Leitura em pé no metro, notas rápidas na rua, WhatsApp sem Wi-Fi. O Boox Palma 2 Pro é o meu novo companheiro de bolso, mas o upgrade face ao Palma 2 pode não fazer sentido para qualquer um.
O que mais gosto de fazer no meu tempo livre é ler (ainda mais do que ver filmes e séries), e por isso, durante muito tempo, andava sempre com livros na mão – algo que ainda faço ocasionalmente. Só que, com a chegada da era digital, os e-readers acabaram por transformar a minha rotina de leitura, tornando-se assim num dos meus gadgets favoritos. Quando chega a hora de sair de casa, vêm quase sempre comigo na mala ou no bolso, como é o caso do meu Boox Palma 2, um companheiro indispensável do meu dia.
Por isso, com a apresentação do Boox Palma 2 Pro, em outubro do ano passado, fiquei imediatamente curiosa em perceber até que ponto fazia sentido dar este salto. Entre o burburinho à volta do novo modelo e o sucesso já bem conhecido do anterior, parti à descoberta para perceber como é, afinal, ter um Palma 2 Pro na palma da minha mão.
Recebi para teste o InkSense Plus Bundle, conjunto que inclui, para além do Palma 2 Pro, a caneta InkSense Plus e uma capa protetora. Dentro da caixa encontramos ainda um cabo USB-C e o respetivo manual de instruções, num conjunto simples e funcional. Existe também o Standard Bundle, pensado para quem dispensa a caneta, que inclui apenas o Palma 2 Pro e a capa protetora. No meu caso, a versão que recebi é em preto, tanto o dispositivo como a capa, embora exista igualmente uma opção em branco para quem prefere um visual mais estético.
A primeira impressão que tive foi, honestamente, aquela sensação que era muito parecido com o Palma 2. Não só porque o formato é praticamente o mesmo, mas porque a ideia-base continua a ser a mesma: um e-reader que se comporta como um pequeno “companheiro de bolso”, pronto a ser usado sem cerimónias, seja numa pausa rápida ou numa espera mais longa. E aqui entra logo um detalhe que eu valorizo muito: o Palma 2 Pro não tenta parecer um objeto de luxo. É um dispositivo com uma abordagem muito prática, muito do género “vamos ao que interessa”.
Em termos de construção, o Palma 2 Pro apresenta um chassis totalmente em plástico, com a traseira em preto a oferecer uma textura muito interessante ao toque, ligeiramente áspera, que ajuda a melhorar a aderência e a transmitir mais segurança ao pegar no dispositivo. Também a moldura e a parte frontal são num plástico preto liso. Esta escolha de materiais contribui para que o Palma 2 Pro seja bastante leve, com apenas 175 g (cerca de mais 5 g do que o Palma 2), tornando-o confortável e ergonómico para ler durante mais tempo, coisa que os meus pulsos agradecem.
E isto nota-se mesmo no uso real. Por exemplo: eu leio muito em pé, em transportes, a andar devagar, ou simplesmente com uma mão ocupada com mala/casaco/vida. Há e-readers ótimos que eu adoro… mas que só me apetece usar no sofá, com calma, como se fossem “um momento”. O Palma, pelo contrário, é aquele dispositivo que não exige que eu mude de posição ou que me organize. Está ali, cabe no bolso, e é só pegar e continuar. E o Palma 2 Pro mantém exatamente esse lado descomplicado.
Quando peguei no dispositivo pela primeira vez, a sensação foi de grande familiaridade. O tamanho, o peso e a forma como encaixa na mão são praticamente os mesmos do Palma 2. Aliás, o Palma 2 é praticamente indistinguível em termos de tamanho e peso. A diferença é mesmo ligeira: o Palma 2 Pro é apenas um bocadinho mais espesso e um bocadinho.
Na lateral direita está integrado o sensor de desbloqueio biométrico, que duplica também como botão On/Off, enquanto a lateral esquerda alberga os botões de aumentar e diminuir o volume, que também podem ser usados para virar páginas, acompanhados, mais acima, por um botão inteligente personalizável.
