Ajitama diz adeus ao Chiado esta semana

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Após vários anos a receber clientes no Chiado, o Ajitama vai encerrar o espaço.

Durante vários anos, o Ajitama Chiado fez parte da restauração daquela zona de Lisboa, recebendo clientes, formando equipas e acumulando histórias associadas à atividade do restaurante. Ao longo desse período, alguns dos clientes acabaram também por estabelecer uma relação mais próxima com o espaço e com quem nele trabalhava.

Essa fase está, contudo, prestes a terminar. O Ajitama Chiado vai encerrar portas no dia 9 de agosto, data em que será servido o último ramen naquela localização.

A decisão está relacionada com circunstâncias externas e específicas do estabelecimento no Chiado. De acordo com o Ajitama, trata-se de fatores alheios à vontade da empresa e fora do seu controlo, que impedem a continuidade da atividade naquele espaço. Os fundadores António Carvalhão e João Azevedo Ferreira não dizem o que se passou em concreto, mas, por norma, este tipo de encerramentos deve-se a duas razões: ou a renda é estupidamente cara e o senhorio quer mais e mais dinheiro, ou o edifício onde o Ajitama se encontra terá outro tipo de finalidade. Mas lá está, são meras especulações.

O encerramento põe fim a um projeto que a marca descreve como importante no seu percurso. A operação no Chiado ficou marcada pela passagem de milhares de clientes, por diferentes equipas e pelas experiências acumuladas ao longo dos anos. Na mensagem em que comunica a decisão, o Ajitama reconhece que se tratou de uma escolha difícil, mas considera que é a decisão certa para continuar a atividade e assegurar um crescimento sustentável.

A saída do Chiado não significa, porém, o fim do Ajitama. A marca continuará presente no Saldanha, onde mantém o restaurante em funcionamento. Para além disso, os responsáveis têm também o “spin-off” Ramen Station, com restaurantes em Benfica e no Campo Pequeno.

Alexandre Lopes
Alexandre Lopes
Licenciado em Comunicação Social e Educação Multimédia no Instituto Politécnico de Leiria, sou um dos fundadores do Echo Boomer. Aficcionado por novas tecnologias, amante de boa gastronomia - e de viagens inesquecíveis! - e apaixonado pelo mundo da música.
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