Lisboa recebe experiência virtual que recria os mistérios do Antigo Egito

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Lisboa acolhe uma expedição imersiva que conduz os visitantes ao interior da Grande Pirâmide e a cenários inacessíveis do Antigo Egito.

A chegada a Lisboa de uma viagem virtual ao coração do Antigo Egito transforma a sala subterrânea da Estação do Terreiro do Paço num portal temporal. Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito, concebida pela Excurio e apresentada pela Fever, estreia-se em Portugal a 5 de dezembro, depois de ter sido vista por mais de dois milhões de pessoas noutros países. A proposta assenta numa reconstrução minuciosa de ambientes com mais de quatro milénios e meio, permitindo observar de perto a paisagem monumental do Planalto de Gizé, atravessar o Nilo sob um céu noturno e acompanhar um ritual de embalsamamento, entre outras cenas habitualmente inacessíveis.

A experiência, desenvolvida com o apoio do Giza Project e com a curadoria do egiptólogo Peter Der Manuelian, da Universidade de Harvard, resulta de anos de investigação e combina métodos científicos com recriações artísticas para aproximar o público das práticas, crenças e espaços que moldaram uma das civilizações mais enigmáticas da história. A tecnologia de Realidade Virtual utilizada permite deslocações por templos, túmulos e áreas vedadas ao público no Egito atual, incluindo corredores internos da Grande Pirâmide e a enigmática Câmara da Rainha.

Com cerca de 45 minutos de duração e organizada em grupos de até vinte participantes, a expedição oferece um contacto imersivo com rituais e figuras da mitologia egípcia, como a deusa Bastet, e recria a imponência da Esfinge ao amanhecer, tal como se observaria há milhares de anos. A experiência está disponível para maiores de 10 anos e decorre em pleno centro da cidade, reunindo condições para atrair famílias, estudantes e quem acompanha de perto temas ligados à história antiga.

Ao longo do percurso virtual, os visitantes deixam para trás a Lisboa contemporânea e deslocam-se para um Egito reconstruído com rigor, onde os elementos quotidianos e o imaginário simbólico se entrelaçam. O resultado aproxima-se de uma reportagem no terreno, embora realizada através de tecnologia que amplia a percepção do espaço e do contexto arqueológico.

Os bilhetes encontram-se disponíveis através da Fever, permitindo o planeamento antecipado de uma sessão que oferece uma visão abrangente de uma das mais duradouras civilizações da Antiguidade.

Alexandre Lopes
Alexandre Lopes
Licenciado em Comunicação Social e Educação Multimédia no Instituto Politécnico de Leiria, sou um dos fundadores do Echo Boomer. Aficcionado por novas tecnologias, amante de boa gastronomia - e de viagens inesquecíveis! - e apaixonado pelo mundo da música.
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