Cascais quer ser palco do ano: evento Cascais Press Preview revela um 2026 cheio de grandes eventos

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Município apresentou no evento Cascais Press Preview a antevisão de um ano com muito surf, futebol jovem, Ironman, Estoril Open, festivais de música e Chefs on Fire, com forte impacto na economia local.

Cascais apresentou hoje, numa sessão longa e detalhada, o calendário de eventos para 2026, assumindo de forma aberta a ambição de ser “o melhor sítio para se viver um dia, uma semana ou a vida inteira” e reforçando a estratégia de se afirmar como capital de grandes eventos desportivos, culturais e de entretenimento, com forte impacto económico e social. No Cascais Press Preview 2026, evento onde o Echo Boomer esteve presente, o presidente do município, Nuno Piteira Lopes, destacou não só a dimensão internacional de muitas das iniciativas, mas também a aposta num modelo de governação de proximidade, transparência e participação que valeu a Cascais a distinção de capital europeia da democracia participativa, um selo que, segundo o autarca, resulta do compromisso com quem vive, estuda, trabalha e visita o concelho.

Em 2025, o conjunto de eventos realizados em Cascais gerou um retorno financeiro direto na ordem dos 171 milhões de euros, ao qual se somam impactos indiretos no comércio, serviços e restauração, mas a autarquia insiste que quer ir além dos números, promovendo uma oferta cultural diversificada, o estímulo à prática desportiva e hábitos de vida saudáveis, sintetizados no lema “um Cascais para toda a vida”, visível no próprio equipamento onde decorreu a apresentação.

A sessão começou com um momento musical protagonizado por Carlota Ulrich, artista que este ano subirá ao palco das Festas do Mar, servindo de introdução a um desfile contínuo de anúncios, novidades e confirmações. O local escolhido para o Press Preview foi, aliás, a primeira grande novidade: um novo espaço na Marina de Cascais que o município quer transformar num palco versátil para conferências, casamentos, batizados, concertos, exposições e outros eventos. Esta sessão funcionou como uma espécie de “soft open” ou pré-inauguração do equipamento, com agradecimentos à administração da Marina pela cedência do espaço e a indicação de que se trata de mais um ativo ao serviço da programação ao longo de todo o ano.

A partir daí, a apresentação mergulhou no universo desportivo, sublinhando que em Cascais “gosta-se da palavra sentir”: sentir a emoção das competições, o orgulho pelos atletas que se superam e a importância do desporto para a saúde física e mental. O primeiro destaque foi para o mar de Carcavelos e para a 12.ª edição do Capítulo Perfeito, prova de surf que só se realiza quando as ondas apresentam tubos considerados ideais e que é marcada pela imprevisibilidade, ao ponto de, neste ciclo, ter estado para acontecer no dia anterior e ter sido adiada. O responsável Rui Costa, mais conhecido como Twiga, sublinhou que o Capítulo Perfeito tem em Cascais o seu ponto de partida, mas vive um momento de internacionalização, com a confirmação de etapas em Moçambique e na Indonésia, levando o modelo de “ondas perfeitas” a mais dois continentes e reforçando o papel do concelho como epicentro de um circuito global que atrai surfistas de topo.

Dos tubos do mar passaram-se aos relvados com o Iber Cup, torneio de futebol juvenil que nasceu em Cascais e que hoje se realiza em vários continentes, sendo apontado como um dos maiores do mundo na sua categoria. O município destacou que a experiência dos jovens atletas é o elemento central – “no Iber Cup ninguém ganha, ninguém perde” – porque o mais importante é aquilo que cada criança e família levam de Cascais. Em 2026, o calendário volta a crescer: às já tradicionais edições da Páscoa e do verão junta-se uma nova edição no Natal, agendada para 16 a 19 de dezembro. O CEO Filipe Rodrigues recordou que o torneio começou há 15 anos e tem vindo a consolidar-se como “epicentro do futebol juvenil mundial”, apontando não só a expansão a vários continentes, incluindo uma edição nos Estados Unidos, como a criação da Iber Cup Convention. Esta conferência, a realizar em paralelo com a edição de Natal, trará a Cascais e ao Estoril dirigentes, treinadores e agentes ligados ao futebol, que terão oportunidade de visitar academias internacionais e de participar em momentos de networking no Centro de Congressos do Estoril, reforçando a vertente formativa e institucional do projeto.

