A constelação de satélites da Amazon vai começar a operar em breve, prometendo velocidades até seis vezes superiores às da concorrência e já com clientes como a Delta Airlines e a NASA já confirmados.
O Amazon Leo, o novo serviço de internet via satélite da Amazon, que anteriormente era conhecido como Project Kuiper, vai começar a operar a nível comercial em meados de 2026, com os anúncios de preços, de cobertura e disponibilidade a serem anunciados nas próximas semanas.
Atualmente, a constelação do Amazon Leo conta com 241 satélites em órbita e com autorização regulatória para chegar aos 3.236, um alvo que ainda se encontra longe da dimensão de soluções da concorrência, como é o caso da Starlink, mas já suficiente para iniciar operações. Com esta solução, a Amazon irá apostar no desempenho técnico, num preço competitivo e na integração direta com a infraestrutura AWS, algo que se pode tornar particularmente apelativo para empresas e entidades governamentais.
A Amazon promete altas velocidades de operação com as velocidades de upload a apontarem para seis vezes superiores às da concorrência e as de download até duas vezes mais rápidas, mas não especifica as comparações de referência. Numa fase de acesso antecipado, iniciada no final de 2025, o Amazon Leo utilizará uma antena “Ultra” capaz de atingir até 1 Gbps de download e 400 Mbps de upload, que são valores comparáveis aos de uma ligação por fibra ótica.
Entretanto, esta solução da Amazon já atraiu alguns contratos relevantes, que incluem entidades como a Delta Airlines – ao comprometer-se a equipar 500 aviões com o serviço até 2028 -, AT&T, Vodafone, DIRECTV América Latina e a até a NASA.
