub instalado no edifício Cais 5, no Cais do Sodré, um espaço de 650 m² que passa a acolher o terceiro centro tecnológico global da empresa norte-americana.

O novo espaço ocupa o 4.º piso do Cais 5, edifício pertencente à Signal Capital Partners e recentemente sujeito a uma reabilitação profunda conduzida pelo atelier Contacto Atlântico. A intervenção procurou adaptar um imóvel com vários anos às dinâmicas recentes do Cais do Sodré, zona que tem acolhido projetos como a sede da EDP e o renovado Mercado da Ribeira. Para além dos seis pisos de escritórios, o edifício integra um rooftop e estacionamento em cave.

O hub apresenta um open space amplo, marcado por uma zona de reuniões e apresentações em anfiteatro. A configuração integra gabinetes e salas de reunião, duas delas interligadas, possibilitando a criação de um espaço de maior escala quando necessário. O conjunto é complementado por pequenos módulos destinados a encontros rápidos, áreas informais de trabalho e um espaço orientado para processos criativos. Existe ainda uma copa com zona de convívio, pensada para reforçar o bem-estar e a interação das equipas.

Entre os elementos mais distintivos do espaço, destaca-se uma pista de atletismo que percorre o perímetro do open space e um mural de azulejos numa das salas de reunião que recria a vista do miradouro de Santa Catarina, criando uma ponte visual entre a presença global da empresa e referências emblemáticas da cidade de Lisboa.

Foto: Eduardo Montenegro

Nova exposição no Júlio de Matos junta Pedro Cabral Santo a artistas da P28

O Pavilhão 31 exibe um projeto conjunto que cruza o trabalho de Pedro Cabral Santo com o de oito artistas em residência na P28.

Há uma nova exposição para ver no Pavilhão 31 do Hospital Júlio de Matos: Black Paintings, White Hearts, um projeto que junta Pedro Cabral Santo a oito artistas do ateliê da P28. A mostra, patente até 24 de janeiro de 2026, surge em paralelo com a participação do artista no programa Outdoor, que levou várias das suas obras para painéis de grande formato espalhados pelo Largo Marquês de Angeja, pela Avenida da Índia, junto ao Museu dos Coches e diante do MAAT Central, em Belém.

A exposição nasce da tradição das chamadas “pinturas negras”, usada por Cabral Santo como ponto de partida para um exercício colectivo desenvolvido em telas de grandes dimensões. O processo envolveu oito combinações distintas de cores primárias e secundárias, trabalhadas em conjunto com os artistas residentes da P28 no âmbito do projeto ENTREVISTA, pensado para inverter papéis entre o convidado e os autores do Ateliê de Artes Plásticas do Serviço de Reabilitação do Júlio de Matos.

Além das pinturas, está disponível o vídeo Entrevista: Pedro Cabral Santo, que regista uma conversa entre o artista e dois dos participantes, Cleia Cunha e Emídio Aboobacar. A P28 salienta que a iniciativa procura reforçar a visibilidade de artistas que vivem com doença mental, promovendo um contacto direto com criadores já reconhecidos e dando espaço a trajetos que permanecem muitas vezes fora do foco público.

Em simultâneo, Cabral Santo encerra o ciclo Outdoor em Lisboa, um programa que tem colocado obras de arte contemporânea em suportes publicitários de grande escala distribuídos pelo país. Com formação em pintura e escultura e um percurso que se estende à curadoria, à investigação e ao ensino, o artista tem trabalhado com linguagens híbridas e processos multimédia que questionam os limites e a função da arte, juntando-se assim a nomes que já passaram pelo projeto, como João Louro, Jorge Molder e Pedro Cabrita Reis.

A programação associada à exposição inclui ainda a última performance de 2025 do ciclo Call Center de Performance e Arte Extrema + Interseções entre Chat Literário e Saúde Mental, organizada pelo duo Galeria Ana Lama. A convidada, Myriam Laplante, apresenta It Was a Dark and Stormy Night, uma peça centrada na relação com a incerteza e com a desordem inevitável do quotidiano.

Babybel lança edição limitada inspirada em Stranger Things

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Parceria com a Netflix assinala a temporada final da série e traz embalagens especiais aos pontos de venda portugueses.

A Babybel uniu-se à Netflix para assinalar a chegada da quinta e última temporada de Stranger Things, já disponível na plataforma, com uma edição limitada das redes Babybel Original, um snack pensado para acompanhar qualquer maratona de episódios.

À medida que os fãs se preparam para o desfecho da série criada pelos irmãos Duffer, a Babybel apresentou uma coleção especial cujo packaging é inspirado no universo de Hawkins e nos seus símbolos mais reconhecíveis. A edição limitada já está disponível nos pontos de venda habituais, juntando duas referências culturais que atravessam gerações: Stranger Things e Babybel.

