A AirHelp levou o seu verificador de indemnizações para o ChatGPT e o Claude, com análise de voos, incidentes e direitos dos passageiros.
A AirHelp integrou o seu verificador de indemnizações por incidentes aéreos no ChatGPT e no Claude. A ferramenta permite aos passageiros consultar, diretamente nestas plataformas, se um atraso, um cancelamento ou outro problema relacionado com um voo poderá dar origem a uma indemnização.
Desenvolvido em colaboração com a Alpic, o sistema procura identificar o voo em causa, analisar os dados relativos ao incidente, determinar a regulamentação aplicável e apresentar uma estimativa da eventual compensação a que o passageiro poderá ter direito. A resposta deverá ter em conta elementos como a rota, a companhia aérea, a duração do atraso, o momento em que o cancelamento foi comunicado e as circunstâncias que estiveram na origem do problema.
Respostas baseadas num voo específico
Uma ferramenta de inteligência artificial generalista pode explicar as regras aplicáveis aos direitos dos passageiros, mas nem sempre dispõe dos dados necessários para avaliar um caso concreto. A resposta a uma pergunta sobre um voo específico pode depender de vários fatores, incluindo a duração exata do atraso, a antecedência com que o cancelamento foi comunicado, a distância da viagem, a companhia aérea envolvida e a razão do incidente.
A AirHelp afirma que a integração do seu verificador pretende responder a essa limitação. Ao recorrer aos dados de voos e à informação normativa utilizada pela empresa, a ferramenta consegue analisar o caso apresentado pelo passageiro e indicar se estarão reunidas as condições para reclamar uma indemnização.
Por exemplo, perante uma pergunta sobre o cancelamento de um voo entre Barcelona e Milão, o sistema poderá avaliar se o passageiro tem direito a uma compensação, apresentar uma estimativa do valor e explicar a legislação considerada na análise. Se os requisitos não estiverem preenchidos, a ferramenta deverá também indicar os motivos pelos quais a indemnização poderá não ser aplicável.
A empresa não apresenta esta integração como um substituto para a análise de todos os elementos de uma reclamação, mas como um novo ponto de acesso a informação sobre os direitos dos passageiros. O objetivo é permitir que o viajante obtenha uma primeira avaliação antes de avançar com um pedido formal.
