Fitasy Stride são os primeiro ténis impressos em 3D especificamente para cada pé

Um ténis feito à medida, impresso em 3D e totalmente reciclável chega ao mercado em 2026.

A impressão 3D continua a conquistar território na indústria do calçado e a Fitasy é a mais recente marca a dar um passo nessa direção. A empresa apresentou oficialmente o Stride, um novo modelo de ténis totalmente personalizado, concebido para maximizar o conforto e reduzir o impacto ambiental.

O processo começa com uma digitalização completa dos pés do utilizador: um scan de 360 graus em duas posições, relaxada e com carga, que permite recolher dados anatómicos reais. Estas informações são tratadas por um sistema que combina inteligência artificial com modelação espacial avançada, gerando uma representação virtual precisa do pé. A partir daí, um algoritmo cria automaticamente o design do ténis, ajustado ao milímetro às proporções individuais de cada cliente.

Concluída a fase de desenho, o projeto avança para a impressão 3D, onde cada par é produzido em cerca de uma semana. O Stride utiliza uma estrutura de tripla treliça, impressa integralmente em poliuretano reciclável, eliminando a habitual mistura de materiais que dificulta a reciclagem dos ténis tradicionais. De acordo com a Fitasy, a sua construção em forma de colmeia melhora o amortecimento, aumenta a respirabilidade e adapta-se dinamicamente aos movimentos do utilizador. A arquitetura tridimensional distribui melhor a pressão e reduz pontos de atrito, proporcionando maior conforto tanto no uso diário como nos treinos.

Para além do benefício ergonómico, o sistema de produção substitui os métodos de fabrico em massa por um modelo sob encomenda, reduzindo desperdícios, emissões de transporte e a necessidade de grandes armazéns. Cada par só existe depois de cada pé do cliente ser digitalizado, uma inversão completa da lógica industrial tradicional.

A Fitasy abrirá oficialmente as encomendas do Stride durante a CES 2026, que se vai realizar em Las Vegas. O preço de lançamento será de 195 dólares, com as primeiras entregas previstas para a primavera de 2026. Os ténis estarão disponíveis em preto e branco, e a lista de espera já se encontra ativa no site da marca.

Marketing de afiliados: Como o Multilogin torna o trabalho mais eficiente

O marketing de afiliados é um dos modelos mais acessíveis e rentáveis do marketing digital. No entanto, quem trabalha diariamente com várias plataformas, contas e campanhas sabe que a organização e a produtividade são dos maiores desafios. Entre gerir registos, acompanhar o desempenho, testar criativos e ajustar estratégias, o tempo acaba por ser consumido por tarefas repetitivas – e muitas vezes confusas.

É precisamente neste contexto que o Multilogin se destaca. Muito mais do que um simples navegador antidetect, a plataforma funciona como um ecossistema completo para organizar identidades digitais, otimizar fluxos de trabalho e oferecer maior eficiência a afiliados e equipas de marketing.

De seguida, vejam como os seus recursos ajudam a transformar a rotina de quem vive de performance.

1. Organização inteligente com um gestor de contas unificado

Quem trabalha com marketing de afiliados precisa de gerir múltiplas contas em simultâneo – páginas de vendas, contas de anúncios, redes sociais, ferramentas de análise e plataformas de conteúdo. Contudo, o que muitas pessoas não sabem é que, quando todas estas informações são acedidas no mesmo navegador, surgem vários conflitos: os cookies misturam-se, as sessões interferem entre si e o resultado é uma grande desorganização.

O Multilogin resolve este problema ao permitir que cada conta seja acedida num ambiente totalmente separado. Fundada na Estónia em 2015, com uma receita anual na ordem dos 8 milhões de dólares, a plataforma permite que, na prática, cada perfil funcione como se estivesse num navegador completamente independente – com os seus próprios dados, histórico, cookies, extensões e até características técnicas exclusivas.

Apesar de ser conhecido como navegador antidetect, o Multilogin funciona como um sistema profissional de gestão e isolamento de identidades digitais, oferecendo controlo detalhado sobre mais de 55 parâmetros de fingerprint, como agente de utilizador, resolução, fontes, WebGL, fuso horário, entre muitos outros.

Isto evita conflitos acidentais entre perfis, garantindo que:

  • Uma conta não interfere com outra;
  • As sessões mantêm estabilidade e organização;
  • As configurações específicas são preservadas;
  • As equipas conseguem trabalhar em várias campanhas em simultâneo, sem riscos de confusão ou falhas operacionais.

Este isolamento de perfis proporciona muito mais clareza, confiança e eficiência para afiliados, gestores de tráfego e equipas que lidam diariamente com múltiplas contas.

2. Automação de marketing integrada

Para crescer no marketing de afiliados, é essencial escalar tarefas repetitivas sem perder precisão. O Multilogin oferece exactamente isso ao permitir automações avançadas através de diferentes ferramentas e linguagens já utilizadas por profissionais de performance.

A plataforma disponibiliza uma CLI (Interface de Linha de Comando) que permite abrir perfis, carregar ambientes, ajustar parâmetros e executar fluxos operacionais automaticamente, sem necessidade de intervenção manual. Isto facilita, por exemplo, deixar as sessões de trabalho preparadas antes mesmo do início do dia da equipa.

O Multilogin é também compatível com estruturas de automação populares, como Selenium, Puppeteer e Playwright. Desta forma, tanto afiliados como equipas podem criar scripts personalizados para gerir tarefas do dia a dia – desde a configuração de ambientes de teste até à padronização de definições de trabalho – garantindo que tudo seja replicável e totalmente controlado.

Existe ainda uma API disponível, que permite integrações com sistemas internos, ferramentas de produtividade e fluxos analíticos mais complexos. Para automações mais simples, é possível orquestrar chamadas via Postman, permitindo que até utilizadores sem conhecimentos técnicos criem fluxos organizados.

O resultado é uma operação muito mais ágil, com tarefas rotineiras a deixarem de consumir o tempo da equipa e a serem executadas de forma consistente, rápida e segura.

3. Colaboração segura para equipas

No marketing de afiliados, onde uma única equipa pode gerir várias contas, campanhas e fontes de tráfego em simultâneo, um dos maiores desafios é fornecer acessos de forma segura. Ainda é comum ver equipas a utilizar folhas de cálculo, capturas de ecrã de códigos 2FA ou gestores de senhas improvisados – práticas que geram confusão e aumentam consideravelmente os riscos de bloqueios e falhas de segurança, sobretudo quando freelancers entram e saem dos projectos com frequência.

O Multilogin elimina este problema através da partilha segura de perfis em equipa, um recurso essencial para operações de afiliados que precisam de escalar com organização e sem comprometer a segurança. Em vez de expor logins e palavras-passe, os gestores podem configurar permissões baseadas em funções dentro de Workspaces independentes. Cada workspace pode ser dedicado a um cliente, um nicho de mercado, uma campanha ou até a um grupo específico de contas.

Isto significa que cada membro da equipa tem acesso apenas ao que é realmente necessário – sem ver credenciais reais e sem risco de alterar contas indevidamente. Além disso, como todos os perfis armazenam cookies, sessões activas, histórico e dados de navegação, qualquer membro da equipa pode continuar o trabalho exactamente do ponto onde outro colega parou, sem necessidade de refazer logins, solicitar códigos de autenticação de dois factores ou activar alertas de segurança em plataformas como Google Ads, Meta Ads, TikTok ou redes de afiliados.