No bordo inferior situam-se as colunas de som, juntamente com um dos microfones, a porta USB-C e a slot híbrida para cartão microSD ou cartão SIM. Existe ainda um segundo microfone no bordo superior. Já na traseira surge uma câmara fotográfica de 16MP com flash.
Gosto desta abordagem cheia de botões e atalhos físicos. Sei que há quem prefira tudo em toque no ecrã, mas eu dou mesmo valor a conseguir virar páginas sem tocar no ecrã (especialmente quando estou a ler com uma mão e não quero estar a ajustar a pega constantemente), e aqui os botões de volume como page-turn funcionam muito bem para isso. O botão inteligente também acaba por ser útil para “forçar” um refresh manual do ecrã quando há mais ghosting, ou para ativar uma função que usamos muitas vezes. Já o botão de desbloqueio biométrico funciona bastante bem, mesmo com a capa posta, e normalmente desbloqueia o ecrã logo na primeira tentativa, o que nem sempre é garantido neste tipo de dispositivos.
Do ponto de vista global, a comparação com o Palma 2 ajuda a perceber porque é que a designação Pro acaba por fazer sentido. O formato e a identidade mantêm-se muito próximos, mas existem algumas diferenças que merecem ser ponderadas por quem está a considerar o upgrade. Uma das mais relevantes é a presença de uma slot híbrida para microSD e cartão SIM, uma funcionalidade há muito pedida por quem queria tornar o Palma ainda mais autónomo fora de casa. Embora o Palma 2 Pro não substitua um telemóvel no sentido tradicional (já que não permite chamadas ou envio de SMS), a inclusão de dados móveis é uma adição claramente bem-vinda. Isto significa que, com esta nova adição, deixei de estar estar exclusivamente dependente de redes Wi-Fi e posso manter o dispositivo sempre ligado, instalar aplicações adicionais e usar aplicações como o WhatsApp para falar com quem quiser, onde me apetecer – sim, funciona!.
E para mim remove uma fricção enorme: a de estar sempre a pensar se tenho Wi-Fi, se vou conseguir sincronizar uma leitura, se consigo abrir aquela página que guardei, se consigo enviar uma mensagem rápida numa aplicação, o que acaba por deixar o Palma 2 Pro mais independente. E, num dispositivo que eu já uso precisamente por ser o meu companheiro fora de casa, esta liberdade acaba por dar imenso jeito.
Outra característica que me conquistou no Palma 2 Pro foi o ecrã. Apesar de manter as 6,13 polegadas do Palma 2, passa agora a oferecer a possibilidade de leitura a cores, graças ao painel Kaleido 3, capaz de apresentar até 4096 cores. Já o Palma 2 recorre a um ecrã monocromático E-Ink Carta 1200, mais vocacionado para leitura em preto e branco. Naturalmente, não estamos a falar de cores vibrantes como as de um tablet tradicional, mas há algo no tom mais suave desta tecnologia que sempre achei ter um certo charme, sobretudo quando leio bandas desenhadas ou algum livro colorido, o que não acontece com muita frequência é verdade, mas acaba por ser sempre uma boa experiência quando o faço.
Dito isto, acho importante ser honesta com expectativas: ecrã a cores em e-ink é sempre um compromisso. Há um lado giro, quase “jornal impresso”, especialmente em capas, ilustrações, destaques e pequenos elementos gráficos. Mas também há o reverso da medalha: a imagem fica naturalmente mais “apagada” do que num ecrã monocromático, e isso faz com que eu use mais a luz frontal do que usaria num e-reader a preto e branco. Para mim não é um problema, porque já uso muitas vezes a luz frontal por hábito (e porque leio muito ao fim do dia), mas é uma diferença a ter em conta.
