O Amazonas Market decorre no 8 Marvila, nos dias 28 de fevereiro e 1 de março.
O Amazonas Market está de volta ao 8 Marvila a 28 de fevereiro e 1 de março para mais uma edição dedicada a marcas independentes de moda, acessórios, joalharia, home decor, artes, vintage e upcycling. Este fim de semana, um dos espaços culturais mais vibrantes de Lisboa vai virar uma “selva urbana” com “uma curadoria que muda de edição para edição, com estreias, novos nomes e novas coleções“.
Entre as marcas de roupa que vão marcar presença este fim de semana, estão, por exemplo, a Paez, marca de calçado nascida em Buenos Aires e conhecida pelos modelos coloridos e confortáveis; a Sacer, projeto de roupa urbana ética, liderado por mulheres e com foco em algodão orgânico e materiais reaproveitados; e a Winkelvossberlin, que apresenta peças únicas feitas à mão durante viagens. Na joalharia e acessórios vão estar marcas como Joana Pestana, com peças artesanais de estética orgânica; a Fuguku, com os seus materiais reciclados com textura tridimensional; e a ŚĀRÂ, inspirada em diferentes culturas e tradições. Há ainda marcas na área do design, entre outras. Vão ser cerca de 80 marcas independentes, cheias de “peças com identidade, difíceis de encontrar noutro sítio“
A gastronomia está em destaque na Praça Central, com a sua própria zona dedicada onde vão a Sugoi, Gyra Sol, Oficina Kraft e Fuk Sum, acompanhadas por vinhos selecionados da Cuba 160 e café e matcha da The Folks Lisbon.
Mas não só de moda e arte se faz o Amazonas Market. Estão marcados alguns workshops (com inscrição obrigatória) de joalharia, doçaria ou maquilhagem, e, para animar o ambiente, vai haver muita música com DJ sets. Para a tarde de domingo, entre as 16 e as 19 horas, está marcada uma roda de samba protagonizada por Patú Sambá. No campo musical, a edição de 2026 do Amazonas Market marca ainda a estreia da Rádio Amazonas, “uma curadoria musical ao longo do fim de semana que dá identidade sonora ao mercado“, e apresenta “uma cenografia vegetal assinada pela Planta Livre“, transformando o 8 Marvila numa autêntica “selva urbana“.