Sem sair do desporto, a Câmara retomou uma das iniciativas que considera estruturantes desde 2008: o Dia Mundial da Atividade Física. Em 2026, o evento volta a ser organizado em parceria com os concelhos de Oeiras e Lisboa, com a promessa de mais de 5.000 participantes e cerca de 30 entidades ao longo de todo o troço da marginal de Cascais, que será encerrada ao trânsito para se transformar num extenso espaço de experimentação desportiva e recreativa para todas as idades. A data está marcada para 11 de abril e o apelo é claro: que a população ocupe a marginal como um ginásio a céu aberto, reafirmando a ideia de Cascais como território que privilegia a atividade física diária.

A ligação de Cascais ao mar ganhou depois outra expressão com a vela, centrada no Clube Naval de Cascais, que será alvo de obras de renovação. O objetivo, segundo o município, não é ser o maior clube de vela do mundo, mas o melhor, em linha com a filosofia de excelência aplicada a vários projetos estruturantes do concelho. Gonçalo Esteves, representante do Clube Naval, descreveu Cascais como “palco único” para a vela, beneficiando de um dos quatro melhores campos de regatas do mundo, reconhecido ao lado de locais como São Francisco, Newport e a costa da Sardenha, uma combinação de vento forte, fiável e com poucas oscilações de direção que torna o campo de regatas particularmente exigente e apetecível para amadores e profissionais. Esse contexto, afirmou, assegura que os melhores velejadores internacionais querem competir em Cascais, trazendo com regularidade campeonatos da Europa e do mundo que juntam 30, 35 ou 40 nacionalidades, numa dinâmica que só é possível graças ao apoio continuado do município e do Turismo de Cascais. O orador municipal sublinhou ainda que este “estádio natural” não custou um cêntimo a construir, ao contrário de outras grandes infraestruturas, reforçando a ideia da natureza como ativo económico.

Do mar voltou-se à estrada com o Rallye das Camélias, prova com 60 anos de história e projeção internacional, apresentada como ponto de encontro entre o passado e o futuro do automobilismo. Milhares de adeptos acompanham esta prova, que, segundo o município, contribui de forma visível para a dinamização económica local, enchendo alojamentos, restaurantes e comércio nas zonas por onde passa. O capítulo equestre surgiu com o Cascais Jumping Trophy, evento que vai para a sua sétima edição e que este ano ganha uma nova casa: abandona o Hipódromo de Cascais para se realizar em parceria com o Centro Hípico da Quinta da Marinha. A mudança permitirá receber mais concorrentes, mais cavalos e mais cavaleiros de renome, tanto nacionais como internacionais, o que deverá traduzir-se em maior afluência de público e reforço do prestígio da prova.

O calendário de desportos motorizados continuou em destaque com o Cascais Caterham Championship, competição de âmbito ibérico que se realiza no circuito do Estoril e que, em 2025, gerou um impacto direto na economia local de cerca de 574.000€. Com várias corridas a contar para o campeonato da Europa e uma expansão prevista para “terras de Veracruz”, o evento é apresentado como um motor de desenvolvimento, com forte componente turística e mediática. Ainda no automobilismo, o Rally de Lisboa regressa em 2026 com passagem por oito concelhos da área metropolitana, tendo em Cascais – mais precisamente na Marina – o palco final, com a City Stage e a cerimónia de entrega de prémios. Estão previstas 65 equipas em prova e cerca de 50.000 espectadores distribuídos pelos vários troços, números que reforçam a visibilidade do concelho no contexto da modalidade.