Para operações de marketing de afiliados, este modelo traz três vantagens fundamentais:

  • Menos bloqueios por acessos suspeitos;
  • Maior agilidade na distribuição de tarefas;
  • Um nível de segurança muito superior ao das ferramentas tradicionais.

É organização profissional para equipas que precisam de velocidade, sem abdicar da proteção das contas.

4. Emulação Android avançada para gestão de redes sociais mobile-first

Utilizadora a navegar em redes sociais num smartphone, a ilustrar o suporte do emulador Android do Multilogin.

O marketing de afiliados acontece, em grande parte, em plataformas que dão prioridade ao mobile, como TikTok, Instagram, Kwai e muitas outras redes de influenciadores e tráfego pago. O grande problema é que, ao gerir múltiplas contas nestas plataformas a partir do desktop, surgem frequentemente inconsistências, sinais de login suspeito e limitações técnicas.

Ao contrário dos emuladores Android tradicionais, que apenas simulam a interface de um smartphone, o Multilogin reproduz de forma fiel o comportamento de um dispositivo móvel real – incluindo sensores, resolução do ecrã, GPU, fuso horário, idioma e muitos outros sinais que compõem o fingerprint de um dispositivo legítimo.

Para quem trabalha com redes sociais e campanhas mobile-first, isto significa:

  • Gerir múltiplas contas móveis com total segurança diretamente no desktop, sem necessidade de vários smartphones;
  • Criar perfis Android isolados, cada um a funcionar como um dispositivo autêntico;
  • Ajustar mais de 55 parâmetros de fingerprint, garantindo máxima consistência técnica e reduzindo riscos de bloqueio;
  • Ligar-se a uma rede com mais de 30 milhões de IPs residenciais e móveis, com segmentação por país, região ou cidade – ideal para validar anúncios, analisar concorrência e operar perfis regionais;
  • Automatizar rotinas como publicações, interacções, verificações e recolha de dados através da CLI do Multilogin, Selenium, Puppeteer, Playwright, API ou Postman;
  • Realizar scraping seguro de dados mobile para análise de tendências, criativos virais e métricas competitivas;
  • Colaborar com equipas completas através de workspaces sincronizados na cloud, com permissões baseadas em funções;
  • Integrar testes e operações móveis em pipelines CI/CD, garantindo processos escaláveis e consistentes.

O emulador Android do Multilogin dispensa a utilização de vários dispositivos físicos, evita problemas de login e fornece a infraestrutura profissional de que as equipas de afiliados necessitam para responder às exigências do mercado.

Conclusão

Para quem atua no marketing de afiliados, o Multilogin elimina os principais obstáculos do quotidiano: a gestão de contas, a segurança nos acessos e a estabilidade das campanhas. Em vez de lidar com bloqueios, múltiplos dispositivos e processos manuais, o afiliado pode agora operar de forma profissional e com resultados previsíveis.

O gestor de contas permite a criação de identidades independentes que não se sobrepõem, enquanto a automação de marketing elimina tarefas manuais, permitindo que as operações cresçam em escala. Os perfis podem ser partilhados de forma segura, o que facilita a colaboração sem necessidade de expor palavras-passe ou códigos confidenciais.

Com a emulação Android, é possível gerir várias contas mobile-first – sobretudo de redes sociais – diretamente a partir do desktop, de forma simples, fiável e exactamente como se estivesse a usar um dispositivo real.

Em suma, o Multilogin é a ferramenta ideal para quem pretende expandir as suas operações no marketing de afiliados com segurança, controlo e máxima eficiência.

Continente vai investir mil milhões de euros em Portugal até 2030

O Continente quer chegar às 500 lojas em Portugal, ao mesmo tempo que remodela supermercados já existentes.

40 anos depois da abertura do primeiro hipermercado na Senhora da Hora, em Matosinhos, o Continente mantém-se totalmente concentrado em Portugal e sem qualquer intenção de levar o retalho alimentar para fora do país. A estratégia da Sonae MC passa por crescer onde ainda existe margem no mercado nacional, reforçar a proximidade com os consumidores e adaptar os formatos às novas formas de compra, deixando definitivamente para trás ambições internacionais que falharam no passado.

Com uma quota de mercado próxima dos 27% e mais de 800.000 clientes servidos diariamente, a liderança não é encarada como um ponto de chegada. Luís Moutinho, que lidera a MC há mais de 15 anos, disse esta quarta-feira num encontro com jornalistas que ainda há espaço para crescer, sobretudo no Interior do país e na Grande Lisboa, regiões onde a presença da marca não é homogénea.

Até ao final da década, o grupo pretende aproximar-se das 500 lojas em Portugal, o que implica a abertura de cerca de 20 novas unidades por ano, a par de um plano de 150 remodelações destinado a atualizar espaços mais antigos. O foco recai sobretudo nos formatos de proximidade, como o Continente Bom Dia, e também nos supermercados Modelo, acompanhando uma tendência de consumo marcada por compras mais frequentes, cabazes mais pequenos e maior conveniência. Os hipermercados, que somam atualmente 41 unidades, não vão aumentar em número. A aposta passa por reinventar este formato, muitas vezes com a redução das áreas de venda, tornando a experiência mais simples e confortável, como já aconteceu em espaços como o Colombo, o Gaia Shopping ou o Guimarães Shopping.

O investimento previsto ascende a cerca de 1.000 milhões de euros até 2030 e abrange não só a abertura de novas lojas, como também a digitalização, a logística e a tecnologia. No plano do emprego, a MC prevê a contratação de cerca de 3.000 pessoas ao longo deste período. Já no início de 2026 estão previstas novas aberturas em Queluz, Alcântara-Terra, Campo de Ourique e Malveira, reforçando a presença em zonas urbanas densamente povoadas.

KFC lança edição limitada inspirada em Dragon Ball Z em Portugal

A KFC anunciou uma parceria com Dragon Ball Z que dá origem a uma edição limitada de produtos inspirados no universo do anime.

A KFC anunciou uma parceria com Dragon Ball Z, uma das séries mais marcantes da cultura popular japonesa. A iniciativa cruza o universo do anime com a identidade gastronómica da cadeia de restauração, através de uma edição limitada de produtos inspirados na estética e nas referências da série criada por Akira Toriyama.

A colaboração assume-se como uma homenagem ao imaginário de Dragon Ball Z, integrando personagens, referências visuais e elementos da cultura japonesa. Essa ligação materializa-se numa linha de produtos de edição limitada, acompanhada por embalagens exclusivas ilustradas com Goku e Vegeta, duas das figuras centrais da série.

Entre as novidades destacam-se o Katsu Sando Teriyaki e o Katsu Sando Spicy Teriyaki, uma interpretação da clássica sandes japonesa de frango frito, bem como o Bucket Teriyaki e o Bucket Spicy Teriyaki, que integram frango com molho teriyaki nas versões suave e picante. A oferta é complementada pelas Bolas de Queijo, uma referência direta às icónicas Bolas de Dragão.

Os clientes podem escolher entre diferentes combinações que incluem estes produtos, mantendo a estrutura habitual da oferta da marca, mas com uma abordagem temática ligada ao universo do anime. A iniciativa estende-se também ao público infantil, com a inclusão de memo cards no menu destinado às crianças, com personagens da série Dragon Ball Daima.