A marca sublinha que cada queijinho mantém o seu sabor suave e textura amanteigada, bem como a inconfundível cera vermelha que faz parte da rotina de muitos consumidores, seja em casa, no trabalho ou na lancheira. Os preços de venda recomendados são de 2,49€ para a rede de 6 unidades e 4,59€ para a rede de 12 unidades.

Segundo Liliana Parreira, Brand Leader da marca no Cluster do Sul da Europa, esta colaboração “permite projetar a marca para novos territórios, fortalecer a sua relevância cultural e criar experiências que vão além do produto”. Parreira reforça que Babybel é hoje “um snack que simboliza a partilha e a diversão”, valores que a marca procura amplificar através de parcerias com forte impacto global.

Babybel
Babybel

Stranger Things: um fenómeno global que chega ao fim

Desde 2016, Stranger Things tornou-se num fenómeno mundial, somando mais de 140 milhões de visualizações na quarta temporada e mais de 70 prémios internacionais, incluindo Emmys e SAG Awards. Enraizada na estética e nostalgia dos anos 80, a série conquistou milhões e até devolveu clássicos musicais, como “Running Up That Hill” de Kate Bush, ao topo das tabelas.

Contudo, a história chega ao fim em 2025, com uma temporada dividida em três volumes: o primeiro estreou a 26 de novembro, o segundo chega no Natal e o capítulo final será lançado na véspera de Ano Novo. O universo continua, no entanto, a expandir-se, com a peça Stranger Things: The First Shadow, a série animada Tales From ’85 e a nova experiência imersiva Stranger Things: Escape the Dark, que estreia ainda este ano na Netflix.

Estádio do Dragão recebe nova iluminação LED e sistema interativo

O Estádio do Dragão conta agora com iluminação LED atualizada e um sistema interativo que introduz efeitos visuais e sonoros inéditos no recinto.

A Signify realizou uma intervenção de grande escala no Estádio do Dragão, substituindo toda a iluminação do relvado e das bancadas por tecnologia LED e acrescentando um sistema cénico interativo que até agora não existia no recinto.

No relvado, está agora instalado o sistema ArenaVision Gen3.5, desenvolvido para infraestruturas desportivas e operado através do Interact Sports. A combinação garante uma iluminação mais eficiente e enquadrada nas normas UEFA Elite Class A e FIFA Standard A, assegurando condições adequadas para a competição e para as transmissões televisivas.

A novidade mais evidente surge na componente decorativa, que passa a incluir iluminação arquitetural capaz de criar sequências visuais e efeitos luminosos sincronizados com som. O equipamento foi colocado na cobertura e em vários elementos estruturais que envolvem o interior do estádio, permitindo produzir ambientes imersivos antes, durante ou após os jogos.

O projeto inclui 196 projetores ArenaVision LED Gen3.5 orientados para o campo, 69 ClearFlood Large gen2 para as bancadas e ainda unidades UniFlood M G2 e UniStrip G4 dedicadas à vertente arquitetural, totalizando 636 aparelhos. Toda a operação é gerida pelo sistema Interact, que permite monitorização, ajuste de níveis luminosos e a seleção de diferentes ambientes, incluindo sequências preparadas para momentos específicos.

Sony revela ALPHA 7V numa grande atualização para a linha full-frame

A Sony apresentou em Lisboa a ALPHA 7V, reforçando a série full-frame com melhorias em IA, velocidade e autonomia.

A Sony apresentou esta terça-feira em Lisboa, num evento no qual o Echo Boomer esteve presente, a novíssima ALPHA 7V, a quinta geração da sua câmara full-frame sem espelho – mirrorless -, acompanhada pela nova objetiva FE 28-70mm F3.5-5.6 OSS II. Trata-se de uma bela atualização na evolução da série Alpha 7, muito em parte devido ao sensor CMOS Exmor RS de 33MP, recentemente desenvolvido, e pelo motor BIONZ XR2, que integra capacidades da unidade de processamento de IA presente nos modelos mais avançados da marca.

O sistema apresenta melhorias claras na identificação de motivos, com um aumento que pode atingir 30% na eficácia do reconhecimento em tempo real. Com 759 pontos de deteção de fase e uma cobertura que chega a 94% da área da imagem, a câmara mantém o motivo sob controlo mesmo em condições de luminosidade reduzida, até EV -4,0. A compatibilidade com processamento RAW de alta resolução através do Imaging Edge Desktop permite uma abordagem mais detalhada na pós-produção.

A velocidade de leitura do sensor é cerca de 4,5 vezes superior à geração anterior, reduzindo distorções e garantindo uma resposta consistente em cenários de ação rápida. O cálculo AF/AE até 60 vezes por segundo, aliado ao disparo contínuo até 30 fps com seguimento completo, assegura o registo de motivos em movimento imprevisível – como fauna, desporto ou cenas de ação – sem perda de momentos decisivos. A função de pré-captação, que guarda até um segundo antes do disparo, contribui para captar instantes difíceis de antecipar.

