Plano de Atividades da Área Metropolitana do Porto para 2026, aprovado em Arouca, define como prioridades a mobilidade, a habitação e a segurança.
O Conselho Metropolitano do Porto aprovou o Plano de Atividades da Área Metropolitana para 2026, um documento que define como eixos prioritários a mobilidade, a habitação, a segurança e a gestão de dados. O orçamento afeto a estas iniciativas ultrapassa os 134 milhões de euros e foi validado na primeira reunião descentralizada do órgão, realizada em Arouca, com a presença dos 17 autarcas que integram a estrutura metropolitana.
Entre as ações previstas destacam-se quatro projetos de caráter estratégico. O primeiro é o Programa AMP Mobilidade 2030, orientado para o reforço da mobilidade sustentável, a integração de diferentes modos de transporte e a melhoria da experiência quotidiana dos cidadãos. O segundo é o Observatório Metropolitano de Dados, que visa criar uma plataforma integrada de informação territorial para apoio às decisões em domínios como o ambiente, a economia, a cultura e as políticas públicas. A estas iniciativas somam-se ainda uma estratégia metropolitana de habitação, centrada na promoção de soluções acessíveis e na reabilitação urbana, e uma estratégia de segurança que prevê a implementação de uma rede de videovigilância e de uma plataforma de gestão e análise de crises.
A reunião que marcou a aprovação do plano foi a primeira a realizar-se fora da sede da instituição. O Conselho Metropolitano decidiu adotar um modelo de encontros descentralizados, organizados trimestralmente em diferentes municípios, com o objetivo de promover maior proximidade entre os territórios.
Foto: Andreia Merca /CM Porto