A parceria entre a KFC e Dragon Ball Z encontra-se disponível por tempo limitado em todos os restaurantes KFC em Portugal.

NORMAL vai abrir uma segunda loja em Aveiro

Sabe-se que será algures no outono, mas ainda é muito cedo para a NORMAL divulgar uma data final de inauguração.

A cadeia de retalho dinamarquesa NORMAL chegou a Portugal no final de outubro de 2022 com a abertura da sua primeira loja na zona da Grande Lisboa, localizada no Alegro Sintra. Essa foi apenas uma das várias lojas que a empresa tem a funcionar no país, contando desde então com espaços um pouco por todo o território nacional. E claro, vão sempre surgindo novas lojas ao longo do tempo.

Hoje, dia 10 de dezembro, a NORMAL encerrou o seu ano no que toca a aberturas em Portugal com a inauguração da sua mais recente loja, localizada no Alegro Alfragide. Mas claro, e como seria de esperar, a NORMAL vai continuar a expandir-se.

Tal como já revelámos anteriormente, a empresa vai, algures no inverno, abrir uma loja no Barra Shopping, no Barreiro. Será o segundo espaço da zona, uma vez que há outra loja a funcionar no BPlanet, na Coina.

Mas não será a única abertura nessa estação. De acordo com o site oficial, ficámos agora a saber que a NORMAL levará os seus preços anormais novamente para Aveiro, desta vez para o Glicínias Plaza. Recorde-se que a cadeia dinamarquesa chegou a Aveiro em março deste ano, com uma loja de rua. Já em 2026, levará o seu conceito para um dos conhecidos centros comerciais da cidade.

O que diferencia a NORMAL?

A NORMAL destaca-se de outras cadeias por oferecer produtos a preços baixos e constantes, para que os clientes não tenham necessidade de procurar promoções. É também uma experiência de compra diferente e divertida. O layout das lojas em labirinto convida os clientes a uma caça ao tesouro de produtos conhecidos e outros por descobrir, e para além disso, o facto de chegarem cerca de 100 novos produtos semanalmente faz com que cada visita seja sempre uma surpresa.

A NORMAL compra produtos de marca em toda a UE, sempre que os preços sejam baixos e favoráveis. Daí se explica que consiga vender mais de 4.000 artigos dentro das categorias de cuidado do cabelo, cuidado da pele, produtos domésticos, cosméticos, papelaria, bebidas, etc.

Novo megaempreendimento habitacional de 200 milhões de euros vai nascer junto aos Jardins do Cristo Rei

Um novo loteamento junto aos Jardins do Cristo Rei, em Lisboa, prevê 460 habitações e infraestruturas verdes, num investimento de 200 milhões.

A VIZTA garantiu a aquisição de um vasto projeto de loteamento na zona oriental de Lisboa, numa operação que envolve um investimento global estimado em cerca de 200 milhões de euros e que já é apontada como um dos maiores desenvolvimentos residenciais da capital nesta década. O negócio incide sobre um terreno situado entre os Olivais, a Portela e o Parque das Nações, junto aos Jardins do Cristo Rei, numa área que se tem vindo a afirmar como um dos principais eixos de expansão urbana da cidade.

O projeto é exclusivamente habitacional e prevê uma área de construção de 42.000 m2, distribuída por quatro lotes, num total de 460 apartamentos com tipologias entre T1 e T4. O desenvolvimento será faseado, estando prevista a entrada no mercado da primeira fase, com cerca de 160 fogos, no terceiro trimestre de 2026. Esta etapa inicial será direcionada sobretudo para jovens famílias, enquadrando-se na visão da promotora de criar bairros urbanos mais inclusivos e equilibrados.

vizta jardins do cristo rei espaco publico

As infraestruturas de urbanização encontram-se já em execução e deverão ficar concluídas até ao final do primeiro semestre de 2026. Entre as intervenções previstas destacam-se a criação de um novo jardim público com aproximadamente 9.000 m2, a plantação de mais de quatro centenas de árvores e cerca de 8.000, bem como a disponibilização de 241 lugares de estacionamento público, reforçando a componente verde e a qualidade de vida da envolvente.

Com esta operação, a VIZTA reforça um portefólio que soma atualmente 15 projetos ativos nas regiões de Lisboa, Porto e Algarve, correspondendo a um valor bruto de desenvolvimento de cerca de 840 milhões de euros. No conjunto, a promotora contabiliza aproximadamente 2.000 habitações e cerca de 200.000 m2 de área de construção.

GoVolta estreia comboios internacionais low-cost com bilhetes desde 10€

A GoVolta vai lançar em 2026 comboios internacionais de baixo custo entre Amesterdão, Berlim e Hamburgo, com bilhetes desde 10€ e lugar garantido.

Lembram-se quando, no final de 2024, falámos aqui no Echo Boomer da GoVolta, que desde cedo foi apelidada de “easyJet dos comboios”? Pois bem, há novidades.

A GoVolta apresenta-se com uma proposta simples: preços baixos, reservas sem complicações e lugar garantido para todos os passageiros. A estreia, que devia ocorrer até final de 2025, está agora marcada para março de 2026, com ligações diretas entre Amesterdão e duas cidades alemãs, Berlim e Hamburgo, e bilhetes promocionais a partir de 10€. E sim, já é possível adquirir bilhetes.

A empresa posiciona-se como uma alternativa aos operadores tradicionais, apostando num modelo inspirado nas companhias aéreas de baixo custo. Os primeiros 100 lugares de cada comboio são vendidos ao preço mínimo, enquanto o valor médio das viagens deverá situar-se perto dos 30€, ainda assim abaixo do que é habitual nestas rotas. Em comparação, viajar hoje entre Amesterdão e Hamburgo ou Berlim nos serviços da Deutsche Bahn pode custar bem mais, muitas vezes com transbordos e suplementos para reserva de lugar.

A operação arranca com três frequências semanais para cada destino. Berlim passa a estar ligada a Amesterdão às terças, quintas-feiras e domingos, enquanto Hamburgo entra no mapa às segundas, quartas-feiras e sextas. A partir do verão de 2026, a intenção é passar a ligações diárias. No entanto, o tempo de viagem será mais longo do que nos comboios de alta velocidade: cerca de sete horas até Berlim, já que o material circulante – adquirido em segunda mão à operadora belga SNCB e modernizado para este novo serviço – tem uma velocidade máxima de 160 km/h. A empresa assume essa diferença como parte do compromisso com preços mais acessíveis. A velha máxima de “tempo é dinheiro” aplica-se aqui na perfeição.

Os comboios, compostos por 11 carruagens, terão perto de 820 lugares. Haverá duas classes, economy e comfort, sendo esta última mais silenciosa e com maior espaço entre assentos. Mesmo em economy é possível pagar um extra para garantir mais espaço, reservando o lugar em frente. Todos os passageiros viajam sentados, sem bilhetes em pé, e cada reserva inclui duas peças de bagagem de mão, com regras claras para volumes maiores, que só entram mediante pagamento adicional. A bordo existirá ainda uma carruagem lounge, com bebidas, snacks e refeições ligeiras.

