O Governo formalizou contratos para expandir a rede de fibra ótica, sobretudo em zonas de baixa densidade e territórios sem cobertura adequada.
Foram assinados contratos para a instalação e operação de redes de comunicações eletrónicas de elevada capacidade, dando início à expansão da fibra ótica no país, com prioridade para zonas de baixa densidade.
Os contratos foram celebrados entre as cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e a DSTelecom, empresa que venceu o concurso público internacional lançado para a instalação destas redes. A CCDR do Norte assume a gestão do projeto.
A intervenção enquadra-se na Estratégia Nacional para a Conectividade em Redes de Comunicações Eletrónicas de Capacidade Muito Elevada 2023-2030 e tem como objetivo assegurar acesso a uma rede Gigabit até 2030. O projeto prevê a cobertura de todo o território nacional, incluindo edifícios residenciais e não residenciais, entre os quais unidades industriais, comerciais e agrícolas.
O Governo já tinha autorizado, em novembro, a realização do concurso público internacional para a gestão, exploração e manutenção de redes de fibra ótica em territórios onde a infraestrutura não existe ou é insuficiente. O investimento público associado ao projeto ronda os 30 milhões de euros, financiados pelo FEDER, no âmbito do Portugal 2030, e por verbas nacionais provenientes do leilão do 5G.