O Palma 2 Pro conta ainda com 8GB de RAM, um salto face aos 6GB do Palma 2, diferença que se faz sentir sobretudo quando tenho várias aplicações abertas e a correr em simultâneo. Apesar de ambos manterem o mesmo processador octa-core, é notório que o Palma 2 Pro consegue oferecer um desempenho ligeiramente mais rápido e consistente. A Boox optou também por manter o armazenamento interno nos 128GB, uma capacidade mais do que generosa para um e-reader e que, aliada à presença de uma slot para microSD, permite ter uma biblioteca praticamente ilimitada de livros, documentos e aplicações sempre à mão.
Outra das grandes novidades do Palma 2 Pro é precisamente o facto de deixar de ser apenas um e-reader compacto para passar a ser também um pequeno bloco de notas digital. E aqui começo já por dizer: a possibilidade de escrever num dispositivo deste tamanho é simultaneamente entusiasmante e desafiante.
O Palma 2 Pro utiliza a tecnologia InkSense, compatível com canetas baseadas no padrão USI, e no meu caso testei com a InkSense Plus incluída no bundle. A caneta é toda feita num metal prateado, com um formato quase cilíndrico, mas com duas faces ligeiramente achatadas que evitam que role pela secretária. Tem um peso equilibrado e uma presença sólida na mão, sem parecer demasiado leve ou descartável. A ponta é mais fina e mais suave do que nas primeiras versões da InkSense, algo que se sente logo no primeiro contacto com o ecrã, tornando a escrita menos rígida e mais controlada. Na extremidade oposta encontra-se a porta USB-C, através da qual se faz o carregamento da caneta.
A escrita, comparando com outras soluções que já experimentei, está claramente melhor do que nas primeiras gerações da Boox com USI. Já não há aquele som seco e oco da ponta a bater no vidro, e a sensação é mais controlada, com alguma fricção que ajuda a que a caneta não deslize em excesso. Ainda assim, não é a mesma experiência de um sistema EMR, como encontramos noutras marcas mais focadas em escrita.
E aqui entra outro ponto importante: o tamanho. As 6,13 polegadas são ideais para leitura, mas para escrita, obrigam a uma certa adaptação. É perfeitamente possível escrever com o dispositivo numa mão e a caneta na outra, mas o espaço útil é naturalmente reduzido. Para notas rápidas em pé, numa sala de espera ou numa reunião, é ótimo. Para escrever páginas e páginas de texto corrido, já começa a parecer apertado. Este é claramente um dispositivo pensado para ser um complemento portátil, nomeadamente para apontamentos curtos, listas, esquemas simples ou sublinhados em PDFs, onde funciona perfeitamente. Para longas sessões de escrita ou para quem quer substituir um caderno A5 por isto, talvez fique aquém.
Relativamente à leitura, tenho gostado mesmo muito de usar o Palma 2 Pro para este fim. É verdade que, em teoria, um ecrã monocromático oferece um contraste e uma nitidez ligeiramente superiores no texto preto sobre fundo branco, mas, na prática, essa diferença é bastante discreta e não compromete o conforto. A experiência continua a ser muito agradável e, no meu caso, o facto de poder ver capas a cores ou pequenas ilustrações acaba por acrescentar algo que valorizo mais do que essa diferença quase impercetível na definição.

Essa opção pelo ecrã a cores traz, no entanto, uma característica própria: o painel Kaleido 3 é naturalmente um pouco mais escuro do que um ecrã tradicional a preto e branco. Por causa disso, dei por mim a recorrer com mais frequência à luz frontal. Felizmente, o Palma 2 Pro permite ajustar não só a intensidade, como também a temperatura da luz, o que faz toda a diferença. Durante o dia opto por um tom mais frio e luminoso, enquanto à noite prefiro uma luz mais quente e suave.