Além dos bilhetes simples, a GoVolta quer vender escapadinhas completas, juntando comboio e hotel numa única reserva. A ambição passa por retirar complexidade ao processo de compra, um dos principais entraves apontados por quem acaba por optar pelo avião ou pelo carro. Segundo os fundadores, a ideia é tornar as viagens ferroviárias internacionais tão diretas quanto marcar um voo.

Os planos não ficam pela Alemanha. A empresa já anunciou uma ligação diária entre Amesterdão e Paris a partir de dezembro de 2026. Este percurso será diferente do habitual, passando por Gante em vez de Bruxelas ou Antuérpia, e demorará bastante mais do que o Eurostar, precisamente pelo mesmo motivo: velocidades mais baixas em troca de preços inferiores. A expansão futura poderá ainda incluir cidades como Frankfurt, Munique, Copenhaga, Bruges ou Basileia.

Assassin’s Creed Mirage, Wo Long: Fallen Dynasty e Skate Story entre os destaques do PlayStation Plus em dezembro

Para além de Assassins Creed e Skate Story entre os destaques do PlayStation Plus, há jogos para os mais novos como LEGO Horizon Adventures e Paw Patrol World.

A PlayStation revelou as novidades do PlayStation Plus para dezembro, com destaque para a chegada de Assassins Creed Mirage nas versões PlayStation 4 e PlayStation 5, que se apresentou como um jogo de escala menor, reminiscente dos primeiros títulos da série e enquanto spin-off de Assassin’s Creed Valhalla, que introduziu o protagonista Basim.

Entre os destaques encontra-se ainda Wo Long: Fallen Dynasty, um jogo de ação passado num mundo de fantasia negra inspirado em mitologia chinesa e na da Dinastia Han, assim como Skate Story, que já teve o seu lançamento, este a 8 de dezembro.

Entre as novidades destacam-se também aventuras para os mais novos, a começar com o LEGO Horizon Adventures, um remake de Horizon Zero Dawn, construído em peças LEGO e com muita liberdade criativa e humorística, e ainda dois jogos inspirados nas aventuras de Paw Patrol.

Estas e outras novidades ficam disponíveis a partir de 16 de dezembro para subscritores do Extra e Premium, e podem ficar a conhece-las todas aqui em baixo.

PlayStation Plus Extra e Premium | Catálogo de Jogos
• Assassin’s Creed Mirage | PS5, PS4
• Wo Long: Fallen Dynasty | PS5, PS4
• Skate Story | PS5 (disponível desde 8 de dezembro)
• Granblue Fantasy: Relink | PS5, PS4
• Planet Coaster 2 | PS5
• Cat Quest III | PS5, PS4
• Lego Horizon Adventures | PS5
• Paw Patrol: Grand Prix | PS5, PS4
• Paw Patrol World | PS5, PS4

PlayStation Plus Premium | Clássicos
• Soulcalibur III | PS5, PS4

Packs de Natal da Aveleda reúnem vinhos e tradição portuguesa

A Aveleda apresenta uma selecção de packs de Natal que reúne vinhos e produtos da marca, com propostas variadas disponíveis através da sua loja online.

A Aveleda é uma das casas vitivinícolas portuguesas com maior tradição, tendo iniciado a sua atividade em 1870, na Quinta da Aveleda, em Penafiel. Ao longo de mais de um século e meio, a empresa manteve uma matriz familiar, hoje nas mãos da quinta geração, e construiu o seu percurso sobretudo a partir da Região dos Vinhos Verdes. O trabalho desenvolvido assenta na valorização das castas, dos solos e dos diferentes terroirs, com vinhas distribuídas por zonas de altitude e áreas mais planas, em terrenos de granito e xisto, dando origem a vinhos fortemente ligados ao território de origem.

Esse percurso sustentado permitiu à Aveleda afirmar-se como o maior produtor e exportador de Vinho Verde em Portugal, com presença em mais de 70 países. O reconhecimento alcançado ao longo dos anos traduz-se em distinções nacionais e internacionais e num portefólio diversificado, que integra marcas como Casal Garcia, Aveleda, Adega Velha, Quinta Vale D. Maria, Quinta d’Aguieira e Villa Alvor. A combinação entre conhecimento transmitido entre gerações e uma abordagem contemporânea à produção tem marcado a identidade da empresa desde a sua fundação.

É neste enquadramento que surgem os packs de Natal da Aveleda, uma oferta sazonal que reúne vinhos e outros produtos da marca em conjuntos pensados para a época festiva. Estes packs apresentam diferentes composições, formatos e valores, permitindo responder a vários tipos de ocasiões, desde ofertas mais completas a propostas de menor dimensão. As combinações mantêm uma ligação clara às regiões vitivinícolas portuguesas e às tradições gastronómicas associadas ao Natal, refletindo o universo da marca. Há, ao todo, 16 packs de Natal, com preços que variam entre os 8,75€ e os 152.30€.

Aqui no Echo Boomer recebemos um pequeno cabaz cedido gentilmente pela empresa, que não está à venda, mas que serve de montra para perceberem o tipo de produtos que podem adquirir na loja online.

Para complementar estes conjuntos, a Aveleda disponibiliza igualmente uma variedade de embalagens de Natal, incluindo caixas, cestas, sacos e maletas, concebidas para acondicionar e apresentar os produtos de forma adequada à quadra. As opções variam em tamanho e estilo e destinam-se tanto aos packs pré-definidos como a escolhas mais personalizadas, estando algumas sujeitas à disponibilidade de stock.

Toda esta oferta de packs e embalagens de Natal está reunida na Loja Online Aveleda, que funciona como uma extensão direta das suas lojas físicas de Penafiel e Alvor. A loja online comercializa exclusivamente produtos pertencentes ao portefólio da empresa, permitindo o acesso a esta seleção natalícia a partir de um único espaço, mantendo a ligação direta entre o consumidor e o produtor.

Gran Turismo 7 Power Pack Review – Só para fãs

Enquanto primeiro DLC Premium para Gran Turismo 7, o Power Pack introduz um modo de campanha completamente novo, tão exigente como emocionante, para por a prova os jogadores mais dedicados.

Gran Turismo Sport, lançado originalmente para a PlayStation 4, pode não ser o mais celebrado da série, mas foi, definitivamente, um dos maiores pilares para Gran Turismo 7, que já carrega três anos e meio de vida e suporte contínuo. Enquanto que Sport foi um jogo desenhado exclusivamente para o multi-jogador e competições, Gran Turismo 7 foi o regresso à fórmula original, num equilíbrio entre uma experiência mais tradicional a solo e toda a vertente comunitária, num pacote que, francamente, sempre me pareceu um pouco desequilibrado, muito por causa da contestável constante ligação à Internet.

Gran Turismo 7 apresentou-se – e assim continua – enquanto plataforma com um jogo de corridas pelo meio, com espaços sociais e comunitários, feeds multimédia e, claro, toda a experiência Gran Turismo tradicional, composta por campanhas, desafios de condução e muitas oportunidades para entrar em pista e correr de forma descontraída, pelo menos até que a Internet pessoal falhe ou os servidores entrem em manutenção. Ao longo dos últimos três anos, Gran Turismo 7 foi captando e mantendo a atenção dos jogadores com todos os seus torneios e eventos (para quem segue a vertente competitiva da experiência) e, para os restantes, através da adição de uma quantidade fantástica de carros, traçados, locais para fotografias e desafios, feita de forma gratuita quase todos os meses. Tem sido um suporte invejável e raro numa indústria tão capitalista e predatória, mas talvez ela seja suportada pelos obscenos preços de créditos de jogo que podem ser comprados com dinheiro real, para quem não tem paciência para fazer maratonas de jogo.

