Monumento de Almada volta a receber visitantes, mas com várias áreas ainda interditas.
O Convento dos Capuchos, em Almada, reabriu ao público na passada terça‑feira, 3 de março, depois de ter estado encerrado desde o final de janeiro devido aos estragos provocados pela tempestade Kristin. A decisão, confirmada pela Câmara Municipal de Almada, permite o regresso gradual dos visitantes, embora o espaço continue a funcionar com zonas condicionadas por motivos de segurança.
Segundo a autarquia, a capela e os jardins do piso superior permanecem interditos, uma vez que continuam a decorrer trabalhos de recuperação e reposição das condições estruturais. A estratégia passa por equilibrar a reabertura com a necessidade de concluir intervenções essenciais, garantindo que o monumento possa ser usufruído sem comprometer a segurança dos utilizadores. Mas, apesar das limitações, o convento mantém em exibição duas mostras que já estavam patentes antes do encerramento: Semear as Terras, Alar do Mar, dedicada às tradições agrícolas das Terras da Costa e à pesca na Costa da Caparica, e Jacka, exposição individual do artista Jubas Barreto. Ambas continuam acessíveis ao público, preservando a programação cultural prevista.
O Convento dos Capuchos foi uma das zonas mais afetadas pela depressão Kristin, que atingiu o concelho na madrugada de 28 de janeiro, causando danos significativos em espaços públicos e privados. O encerramento preventivo permitiu avaliar o impacto no jardim e no edifício principal, num processo que ainda decorre.