No dia a dia, acabei por manter a luz ligada numa intensidade média quase sempre. Não senti que isso penalizasse drasticamente a bateria, mas é algo a considerar. E, falando em bateria, o Palma 2 Pro integra uma unidade de 3950 mAh, ligeiramente superior à habitual em muitos e-readers da marca. A autonomia, claro, depende muito do uso. Em leitura simples, com Wi-Fi desligado e luz moderada, o consumo é muito reduzido. Em escrita, com BSR ativo e luz ligada, o gasto sobe. Ainda assim, para um dispositivo com refresh mais rápido e ecrã a cores, os resultados são francamente bons. No meu padrão de utilização (leitura diária, alguma navegação, sincronização ocasional, pequenas notas), consegui vários dias de uso confortável antes de precisar de carregá-lo.
Outro dos aspetos que mais distingue o Palma 2 Pro de muitos outros e-readers é o facto de correr Android 15 com acesso à Google Play Store. Isto muda completamente o posicionamento do equipamento. Não estamos presos nem a uma loja específica, nem a um ecossistema fechado. Podemos instalar apps da Kindle, Kobo, Libby, aplicações de notícias, browsers, ferramentas de produtividade, etc.
Claro que nem todas as aplicações estão pensadas para e-ink. Algumas têm animações, transições e esquemas de cores que simplesmente não foram desenhados para esta tecnologia. A Boox tenta contornar isso com o sistema de otimização e o controlo de refresh, permitindo escolher entre modos mais lentos e nítidos ou mais rápidos e fluídos. E na maioria dos casos, com algum ajuste, consegue-se uma experiência bastante funcional.
A presença de colunas de som e Bluetooth amplia ainda mais as possibilidades. Ouvir um audiolivro diretamente no dispositivo é perfeitamente viável, embora a qualidade do altifalante seja apenas funcional. Com auriculares/auscultadores Bluetooth, a experiência melhora naturalmente. A inclusão de dois microfones também permite ditado por voz ou chamadas em aplicações compatíveis.
Já a câmara traseira de 16MP é, talvez, o elemento mais curioso. Fotografar com um ecrã e-ink não é propriamente intuitivo, e o preview sofre com a limitação da tecnologia. Ainda assim, como ferramenta ocasional para digitalizar documentos, pode ser útil. Não é algo que eu use todos os dias, mas sei que, se de repente precisar, posso contar com esta ferramenta.
Ao fim destas semanas de utilização quase diária, a grande pergunta que fui fazendo a mim própria foi simples: será que faz sentido o Palma 2 Pro substitui o Palma 2 no meu dia-a-dia? Para mim, o Palma 2 Pro é, sem dúvida, o modelo mais completo. Tem mais RAM, tem dados móveis, tem ecrã a cores, tem escrita com caneta, tem uma versão mais recente de Android. Em termos técnicos, é um salto claro. Mas o impacto real dessas melhorias depende muito do tipo de utilização que acabamos por lhe dar.
No caso da leitura, se for maioritariamente texto corrido, a experiência continua a ser excelente no Pro. É verdade que o ecrã monocromático oferece um contraste ligeiramente superior, mas, no dia a dia, essa diferença é subtil e não compromete o prazer de leitura. No Palma 2 Pro, a presença da cor acrescenta versatilidade e um toque diferente, ainda que isso implique um painel naturalmente um pouco mais escuro, o que me levou a usar mais a luz frontal. No meu caso não foi um inconveniente, mas é uma característica a ter em conta.
Por outro lado, para quem lê banda desenhada, livros ilustrados, PDFs com gráficos ou simplesmente gosta de ver capas e destaques com cor, o Kaleido 3 traz uma dimensão extra que torna a experiência mais rica visualmente.
A escrita é outro ponto que merece ponderação. Para mim, que raramente escrevo textos longos à mão num e-reader, a InkSense Plus é mais do que suficiente. Uso-a sobretudo para listas, pequenas notas, ideias soltas, marcações ou para sublinhar PDFs. E nesse contexto funciona bem, sem grandes frustrações.