O mundo equestre voltou a ganhar posição com o Festival Internacional do Cavalo Lusitano, descrito como o mais importante evento do mundo dedicado à raça. Em 2026, o festival cumpre a 49.ª edição no Hipódromo Municipal Manuel Possolo, reunindo mais de 250 cavalos e mais de 25 stands, numa combinação de competição, exibição, comércio especializado e promoção do lusitano como emblema da tradição equestre portuguesa. Já no ténis, o Estoril Open mantém-se como uma das bandeiras internacionais do concelho, com duas novidades principais: uma mudança de data e a recuperação do estatuto de torneio ATP 250. Em 2026, o evento realiza-se de 18 a 26 de julho, numa semana em que, a nível mundial, apenas existirá outro ATP 250, em Kitzbühel, o que promete concentrar a atenção mediática no Estoril e em Cascais, com uma previsão de mais de 3.000 horas de transmissão televisiva internacional.

Em 2025, o Estoril Open já tinha levado mais de 40.000 pessoas ao Clube de Ténis do Estoril, e a organização acredita que a nova janela, em pleno verão, permitirá manter e reforçar estes números, numa atmosfera descrita como “grande evento de verão”. João Zilhão, diretor do torneio, apresentou o slogan “Cascais Ténis e verão. It’s a match” e confirmou os primeiros nomes de peso: Carlos Alcaraz, campeão da edição de 2023, e Stan Wawrinka, apontado como um dos melhores jogadores de sempre. Prometeu mais sessões noturnas, mais jogos ao final da tarde, mais sunsets e mais música, reforçando a ideia do Estoril Open como experiência que ultrapassa o campo de jogo e funciona também como evento de relações públicas e networking para grandes marcas e empresas. O festival de ténis acolherá ainda uma exposição de arte composta por obras criadas por crianças e jovens com deficiência, exposição que na edição anterior esgotou, reforçando a dimensão social do evento.

O universo dos clássicos regressou com o Estoril Classics, competição de automóveis históricos que desde 2017 se realiza no circuito do Estoril e que foi apresentada como “um clássico” do concelho. Um representante da organização lembrou que este é hoje o terceiro maior evento da Europa no seu género, juntando equipas de cinco continentes e mais de duas centenas de carros de competição, com participantes que “adoram vir a Cascais”, ao autódromo do Estoril e à forma como são recebidos. Reconheceu, no entanto, que o autódromo tem limitações que condicionam o crescimento, mas insistiu que esse carácter faz parte da sua identidade, esperando que a prova se mantenha muitos anos. Do lado do município, foi reforçada a ideia de que o autódromo é um ativo estratégico para Cascais e que existe uma “luta” continuada para trazer a infraestrutura para a gestão municipal, de forma a potenciar ainda mais o seu uso e impacto económico.

Os amantes das duas rodas voltam a ter um momento alto com o Mundial de Superbike, que regressa ao circuito do Estoril. Em 2026, o evento terá um sabor especial para o público português, graças à presença de Miguel Oliveira em competição no Estoril, fator que deverá contribuir para encher as bancadas. Estão previstas 65 equipas, 733 pilotos de 65 nacionalidades diferentes e a presença de construtoras como BMW, Ducati, Kawasaki, Yamaha, Honda e Bimota, garantindo um pelotão diversificado e um forte apelo internacional. No calendário das corridas de estrada, a EDP Maratona de Lisboa regressa com partida em Carcavelos, solução estreada na edição anterior, integrada no compromisso de descentralizar grandes eventos do centro de Cascais e levá-los a todo o território. Em 2025, a partida em Carcavelos reuniu mais de 14.000 participantes de 121 nacionalidades, e para 2026 o objetivo é chegar aos 20.000 corredores, num pelotão que contribui para encher hotéis, restaurantes e serviços ao longo de todo o percurso.

O triatlo ocupa também lugar central com o Ironman Cascais, nas variantes full e 70.3, provas exigentes para “homens e mulheres de ferro” que têm atraído cada vez mais atletas nacionais e estrangeiros. A edição de 2026 do Ironman 70.3 esgotou as inscrições em apenas 13 dias, um dado que o município aponta como reflexo do crescimento da modalidade em Portugal e da atratividade particular de Cascais para este tipo de competição. Já estão inscritos mais de mil atletas portugueses, contra pouco mais de 500 na estreia em 2017, mostrando uma duplicação significativa em menos de uma década. De acordo com os inquéritos realizados aos participantes nas várias provas Ironman pelo mundo, Cascais surge consistentemente no top 3 dos melhores locais para a realização da prova, posição que Nuno Piteira Lopes fez questão de sublinhar como sendo atribuída pelos próprios atletas, e não pela autarquia.

