Late Night Snack 24/7: O menu que nunca fecha no EVOLUTION Lisboa

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Situado entre o Saldanha e a Avenida da Liberdade, o EVOLUTION Lisboa apresenta uma proposta que funde o conforto com uma cozinha de autor disponível 24 horas por dia.

Numa das zonas centrais mais urbanas de Lisboa, onde o frenesim das grandes avenidas desce até ao Tejo, o EVOLUTION Lisboa, pertencente ao grupo SANA e recentemente galardoado no Tripadvisor como o 6º melhor hotel da marca em Portugal, abandonou a rigidez da hotelaria clássica para abraçar um estilo de vida onde a tecnologia, o design e, acima de tudo, a gastronomia, funcionam em harmonia.

Sob o lema New rules, new vibes, o EVOLUTION Lisboa apresenta uma proposta que se afasta da hotelaria convencional: ao contrário da maioria dos espaços na capital, que encerram os seus serviços de restauração por volta da meia-noite, o EVOLUTION optou por uma operação contínua, visando um público que a cidade habitualmente remete para a oferta limitada das roulottes ou do fast food de conveniência.

O foco é um novo estilo de clientela: um menu que está toda a noite disponível para quem sai tarde de um concerto, para quem trabalha noite dentro nos escritórios empresariais da zona ou para quem, simplesmente, quer viver uma experiência diferente e degustar algo a horas imprevistas.

Entre as 23h e as 07h30, a cozinha mantém-se em pleno funcionamento com o menu Late Night Snack. Atenção, que não se trata de uma seleção de snacks de recurso, mas de uma carta completa pensada para satisfazer os desejos mais exigentes da madrugada.

Como o staff nos revelou, o perfil de quem frequenta o EVOLUTION Lisboa nestas horas é muito variado. Desde altos quadros de empresas como o BBVA ou BPI, que trabalham até tarde ou residem fora de Lisboa e procuram uma refeição de conforto, passando pelos que vêm dos estádios após jogos do Benfica e Sporting , trocando a euforia do jogo pela tranquilidade de um burguer de picanha.

As histórias entrelaçam-se com o serviço de excelência. O chefe de receção recorda episódios como aquele em que os adeptos de clubes de futebol rivais se reencontram no The Kitchen e, imagine-se, se sentam todos à mesma mesa, a conviver e a partilhar refeições em total harmonia. Estão ali também aqueles que, cansados da oferta limitada das roulottes de bifanas, decidem variar e passar pelo hotel para comer algo “realmente bom, diferente e apetitoso”.

Podemos dizer, sem exagero, que o Head Chef Duarte Vaz é o rosto desta aposta. Duarte Vaz não chegou a este projeto por acaso, trazendo consigo uma versatilidade que define a nova era do hotel. Com passagens por espaços de referência e conceitos distintos como o Manifest.Lisbon, Shakar Coffee, RoastBerry e o Restaurante Carmo, Vaz desenvolveu uma capacidade rara de transitar entre o conforto clássico e a vanguarda urbana. O projeto desta “new vibe”, onde a qualidade dos ingredientes é o ponto de partida, procura assim fazer viver o pulsar de um hotel que nunca dorme e exige, mais do que profissionalismo, uma entrega de alma e coração. No EVOLUTION, a qualidade do ingrediente é a base para propostas que surpreendem tanto o executivo que ali almoça, como o noctívago que chega de madrugada.

Fomos então experimentar, como não poderia deixar de ser, o menu para noctívagos do EVOLUTION Lisboa, o LATE NIGHT SNACK 24/7, carta disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, porque “a fome nunca morre”, como anuncia o site.

O conforto chega logo, para começar, em formato de pão e carne, com o Croquete de Pato com maionese de lima a abrir caminho para opções mais robustas. Devo dizer-vos que é uma delícia.

De seguida, provámos o sofisticado Tártaro de Atum, que ganha vida com as notas de yuzu, soja e o calor da sriracha. São pedaços de atum suculento, servidos generosamente.

O Katsu de Atum, então, este pareceu-nos uma obra-prima de fusão. Este prato utiliza um pão brioche de fermentação lenta, tostado numa manteiga aromatizada com gochujang, a pasta de malagueta fermentada coreana confere-lhe um toque picante e profundo. O atum é apenas selado por fora, mantendo a suculência, e é servido com maionese de lima e um pico de mostarda antiga feito na casa. É um prato que necessita de muita mão no domínio da técnica, mas que chega à mesa na perfeição, equilibrado por uma salada refrescante: o ideal para quem quiser experimentar algo sofisticado às quatro da manhã.

Intentando avançar pelo meio da culinária substancial, provámos o Picanha Burger. Bom, este é o rei da noite. Diferente dos hambúrgueres industriais, este utiliza carne de picanha genuína, servida num brioche de alta qualidade com queijo cheddar, alface, tomate e um molho de bravas que lhe confere personalidade. A maionese com sweet chili e alho assado completa a experiência. O chef utiliza um molho de bravas – tomate ligeiramente picante com pimentão, alho e vinagre – para conferir uma vibração mediterrânica e um toque de calor à suculência da carne, diferenciando-o dos hambúrgueres convencionais que usam apenas condimentos industriais. Uma perfeição.

Depois, sem fugirmos aos pratos encorpados, foi a vez do Entrecôte de 200g, com molho de chalota tostada e batata frita: o encontro de um toque sofisticado com o apetite mais voraz, com a garantia de uma ótima carne bem selecionada e confecionada no ponto perfeito.

Para petiscar com um copo de vinho ou uma cerveja artesanal, a carta oferece desde o clássico Presunto Bellota 100% Ibérico 36 Meses com pão de massa mãe, até ao Camarão ao Alho e Azeite com malagueta e o típico Pica-Pau de Novilho.

Como relata o staff, o ambiente é acolhedor mesmo para quem chega pelas seis da manhã. É curioso ver pessoas a pedir um entrecôte suculento ou uns tacos de camarão panko enquanto a cidade começa a acordar. Aqui, a regra é não haver regras: pode-se comer um tártaro de atum ou simplesmente uma burrata a qualquer hora, sem o julgamento do relógio ou de um dress code.

O The Kitchen afirma-se como um ponto de encontro para quem procura uma experiência saborosa e sempre disponível. Seja para começar o dia ou prolongar a conversa, este espaço convida a saborear Lisboa com boa vibe. E com outra grande vantagem: todos os pratos dos restantes menus estão, no fim de contas, também disponíveis. Basta pedir!

Graça Pacheco
Graça Pacheco
Licenciada em literaturas clássicas e com um doutoramento em estudos literários, sou colaboradora e fã do Echo Boomer. Escrever, para mim, é um ofício desafiante mas também um hobby. Também adoro gastronomia, gosto de explorar novas tecnologias e sobretudo, adoro cinema e TV.
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