A mais recente adição a Gran Turismo 7 continua gratuita, naquela que é a maior atualização do jogo até agora. Chama-se Spec III e vem carregada de novidades, entre as quais se destaca uma extensa lista de oito carros, de clássicos a elétricos, a exóticos, assim como a introdução de duas novas pistas, a Yas Marina Circuit, em Abu Dhabi, e o Circuit Gilles-Villeneuve, a pista de Montréal famosa pela chicana final e pelo “Muro dos Campeões”. Adicionalmente, há muitas melhorias de qualidade de vida, o aumento do nível de colecionador máximo de 50 para 70, mas ,essencialmente, o Gran Turismo 7 do seu lançamento mantém-se extremamente familiar.

gt7 spec3 3
Gran Turismo 7 Spec III – Power Pack (Polyphony Digital)

O lançamento do Spec III faz-se acompanhar de uma novidade mais transformadora. Uma novidade que é também o primeiro DLC pago do jogo até à data, com potencial de reconquistar os fãs que, nos últimos três anos, podem ter começado a desligar-se desta produção da Polyphony Digital. Trata-se do Power Pack, exclusivo para a versão da PlayStation 5. Com um preço que podemos considerar Premium, de 29,99€ – que inclui 5 milhões de créditos de jogo que custariam o mesmo -, o Power Pack pode não ser uma adição recomendada para qualquer um. É um daqueles casos cliché de “não é para todos”. Mas é, confiantemente, uma excelente proposta para quem procura mais Gran Turismo, com uma experiência mais tangível e recompensadora do que aquele poço de repetição entre endurances que absorvem muito tempo e energia, ou as tentativas de limpar o resto do jogo com os troféus e medalhas douradas todas.

O aspeto central da experiência Power Pack é, essencialmente, uma nova carreira a solo. Um modo de jogo composto por uma série de 50 eventos ao longo de cerca de 20 categorias, de progressão e desbloqueio ramificado, extremamente envolventes e convidativos a explorar. Para quem se iniciar agora com Gran Turismo 7 e adquirir o Power Pack, terá de progredir no jogo até ao Menu n.º 9 do Café, o que revela logo que é um modo que requer já alguma habituação ao jogo, com este modo a ficar disponível na zona inferior esquerda do menu principal do jogo, num barco recém adicionado com a atualização Spec III.

O Power Pack é uma espécie de modo que mistura a experiência já entregue nos restantes modos de campanha de Gran Turismo 7. Por um lado, temos cenários de corrida propostos tal como nos menus, mas não temos de nos preocupar em escolher um carro da nossa garagem ou ter de os preparar. Cada evento propõe também a escolha de um de três veículos dedicados à categoria e tema da corrida, cada um com um nível de “picante” diferente, que não reflete bem a dificuldade da corrida, mas sim os PP dos carros, que podem requerer uma diferente destreza do jogador.

O formato das corridas/eventos é inspirado nos fins-de-semana de corridas e é relativamente exigente, tanto ao ponto de parecer que este modo foi concebido para ser jogado ao longo de vários dias, com um ou dois eventos por dia. Cada evento é feito em três partes, com uma sessão de treino para nos ambientarmos aos carros e às pistas; uma sessão de tempo limitado de qualificação para tentar fazer o melhor tempo e garantir a melhor pole position; e, por fim, a corrida propriamente dita, com um número de voltas que vai variando de acordo com cada evento. É, no fundo, um sistema muito semelhante à campanha do mais recente Forza Motorsport, mas sem excessos, distrações, fricção e com uma estrutura e progresso num registo mais arcade e satisfatório de seguir.

Apesar desta estrutura tender para o mais arcade e sem grandes compromissos, o nível de exigência e realismo é bastante elevado. Um aspeto menos positivo, mas altamente consciente a nível de game design, é que, uma vez num evento, não há um botão de reset imediato para a corrida final. Ou seja, qualquer falha durante a qualificação ou qualquer erro durante a corrida final que nos atire para o meio ou fim da tabela, só se resolve começando tudo de novo, pela sessão de treino. A fasquia por corrida é extremamente elevada e entusiasmante. E, por isso, requer também ter a motivação e vontade necessárias para as fazer.

Para além disso, as corridas são difíceis. Mesmo com a escolha do melhor dos três carros propostos, a inteligência artificial do jogo é superagressiva. Não no sentido em que nos vai colocar fora da pista com encontrões, mas no sentido em que está completamente focada em ganhar. Isto é potenciado pela integração do GT Sophy 3.0, a inteligência artificial para os oponentes de Gran Turismo 7 exclusiva para a PlayStation 5, que se encontra agora na sua terceira iteração, adaptada a todos os eventos deste modo. Graças a este modelo inteligente, os oponentes comportam-se de uma forma muito mais humana em pista, reagem de forma natural às nossas ações de ofensiva ou defensiva, aproveitam as nossas posições para apanhar cones de ar, aproveitam os nossos erros para nos ultrapassar, também cometem erros situacionais e interagem entre si. A dificuldade aumenta porque, em vez de um caminho pré-determinado, os oponentes adaptam-se a qualquer momento para poderem manter-se em posições de liderança, o que se reflete em corridas bem mais intensas que requerem um nível de habilidade à altura, com travagens e acelerações nos momentos certos, uma condução mais agressiva e um grande incentivo ao uso de mudanças manuais e de outras opções automáticas desligadas para um melhor controlo do carro. No fundo, os eventos do Power Pack são, também, o derradeiro teste aos pilotos de Gran Turismo, que é ainda uma experiência muito melhor se tiverem acesso ao PlayStation VR2.

A cada evento concluído, de acordo com as posições, ganham-se estrelas e tickets. Os tickets já se conhecem e permitem desbloquear peças, carros e créditos de forma aleatória. Já as estrelas permitem o desbloqueio de novos eventos – o que faz com que, em alguns momentos, o jogo nos diga para repetir uma prova e fazer melhor, para garantir estrelas suficientes para progredir para futuros eventos, onde também se incluem corridas de 24 horas -, assim como servem para desbloquear seis carros especiais apenas disponíveis neste DLC. São eles: Ford Mustang 2015 American Racer; Nissan Skyline GT-R GP-Tuned (KPGC10); Porsche 911 Turbo Rally (930); Toyota AE86 Levin D-Tuned; Toyota Supra GT (JZA80); Volkswagen Beetle 1966 Desert Racer.

O DLC Power Pack para Gran Turismo 7 é, definitivamente, a maior adição ao jogo até à data, e talvez a mais importante. Enquanto os conteúdos gratuitos lançados mensalmente são muito bem-vindos e admiráveis, motivando os jogadores a voltarem ao jogo para fazerem um pouco de grind para obterem créditos suficientes para juntar à sua garagem um novo carro adicionado ao jogo, os desafios e a motivação poderiam não ser os mais interessantes, com muitos dos eventos, desafios e, em alguns momentos, frustrações, a manterem-se os mesmos. Com o Power Pack e a sua nova carreira, Gran Turismo 7 revitaliza-se com novo conteúdo extremamente emocionante e desafiante para quem é realmente fã do jogo.

reviews 2021 recomendado

Cópia para análise cedida pela PlayStation Portugal.