No capítulo automóvel, o Porsche Sprint Challenge Ibérica reforça a aposta no circuito do Estoril, com duas corridas em 2026: uma primeira prova em maio e a grande final nos dias 31 de outubro e 1 de novembro. A prova é apresentada como mais um momento internacional com impacto direto na economia local e na dinâmica do autódromo, consolidando Cascais como destino de desportos motorizados. A transição para a dimensão cultural e festiva faz-se através da ideia de celebração, com o município a sublinhar que, se a palavra “sentir” marca o desporto, “celebrar” define os grandes eventos culturais. Neste campo, o calendário revela uma sucessão de festivais e iniciativas que se distribuem ao longo do ano, muitas vezes cruzando música, gastronomia, identidade local e sustentabilidade.

Um dos primeiros desta lista é o Distinguished Gentleman’s Ride, encontro de motas vintage que se realiza em 188 localidades de mais de 108 países e que, em Portugal, acontece em Cascais, reunindo milhares de pessoas para sensibilizar para a prevenção do cancro da próstata. Em 2026, o evento muda de cenário: deixa o paredão de Cascais para ocupar os jardins do Casino Estoril, mantendo a combinação entre paixão pelas motas clássicas, estilo e causa solidária. O Coalla Festival surge logo a seguir como um dos símbolos da aposta na música em língua portuguesa: é um festival onde “só se canta em português”, que regressa pelo terceiro ano consecutivo, depois de, em 2025, ter reunido cerca de 20.000 espectadores em dois dias. A edição de 2026 contará com nomes como Caetano Veloso, Bonga, Gilberto Gil e outros artistas, numa celebração da lusofonia que traz a Cascais público e artistas vindos de vários países lusófonos. Fernanda Pereira, vinda de São Paulo, sublinhou que o festival tem crescido de forma sustentável e que a expectativa é de recorde de público, apontando o anúncio de Caetano Veloso como a grande novidade desta edição e um reforço simbólico da música em português.

A tradição local garante também o seu espaço com a semana do município, repondo a centralidade das festas populares e da cultura tradicional. Em junho, Cascais prepara arraiais e as tradicionais marchas de Santo António, que este ano vão assinalar a semana do município, num regresso ampliado ao espírito das festas de rua e do encontro comunitário. A grande novidade deste capítulo é o regresso do encontro europeu da Harley-Davidson, sete anos depois da última edição, em 2019, evento que, segundo os responsáveis, já gravou na memória de muitos o som dos motores a encher Cascais. Este ano, o município espera mais de 50.000 pessoas e mais de 29.000 motos oriundas de mais de 32 países, números que terão, como foi frisado, um impacto “impactante” nas reservas de hotelaria, nos restaurantes, nos serviços e no comércio. Francisco Tudela descreveu a relação entre Harley-Davidson e Cascais como praticamente indissociável, evocando qualidade de vida, liberdade e espírito de camaradagem, e frisou que esta será a terceira edição no concelho, algo raro na Europa, onde a repetição da mesma localização não é comum, assegurando que não será a última e que o evento, aberto a todos, é “provavelmente a localização mais desejada” pelos harlistas.

O calendário cultural incorpora ainda o Festival Art Explora, um projeto itinerante que navega pelos mares e oceanos a bordo do primeiro barco-museu do mundo, oferecendo experiências artísticas e culturais inovadoras de forma totalmente gratuita. Em Cascais, prevê-se a receção de cerca de 20.000 visitantes no âmbito deste festival, que junta arte, mar e descoberta num formato pouco habitual. Já o Ageas CoolJazz é apresentado como um festival que veio “para ficar para sempre” no concelho, sendo descrito como um dos mais seletivos e prestigiados festivais de jazz de Portugal. O evento reparte-se por alguns dos lugares mais emblemáticos do concelho, como o Parque Marechal Carmona, o Hipódromo Manuel Possolo e o Jardim da Parada.

