Grupo Pacheca ajuda a escolher os melhores vinhos para a Páscoa

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Do Douro à Bairrada, o Grupo Pacheca dá boas escolhas para acompanhar as receitas clássicas consumidas na época pascal em Portugal.

Com a aproximação da Páscoa, a seleção de vinhos portugueses para acompanhar a gastronomia tradicional assume relevância na preparação das ementas nacionais. O Grupo Pacheca divulgou um “roteiro” de harmonização vínica estritamente focado nos pratos típicos desta época festiva. O levantamento técnico engloba referências de diversas regiões vitivinícolas de Portugal, cruzando as propriedades enológicas de cada vinho com os perfis aromáticos e gustativos das receitas pascais clássicas, desde as entradas até à doçaria regional.

O Queijo Serra da Estrela, produto de denominação de origem protegida reconhecido pela sua intensidade e teor de gordura, é emparelhado com o Caminhos Cruzados Reserva Encruzado, oriundo da região demarcada do Dão. Este vinho branco português evidencia notas cítricas e minerais, a par de um ligeiro tostado de barrica, proporcionando a acidez estrutural necessária para contrastar com a textura rica do laticínio. No âmbito das entradas regionais, o Folar de Chaves, caracterizado pela forte presença de enchidos e presunto, encontra correspondência técnica no Valle de Passos Reserva Tinta Amarela. O perfil fresco e especiado deste vinho tinto atua no equilíbrio da concentração salina e lipídica das carnes presentes na receita transmontana.

No segmento dos pratos principais, o Cabrito assado no forno, figura central da refeição de Páscoa, exige vinhos tintos com capacidade de persistência. A indicação recai sobre o Pacheca Reserva Vinhas Velhas Tinto, um vinho do Douro cujos taninos, notas de frutos negros e impacto da madeira anulam a gordura natural da carne. Para a tradição do Leitão assado, a seleção mantém a clássica harmonização com espumantes da região, destacando o Espumante Ortigão Baga. A elevada acidez, a bolha fina e os aromas de panificação deste espumante bairradino desempenham a função de limpeza do palato face à elevada concentração lipídica do prato. Adicionalmente, o ensopado de borrego é conjugado com o Herdade do Moinho Branco Tinta Miúda, um tinto de textura sedosa que complementa os elementos aromáticos e balsâmicos da receita sem se sobrepor aos ingredientes base.

A fase das sobremesas, assente na doçaria tradicional de Páscoa com forte incorporação de ovos e amêndoa, como é o caso do Pão de ló ou do Bolo podre, requer vinhos fortificados de elevada complexidade aromática. A harmonização encerra com o Pacheca Porto 10 Anos Tawny. Envelhecido em cascos de carvalho, este vinho do Porto liberta notas de frutos secos e caramelo, garantindo a acidez e o final de boca adequados para suportar o índice de açúcar destas sobremesas. Este levantamento estabelece uma ligação factual entre a produção enológica nacional e o receituário tradicional português consumido durante as celebrações da Páscoa.

Alexandre Lopes
Alexandre Lopes
Licenciado em Comunicação Social e Educação Multimédia no Instituto Politécnico de Leiria, sou um dos fundadores do Echo Boomer. Aficcionado por novas tecnologias, amante de boa gastronomia - e de viagens inesquecíveis! - e apaixonado pelo mundo da música.
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