Carris Metropolitana reorganizou horários e percursos em várias zonas

A Carris Metropolitana ajustou horários e percursos em diferentes concelhos, incluindo Lisboa, Loures, Vila Franca de Xira e Sesimbra.

Desde o início de dezembro, a Carris Metropolitana passou a operar com um conjunto alargado de alterações em vários concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, numa reorganização pensada para aproximar a oferta das necessidades reais dos passageiros.

Na Área 1, que inclui Amadora, Cascais, Oeiras, Lisboa e Sintra, cerca de 90 linhas passaram a funcionar com novos horários e ajustes diversos, destacando-se a introdução de 26 reforços em 11 linhas, aplicáveis a dias úteis escolares, períodos de férias, verão e fins de semana. Houve também revisões generalizadas de horários ao longo da semana e mudanças de percurso, como na linha 1704, que deixou de efetuar o trajeto entre a Reboleira e o Marquês de Pombal, passando todos os serviços a realizar apenas a ligação entre o Marquês de Pombal e o Hospital da Amadora.

Na Área 2, que abrange Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira, 14 linhas passaram a operar com ajustes de horário e de percurso, além da introdução de novas paragens e da relocalização de outras. Em Santa Iria da Azóia, a linha 2539 passou definitivamente a circular pela Rua 11 de Março, no sentido de São João da Talha, deixando de servir algumas paragens na Avenida Serpa Pinto e integrando novas paragens ao longo do novo percurso. A linha 2306, entre Alverca e Vila Franca de Xira, passou também a cumprir um trajeto diferente num dos horários da manhã, permitindo o serviço directo à Escola Soeiro Pereira Gomes. Para além disso, várias linhas da região tiveram horários ajustados em ambos os sentidos para melhorar a regularidade e o cumprimento das viagens. Em Frielas surgiram novas paragens junto ao supermercado Mercadona e, em Santo Antão do Tojal, algumas paragens foram deslocadas para garantir melhor acesso ao centro de saúde.

Também Sesimbra integrou este conjunto de alterações já em vigor, com o reforço da principal ligação rodoviária a Lisboa. A linha 3721, que liga o terminal de Sesimbra a Sete Rios, passou a contar com mais 14 partidas nos dias úteis e dois reforços aos sábados, respondendo ao forte crescimento da procura registado nos últimos anos. Este aumento de oferta foi acompanhado pela entrada em serviço de novos autocarros elétricos, reforçando a capacidade da frota na Área 3. Mantêm-se igualmente disponíveis outras ligações a partir de Sesimbra, com transbordo para transporte fluvial e ferroviário através das linhas com destino a Cacilhas e Coina, assegurando alternativas ao longo de grande parte do dia para quem se desloca em direcção a Lisboa.

Rayman 2 e Tonic Trouble juntam-se ao Nintendo Classics a 17 de dezembro

Dois clássicos da Nintendo 64 com protagonistas sem membros, juntam-se ao Nintendo Classics para as consolas Nintendo Switch.

A partir do dia 17 de dezembro, os jogadores da Nintendo Switch e Nintendo Siwtch 2 com subscrição Nintendo Switch Online + Pack de Expansão, vão poder viajar até à Nintendo 64, com duas emocionantes adições ao catálogo, protagonizada por heróis sem braços e pernas, com Rayman 2: The Greatest Escape e Tonic Trouble.

Com uma lista imensa de diferentes versões, Rayman 2: The Greatest Escape chega na versão N64, uma das plataformas originais do jogo lançado em 1999, que trouxe a mascote dos jogos de plataformas da Ubisoft para um ambiente 3D, numa aventura épica ao longo de 45 níveis distintos.

Já Tonic Trouble, muitas vezes comparado com a segunda iteração de Rayman, é na verdade um “jogo irmão”, lançado igualmente em 1999, editado também pela Ubisoft e originalmente concebido por Michel Ansel, o direto de Rayman 2. Em Tonic Trouble, os jogadores assumem novamente o papel de Ed, uma personagem sem membros, com acesso a gadgets que permitem a exploração de diferentes ambientes através de voo, natação e até sequencias de ação furtiva onde emula o aspeto dos inimigos.

Rayman 2: The Greatest Escape e Tonic Trouble ficam assim acessíveis sem custos adicionais, para quem tiver a subscrição Nintendo Switch Online + Pack de Expansão ativa, que tem um custo anual de 39,99€ e oferece ainda acesso aos restantes catálogos de jogos clássicos, assim como a uma seleção de adições e DLCs a vários jogos da Nintendo.

Metro do Mondego inicia ligação entre Coimbra e Serpins a 16 de dezembro

O Metro do Mondego inicia a operação entre Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, com 36 quilómetros de percurso e 27 estações.

A primeira fase do Sistema de Mobilidade do Mondego entra em funcionamento no dia 16 de dezembro, com o início da ligação entre Serpins, no concelho da Lousã, e a zona da Portagem, em Coimbra. O primeiro metrobus parte às 05h30 e, até ao final do mês, o serviço será gratuito.

Nesta etapa inicial, o Metro do Mondego assegura ligações regulares ao longo de um percurso com cerca de 36 quilómetros e 27 estações, atravessando os concelhos da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. A extensão do serviço até Serpins conclui o arranque operacional desta fase, depois de o troço urbano entre a Portagem e Vale das Flores, em Coimbra, ter entrado em funcionamento a 29 de agosto.

O sistema assenta num modelo BRT (Bus Rapid Transit), operado com veículos de grande capacidade, concebidos para garantir acessibilidade universal e reduzir o impacto ambiental. Os autocarros têm 18,75 metros de comprimento e uma lotação máxima de 136 passageiros, incluindo 54 lugares sentados. Em período de ponta, no troço urbano, o intervalo entre circulações será de cerca de cinco minutos em cada sentido.

O investimento global associado ao Metro do Mondego ascende a 220 milhões de euros, financiados pelo Orçamento do Estado, pelo programa Sustentável 2030 e pelo POSEUR. A rede completa prevê uma extensão total de 42 quilómetros e 42 estações, com uma distância média entre paragens de aproximadamente 490 metros na área urbana e de 1865 metros na zona suburbana. A operação contará com 35 veículos e estima-se uma procura anual de cerca de 13 milhões de passageiros.

Berlim regressa à Netflix em 2026 com novo golpe passado em Sevilha

Com estreia marcada para 15 de maio de 2026, Berlim e a Dama com Arminho aprofunda a história da personagem e expande o universo iniciado em A Casa de Papel.

A Netflix estreia a 15 de maio de 2026 a nova temporada do universo d’A Casa de Papel, marcada pelo regresso de Berlim e do seu grupo num enredo que promete um novo golpe cuidadosamente arquitetado. Intitulada Berlim e a Dama com Arminho, a série dá continuidade à narrativa iniciada em Berlim e volta a colocar a personagem interpretada por Pedro Alonso no centro da ação, desta vez com Sevilha como pano de fundo principal.