O cartaz do Ageas CoolJazz para 2026 já está fechado e inclui nomes como Jamiroquai e Gilberto Gil, entre outros, mas a organização sublinha que o festival cresce não só na programação, como também no conforto e na qualidade da experiência oferecida ao público. Karla Campos, responsável pelo festival, revelou que o evento passa a ter oito noites e reforça a responsabilidade social com um dia de acompanhamento de mobilidade condicionada gratuito, em parceria com a Fundação Ageas, permitindo que mais pessoas com mobilidade reduzida possam usufruir plenamente dos concertos. A organização destacou ainda o reforço do talento nacional no cartaz e anunciou, em primeira mão, a inclusão da pianista Gisela Mabel, que se junta a Diana Krall na noite de 22 de julho, prometendo uma noite clássica e especial de jazz, numa combinação que a responsável descreve como capaz de acrescentar uma dimensão ainda mais artística ao festival. O município lembra que todos os eventos em Cascais estão obrigados a cumprir um regulamento exigente em matéria de sustentabilidade, e que o apoio financeiro da Câmara depende também do grau de sustentabilidade das iniciativas, reforçando que critérios ambientais e sociais são parte integrante da política cultural.

No segmento da música eletrónica, o Atlantic Sunsets volta a combinar DJs, pôr do sol e cenário atlântico num formato que tem ganho público fiel. Para 2026, estão previstas três datas: duas edições no Forte de Santo António da Barra, em agosto, e uma terceira, especial, em outubro, num local secreto que a organização opta por não revelar ainda, alimentando a expectativa. As Festas do Mar, um dos eventos mais identitários de Cascais, são apresentadas como o momento em que música, mar, famílias e espaço público se encontram num só grande festival, com os artistas portugueses sistematicamente em primeiro plano. Trata-se de um evento de entrada gratuita, em espaço aberto, que reúne entre 350.000 a 400.000 espectadores, gerando um impacto económico significativo nos negócios locais e funcionando também como plataforma de lançamento para novos talentos.

Da música passou-se para a gastronomia com o Chefs on Fire, festival em que o fogo é o elemento central e que já conquistou lugar próprio no panorama nacional, ao ponto de se ter internacionalizado mantendo Cascais como base. Em 2025, o evento lançou um formato de fine dining com seis chefs Michelin e 200 convidados, numa experiência exclusiva num local premium do concelho, reforçando a posição de Cascais como destino de gastronomia de excelência. Gonçalo Castel-Branco explicou que a mudança para o Parque Marechal Carmona foi estratégica, permitindo um salto em escala e a criação de mais palcos internacionais – este ano já são cinco – e recordou que o festival se apresenta como “o único festival gastronómico onde se pode dar um mergulho numa praia”, graças à proximidade com o mar. Para 2026, a zona Kids será duplicada, com capacidade para mais de 400 crianças, que cozinham a própria comida e aprendem sobre gastronomia e sustentabilidade, e o dia corporate – dedicado às empresas – também cresce, oferecendo espaços próprios e experiências inspiradas.

A internacionalização do Chefs on Fire continuará com edições em Maldivas e Madrid, às quais se junta, em 2026, São Paulo, sempre com o “palco Cascais” presente, com produtos e chefs do concelho, numa estratégia que procura expandir a marca pelo mundo sem perder a centralidade da edição cascalense. Gonçalo sublinhou que a melhor versão do festival continua a ser, e continuará a ser, a que se realiza em Cascais, apresentada como a “melhor edição” de todas.

A apresentação do Cascais Press Preview 2026 encerrou com o regresso à ideia de celebração associada ao Natal e ao Ano Novo, com o município a anunciar que volta a apostar na dinamização do concelho nos meses de novembro e dezembro, através de mercados de Natal, iluminações, concertos e fogo de artifício, convidando todos a celebrarem a época festiva em Cascais.

Alexandre Lopes
Alexandre Lopes
Licenciado em Comunicação Social e Educação Multimédia no Instituto Politécnico de Leiria, sou um dos fundadores do Echo Boomer. Aficcionado por novas tecnologias, amante de boa gastronomia - e de viagens inesquecíveis! - e apaixonado pelo mundo da música.
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