Em articulação com Proteção Civil e Cruz Vermelha, o Continente garante apoio e assistência às comunidades afetadas pela tempestade Kristin.
O Continente acionou um plano de contingência na sequência da depressão Kristin, que provocou impactos significativos em várias regiões do país, assegurando a continuidade do abastecimento e o funcionamento das lojas nas zonas mais afetadas. Segundo a empresa, os mecanismos logísticos foram ativados de forma imediata para responder à situação, permitindo que os estabelecimentos localizados nas áreas atingidas se mantivessem em operação, maioritariamente sem interrupções, sem registo de ruturas de stock e dentro do horário habitual.
Já a Missão Continente, programa de responsabilidade social da insígnia, colocou em marcha um plano de emergência destinado a apoiar as populações afetadas, em articulação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e a Cruz Vermelha Portuguesa. A resposta no terreno incluiu o encaminhamento de bens essenciais, nomeadamente alimentos e produtos de higiene pessoal, para zonas identificadas como prioritárias pelas autoridades.
No distrito de Leiria, uma das áreas mais atingidas pela tempestade, os bens foram direcionados para a base logística instalada no Pavilhão Desportivo dos Pousos. Neste espaço, equipas no terreno ficaram responsáveis pela receção, triagem e distribuição dos produtos, de acordo com as necessidades sinalizadas pela Proteção Civil.
Como resposta aos constrangimentos provocados pelas falhas no fornecimento de energia, o Continente Guimarota, localizado no Shopping de Leiria, disponibilizou powerbanks e áreas destinadas ao carregamento de dispositivos eletrónicos, procurando atenuar os efeitos da interrupção elétrica junto da população.
A atuação da Missão Continente estendeu-se a outros pontos do país, através da resposta a pedidos específicos de apoio em concelhos como Castelo Branco, Marinha Grande, Alcácer do Sal e Ourém, numa operação desenvolvida em articulação com os parceiros ENTRAJUDA e Cruz Vermelha Portuguesa. A empresa refere que mantém o acompanhamento da situação no terreno, em coordenação com as entidades competentes, durante a fase de recuperação das comunidades afetadas.