Em fotografia, a câmara oferece até 16 pontos de gama dinâmica, preservando detalhe tanto nas zonas mais brilhantes como nas mais escuras. O novo equilíbrio de brancos automático, apoiado por IA, identifica com maior rigor a iluminação ambiente e ajusta as tonalidades para manter coerência cromática, reduzindo a necessidade de correções posteriores.

Sony ALPHA 7V

No vídeo, a ALPHA 7V alarga as opções criativas com gravação 4K 60p com sobreamostragem de 7K em modo full-frame, além de 4K 120p no modo APS-C/Super 35mm. A leitura integral dos píxeis assegura uma imagem detalhada, enquanto o Modo Ativo Dinâmico de estabilização proporciona fluidez mesmo em gravações realizadas à mão. Junta-se a isto a função de enquadramento automático com apoio de IA, que ajusta a composição consoante o motivo se move, e melhorias tanto na redução de ruído como no microfone interno, pensadas para um som mais limpo e natural.

A câmara melhora ainda o fluxo de trabalho com Wi-Fi 6E para transmissões mais rápidas e estáveis, duas portas USB-C para maior flexibilidade e um visor multiângulo de 4 eixos que facilita ajustes em diferentes posições. A ergonomia foi revista para oferecer maior conforto, especialmente em sessões longas.

Já a autonomia é reforçada pela gestão térmica optimizada e pelo modo que reduz o brilho do ecrã, possibilitando gravações 4K prolongadas e cerca de 630 fotografias com o visor, segundo os padrões CIPA.

A ALPHA 7V deverá chegar ao mercado no final de dezembro de 2025, com um preço previsto de cerca de 2.999€.

Segunda fase do E-LAR arranca com dotação de 60,8 milhões de euros

A segunda fase do Programa E-LAR tem uma dotação de 60,8 milhões de euros para substituir equipamentos a gás por soluções elétricas mais eficientes em habitações.

O Ministério do Ambiente e Energia deu início à segunda fase do Programa E-LAR, uma edição que conta com uma dotação de 60,8 milhões de euros, mais do dobro do montante atribuído na fase inaugural. A iniciativa volta a centrar-se na substituição de equipamentos domésticos a gás por alternativas elétricas de maior eficiência, reforçando a estratégia nacional de eletrificação e o apoio às famílias em maior vulnerabilidade.

Esta nova etapa introduz um apoio adicional dirigido aos beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica: um valor de 50€ destinado à selagem das tubagens de gás após a remoção dos equipamentos substituídos, garantindo que o processo decorre com as condições de segurança adequadas.

O aviso hoje publicado define que as candidaturas dos consumidores abrem a 11 de dezembro. Já os fornecedores previamente qualificados têm, a partir do dia 4, de confirmar a intenção de continuar no programa. Na ausência dessa confirmação, considera-se que pretendem abandonar a rede.

Permanecem em vigor os critérios de eficiência energética exigidos para os novos equipamentos, nomeadamente a obrigatoriedade de classe A ou superior, com exceções já previstas para placas elétricas sem classificação mínima e termoacumuladores acima de 30 litros que cumpram pelo menos a classe B.

MEO e Vodafone vão aumentar os preços em 2026

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As operadoras justificam aumentos com custos de rede e manutenção da qualidade de serviço.

A MEO e a Vodafone vão proceder a aumentos de preços em 2026, em linha com as condições previstas nos respetivos contratos. A informação foi confirmada à Lusa por fontes oficiais das duas operadoras.

No caso da MEO, a empresa afirma que irá realizar “a atualização de preços contratualmente prevista”, abrangendo a generalidade dos serviços, com exceção das marcas UZO e Moche. Segundo a operadora, o ajuste “contribui para manter o elevado padrão de qualidade e o nível de investimento na inovação e nas redes móvel e de fibra ótica”. Já a Vodafone adiantou que, a partir de 9 de janeiro de 2026, os preços dos seus serviços serão atualizados “até ao valor máximo da taxa de inflação prevista para 2025 e conforme condições contratuais”. A empresa acrescenta que mais detalhes estarão disponíveis no seu site a partir dessa data.

De acordo com a informação divulgada online, a Vodafone sublinha que estas alterações permitem “continuar a investir nas redes, produtos e serviços”, justificando o aumento com “custos crescentes de manutenção de rede, inovação e qualidade de serviço”. A operadora esclarece ainda que a atualização não se aplica a novos contratos ou renovações celebradas a partir de 11 de novembro, no segmento particular.

Ficam igualmente excluídos os tarifários pré-pagos e os mais recentes, como RED All In, Yorn Chill, Net+ e as ofertas de Black Friday. Para novas adesões, refidelizações e upgrades empresariais, a Vodafone indica que não haverá atualização de preços nos primeiros seis meses, ou seja, até 8 de julho de 2026.