Pedro Alonso retoma o papel de Berlim, acompanhado por um elenco já conhecido do público. Michelle Jenner volta a interpretar Isabel, Tristán Ulloa regressa como Damián, Begoña Vargas mantém-se no papel de Cameron, Julio Peña Fernández dá novamente vida a Roi e Joel Sánchez continua como Bruce. A nova temporada introduz também personagens inéditas, entre as quais Candela, interpretada por Inma Cuesta, uma figura que se junta ao grupo e assume um papel determinante na vida pessoal de Berlim. Ao elenco juntam-se ainda José Luis García-Pérez e Marta Nieto, que interpretam o Duque e a Duquesa de Málaga.

A temporada é composta por oito episódios e volta a ter a assinatura criativa de Álex Pina e Esther Martínez Lobato, que assumem a escrita em conjunto com David Barrocal, Lorena G. Maldonado, Itziar Sanjuán, Humberto Ortega e Luis Garrido Julve. A realização fica a cargo de Albert Pintó, David Barrocal e José Manuel Cravioto, nomes já associados a produções anteriores do mesmo universo.

As gravações decorreram em várias cidades espanholas, com destaque para Sevilha, mas também em Madrid, San Sebastián, Peñíscola e outras localidades, reforçando a dimensão visual e geográfica da narrativa.

IOLANDA estreia-se no Coliseu de Lisboa em dezembro de 2026

IOLANDA estreia-se no Coliseu de Lisboa a 7 de dezembro de 2026, num concerto 360.º que assinala a apresentação do seu primeiro álbum de estúdio.

IOLANDA vai estrear-se no Coliseu de Lisboa no dia 7 de dezembro de 2026, num concerto que assinala um momento decisivo no seu percurso artístico. A atuação insere-se na apresentação do seu primeiro álbum de estúdio, com edição prevista para o próximo ano, e será concebida em formato 360.º, ocupando o espaço de forma integral.

Com um percurso construído de forma consistente desde os primeiros lançamentos, a artista ganhou projeção através de dois EPs bem recebidos pela crítica e pelo público, afirmando uma identidade própria na pop portuguesa contemporânea. A sua escrita intimista e a forma como transforma experiências pessoais em canções contribuíram para a consolidação de uma voz reconhecível e de uma presença artística em crescimento sustentado.

O ano de 2026 surge como um ponto de viragem após um ciclo particularmente intenso. Em 2023, o EP Cura marcou uma nova etapa criativa, seguida da participação na Eurovisão 2024, onde representou Portugal e alcançou um lugar no Top 10, ampliando a sua projeção internacional. Ainda nesse período, editou OLHAR P’RA BAIXO, o segundo EP, e reforçou a ligação ao público com duas datas esgotadas no Capitólio, em Lisboa, e um concerto com lotação completa na Casa da Música, no Porto. Em 2025, a atuação no NOS Alive confirmou a maturidade do seu desempenho ao vivo. Nesse mesmo ano, regressou ao palco da Eurovisão como artista convidada, num tributo a Céline Dion, tornando-se a primeira portuguesa a atuar fora do contexto de representação nacional. A visibilidade internacional estendeu-se ainda à capa da playlist global GLOW, com destaque na Times Square, em Nova Iorque.

O concerto no Coliseu de Lisboa propõe uma abordagem distinta das apresentações anteriores, tanto pela escala como pelo conceito cénico. O palco circular pretende aproximar IOLANDA e público, criando uma experiência imersiva que acompanha o universo sonoro e emocional do novo álbum. As canções resultam de um processo criativo prolongado, desenvolvido ao longo de cerca de um ano e meio, no qual memória, fragilidade e desejo se cruzam num conjunto de temas que agora ganham forma em palco.

Quanto aos bilhetes, já estão à venda e variam entre os 18 e os 35€.

Porto de Lisboa avança para nova fase de conservação dos murais de Almada Negreiros

Nova fase de intervenção vai incidir nos murais de Almada Negreiros na Gare Marítima de Alcântara, reforçando a preservação do património cultural.

O Porto de Lisboa e a World Monuments Fund Portugal anunciaram o arranque de uma nova fase de intervenção nos murais de Almada Negreiros, com a assinatura de um protocolo que reforça o investimento na conservação e valorização das gares marítimas.

A assinatura do novo protocolo marca o início da próxima etapa, centrada na Gare Marítima de Alcântara, onde serão intervencionados os oito murais de Almada Negreiros, numa área total de 192 m2, bem como os revestimentos pétreos e vítreos do átrio principal.

O projeto teve origem na integração dos murais no programa Watch da World Monuments Fund, em 2022, e assumiu desde então a ambição de contribuir para a preservação e projeção internacional de um dos mais significativos conjuntos de pintura mural do século XX em Portugal, profundamente ligado à história portuária de Lisboa e aos movimentos migratórios que marcaram o século passado.

A primeira fase, concluída em 2024 na Gare da Rocha do Conde d’Óbidos, envolveu a recuperação de 165 m2 de pintura mural e a conservação de superfícies pétreas, seguindo critérios internacionais e recorrendo a um trabalho interdisciplinar que articulou investigação académica, laboratórios especializados e equipas de conservação e restauro, em colaboração com entidades públicas e privadas.

No plano da divulgação e da partilha de conhecimento, a WMF desenvolveu conteúdos para a plataforma Google Arts & Culture, permitindo o acesso global aos murais, e promoveu iniciativas educativas em parceria com o Plano Nacional das Artes, aproximando este património das escolas e da comunidade. Em paralelo, foi inaugurado um centro interpretativo dedicado à obra mural de Almada Negreiros, resultado da articulação entre a Câmara Municipal de Lisboa, o Turismo de Lisboa e a APL, criando um novo espaço de leitura e contextualização deste legado artístico.

A próxima fase inclui ainda a recuperação do exterior das gares marítimas por parte da APL, valorizando a arquitetura moderna de Porfírio Pardal Monteiro, e a reabilitação urbana da área envolvente, com o objetivo de reforçar a ligação entre o porto e a cidade e de qualificar o espaço público. No seu conjunto, esta intervenção consolida um modelo de cooperação entre investimento público e privado, assente na ideia de que a preservação do património cultural é uma responsabilidade partilhada.

Nothing Phone (3a) Community Edition é a edição limitada criada pela comunidade com estética dos anos 90

0

A Nothing revelou a versão Community Edition do Phone (3a), um modelo limitado desenhado por membros da comunidade, que introduz novas cores vibrantes, um tema retro e acessórios exclusivos.

A Nothing apresentou o Nothing Phone (3a) Community Edition, uma versão especial e limitada do Phone (3a) lançado em março, desenhada por cinco membros da comunidade. Mantendo as especificações técnicas do modelo original, o telemóvel destaca-se pela nova paleta de tons que preserva a transparência característica da marca e recupera uma linguagem visual característica de tecnologia do final dos anos 90, em tons verde-água brilhante com apontamentos em amarelo e fúcsia nos botões, no aro do flash LED e em elementos internos expostos. Uma apresentação que se estende também à embalagem, tratada como peça de coleção.

Este projeto comunitário teve início no final de março, semanas após o lançamento do Phone (3a), quando a Nothing abriu quatro áreas de participação (hardware, software, acessórios e marketing) e convidou a comunidade a propor soluções que fossem para além de exercícios conceptuais. Nove meses depois, surge então este novo modelo, que recupera a estética dos anos 90 reinterpretada com design contemporâneo. Já a nível do software, a Community Edition recebe um tema retro ajustado à estética do equipamento, com um mostrador de relógio minimalista e novos papéis de parede.