Uma funcionalidade que acabo por usar bastante é o botão lateral da caneta. Dependendo da ferramenta que tenho ativa e da aproximação ao ecrã, consigo alternar rapidamente entre escrever, sublinhar ou apagar, o que torna tudo mais ágil. No meu caso, uso principalmente para apagar e para destacar texto, e essa alternância rápida evita ter de estar constantemente a ir ao menu das ferramentas.
A única coisa que realmente não apreciei foi o facto de não existir um local físico para guardar a caneta. O Palma 2 Pro não tem encaixe dedicado e a própria caneta não se fixa magneticamente ao dispositivo, o que obriga a transportá-la à parte.
Mas onde o Palma 2 Pro me conquistou verdadeiramente foi na combinação entre portabilidade e conectividade. O facto de poder inserir um cartão SIM para dados móveis altera subtilmente a forma como encaro o dispositivo, deixando de ser apenas algo que depende da rede de casa ou do hotspot do telemóvel. Posso abrir artigos guardados, responder a uma mensagem, consultar algo rapidamente, tudo sem pensar duas vezes.
O desempenho geral é outro ponto bastante positivo: o seu processador Snapdragon 750G, aliado aos 8GB de RAM, oferece uma fluidez muito boa no universo e-ink. As transições entre aplicações são estáveis, o sistema raramente engasga, e mesmo aplicações mais exigentes (dentro do razoável) funcionam com consistência. O sistema de refresh ajustável ajuda a encontrar o equilíbrio entre nitidez e velocidade, e embora não elimine completamente o ghosting, consegue mantê-lo sob controlo.
O software da Boox continua a ser extremamente completo, talvez até demasiado completo para quem procura uma experiência totalmente minimalista. Há menus dentro de menus, otimizações específicas por aplicação, perfis de refresh ajustáveis, controlo fino de contraste, definições de gesto, personalização dos botões físicos… é quase um pequeno laboratório para quem gosta de experimentar e adaptar o dispositivo ao seu estilo de utilização.
Por um lado, isto é uma enorme vantagem. Podemos, por exemplo, definir um modo de refresh mais lento e nítido para leitura na app do Kindle, outro mais rápido para navegar no browser, ajustar o contraste apenas numa determinada aplicação ou configurar gestos para aceder rapidamente ao Centro E-Ink.
Por outro lado, para quem quer simplesmente tirar da caixa, ligar e começar a ler, pode parecer um pouco intimidante no início. Não é um sistema complicado, mas é denso. Exige alguma curiosidade e algum tempo de exploração para perceber onde está cada coisa e como tirar melhor partido das opções disponíveis.
No meu caso, houve uma fase inicial em que explorei bastante, experimentei diferentes combinações de refresh e contraste e ajustei os gestos e botões ao meu gosto. Depois disso, ficou tudo praticamente definido. Hoje em dia raramente volto às definições mais profundas, já que tudo funciona como eu quero. E essa é, talvez, a melhor forma de descrever o software da Boox: pode parecer complexo ao início, mas depois de configurado, torna-se muito transparente e discreto no uso diário.
Por isso, vale a pena o upgrade para quem já tem o Palma 2? Depende. Se o uso for estritamente leitura a preto e branco, talvez não seja uma mudança indispensável. O Palma 2 continua a ser extremamente competente nesse papel. Mas se houver curiosidade pela cor, necessidade de dados móveis, interesse em escrever ou simplesmente vontade de ter um dispositivo mais ágil e com o sistema android mais atual do mercado, o Pro faz sentido.
Para mim, o Palma 2 Pro acabou por se tornar uma companhia indispensável no dia a dia, seja para ler no comboio, aproveitar uma pausa, escrever uma nota rápida enquanto espero ou até responder a uma mensagem sem recorrer ao telemóvel. Tudo isto num equipamento que cabe no bolso do casaco e que está sempre pronto a ser usado, algo que faz todo o sentido para quem, como eu, aproveita cada pequeno intervalo do dia para ler.
O Palma 2 Pro está disponível por 399,99€ no Standard Bundle ou 432,99€ no InkSense Plus Bundle.

Este produto foi cedido para análise pela Boox