Esta edição inclui ainda um extra de coleção, num conjunto de seis dados apresentados num recipiente amarelo protegido por caixa deslizante em plexiglass. Cada peça utiliza a font da marca, a Ndot 55 e apresenta variações subtis de cor.

O Nothing Phone (3a) Community Edition pode ser pré-encomendado no site oficial, exclusivamente na configuração 12+256 GB, por 399€. Por se tratar de uma edição limitada, o registo prévio é obrigatório, com inscrições abertas até às 10h00 de 12 de dezembro de 2025. Já os convites para finalização da compra serão enviados a partir das 13h00 do mesmo dia.

Renault vai fabricar dois carros elétricos de baixo custo para a Ford

0

Acordo histórico prevê dois modelos a bateria fabricados pela Renault, em França, e uma nova cooperação em veículos comerciais ligeiros.

A Renault e a Ford anunciaram um entendimento para o mercado europeu de veículos elétricos nos próximos anos. O grupo francês irá produzir dois modelos elétricos acessíveis para a marca norte-americana, recorrendo à plataforma Ampère, com fabrico previsto para o norte de França a partir de 2028. O acordo junta duas construtoras com histórias muito distintas, mas com a mesma urgência de tornar o carro elétrico competitivo face à pressão crescente das fabricantes chinesas.

De acordo com o comunicado da Ford, ambos os veículos serão projetados pela Ford e desenvolvidos em parceria com o Grupo Renault, prometendo um desempenho de condução distintivo, o carácter tradicional da marca e uma experiência de utilização simplificada. O primeiro destes modelos deverá chegar às concessionárias no início de 2028, abrindo a porta a uma nova ofensiva elétrica da Ford no continente.

A escolha da plataforma Ampère não é por acaso. A unidade ElectriCity em Douai, responsável por dois terços da produção dos Renault 5 e Alpine A290, tem vindo a consolidar-se como um dos principais centros europeus de fabrico de elétricos competitivos, enquanto o Renault 4 terá montagem assegurada em Maubeuge. A Ford aproveitará, assim, um ecossistema já otimizado, reduzindo custos e acelerando prazos.

A parceria estende-se ainda ao segmento dos veículos comerciais ligeiros. As duas marcas comprometeram-se a avaliar a possibilidade de desenvolver e produzir em conjunto determinados modelos, reforçando uma colaboração estratégica que vai muito além da simples partilha de plataforma.

François Provost, CEO do Grupo Renault, não escondeu o entusiasmo: “Estamos muito orgulhosos por um fabricante tão emblemático nos ter escolhido. Isto reforça a nossa convicção de que a nossa visão para o desenvolvimento em larga escala de veículos elétricos competitivos na Europa está no caminho certo.” A leitura é clara e dá conta de que só alianças desta dimensão permitirão enfrentar os preços agressivos de marcas como a BYD.

Google oferece a reparação a Pixel 9 Pro que apresentarem defeito

0

Os problemas de ecrã identificados em dispositivos Pixel 9 Pro levaram a Google a reforçar assistência e criar novas coberturas.

A Google anunciou um novo programa de reparação destinado aos Pixel 9 Pro e Pixel 9 Pro XL, após terem sido identificadas falhas de ecrã que afetam um número limitado de unidades. Ao mesmo tempo, a empresa introduziu uma extensão de garantia dedicada ao Pixel 9 Pro Fold, aumentando para três anos o período total de cobertura do seu smartphone dobrável.

No caso dos Pixel 9 Pro e 9 Pro XL, o problema manifesta-se de duas maneiras, com a apresentação de uma linha vertical que percorre o ecrã de baixo para cima, ou com uma oscilação irregular da imagem. A Google reconhece a origem do defeito e criou um programa específico para reparar gratuitamente os equipamentos afetados desde que não apresentem riscos profundos, impactos ou outros danos físicos. Os utilizadores podem confirmar a sua elegibilidade através do site oficial da empresa, onde o programa está descrito. Ao contrário do que sucede com o modelo dobrável, aqui a fabricante compromete-se com a reparação e não com a substituição integral do dispositivo.

Já para o Pixel 9 Pro Fold, a marca ativou um programa de garantia estendida que cobre problemas funcionais durante três anos a partir da data de compra. Embora a Google não detalhe explicitamente a natureza do defeito, a documentação de suporte aponta para questões relacionadas também com o ecrã, que é o ponto mais vulnerável de qualquer dispositivo dobrável. A empresa alerta ainda que danos provocados por líquidos, quedas ou riscos anulam a cobertura, lembrando que alguns utilizadores chegaram a pagar pela substituição do ecrã antes de 8 de dezembro de 2025. Assim, sempre que um Pixel 9 Pro Fold apresentar um problema funcional abrangido pelo novo programa, o utilizador terá direito a uma substituição gratuita. Para todos os outros problemas não incluídos nesta iniciativa específica, continua a aplicar-se a garantia limitada padrão da Google.

Project Aura é o novo par de óculos da Android XR da Google

0

A Google revelou os seus novos óculos de realidade mista, suportados pelo sistema operativo Android XR.

A Google apresentou os novos óculos XR desenvolvidos no âmbito do ecossistema Android XR durante a mais recente edição da apresentação online The Android Show, num evento dedicado a tecnologias imersivas e às próximas atualizações para a plataforma. A sessão contou com novidades para o Samsung Galaxy XR e apresentou o Project Aura, um novo dispositivo com um formato intermédio entre headsets tradicionais e óculos inteligentes de realidade mista. Ao longo da transmissão foi possível assistir a uma demonstração, onde a Google apresenta o novo projeto como uma solução que procura conciliar portabilidade com capacidades avançadas de realidade aumentada.

O Project Aura é um par de óculos leves, que recorrem a uma tecnologia de transparência ótica, sobrepondo elementos digitais ao mundo real e gerando a sensação de um ecrã pessoal expansível que acompanha o utilizador sem o isolar do ambiente envolvente, enquanto que o processamento e a bateria são externas, num modulo dedicado. Esta configuração pretende permitir o uso dos óculos em vários contextos sem o volume físico e o isolamento visual típicos dos headsets mais volumosos, e simultaneamente estender o uso algumas aplicações de produtividade e outras mais casuais, disponíveis nos dispositivos mais tradicionais.

Apesar de oferecer uma experiência menos envolvente do que um headset XR dedicado, o Project Aura mantém grande parte das funcionalidades do ecossistema Android XR – o novo sistema operativo da Google dedicado à realidade aumentada e mista -, incluindo o mesmo método de interação baseado em gestos manuais, garantindo compatibilidade nativa com aplicações já existentes nessa plataforma. Conta ainda com a integração com o Gemini para atividades contextuais e mais naturais, como o reconhecimento de elementos no campo de visão, seguido de sugestões e informação relevantes em tempo real. Apesar do entusiasmo, a Google deixou em aberto várias dúvidas sobre o futuro do produto, a começar pelo nome comercial, o preço e a autonomia da unidade externa, que ainda não foram divulgados. Já o seu lançamento aponta apenas indicado para 2026.